História Nothing Less - Imagine Byun Baekhyun - Capítulo 1


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Categorias EXO, Girls' Generation, Red Velvet
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Irene, Taeyeon, Xiumin
Tags Baeekhyun, Chanyeol, Nothing Less, Romance
Visualizações 326
Palavras 738
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem do prólogo da história. [❤️]

Boa Leitura. [🍃]

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Nothing Less - Imagine Byun Baekhyun - Capítulo 1 - Prólogo

Prólogo 

EM UM FUTURO NÃO MUITO DISTANTE...

   "Papai?" Ouço uma voz fininha atravessar a escuridão do meu quarto.                    

    Eu me debruço e acendo o abajur. Meus olhos se adaptam à luz que se espalha pelo cômodo.                                                                

   "Lizzie? O que foi?" Eu me sento, puxando o cobertor até o peito, lembrando que não estou vestido. Dou uma olhada para minha mulher. Com as costas expostas, ela está dormindo de bruços, toda espalhada pela cama, como sempre.            

   Uma mãozinha pequena esfrega os olhinhos castanhos. "Eu não consigo dormir." 

   O alívio toma conta de mim. "Por acaso, você já tentou contar carneirinhos?" 

Ela anda tendo problemas para dormir ultimamente, e eu venho tentando não me preocupar muito a respeito. O pediatra diz que é só uma dificuldade de desligar sua cabecinha elétrica à noite, o que é uma coisa normal para a idade. 

   Lizzie faz que sim com a cabeça. "E pôneis. Contei pôneis também. Um azul, um vermelho e um amarelo ranzinza." 

   Preciso me esforçar pra segurar o riso. "Um pônei amarelo ranzinza." 

"É. E ele roubou um biscoito do azul." 

   A mãe da minha garotinha se mexe na cama, mas não acorda. Puxo o cobertor para esconder suas costas descobertas, para o caso de ela decidir virar de lado. 

   Olho para a minha filha, cujos olhos são iguais aos meus, e não consigo nem tentar esconder meu divertimento com sua imaginação inventiva. Ela é bem criativa para sua idade, está sempre contando histórias com goblins, princesas e elementos fantásticos. 

   Com um sorriso, estendo a mão para ela, que vem equilibrando o ursinho no outro braço para pegá-lo. O pobre bichinho de pelúcia está prestes a se desfazer. Fora a escola, ela não vai a nenhum lugar sem o urso, e às vezes até encontro o bicho na minha mochila quando vou para a escola. 

   "Que tal ir comigo até a cozinha pra me contar o que aconteceu depois?" Ela assente, e dou um beijo em sua mão antes de soltá-la. "Vou estar lá em um minuto, querida", acrescento, para ter tempo de vestir uma calça. 

   Lizzie ainda olha para a mãe e depois para mim antes de tomar o caminho da porta. Ela se vira. "A gente pode comer um biscoito enquanto conversa?", pergunta minha pequena negociadora. Ela é como eu, sempre a fim de um docinho. 

   Olho para o relógio no criado-mudo. É meia-noite e meia, e ela tem aula amanhã cedo. Como eu sou seu professor no primeiro ano na escola, não deveria incentivar o consumo de açúcar no meio da noite... 

   "Por favor, papai?" 

   Sei que preciso ser responsável e não permitir um pico de açúcar seis horas antes do horário de levantar para ir à escola. A mãe dela vai me matar, mas sei muito bem que também cederia se estivesse no meu lugar. Esses olhos castanhos e esse ursinho de pelúcia nos braços servem como um lembrete de que ela não vai mais ser criança por muito tempo. 

   Lizzie fica à espera, cheia de expectativa. 

   "Pega um pra mim também. Quando eu chegar lá, quero ver você com os menores biscoitos do pote pra nós." 

   Ela sorri como se não tivesse a menor dúvida de que eu diria sim. 

   "Os menores mesmo, hein?" Eu sorrio para ela. 

   Ela concorda e sai do quarto. Eu me levanto e pego minha calça de moletom no chão. 

   "Banana", diz a voz da minha mulher, deitada na cama. 

   Eu visto a calça. "Você está acordada?", pergunto com uma surpresa fingida. 

   Ela se vira e apoia a cabeça nos braços, deixando o lençol deslizar até a cintura. "Claro." Seu sorriso sonolento me faz lembrar o quanto seu rosto é lindo. 

   "Covardona", provoco. 

   "Bunda-mole." 

   Tento manter os olhos fixos em seu rosto. Se começar a admirar o peito descoberto da minha mulher, nunca vou conseguir sair do quarto. Depois que me visto, me debruço sobre a cama, apoiando o joelho no colchão, e dou um beijo de leve em sua testa. Seus olhos estão fechados quando me afasto, e seus lábios, curvados em um sorriso confortável. 

   Saio do quarto e, quando chego à cozinha, Lizzie está com o ursinho em uma das mãos e um biscoito enorme na outra. 

   "Esse não parece ser o menor biscoito." Abro a geladeira e pego uma garrafa de leite. 

   Lizzie sorri, e sua língua aparece por entre os dentes banguelas. Ela está crescendo rápido demais. "Pensei que você tivesse dito o maior", ela rebate. 

   


Notas Finais


Espero que tenha gostado. [❤️]
Trarei o 1° capítulo logo. [🌺]


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