História Nothing Like Us - Capítulo 36


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Categorias Naruto
Personagens Dan Kato, Hashirama Senju, Hiruzen Sarutobi, Jiraiya, Konan, Kushina Uzumaki, Madara Uchiha, Mei, Minato "Yondaime" Namikaze, Mito Uzumaki, Nagato, Nawaki Senju, Orochimaru, Shizune, Tobirama Senju, Tsunade Senju, Yahiko
Tags Anime, Jiratsu, Jiratsuna, Jiraya, Naruto, Tsujira, Tsunade Senju
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Palavras 2.670
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Então aqui esta mais um capitulo e estejam prontos(as) para vomitar arco-íris(sim essa é velha) de tanta fofura que vem por ai. Espero que gostem e boa leitura! 😉😘

Capítulo 36 - Os sóis da minha vida.


Pov. Tsunade on.

Era realmente um sonho o que eu estava vivendo. Apesar de eu mostrar talvez grande coragem em abandonar tudo para proteger aqueles que eu amava no fundo do meu ser tudo que eu queria era que Jiraya viesse atrás de mim e me levasse de volta. Muitas vezes, principalmente no inicio pensei em largar tudo e voltar, mas eu achava que Jiraya havia ficado magoado com a carta. Bom, ele ficou um pouco, mas passou por cima de tudo por minha causa e por Minato. E por falar nele eu não conseguia parar de pensar em como ele reagiria. E ainda tinha Shizune. Quando ela voltou da cidade eu e Jirsya explicamos tudo. Ela teve a reação esperada. Ficou feliz e disse que por ela tudo bem. Mas mesmo assim precisava me assegurar de que ela estava confortável com tudo isso afinal de contas ficamos juntas por quase dez anos, nesse meio tempo Shizune cresceu bastante, mas ainda precisava de cuidados. Mas quando eu ofereci para ela morar conosco ela não aceitou.

Estávamos fazendo o trajeto de volta mas desta vez com um barco da vila da pedra. O Tsuikage resolveu prestar esse serviço a folha e voltariamos naquele dia mesmo.

Enquanto Jiraya estava na cabine do capitão eu me aproximei de Shizune que estava observando o mar.

- Oi. Eu a chamei, ela estava distraída.

- Ah oi. Precisa de algo senhora Tsunade? Ela perguntou prestativa.

- Não preciso de nada, mas queria saber se esta tudo bem com você.

- Claro que está. Estou muito feliz de estar voltando para a aldeia. De uma forma diferente do que me encontrava naquela noite.

Eu sorri para ela. Realmente aquela noite não fora fácil para nenhuma de nós. Shizune estava perdida na chuva e eu havia abandonado meu bebê.

- Shzune tudo bem pra você se eu... bom eu agora estou com Jiraya e tem Minato.

- Senhora Tsunade. Ela pegou em minhas mãos. - Foi uma honra ser treinada e assistida por uma Sannin lendária. Não se preocupe, eu estou feliz que tenha essa chance de reconstruir tudo de novo. E eu também vou ter essa chance. Não se preocupe comigo, eu ja sei me virar sozinha agora. Vou reconstruir a minha casa e de Dan. E espero que reconstrua sua vida ao lado do mestre Jiraya.

Sorri feliz. Apesar de eu ter dito que não teria vinculo nenhum com ela. Acabou que ela com um jeito doce e atencioso me conquistou e nossa amizade se firmou. Por todo esse tempo ela era a única que eu tinha.

- Mas não esqueça de sempre ir na minha casa. Afinal você tem muita coisa para treinar. Eu disse sorrindo abertamente e colocando uma mão em seus cabelos escuros.

Ela sorriu da mesma forma.

Pov. Tsunade off.

Pov. Jiraya on.

Quando sai da cabine do capitão que havia me informado que iriamos logo chegar na fronteira do pais do fogo vi uma cena que aqueceu meu coração.

A jovem Shizune conversando com Tsunade. As duas estavam sorrindo da mesma forma e Tsunade estava com uma das mãos na cabeça dela. Eu fazia a mesma coisa com Nagato, Konan e Yahiko. E faço agora com Minato. Sorri com aquela cena. Essa era a nova geração que estava se formando, que iria superar a nossa e que iria trazer paz para esse mundo. Olhei para o céu e lembrei dos olhos do menino que havia me encantado e rezei por seus caminhos. Desci até elas para informar que logo estariamos em casa.

- Hey estão ai. Eu falei me aproximando e dando um beijo na cabeça da minha Hime. - Estamos quase chegando na fronteira do pais do fogo.

- Ah que bom. Não vejo a hora. Shizune falou animada. - Vou me certificar de que todas as minhas coisas estão arrumadas. Ela falou se retirando correndo para um dos quartos onde guardamos as coisas.

Eu puxei minha Hime para um beijo longo e tranquilo.

- Ela parece o Dan, não acha?

- Fala de Shizune? Ela pergunta me olhando.

- Sim.

- É agora que falou ela parece mesmo o Dan. Gentil e talentosa. Sempre prestativa. E com aquela beleza suave do clã Kato.

Amarrei a cara para ela. Ta que eu nunca odiei o Dan, mas se ele tivesse vivo eu nem estaria com ela pra inicio de conversa. Ela percebeu e me perguntou divertida.

- O que foi seu bobo? Acha que eu ainda o amo?

- Ah sei la.

Ela deu risada e me beijou. Aquele beijou apagou qualquer idiotice da minha mente.

- Dan pertence ao meu passado e esta tão distante que as vezes eu nem consigo me lembrae daquela época. É claro que nutro carinho por ele. Mas de um jeito diferente. Mas você foi meu passado, é meu presente e futuro.

A beijei novamente para selar aquela pequena declaração que acelerou meu coração. Depois de todo esse tempo eu havia ficado com medo dela não me querer mais ou ter arranjado alguém, mas assim como eu ela nunca me esqueceu e nosso amor só ficou maia forte e maduro. Não era mais um amor juvenil. Era um amor de dois adultos com responsabilidades e com um pequeno fruto ou porto seguro como ela mesmo nomeou.

- Minato vai adorar te conhecer. Desde que eu vi aquele menino ele não para de falar da mãe heroína dele.

Vi o sorriso dela apagar um pouco e perguntei:

- O que foi Tsu?

- Será que ele vai levar numa boa tuso isso? Quer dizer... ele não sabe quem realmente é a mãe dele ou o pai.

- Hahahaha você vai ver. Ele vive me amolando para casar com a mãe dele.

Ela sorriu e eu senti meu ser inteiro se iluminar.

- Bom você não pode negar o pedido do seu filho não é.  Ela disse ficando com as bochechas coradas.

- Eu ja disse que amo ver você envergonhada. Você fica linda. Ah e Minato é a sua copia perfeita. Até fica com as bochechas coradas quando fica envergonhado. E adora tirar meu espaço da cama.

Ela gargalhou e me abraçou.

- Todo o sacrificio que fiz foi por Minato, mas mais ainda poe você. Eu queria que tivesse uma família. E mesmo que eu não pudesse estar com você, você ainda poderia lembrar de mim através dele.

Eu suspirei me afundando em seus cabelos tão dourados quanto o sol que iluminava o dia e nos esquentava. No final tudo que ela fez foi por mim. O amor dela era genuíno e me enchia de paz. Assim como o abraço do meu filho. Eu finalmente tinha tudo que sempre sonhei em ter. Tudo que uma criança órfã quere deseja ter é uma família e agora eu tenho. Duas lindas e matavilhosas pessoas que me amam acima se tudo. Ah eu iria adorar acordar todos os dias com aqueles cabelos loiros sobre o meu rosto. Com aqueles olhos âmbar que tanto amo e com aqueles olhos azuis que aprendi amar.

- Arigatou.

Ela se desfez do meu abraço e se inclinou mais para trás para aproveitar o vento e o sol.

- Sabe seu antigo cervo de pelúcia?

- Ele ainda existe? Ela perguntou se indireitando.

- Sim, e agora é de Minato.

- E ele gosta?

- Gosta e ele disse que tem seu cheiro.

Vi ela sorrir.

- Aquele cervo me ajudou muito com meus choros e pesadelos.

- Eu dei para ele justamente por isso. Ele tinha as vezes dificuldade para dormir. Alguns pesadelos.

Vi ela me olhar preocupada. Sorri por dentro oa constatar que eu não devia falar para uma mãe que seu filho tinha pesadelos.

- Não se preocupe. Imagino que seja algumas memórias de quando ele era pequeno sabe daquele ataque que Madara fez a vila das lesmas.

Ela me olhou horrorizada e eu vi que eu não devia ter falado aquilo.

- Como pode me dizer pra não ficar preocupada? E se for o Madara? E se for um genjutsu que ele tenha lancado nele... Ela disse andando de um lado para o outro.

Eu ri. Madara ja deve estar mais velho que as madeiras da casa Senju. E se ela o derrotou em uma batalha, mesmo não estando em sua melhor forma, ele deve tee ficado muito mal.

- Ei loirinha,vem cá. Eu disse a puxando para meus braços. - Relaxa, ele nem lembra do que são os sonhos e faz um tempão que ele não sonha mais.

- Você tem certeza?

- Tenho. Eu sou o pai dele. Eu lhe lancei uma piscada.

Ela me olhou e emburrou a cara. A mesma cara do Minato quando não acreditava em mim.

Eu lhe dei um beijinho nos lábios e a larguei. Esses dois quando ficam assim é so deixar dez minutos sozinhos. É incrivel a semelhança. Ela se afastou de mim e seu olhar se perdeu no mar de pensamentos da sua mente e Minato era igual. As vezes qus do ficava desconfiado com alguma coisa ele se afastava e pensava. Ficava viajando em seus próprios pensamentos até achar uma resposta plausível para si mesmo. Tsunade era assim.

Viajamos por mais uma hora até desembarcarmos no cais do pais do fogo. Ate chegarmos a Konoha iria mais algumas horas. Nos despedimos do pessoal da vila da pedra e partimos a pé, pulando pelos galhos.

Eu estava na frente, seguido por Shizune e atrás, Tsunade. Depois de umas duas horas nesse ritmo eu ja estava exausto e parecia que pela cara da Shizune ela também ja havia chegado ao limite.

- Ei Tsu. Não acha melhor pararmos um pouco. Eu disse indo ate ao lado dela.

- Não vou parar agora. Faltam só mais duas horas, estamos perto. Ja sinto o ar quente de konoha no meu rosto. Ela disse determinada.

- Ta então você vai na frente. Eu vou logo atrás e Shizune vai mais atrás para recuperar as forças enquanto cuida da retaguarda.

- Certo. Maa achei que não estava tão acabado assim Jiraya. Ela disse dando risada da minha cara. Isso me lembrou nosso tempos de equipe e revirei os olhos.

Eu dei graças a Deus quando chegamos. O Hokage em pessoa estava nos esperando nos portões.

- Ah finalmente chegaram, precisamos fazer algumas coisas...

Mas Tsunade não deixou ele terminar.

- Cuidou bem do meu filho velhote.

Vi que o sensei não gostou de ser chamado assim ainda mais com dois ambus do seu lado.

- Tsunade!

- Ah tanto faz. Eu so quero tomar um banho descansar e encher meu filho de beijocas. Amanha conversamos. Ela disse passando pelo Hokage como se ele fosse um qualquer. Eu e Shizune ficamos estupefatos. Ela estava andando tranquilamente nos deixando para trás.

- Vamos logo Jiraya. Quero ver que casa você comprou. Ela gritou para mim.

Olhei para o sensei que so suspirou e deu uma risadinha.

- Pode ir Jiraya. Ela deve estar com saudades do filho.

Sorri e corri para acompanhá-la.

Shizune ficou para trás se desculpando com o Hokage por sua senhora e logo correndo atrás de nós.

- Tsunade porque falou assim com o sensei? Sabe muito bem que ele te ajudou muito.

- Ah Jiraya não chateia. Eu sei muito bem o que aquele velhote urubuzento ia querer. Ele ia querer me enfiar em algum cargo aqui na aldeia. E fora que ia refazer todos os meus papeis de novo. Amanha eu vou lá. Hoje eu só quero descansar. Olha a quantidade de coisas que tenho que carregar.

Olhei e não vi nada em suas mãos, maa Shizune em compensação estava carregada e a maioria das coisas eram de Tsunade.

- Shizune me de algumas das malas.

- Ah obrigada mestre Jiraya.

Ela parou abruptamente e eu quase a esbarrei.

- Senhora Tsunade. Eu vou alugar uma pousada por aqui.

- Mas por que?

- Ah por que esse será um momento em familia.

- Mas você é a minha familia também.

- Fico lisonjeada, mas vou mesmo ir para uma pousada, mas amanhã prometo ir até a casa de vocês para conhecer seu filho. E depois vou ter que pensar em reformar a minha antiga casa. Vai ser melhor assim.

- Tudo bem então, mas passe me ver amanhã.

- Eu prometo.

As duas se abraçaram e Shizune seguiu um caminho diferente do nosso.

- Bem vamos indo. Imagino que Minato ja deve estar em casa. Ele ia receber a bandana hoje.

- O que tão novo assim? Mas...

- Eu sei o que sente. Eu me sinto assim tambem, mas você vai ver que ele é diferente dos outros. Talentoso ao extremo. Não se preocupe.

- Perdi todos que amava por causa de missões ninja sem sentido. Não quero ver meu filho se arriscando assim.

Peguei em sua mão e entrelacei meus dedos nos dela.

- Não se preocupe com isso. Pelo menos por agora. Vamos ou não quer vê-lo.

Ela sorriu e fez que sim com a cabeça.

Fomos andando até a casa que comprei para nós e quando chegamos até a porta vi ela arregalar os olhos.

- Gostou?

- Adorei. É perfeita. As sacadas de vidro. Dois andares. E tudo como eu sempre quis.

Sorri e abri a porta com a chave. Larguei as coisas dela na sala enquanto a mesma observava tudo atentamente.

- Onde tirou essa foto? Ela perguntou apontando para uma foto de Minato comendo algodão doce.

- Depois de treinar ele tem um hábito, comee doces. Qualquer um. Ele gosta de todos.

- E gosto mesmo. Nos ouvimos uma vozinha doce descendo as escadas.

- Ei você ja ganhou a bandana. Deixe eu ver.

Ele pulou no meu colo e me mostrou sorrindo. Tsunade observava a cena atônita. Então eu o virei para ela.

- Minato essa é...

- Minha mãe. Eu sei. Ele disse saindo do meu colo e pulando no colo de Tsunade que o pegou e fez exatamente o que disse que ia fazer,o encheu de beijos. Desta vez fui eu que fiquei meio atordoado.

- Como sabe que sou eu? Ela perguntou com algumas lágrimas nos olhos.

- A única coisa que guardei na minha cabeça foi a sua voz. Você cantava pra mim não cantava?

- Sim... sim eu... eu cantava. Ela disse com a voz embargada de emoção.

- Quando você começou a conversar com o sensei eu ouvi sua voz. Achei que era algum sonho da minha cabeça,mas ai eu vi que era verdade.

Minato era surpreendente. Ele nunca me falou que lembrava dela desta forma. Se bem que certa vez eu ouvi cantar uma cantiga antiga de ninar. Mas achei que ele gostava da musica apenas.

A essa altura Tsunade ja chorava copiosamente. Minato a abraçou e acariciou seus cabelos como fazia com os meus.

- Não chore mamãe. Eu não quero ver você triste.

Ela se encaminhou com ele agarrado a ela até o sofá e eu fui junto e me sentei ao lado dela.

- Não estou chorando de tristeza meu menino, só estou feliz de ver você tão bem cuidado. Eu sei que fiquei muito tempo longe...

- Não precisa me pedir desculpas. Esperaria a vida inteira por você. Ele disse olhando para Tsunade sorrindo e passando as mãos por seus cabelos presos em duas marias chiquinhas frouxas.

- Eu sempre quis saber se eu era loiro por causa da minha mãe ou do meu pai.

- Amor sobre isso temos que conversar...

- Meu pai é o sensei. Ele disse simples se sentando no meio de nós dois.

- Como... como você... Eu tentei formular minha pergunta mas sem sucesso.

- Ninguém iria atrás de alguém se esse alguém não fosse importante.

Eu e Tsunade nos olhamos estupefatos. Minato realmente era um gênio. Mesmo nesta idade ele era muito analítico.

Tsunade o puxou para o seu colo o enchendo de beijos e arrancando risadas do mesmo. E eu tudo que consegui foi abraça-los e cobri-los de beijos também. Agora a minha vida era iluminada por dois sóis.

Pov. Jiraya off.


Notas Finais


Então como acham que esses três vão se virar. Sabemos que Tsunade não é um poço de paciencia e Jiraya é um Ero-sennin kkkkkkk. Enfim deixo a dedução pra vocês. Até...


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