História Nothing More Than Friends. (Starmora e Clawen) - Capítulo 2


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Categorias Guardiões da Galáxia, Jurassic Park
Personagens Claire Dearing, Gamora, Owen Grady, Personagens Originais, Peter Quill (Senhor das Estrelas), Simon Masrani
Tags Claire, Clarie Dearing, Clawen, Gamora, Owen, Owen Grady, Peter, Peter Quill, Starmora
Visualizações 192
Palavras 3.205
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Obrigada por todo apoio!!!

Esse capítulo é literalmente o começo. Sim, eles ainda são crianças e em seguida adolescentes.
MAS SE ACALMEM que no próximo eles já terão as idades habituais.
Eu fiz esse Capítulo assim porque têm fatos importante para toda a trama nessa fase da vida deles.

E vamos lá.

Capítulo 2 - Daddy Issues


Fanfic / Fanfiction Nothing More Than Friends. (Starmora e Clawen) - Capítulo 2 - Daddy Issues

Gamora encarava as finas gotículas da chuva tocarem o vidro do carro em que estava, no banco traseiro, com seus pais discutindo algo no banco da frente. Eles pararam o carro em frente ao prédio médio onde dizia bem grande no letreiro que era uma classe de Ballet. Gamora encarou sua roupa e sapatos já gastos, vinha de uma família humilde, e todo aquele universo chique não era acolhedor para a pequena, que desde nova havia entendido que pessoas com sua tonalidade de pele não eram bem aceitas pelo mundo a fora.

- Querida, nós chegamos. – Seus pais finalmente a encaravam. – Voltaremos pra buscar você em duas horas. – A menina estava chorosa, geralmente as aulas de ballet a alegravam, mas agora era diferente.

- Mãe, pai... Eu não quero morar nesse bairro, as pessoas nos olham feio... – A menina finalmente expressou sua opinião desde que haviam se mudado a dois dias. Os adultos suspiraram.

- Princesinha, eu e sua mãe arrumamos emprego aqui, o bairro é mais seguro e poderemos dar uma qualidade de vida melhor pra você. – August tentou explicar a filha.

- Você é linda filha, quando te olharem feio, mostre o seu lindo sorriso. – Gamora sorriu para a mãe.

- Eu te dei esse nome em homenagem a uma grande guerreira dos quadrinhos, porque você é forte e destemida como ela. – Gamora assentiu e soltou o cinto. Mary abriu a porta do carro e levou a filha até a entrada.

Lá dentro Gamora só via meninas brancas com cabelos lisos ou ondulados, enquanto seus cabelos eram crespos. As roupas das outras meninas também pareciam ser de melhor qualidade. Todas a olhavam, algumas com indiferença.

A professora lhe deu as boas vindas e iniciou um pequeno aquecimento. Durante um exercício de fixação, a professora precisou deixar a sala. Três meninas empurraram Gamora e começaram a rir quando ela caiu no chão.

- Porque não alisa seu cabelo? – Uma delas indagou.

- Ou prende? – Outra questionou.

- E porque vocês não vão tomar conta das suas vidas? – Gamora levantou o olhar e viu uma garota ruiva se aproximar, ela estendeu a mão ajudando-a a levantar.

- Ninguém te chamou aqui cabeça de fogo. – Uma das meninas rebate.

- Vocês não deveriam julgar ninguém pela aparência. Mas já que mencionou, prefiro ser o diferencial a ser uma cópia de todo mundo. – As meninas pareciam não ter argumentos. – Mulheres devem se unir e não competir umas com as outras, mas vocês não me parecem um feitio inteligente.

- Que? – As meninas não pareciam acompanhar o vocabulário vasto da ruivinha.

- Pra facilitar, eu disse que além de sem graça, vocês são burrinhas. – Gamora riu e fora acompanhada pela ruiva.

As meninas deram as costas e a ruivinha sorriu para a nova amiga.

- Sou Claire!

- Sou Gamora. – Claire franziu o cenho. – Pode me chamar de Mora. – Claire assentiu. - Porque você me ajudou?

- Como eu disse. As mulheres precisam se unir. – Claire estufou o peito, ela exalava confiança. – Você aparenta ser uma garota inteligente. Quer ser minha parceira?

- Como uma melhor amiga? – Claire assentiu. - Então eu aceito!!! – As duas se abraçaram e voltaram a fazer os exercícios de fixação. Até a professora retornar e prender o cabelo de todas em um coque, para que a aula realmente pudesse começar.

No fim da aula, Gamora havia se divertido com a ilustre nova amiga, ela parecia ter planos para o futuro, planos grandiosos. Gamora parecia acompanhar seu ritmo por sempre ter estudado em boas escolas. Mary e August faziam questão que a pequena tivesse um futuro melhor que o deles.

Por sorte, Gamora acabou sendo matriculada na mesma escola que Claire estudava. As duas eram as típicas melhores amigas, estavam sempre juntas. Claire falava com outras meninas mas não com tanta frequência. Elas a evitavam por não entender metade das coisas que ela dizia. Claire era madura demais para a idade e gostava de liderar tudo o que podia. Isso não era um problema para Gamora, e mesmo tendo feito outros amigos, ela fazia questão de estar junto da melhor amiga, sendo na equipe de soletrar, debates, ou olimpíadas de matemática.

Aos dez anos, as duas continuavam a todo vapor com seus objetivos. Claire continuava obcecada por liderar, e uma coisa que passou a chamar a atenção de Gamora, era que a amiga parecia tratar meninos com indiferença. Os excluía dos projetos em grupo, não os convidava para o time na educação física, era sempre seca com eles na convivência. Principalmente se alguém a questionasse sobre interesses amorosos, até então, Claire dizia que não precisava de homens para nada. Gamora sentia que isso não era certo, porém nunca havia questionado até o momento.

Gamora, Claire e Natasha, que era uma amiga delas, estavam organizando uma apresentação de trabalho. Claire estava com a cara fechada porque a professora havia colocado um menino no grupo delas. Ele parecia tímido e encava tudo, provavelmente esperando comandos sobre o que deveria fazer, mas isso não aconteceu. Claire parecia ignorar a presença dele. Gamora então se aproximou.

- Peter? - O menino a encarou. - Aqui... - Ela o entregou uma das partes para que ele pudesse ler. - Você pode apresentar essa parte.

-Obrigada, Mora. - Ele sorriu agradecido. Gamora já o havia visto, lógico. Mas Peter não apenas a viu, ele a admirava todos os dias. Gamora tinha amigos, mas existiam crianças que não gostavam dela. A julgavam por sua cor de pele e cabelo. Peter achava isso ridículo. Ele achava Gamora linda. Ela era sua paixonite. Mas ele jamais teria coragem para dizer isso a ela. - Hey... Porque a Claire não gosta de mim? - Ele indagou, aquilo o incomodava. Ele não gostava da sensação de ser odiado por alguém. Mesmo sendo tímido, ele trocava algumas palavras com todos na sala, menos com Claire. Gamora suspirou.

- Ela não odeia você... Ela só está chateada porque queria que a Ayesha ficasse no grupo. - Gamora inventou uma desculpa obvia, ele apenas assentiu.

O trabalho havia começado, e de última hora, Claire pediu que Peter lesse apenas a introdução. Ele o fez, mas no meio do trabalho, leu também a parte que Gamora havia pedido. Isso foi motivo para Claire amarrar a cara. E na saída, ela repreendeu Peter, raivosamente.

- Porque você leu aquela parte, não ficou claro o que eu te pedi? - O menino estava com os olhos marejados, era claro que ela não gostava dele, e ele não aguentava mais ser rejeitado.

- Claire, eu pedi para ele ler aquela parte. - Gamora se meteu na confusão. - Ele não podia ler apenas a introdução, a nota dele ia ser baixa.

- Você não poderia ter feito isso! - Claire esbravejou.

- Porque você não gosta de mim? - Peter arriscou perguntar de uma vez.

- Eu não gosto de homem nenhum! - Claire começou a chorar. - Vocês são maus e estúpidos. - Peter saiu correndo para um lado e Claire para o outro. Gamora ficou perdida, não sabia o que fazer. A mãe de Peter havia chegado para buscá-lo, ela foi então atrás da amiga, e a ajudou a se acalmar.

- Porque você não gosta de homens? - Gamora queria entender o que a amiga tinha, afinal, seu pai não era mau, e ela conhecia muitos meninos legais, como Peter.

- O meu pai era mau, ele batia na minha mãe e batia na minha irmã. - Gamora não soube o que dizer, apenas encarou a amiga. - Até que ele foi preso. - Claire limpou o excesso de lágrimas. - Ele era burro, mau educado, eu odeio ele! - Gamora finalmente resolveu dizer algo.

- Mas Claire... Você não pode odiar todos os homens, vê o meu pai, ou o professor Salvatore? - Claire assentiu. - Eles não são legais? - Ela assentiu novamente. - Eu sinto muito pelo seu pai, mas você não pode tratar todos assim.

- Tem razão... - Gamora abraçou a amiga. A mãe de Claire já havia conversado com ela, e ela sabia que não deveria julgar todos por um. No dia seguinte, as duas pediram para conversar com Peter.

- Err... - Claire encarava o menino, estava arrependida pelo o que havia feito, mas seu orgulho era maior que a culpa.

- Claire... - Gamora a repreendeu.

- Me desculpa Peter, eu não deveria ter dito aquilo. - O menino assentiu e a surpreendeu com um abraço, Claire relutou, mas retribuiu.

- Minha mãe quis saber o que aconteceu... - Peter iniciou. - Porque eu estava chorando muito, e eu contei. - Claire engoliu em seco. - Minha mãe contou o que aconteceu com o seu pai, eu sinto muito. - Claire abaixou o olhar. - Eu só queria dizer, que meu pai também não é uma pessoa boa, ele também batia na minha mãe, eles se separaram e ele foi embora, e levou o meu irmão junto. Mamãe luta pela guarda dele até hoje, mas não consegue provar que ele é uma má pessoa. Então... Eu entendo o que você está passando.

- Eu sinto muito, Peter... - Claire se sentia mal pelo o que havia feito. Os três se abraçaram.

Peter e Claire tinham problemas em casa, Gamora tinha bons pais, mas em compensação, sofria com a indiferença de algumas pessoas por sua cor de pele. Os três passaram a ajudar uns aos outros depois daquele fato. A partir daquele dia, Claire mudou mais o seu jeito de ser e agir.

A medida que crescia, Claire tornava-se uma garota independente, decidida e apta a organizar seu vida ao seu modo. Ela havia se tornado mais receptiva a homens, até chegara a ficar com alguns garotos no percurso, mas fugia de compromissos e sentimentalismos, ela ainda não confiava totalmente no sexo oposto, Mas ao invés de excluí-los, ela aprendeu a conviver com eles e se impor. E conforme achava limitações ou alguém para dizer que mulheres não eram capazes, ela provava ao contrário, passando por cima do que fosse.

- Claire! Você vai perder a apresentação! - Sua mãe gritou do fim da escada. Claire estava com dezessete e ganharia um prêmio a parabenizando pelo excelente desempenho no estágio, ela havia cumprido a carga de funcionários e solucionado problemas na empresa, seu nome estava marcado e assim que se formasse, seria disputada no mercado de trabalho.

- Sua maquiagem já está impecável. - Karen diz no batente da porta. Claire sorriu e correu até a irmã mais velha, que já não morava mais com ela e a mãe.

- Você veio! - Elas se abraçaram.

- Eu não poderia perder esse momento, estou tão orgulhosa. - Karen beijou carinhosamente o topo da cabeça da irmã. - E onde está o seu namorado? - Karen provocou.

- Eu não tenho tempo para perder com namorado. - Claire fechou a cara, como sempre fazia ao reagir a aquele tipo de brincadeira.

- Certo... vamos logo... - As duas desceram as escadas. - Mora não veio se arrumar aqui? - Karen estranhou, as duas sempre estavam, grudadas.

- Ela saiu com o namorado, vou encontrá-la lá. - Claire revira os olhos. Ela claramente morria de ciúmes do tempo que a amiga estava passando com o namorado ultimamente. Karen chegou a pensar que a irmã poderia ser lésbica, mas certo dia a pegou em uma festa, aos beijos com um cara. E Claire certamente revelaria caso não gostasse de homens, seria um orgulho para ela, mas como ela fugia do assunto, é porque realmente se atraia pela raça inferior, como havia intitulado. ''Eu gosto de pênis, infelizmente o homem vem junto." Karen ri ao se lembrar da frase que a irmã sempre usava. - Tá rindo de que, sua doida?

- Nada... Vamos.

[...]

Peter se encarava no espelho, realmente em dúvida sobre sua aparência, ele falava com o irmão pelo telefone. Os dois não se viam pessoalmente a dois anos, se falavam apenas por telefone. O pai deles não deixava Owen visitar a mãe e irmão, era uma forma de chantagem emocional com a ex esposa. Então Peter havia ido passar o Natal com o pai, e logicamente voltou arrependido, já que o seu pai confundia o jeito educado e romântico do filho, com "viadagem" e o renegava. Lembra-se bem da última coisa que ouviu do pai: ''Sua mãe mimou você demais e o transformou em uma bichinha.’’

Isso o havia magoado profundamente.

- Cara, você vai chegar atrasado. - Owen comentou. - Está tentando surpreender a mulher não é? - Owen debochou.

- Não há nada que eu faça que possa fazer a Mora me notar. - Peter bufou. - Ainda mais agora que ela está namorando o idiota do Adam.

- Se você tivesse pegado ela de jeito antes, ela estaria com você agora. - Peter suspirou. Ah se fosse tão fácil... - Mas porque você não tenta a sua outra amiga? Ela é gostosa também?

- Sim, ela é. Mas se eu tentar algo com a Claire, ela poderia pisotear meus ovos até fazer uma omelete. - Owen gargalhou.

- Ela só precisa de um macho para domá-la. - Owen se gabou. Peter percebia o quão parecido com o pai o irmão ficava a cada ano. Mas por sorte, Owen tinha caráter e honra. Isso ele havia herdado da mãe deles.

- Certo domador, eu preciso ir agora.

- Valeu! - Owen desligou. Peter se encarou no espelho mais uma vez e decidiu sair de casa antes que se atrasa-se e Claire o matasse.

[...]

Gamora encarava o seu relógio, estava nervosa e com raiva. A premiação de Claire aconteceria em cinco minutos e ali estava ela, com roupas casuais e inapropriadas, toda suja de graxa, no meio do nada, o carro de Adam havia quebrado. Os dois tentaram mexer no que estava ao alcance mas o maldito carro não pegava de jeito maneira. Gamora começou a chorar, aquilo era importante para sua amiga e ela não estaria lá para apoiá-la.

- Mora... Não fica assim amor... não é culpa sua, Claire vai entender. - Adam tentou acalmar a namorada.

- Ela não vai entender. Eu não deveria ter vindo pescar com você hoje, eu sabia que era importante. - Ela encarou o relógio novamente, a cerimônia deveria ter começado naquele exato momento.

- Não tinha como você saber que o carro iria quebrar, calma... - Adam a abraçou. Já de noite, finalmente passou um carro pela pequena trilha e os ajudou. Mas já era tarde.

Gamora tentou ligar para Claire, mas sua mãe disse que ela não queria falar com ela. Ela pediu paciência pois sabia como a filha era teimosa. No dia seguinte, na escola, Claire ignorou Gamora, completamente. Peter e Natasha estavam no meio de fogo cruzado, mas tentaram a todo custo convencer Claire a pelo menos ouvir Gamora, mas ela estava irredutível, até o intervalo, quando Gamora a segurou pelo braço.

- Claire, por favor! O carro do Adam quebrou no meio do nada, eu já estou mal o bastante por isso! - Gamora chorava. Assim como Claire.

- Você sabia o quanto aquilo era importante, eu batalhei o ano inteiro por isso! Era o início da minha carreira, eu consegui destaque em um lugar onde só homens dominavam! - Claire se exalta. - Desde que começou a namorar o Adam você me deu vários bolos, Eu fui péssima na prova de história porque fiquei esperando você chegar para estudar e você estava fazendo Deus sabe o que com Adam! - Gamora abaixou o olhar. - Eu estou cansada de ser o seu segundo plano.

- Claire... me perdoa! - Peter e Natasha apenas encaravam, sem expressão.

- Não. Já chega! Eu preparei um discurso agradecendo a você por tudo, eu disse o seu nome e você não estava lá, eu chorei, só simplesmente chorei! - Gamora não poderia fazer nada para compensar aquilo. Mesmo que não fosse culpa dela. - Eu cansei, você só esta atrasando a minha vida e os meus planos pro futuro. - Claire se arrependera do que disse assim que viu o olhar que Gamora a lançou.

- Eu que cansei, Claire. - Ela riu, de desgosto. - Você age como se fosse a dona do mundo, o projeto independente que não precisa de homens, mas advinha, você um dia vai precisar de um homem pra algo, e que Deus tenha piedade de você!

- Você acabou de comprar uma guerra. - Claire estreitou os olhos.

- Ótimo. - Gamora deu as costas.

Parecia uma discussão boba, mas tais palavras as machucaram profundamente. Claire sentiu que a amiga a havia abandonado. E Gamora sentiu que a amiga esteve apenas a usando todo esse tempo e a descartou, agora que ela não dedicava mais cem por cento do seu tempo a ela. A partir daquele dia, elas nunca mais se falaram, Natasha ainda falava com ambas, Mas Claire havia passado a evitar Peter.

As duas passaram a se tornar marcos, Gamora defendendo os direitos iguais a todos, enquanto Claire prezava o empoderamento feminino. Soltavam farpas sempre que estavam no mesmo ambiente. A verdade era que ambas se sentiam mal pelo ocorrido, mas não voltariam atrás.

Na faculdade elas ainda se encontravam vez ou outra, mas apenas ignoravam a existência uma da outra.

Gamora fazia Publicidade, ela estava noiva de Adam e tudo parecia perfeito em sua vida. Ela era melhor amiga de Peter, os dois haviam se aproximado cada vez mais, Peter era completamente apaixonado por Gamora, e gerava ciúmes e brigas entre Gamora e o noivo. Ela sabia que lá no fundo, tinha sentimentos confusos pelo melhor amigo, mas não admitia nem para si mesma, e ainda convenceu-se que era apenas amor de irmão, ela o tratava como um irmão.

Peter fazia economia, sua situação continuava a mesma em relação ao seu pai, que agora havia se casado novamente. Ele e o irmão costumavam fazer viagens juntos, Já que o pai deles era indiferente com Peter e ainda não permitia que Owen visse a mãe enquanto morasse no teto dele. O que era irônico, já que ele mesmo havia carregado o filho. Owen cursava mecânica e pretendia se mudar para Nova York assim que se formasse e saísse da aba de seu pai.

Claire dedicava-se a sua vida acadêmica de corpo e alma. Ela fazia economia, administração e técnico em gestão. Duas faculdades e um curso técnico. Sua mãe e irmã diziam que ela iria acabar se matando, mas quem disse que ela ouvia conselhos?

Ela se destacava por toda a universidade e o mercado de trabalho já a queria desde a adolescência. Sua vida amorosa estava na mesma. Resumida a ficadas de uma noite que agora também incluíam sexo. E apenas.

No dia da formatura, Ela avistou Gamora e Peter três fileiras atrás dela. Gamora havia se formado um ano atrás e já exercia profissão. A ruiva soube também que ela havia casado e morava com Adam. Ela provavelmente estava ali para a formatura de Peter, ele fazia economia com Claire e se formariam juntos, Ela com mais duas formações. As duas se encararam, Claire sorriu confiante para Gamora, que retribuiu o sorriso. Peter apenas suspirou. O que a vida ainda os proporcionaria?  


Notas Finais


No próximo capítulo eles já serão adultos.
O que acharam?


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