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História Novato ( Bakudeku - Katsudeku ) - Capítulo 14


Escrita por:


Notas do Autor


Opaaaaaaa sz
Tudo bom meus amores?
Espero que estejam ótimos nhaaaaa
Sim!
Sim!
Eu já deveria ter postado
Eu sei!
Meu tempo está pouco agora
Mas qualquer brecha, eu irei atualizar as fics
Talvez eu queira bater um pouco nos meus professores?
Talvez!
Mas enfim, eu irei tentar atualizar tudo mais rápido agora
TENTAR!
Não me cobrem algo que não tenho certeza
MAS
Eu prometo não desistir das fics, mesmo demorando um pouco eu irei aparecer
Mesmo tendo que cuidar de 29 bichos agora
Eu sou uma pessoa feliz vivendo com cachorros, ok?
Tem gatos no meio, mas eu prefiro cachorros
CHEGA SUZANA!
Me perdoem por não está respondendo seus comentários, vou tentar responder alguns hoje
Meu tempo realmente está pouco
Sinto muito por não está lhes dando a devida atenção
ME PERDOEM!
Apartir do próximo cap vai ter um pouco de emoção
E o Deku evoluindo um pouco com o Kacchan nesse??????
AAAAAAAAAA
Fiquem calmos, a fic terá lemon, não tenham presa
É isso!
Espero que gostem nhaaa sz
Desculpem erros meus amores nhaaa
Tenham uma boa leitura sz beijinhos sz

Capítulo 14 - Uma despedida um tanto quanto dolorosa



Abriu os olhos lentamente os acostumando com a claridade, porque caralhos tudo está tão claro aqui? Não tivera desligado a luz? Não tivera fechado a janela como sempre faz? Puta que pariu! Está querendo socar tudo e todos agora, puta merda!

Olhou para o lado direito ao sentir algo quente se chocando contra si, se deparou com um par de carmesins ao seu lado, mas pela primeira vez ele não lhe abriu um enorme sorriso como sempre, o que de fato lhe deixa bastante preocupado, o que está acontecendo? Precisa saber!

- eu estou com os fones, pode falar comigo se quiser, não se preocupe - fez um aceno de cabeça para o mesmo, logo após virou a frente para ele e, o envolveu em seu corpo, assim é bem melhor!

- que carinha triste é essa, arbusto? - sentiu o braço dele ficar em sua cintura, rodeando suas costas, é muito bom sentir isso, enfiou o nariz na cabeleira verde sentindo o cheiro do shampoo, é muito gostoso!

- tenho que ir com o papai hoje... - ok, não estava lembrando disso, assim como não iria lembrar se ele não tivesse falado, agora que ele irá para longe, não sabe se ficará bem com tudo, mas irá tentar por ele.

- fica calmo, logo, logo você volta pra mim - o apertou mais forte contra si, dá pra sentir o pequeno corpo no seu e, sentir isso é muito além de ótimo, precisa disso todo maldito dia, mas isso não será tão fácil assim agora.

- você promete que não irá me esquecer, né? - um sorriso de canto surgiu em seus lábios sem que percebesse, fechou os olhos devagar sentindo melhor o cheiro do shampoo alheio, ele é tão bobo!

- não tem como esquecer você, Izuku - deslizou a mão esquerda pelos fios verdes lentamente, não sabe quando ganhou essa mania, mas é muito bom a ter, sem contar que é muito bom sentir a maciez da moita.

- eu sou insufici!?...

- você já foi tomar no cu hoje? - um riso baixo e fofinho se fez presente, só não esperava que ele lhe apertasse mais contra si, isso é tão gostoso, sentir ele lhe deixa tão bobo - você não é insuficiente seu filho da puta, já falei pra você parar com essas merdas, você é bom do jeito que é - sentiu pontas de dedos finas e frias subirem por suas costas, subiram de uma forma deveras doce e carinhosa, afinal ele é sempre assim, pelo menos consigo, claro.

- eu já falei que te amo hoje? - apoiou o queixo na cabeleira verde, a maciez que ela possui é algo delicioso, é como se fosse uma nuvem de tão macia, ok, está ficando bem trouxa por ele, tem que parar com isso!

- não, mas se quiser falar irei ouvir - algo macio roçou em seu pescoço suavemente, algo esse que sabe perfeitamente o que é, ou seja, os lábios do mesmo, adora a boca dele!

- eu te amo!... nossa, eu te amo muito e cada dia amo mais, por isso morro de medo de te perder - tais palavras causaram uma aceleração em seu peito, o apertou mais forte e não, não está machucando o mesmo, pois o toca com carinho, sempre o toca.

- mudando de assunto, você acha que o seu pai quer algo importante? Por que tipo, ele meio que nunca quis saber de você, certo? - o soltou um pouco no agarre, mas ainda está o tendo totalmente para si, afinal ele é frágil demais para ficar só, não irá o deixar triste. 

- eu não sei, não tenho muitas informações sobre o papai, só sei do que a mamãe dizia, após isso eu só vivo em apartamentos e coisas assim, não sei absolutamente nada sobre ele, estou até com medo de ir pra lá - sim, sabe perfeitamente o que ele está sentindo, o desconhecido é atraente, porém muito apavorante, por isso não quer o deixar sozinho nessa, mas não pode ir pra lá, não pode mesmo!

- não se preocupe, você irá ficar lá com o seu pai, uma madrasta chata e talvez um irmão filho da puta, nada demais - ele ergueu a cabeça e fixou os olhos nos seus, um sorriso de canto surgiu em seus lábios ao ver ele inflar as bochechas sardentas, ele é fofo!

- isso não é nada animador - revirou os olhos para ele de modo zombeteiro, logo após depositou um beijo demorado na testa alheia, irá sentir muita falta dessa criatura, irá sentir muita falta mesmo.

- eu tô zoando, você sabe que pode me ligar quando quiser, certo? - ele simplesmente assentiu com um sorriso largo, levemente mordeu a bochecha direita do mesmo, sim, também tem essa mania - se algo der errado, eu chamo a polícia e vou te buscar, olha que eu faço isso mesmo, hein!? - uma risada baixinha se fez presente lhe deixando animado, o ver feliz lhe deixa bem, ele já sofreu demais, agora merece o mundo inteiro para si, apenas e somente para si.

- eu vou ligar mesmo, ok? - assentiu sem pensar duas vezes, afinal está disposto a chamar até o papa se for para o proteger, quer o ver bem! - eu só queria ficar com você, não gosto da idéia de ficar longe - sem que desse conta já está com os lábios colados aos do outro, dá pra ver as esmeraldas brilhando, assim como o leve rubor em seu rosto, ele é lindo!

- eu gosto de você, Izuku! - as orbes dançaram de um lado para o outro lentamente, analisou o ser sardento à sua frente, ele está rubro! - eu realmente gosto de você pra caralho, então não me deixe sem notícias enquanto estiver longe, pode fazer isso? - o rosto pálido fitou completamente vermelho, fitou o fundo das esmeraldas, essas orbes estão transbordando súplica agora, precisa fazer algo, mas não sabe o que.

- v-você tinha que me falar isso hoje!?... n-não quero chorar agora... - colou a testa na do outro, logo após lhe deu outro selinho, não está se importando com mais porra nenhuma agora, está sentindo a necessidade de ficar com ele, apenas isso.

- então não chore, você sempre chora por tudo, chora de tristeza, de alegria, de raiva, você chora até por me ouvir falando que gosto de você, não seja um Deku - ele simplesmente sorriu largamente para si, ergueu uma sobrancelha confuso e curioso ao mesmo tempo, ele está feliz por ser chamado de " inútil "? 

- Deku? - assentiu prontamente o vendo sorrir da mesma forma de novo, um selinho demorado se fez presente lhe deixando bobo, gosta quando ele toma as iniciativas - você terá que me chamar assim de agora em diante, ok? - piscou estático e confuso, como assim? Ele realmente gostou de ser chamado se inútil? Isso é sério? Além de problemas auditivos, ele tem problemas mentais também? Puta que pariu!

- porque caralhos quer ser chamado assim? - ele novamente sorriu de forma larga, sim, ele está lhe deixando confuso sem dó ou piedade, mas isso não lhe incomoda nenhum pouco agora, é melhor o deixar ficar como quiser.

- por que será apenas você que me chamará assim - ok, de certa forma isso é muito legal, ele quer ser único para si, ele simplesmente quer lhe deixar satisfeito, tem que ser sincero, adora muito isso!

- certo então... Deku! - meio sem jeito o largou, logo após voltou a colar as costas no colchão, sim, a ausência do corpo dele no seu lhe deixa bem puto, precisa ficar normal logo ou irá acabar enlouquecendo.

- ei!? - em um movimento rápido ele ficou sobre si, conteu as possíveis expressões faciais com tal feito, ele está sentado em seu colo agora, ele notou isso? - você realmente não irá me esquecer, irá? - meio sem juízo sentou-se ficando bem perto dele, assim dá pra sentir a parte de cima e a de baixo, não estava preparado para isso, justamente por ele ter traumas, mas agora já foi, agora irá aproveitar.

- eu jamais vou te esquecer! - as orbes voltaram a dançar, da forma mais carinhosa do mundo, ele rodeou os braços em volta ao seu pescoço, sim, está gostando bastante dessa pequena distância entre ambos, ela é perfeita.

- eu também jamais vou te esquecer, você é a melhor pessoa do mundo, mas eu morro de medo de sair e, quando voltar ter alguém no meu lugar, eu sou inseguro demais, me perdoa - rodeou os braços em volta a cintura do menor, o puxou para mais perto de e aí sim, aí sim está com o corpo colado no dele, essa sensação é deliciosa, como caralhos não tentou isso antes?

- não precisa pedir perdão, eu gosto de você do jeitinho que é, nerd - sugou o lábio inferior dele com força, mas não de um modo que machuque, claro, afinal tudo que quer é o proteger, apenas isso e nada mais, quer o ver feliz também.

- eu também te amo do jeitinho que você é - ele simplesmente colou os lábios nos seus, ato esse que não recusou, pois adora demais a iniciativa dele, adora tudo que é por parte do menor pra ser franco, adora essa moita em forma humana.

Os lábios foram encaixando bem devagar, não precisa ter pressa quando o beija, muito pelo contrário, com ele prefere ir com calma, com toda calma do mundo, pois assim ele pode notar que, é completamente diferente de todos, assim ele pode notar que, não irá o forçar a nada como um filho da puta fez, assim que ele irá notar que, não precisa se preocupar, pois não quer apenas o corpo dele.

Sem que percebesse sua mão direita deslizou devagar, indo diretamente para a nadega esquerda do menor, encaixou a mão direito nela, pensou que ele fosse parar o beijo, que fosse reclamar de algo, mas ele simplesmente continuou como se nada tivesse ocorrido, ele simplesmente está se entregado da mesma forma de sempre.

Moveu a cabeça para o lado direito, enquanto ele moveu para o oposto, deslizou a outra mão e repetiu o ato da esquerda, novamente ele não ligou, nesse exato momento está com as duas mãos na bunda do menor e, ele nem está ligando, ele está agindo como sempre age, ou seja, carinhoso, gentil, amável e fofo, agora sente a necessidade de avançar mais, puta que pariu!

- Midoriya Izuku!? - as bocas se separaram com um suspiro pesado de ambos lados, porque diabos o diretor apareceu agora? Puta merda! - o motorista do seu pai está lhe esperando, desça por favor - analisou o fundo das esmeraldas, não sabe se está preparado para o soltar, está com certo nervoso, está nervoso demais pra ser franco, se o soltar e nunca mais o ver? Puta merda!

- já estou indo... - viu os olhos do mesmo marrejarem, feito esse que lhe partiu o coração, levantou-se devagar com ele em seu colo, não quer o fazer se atrasar, pois pode ser ruim pra ele, não sabe como o pai dele é.

- eu vou te acompanhar até o portão, ok? - ele simplesmente assentiu com uma carinha de choro, odeia essa cena, a odeia até demais, precisa fazer algo! - não fica assim, está tudo certo, eu estou aqui e vou ficar até você voltar, não se preocupe - tocou a sua testa na dele bem devagar, o que de fato o fez dá um sorriso acanhado, assim é melhor, mesmo que seja pequeno, adora o ver sorrindo, adora o sorriso dele de qualquer modo.

- vou pegar minha mochila - o colocou no chão ignorando o protesto do seu corpo, quer muito poder ir embora com ele, mas isso é impossível, não tem esse direito, não tem mesmo!

- você procure se alimentar direito e cuidar dessa anemia fodida, ok? - ele simplesmente assentiu com um sorrisinho um tanto quanto debochado, ele pegou a mochila e veio até si, está sentindo o seu peito apertado agora, porque isso?

- e você procure não matar ninguém, ok? - levou as mãos até os bolsos da calça, as mesmas ainda estão sentindo a maciez da bunda do menor, mas isso não vem ao caso agora, precisa ficar calmo ou irá ficar excitado.

- você me pede umas coisas meio impossíveis, né? - ele meneou a cabeça sorrindo, logo após saíram do quarto, afinal ele precisa ir embora agora, ele precisa conhecer a família de um pai filho da puta, está odiando essa idéia, mas não irá falar em voz alta.

- vamos nos falar de manhã, de tarde e noite, mesmo que seja por mensagens, podemos fazer isso, por favor? - sorriu de canto para o mesmo, o corredor está vazio e sinceramente, o prefere assim, pois dessa maneira consegue ficar em paz por assim dizer.

- eu já estava com isso em mente! - um enorme sorriso surgiu nos lábios rosados do mesmo, ele agarrou o seu antebraço e foram assim até o portão, ele irá ser aberto logo, logo para o menor passar, que pena!

- então é aqui que vamos nos separar... - pegou o rosto alheio com as duas mãos, logo limpou as lágrimas que deslizaram por suas bochechas sardentas, ele é sensível até demais, isso é um tanto quanto ruim, pois sempre o faz ficar mal.

- não fique assim, eu vou está te esperando bem aqui, apenas fique bem e volte o mais rápido possível, faz isso por mim? - ele simplesmente assentiu com uma carinha triste, o deu um selinho bastante demorado, sim, nunca fora bom com despedidas, sempre mandou um foda-se pra tudo, mas por essa terá que passar e, ela será bem dolorida.

- eu te amo muito, não se esqueça disso, ok? - assentiu prontamente, logo após braços finos rodearam sua cintura, ele lhe puxou para si com tanta necessidade que, acabou sendo assustador, não sabia que ele podia ser tão forte assim.

- não vou esquecer, então não esqueça dos meus pedidos também, falou!? - o portão se abriu e ambos se afastaram, se a escola ver dois alunos se beijando aqui, principalmente se for dois homens irá ser foda, não falam nada nos quartos, mas em público sim, pois preversam a imagem da escola.

- se cuide por favor, eu te amo - voltou a colocar as mãos no bolso da calça, está morrendo de vontade de o agarrar agora, morrendo de vontade de o beijar, de o abraçar, o que caralhos está havendo? Nunca tivera se senrido assim antes, precisa ficar calmo!

- cuide-se também, até mais - o viu se distanciar de si de forma lenta, só saiu do lugar quando o veículo prata saiu de seu campo de visão, rapidamente o portão se fechou, o seu celular vibrou, assim que viu a mensagem sorriu, é, não tem mesmo como o esquecer.





arbusto : já estou com saudades!


Notas Finais


Obrigada por lerem sz


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