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História Novo universo. - Capítulo 27


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Capítulo 27 - Episódio 27: guerreiro ferido, mas vivo.


Ismael acordou em uma nave, via seus amigos inconscientes ao seu lado, e sangue em seu estômago. Não lembrava de ter sido baleado. Vermont chegava com um material de cirurgia quando viu o jovem acordar.

- Vamos tirar a bala. - Disse Vermont erguendo uma pinça. - Tem sorte de ter sobrevivido.
- Sabe que sou parte raktiliano. - Retrucou Ismael. - E ainda tenho uma parte como entidade cósmica.
- Sei disso. Mas você pode morrer. As balas deles são muito poderosas. - Retirou a bala. - Fique aqui. Terá que descansar uns três dias.
- Nem pensar - Disse se levantando. - Eu vou ficar aqui. Tenho que lutar.
- Você não está bem.
- Não é necessário estar bem para defender algo.
- Bem... Você quem sabe.

Então se levantou. a dor do ferimento era muito forte, mas ele era mais. Armou-se com uma submetralhadora e sua espada. Em sua mente, a única coisa que queria de verdade era encontrar seu irmão. Muito provavelmente - por causa da eficiência tática do inimigo - Iván estaria lutando a guerra. Saiu em busca de Hazel, mas acabou por se envolver em uma longa batalha.
Uma tropa aliada se encontrou com uma tropa inimiga no meio da guerra. Ambos estavam armados com tanques e metralhadoras pesadas. Ismael se envolveu nisso e acabou demorando muito. Eles trocavam tiros e torpedos freneticamente, Ismael, na linha de frente, atirava e se escondia em escombros para se proteger. Um dos inimigos jogou uma granada, mas o jovem percebeu, apanhou e jogou a bomba de volta. Muitos da tropa inimiga morreram.
Os Raktilianos resolveram atacar com mais velocidade e eficiência, saindo tão rapidamente de onde estavam entrincheirados que fez os aliados se perderem por um momento. Muitos aliados foram mortos. O que restou de vida naquela batalha recuou para outros lugares. Ismael continuou a procura de Hazel, seguiu correndo pela cidade, e mesmo com a dor fazendo efeitos indescritíveis, matou vários Raktilianos no caminho. Estava ferido, mas vivo.
Finalmente encontrou Hazel, mas envolvido em um tiroteio como era de se esperar.

- Almirante, quem está no comando do exército deles? - Perguntou, atirando com a submetralhadora e matando inimigos.
- O general de guerra Konstantinos Vlachodimos. - Respondeu. - Mas é provável que Iván esteja junto. Me acompanhe, garoto. Estamos chegando no lugar que eles tomaram.

E voltaram a luta.

Vermont perseguia um raktiliano em uma nave. Muito difícil. Na parte de trás estava escrito "recruta ganhando experiência", um recruta muito bom em vôo. Fazia uma sequência de parafusos, assim deixando Vermont atordoado. O mesmo tentava sincronizar a metralhadora contra o piloto, mas errava cada rajada.
O recruta subiu nas nuvens, Vermont perdeu. Depois voltou e metralhou a nave do demônio, que conseguiu ejetar e escapar do ataque. Um simples recruta derrotou uma lenda. Isso mostrava como os Raktilianos não estavam para brincadeiras, e como eram feitos para a guerra. A sua nava foi destruida por alguém que nem tem experiência em combate.
A nave raktiliana surgiu na frente de Vermont, ainda no ar com o banco ejetado. A metralhadora disparou, mas Vermont se jogou e abriu suas asas. Ufa! Escapou por pouco! Olhando para o banco, sentiu um enorme alívio ao ver que escapou de uma destroção. Agora terá de enfrentar a linha de frente para voltar à uma nave.
Ele cai de pé no chão e corre, suas pernas cheias de energia se movem com muita velocidade, e também não perde o controle nos freios e nas curvas. Chega em uma parte onda há uma guerra de trincheiras e encontra Stella. Junta-se a batalha.

- O que está fazendo? - Grita Stella.
- Minha nave foi derrubada. - Responde. - Preciso de outra!
- Vamos passar por essa trincheira! - Grita um dos militares dali.

Logo uma bomba de fumaça é jogada no meio dali, e os dois lados se movem e se encontram na frente. Uma chuva de balas e sangue no nevoeiro, Vermont matando um inimigo a tiros, outros cinco Raktilianos surgindo das sombra, Stella os incinerando com um lança-chamas.
Eles correm, precisam chegar em uma nave imediatamente ou tudo pode ser ruim.
Conseguem chegar com tranquilidade. Logo entraram  na nave, rapidamente prontos para a operação. Vermont deu instruções para Stella.

- Dominance, você tem que fazer o que eu digo. - Pediu. - No meio do vôo, abrirei a cloaca da nave. Você tem que convocar bombas e jogá-las nas posições inimigas.
- Sim, senhor!

E o bombardeio irá começar.

Ismael lutava com um pelotão na cidade. Hazel já tinha pedido bombardeio aéreo e lutava. Tentou sair para a posição inimiga, conseguiu, mas logo entrou em combate com um raktiliano. Levou uma facada no estômago e caiu, mas vivo, e ainda foi socorrido por um aliado.

- Vermont - Ismael gritava no rádio. - Onde está a porra do bombardeio aéreo?!

A resposta veio com várias explosões de bombas ao redor das posições inimigas.
Assim, os Raktilianos deixaram aquela cidade para os aliados, e pela primeira vez deram um passa para trás.
Enfim todos poderam descansar até o outro dia. A batalha de Martenhart foi épica e cansativa, mas ainda chegariam muitas tropas de outros planetas.
                             ***
- Mensagem para tenente-general Iván Soriano.
Um raktiliano chegava ali e apresentava continência e dizia.
- Ataque mal-sucedido, senhor.
- Tudo bem. Vamos voltar a atacar em dois dias, quando os reforços chegarem.


CONTINUA!!!



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