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História Novos tempos em Hogwarts - Capítulo 3


Escrita por: EPSantos e BiancaJackson

Notas do Autor


Comentem se ficou forçada demais a tristeza dos personagens, eu nunca escrevi drama só comédia e romance e foi para colegas e trabalhos de escola, confesso que foi meio dificil escrever esse não sabia pra que lado ir romance ou aventura mas acho que vai virar um misto, agora vão ler

Capítulo 3 - Notícias ruins


Os quatro desceram do trem e sentiram o vento gelado bater em seus rostos. De início só era possível ouvir o vento assoviando, depois de um tempo ouviram a voz de Hagrid chamando os alunos do primeiro ano, foram procurar uma carruagem vazia. Alvo não gostava nem um pouco de chegar perto das carruagens, sabia que animais as puxavam, mesmo que não os visse, isso fazia com que um pequeno calafrio lhe arranhasse a espinha.

– Vamos, Alvo – Alice saiu puxando-o pelo braço, fazendo-o corar.

– Claro – eles se aproximaram da carruagem.

Os quatro ocuparam uma carruagem antes dessa começar a se locomover. Conversaram mais um pouco, afinal de contas quando entrassem no salão teriam de se separar das meninas, que ficariam na mesa da Grifinória e os meninos na da Sonserina, literalmente uma divisão em gêneros. Quando a carruagem estacionou todos desceram, subiram as escadas tentando se desviar dos vários gizes que Pirraça os jogava. Subiram mais um pouco, ainda sendo atacados por Pirraça, que parecia invocado com eles, viram Teddy no alto da escadaria, com os cabelos verdes e uma barba também verde bem aparada.

– Oi, Teddy –Alvo que havia puxado as vestes para o alto da cabeça na tentativa de se defender, o cumprimentou.

– Olá, Al. Então Pirraça está incomodando vocês ?

– Sim, Teddy! Será que você poderia nos ajudar? – Rose, que tentava se defender com um livro, pediu auxílio.

– Claro – O professor tirou a varinha das vestes, apontou para alguns gizes no chão, que com a força de uma bala dispararam na direção de Pirraça, que saiu xingando o professor.

– Obrigado – Alice, que retirava gizes do meio do cabelo, agradeceu.

– Não foi nada, srta. Longbottom.

Teddy era professor de Defesa Contra as Artes das Trevas desde o primeiro ano de Alvo, Rose, Scorpius e Alice, os quatro o achavam um ótimo professor, e o tempo que ele exercia o cargo havia impressionado os pais e tios de Alvo, que contavam que em seu tempo em Hogwarts os professores de DCAT duravam no máximo um ano ou menos.

 Os quatro se separaram ao entrar no salão principal. Alguns minutos depois viram Teddy entrando, todos os alunos haviam entrado e em alguns minutos os novos alunos entrariam. Depois de poucos minutos uma fila de crianças mais novas entrou seguindo o Prof. Longbottom, ele disse o mesmo de sempre e as crianças começaram a ser selecionadas. Alvo batia palmas todas as vezes que alguém ia para a Sonserina, mas o resto nem chegou a ouvir. Quando a seleção acabou, Alvo também não ouviu os avisos da diretora Minerva McGonagall, já os ouvira demais. Parecia até que a visão de Alice Longbottom tinha-lhe tapado os ouvidos, tudo que queria ver era Alice Longbottom, Alvo se quer notou quando o discurso acabou

– Al, não vai comer? – Scorpius cutucou Alvo com o ombro.

–  Que... Sim ... sim, já vou – Ele desviou o olhar de Alice.

– Eu vi o jeito que você estava olhando para Alice. – Scorpius tinha um sorriso torto no rosto.

– E eu vi o jeito que você olha para a minha prima, então você fica de boca fechada e eu também –Alvo nem sequer olhou para Scorpius enquanto falava.

Scorpius se limitou a olhar para o próprio prato, mas era possível ver que estava corado. Alvo riu internamente daquela cena e começou a comer, quando acabaram comeram a sobremesa. A diretora notando que todos haviam terminado se levantou e os mandou para suas camas, naturalmente o salão se tornou um caos completo, os monitores tentavam reunir os alunos do primeiro ano e o resto tentava sair dali. Quando Alvo e Scorpius conseguiram sair do salão, seguiram em direção ao salão comunal da Sonserina. Desceram várias escadas e chegaram nas masmorras, andaram por um longo corredor para pararem em frente a uma parede.

– Qual é mesmo a senha? – Alvo não prestara atenção em nada que os monitores falaram.

– Ninho de cobras – Ambos entraram no salão comunal e foram imediatamente dormir.

Quando Alvo acordou Scorpius já havia se levantado, decididamente aquele ano em Hogwarts começaria muito bem, mas quando você está tomando o café da manhã e recebe uma notícia dessas tudo vai de mal a pior.  Alvo viu as corujas chegarem no salão Principal, recebera uma carta da mãe estranhou um pouco aquilo, deixando a carta para depois. Quando Rose foi até a mesa da Sonserina, Alvo viu que aquele dia estava ficando estranho.

– Alvo você está bem? – A forma como fizera a pergunta a ele fez o sentir-se estranho.

– Acho que sim. Por que?

Não houve resposta, ela apenas lhe entregou o jornal. Alvo olhou apenas a manchete:

“Sequestro e roubo no Ministério”

Alvo não tinha nenhum espelho, mas poderia jurar que ficara branco como papel senão mais. Nesse momento Rose e Scorpius viram Teddy vindo em sua direção.

– Tudo bem por aqui?

– Bom...depende da sua definição para a palavra “bem” – Rose tirou o jornal das mãos de Alvo, que se limitou a enterrar o rosto nas mãos, e entregou para Teddy. Rose observou sua reação seus cabelos passaram de verde para branco e deste para vermelho enquanto sardas apareciam em seu nariz.

Quando abaixou o jornal, tinha uma expressão chocada. Ele olhou para Alvo e tentou dizer que estava tudo bem, saiu do salão, logo após isso Tiago e Lily também saíram. Rose pode entender porque Alvo sentira mais a perda de Harry, que era chefe dos aurores, Alvo era muito mais próximo do pai que os irmãos. Rose também se pegou chorando pelos cantos afinal de contas, um dos nomes citados era o de sua mãe, porém fora a todas as aulas e cumprira seu horário.

 Não chegou a ver Alvo durante o dia, quando suas aulas finalmente acabaram foi procurar o primo, andou até as estufas, até perguntou a Teddy, mas Teddy pelo visto queria fazer a mesma coisa que Alvo: desaparecer. Os olhos estavam inchados e vermelhos e pelo visto ele deixara os cabelos na cor normal: pretos.

Saiu da sala deixando Teddy olhando pela janela, encontrou o primo na Sala Precisa num estado parecido senão pior que o de Teddy. Só o encontrou devido a alguns soluços, Alvo usava a capa da invisibilidade do pai e tinha os braços envolta das pernas.

– Não fique assim, Alvo.

– O meu pai desapareceu, foi sequestrado! O que você quer que eu faça?! – Ele soluçava.

– A minha mãe também desapareceu – uma lágrima escapou, só pensar na mãe já ficava triste. Era o exemplo de Rose, perde-la não era nada bom para o seu ânimo.

– Ah, Rose! Você é sentimental como uma pedra!

Rose tinha vontade de se jogar no chão e chorar, mas resistia a essa vontade. Mais cedo fora até o banheiro e chorou tanto que até Murta Que Geme ficou com medo, com o tempo seus olhos inchados voltaram ao normal.

– Bom, posso pedir para o Tiago tentar te consolar então – Ela se levantou, o esboço de um sorriso apareceu em seu rosto ao pensar na cena do ruivo consolando o irmão mais novo.

– Está bem! O que você quer que eu faça? – Ele se levantou com a capa embrulhada nas mãos.

Rose agora observava melhor o estado do primo, os olhos estavam vermelhos, os cabelos bagunçados, mais que o normal.

– Bem.... Venha comigo

Ambos saíram da sala, Alvo praticamente deitando-se em Rose.  Ela o deixou nas escadas.

Rose entrou no salão comunal da Grifinória procurando por Tiago, o garoto estava sentado em um dos sofás. Ela o chamou com um toque em seu ombro.

– Olá, fale baixo...– Ele bocejou e esticou com braços.

Uma garota ruiva, Lily, estava deitada em seu colo. Lily estava de olhos fechados e seu rosto estava vermelho e molhado por lagrimas. Hugo estava sentado no outro sofá, também dormindo, aparentava cansaço, deveria ter tentado consolar a prima.

– Preciso que você venha comigo.

– Certo. – Ele se levantou. – Para que?

– Você se lembra de o primeiro ano de Alvo que ele foi pra sonserina, ele ficou infeliz até o natal, lembra-se? Ele só melhorou quando seus pais disseram que estava tudo bem.

– Sim, me lembro disso... – Tiago

– Ele está muito pior agora, você poderia tentar falar com ele. Por favor?

Ele concordou com leve balançar de cabeça. Ele não parecia mais ser ele mesmo, tinha os olhos sempre felizes com um ar de cansados, e seu cabelo ruivo estava arrepiado na parte que encostara no encosto do sofá. Seus olhos não estavam molhados, mas estavam inchados, ele chorara, com toda certeza.

Encontraram Alvo sentado em um degrau, próximo ao quadro da Mulher Gorda, estava abatido e mantinha o olhar para um ponto fixo na sua frente. Rose se sentou de um dos lados e notou Tiago ajoelhando-se na frente do irmão

– Maninho não fique assim, papai sabe se virar. Você sabe disso.

– Alvo, ele está bem, não fique assim... – Rose tentou desesperadamente consola-lo, entretanto não sabia o que dizer.

Alvo não respondeu, ainda cabisbaixo. Ouviram o ranger do retrato da Mulher Gorda sendo aberto então Alice sentou-se do outro lado de Alvo. 

– Alvo?

– Oi Alice... – Rose levantou-se despedindo-se, Tiago seguiu-a imediatamente.

– Sabe... acho que sei o que é que você está sentindo –

– Porque? –Indagou ainda sem levantar o olhar.

– Meus pais não têm muito tempo para mim, eu passava um bom tempo com a minha bisavó, mas ela morreu ano passado.

– Que pena... – Alvo lembrou-se que o pai da garota era professor em Hogwarts e a mãe enfermeira, deviam trabalhar muito.

– Acho que você não tem que se preocupar tanto, seu pai derrotou Voldemort.

– Se seu pai desaparecesse acho que você ficaria bem já que ele também lutou na Batalha de Hogwarts, na do Departamento de Mistérios e ...

Alice calou a boca de Alvo com um leve beijo.

– Porque... ? – perguntou ofegante

– Você estava começando a ficar chato, não gosto de vê-lo assim...

Quando Alice voltou ao salão comunal, minutos depois. Estava sorrindo sem motivo aparente, todos já dormiam. Deitou-se em sua cama, ainda lembrando-se do beijo.


Notas Finais


obrigado por ler até aqui volte sempre, comente se possível mas se não obrigado por ler mesmo assim #carênciaporcomentários
pergunta alguem gosta de Percy Jackson? tenho um projeto mas preciso saber disso


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