História Now and Ever - L3ddy (2T Now or Never) - Capítulo 22


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Categorias Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti
Personagens Lucas "LubaTV", Lucas Olioti
Tags Menção Kabbie, Mençao Mauris
Visualizações 139
Palavras 4.475
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


já tô chorando ..

Capítulo 22 - My friend, my ally, my love...


Fanfic / Fanfiction Now and Ever - L3ddy (2T Now or Never) - Capítulo 22 - My friend, my ally, my love...

 

~ Alguns dias depois...

O retorno para a casa havia sido do jeito que T3ddy gosta, muita bagunça, comida e mimo por todos os lados. Aquela nuvem carregada de problemas e tensões se dissolveu quando as coisas se estabilizaram novamente no lar da familia Feuschütte-Olioti. Luba voltaria a trabalhar assim que T3ddy melhorasse, as crianças continuaram a frequentar as aulas normalmente, João já havia tido sua primeira consulta com um terapeuta, ele estava bem no geral, mas Luba insistiu pois queria garantir a saude mental do seu caçula, assim como ele proprio tinha voltado a visitar Sophia, a velha amiga pscicologa.

Receberam muitas visitas dos familiares e dos amigos, depois do acontecido decidiram ter sempre esses momentos em que podiam juntar todas as pessoas especiais que os cercavam e que faziam parte de suas vidas.

Naquela tade de sabado, a familia aproveitava o sol quente da tarde para desfrutar de seu lazer na area da piscina. O braço de T3ddy já estava livre da tipoia e podia movimenta-lo normalmente, mas a perna continuava imobilizada, não por muito tempo.

– Eu gostaria de ter filhos gemeos, acho tão fofinho. – João disse exibindo um sorriso que fazia Igor estremecer e se derreter ainda mais pelo namoradinho. Só Deus sabe como ele fez promessa para que João Lucca voltasse bem e inteirinho para os seus braços de novo depois daquele episodio triste com o amigo virtual do mal, e agora que estava tudo bem não iria disperdiçar nenhuma chance com o menor. Tanto que tinha planos de lhe dar um anel de compromisso, estava juntando o dinheiro da mesada que ganhava de sua mãe para presentea-lo em seu aniversario que não estava muito longe. Mas isso era um segredo entre Igor e Luba, e T3ddy provavelmente infartaria quando soubesse disso.

– Parecidos comigo ou com você? – ele perguntou após perder dois minutos admirando o pequeno e se esquecendo que lhe devia uma resposta. João riu envergonhado, enquanto pegava uma batatinha e colocava na boca do seu anjinho ruivo.

– Por mim tanto faz, nós dois somos lindos mesmo... – deu de ombros sorrindo e Igor sorriu igualmente. Para quem ficava um tanto chateado e negava a cada vez que lhe elogiavam, até que João tinha evoluido bastante. Isso deixava Igor ainda mais feliz. E de tão empolgado não hesitou em dar um selinho no namorado.

T3ddy, que estava esticado na espreguiçadeira lendo o jornal, - ou pelo menos fingindo que estava lendo - viu a cena e pigarreou chamando a atenção dos dois e deixando o menino sem graça. João o tranquilizou e revirou os olhos pela birra de seu pai.

– Não acham que esta muito cedo para falarem sobre filhos? – T3ddy questionou. No mesmo momento, Luba praticamente brotou do chão com mais um remedio para que ele tomasse.

– Não vejo problema nisso, de qualquer forma ficaremos juntos pra sempre, então não faz muita diferença. –  João respondeu com sinceridade continuando a alimentar o namorado, que não escondia o sorrigo largo de Coringa ao ouvir tais palavras.

 – Isso é demais para o meu pobre e velho coração. – T3ddy resmungou e Luba riu se sentando ao seu lado.

– Lucas, pelo amor de Cristo, eles são só crianças, amor. Não é como se fossem se casar amanhã. – disse após morder o bico manhoso do moreno  – Se bem que quando a gente menos esperar piscaremos o olho e estaremos sozinhos nesse ninho vazio.

– Eu odeio concordar, mas quero meus filhotinhos embaixo da minha asa e protegidos do mundo. – cruzou os braços.

– Nem vem com essa que daqui há dois anos eu vou juntar minhas trouchinhas e viajar pra Paris com a minha namorada maravilhosa. – Tonia se pronunciou após ter saido da piscina.

– Por que Paris, amor? – Luba, que massageava os ombros do marido, indagou curioso.

– Porque simplesmente é o melhor lugar ever  para se estudar moda e estamos focadas nisso, meus queridos exs tios que agora são sogros. Nós estamos  nos planejando e organizando desde já...  – Ana prontamente respondeu ajudando a namorada a se secar.

– Acho que vou por esse mesmo caminho da moda, sempre gostei de desenhar os vestidos das minhas bonecas. – João disse entusiasmado.

– Nós formariamos uma otima dupla, você desenhando e eu confeccionando roupas. Porra, a gente vai arregaçar o mundo da moda!  – Tonia, apesar de ter dito em um tom brincalhão, carregava uma expressão sonhadora, como se realmente aquilo funcionasse.

– Já eu não me vejo fazendo outra coisa a não ser meus videos. – Theodore se juntou a todos com a sua câmera em mãos. Já tinha gravado uma boa parte do seu dia para postar na proxima semana em seu canal. Luba havia sugerido dele gravar seu dia a dia, de maneira moderada obviamente, e compartilhar com os seus seguidores. Theo aderiu a ideia, assim com os fãs de seu canal que se apaixonaram pelos vlogs do garoto, principalmente quando mostrava sua familia neles.

– E tenho certeza que será um dos maiores youtubers desse país se continuar com toda essa dedicação.  – Luba o incentivou ganhando um sorriso e um beijo estalado no rosto do filho carinhoso.

– Obrigado papai. – agradeceu indo procurar qulaquer coisa para comer.

– Eu vou ser astronauta mesmo, sou apaixonada por astronomia. – Ali aproveitou aquela vibe de “o que você vai ser quando crescer” e já foi logo dando o seu parecer – E podem deixar que nos finais de ano eu vou mandar cartõezinhos para vocês lá do espaço, ok?

– Então você vai se dar bem nessa, já vive com a cabeça no mundo da lua mesmo. – Theo zombou e por mais que a piada fosse ruim todos acabaram rindo. Menos Alicia, que quase nunca achava graça de nada.

Porem, não evitou gargalhar depois de empurra-lo na piscina repentinamente

– Nossa, como ele é engraçado, não sabia que eu tinha um irmão comediante. – resmungou voltando a se sentar novamente e se divertindo as custas do irmão mais velho, que deu lingua em resposta.

Para T3ddy era assustador ver seus filhotinhos tão “maduros” daquele modo e planejando o que fariam no futuro. Por mais que quisesse esquecer para sempre o pesadelo horrivel que o tirou de orbita enquanto esteve descordado no hospital, permitiu-se recordar da parte boa em que sua cria, já crescida, era bem sucedida e feliz. E ao menos desejava que aquela parte boa em especial se concretizasse e que eles alçassem voos cada vez mais altos, mesmo que a vontade de guarda-los em potinhos e protege-los do universo ainda imperasse nele.

 

~~~

 

– Eu não tenho culpa se ela ficou te olhando como se fosse te devorar. – Luba reclamou após T3ddy dar espaço para que entrasse no elevador do hospital. Haviam acabado de se livrar do gesso em sua perna e T3ddy faltou saltitar de alegria ao se sentir livre novamente após dois meses com ele.

– Mas você sabe que eu só tenho olhos para você, não há nenhum motivo para desconfiar de mim. Depois de anos e todo esse trabalhão que eu tive para te conquistar, acha mesmo que eu vou jogar tudo no lixo assim? – obvio que Luba não desconfiava e que toda aquela cena não passava de ciúmes bobo, mas as vezes era difícil de engolir as investidas de algumas desavisadas, ou muito bem avisadas, para cima do marido. Como no caso da balconista atirada que ousou dar seu telefone para T3ddy, mas Luba interviu na mesma hora lhe dando uma advertência.

– Eu confio em você, ok? Só não confio nessas putas cheias de silicone e clareamento dental. – esclareceu após o morder o biquinho de descontentamento que o moreno fizera – E não vem com essa de que fui eu que te conquistei, porque ate os alienígenas lá em Marte sabem que quem mais sofreu nessa historia aqui fui eu, ok?

– Esta bem, convencido, quem ganhou esse troféu foi você. – riu e logo depois o som de um ruído os deixou em alerta.

– Não acredito nisso. – Luba reclamou assim que o elevador parou.

– Ainda bem que não somos claustrofóbicos. Quanto tempo acha que vamos ter que esperar aqui? Estou morrendo de fome. – resmungou com um bico e Luba sorriu malicioso. Não era tão adepto a coisas “radicais” e fazer qualquer coisa relacionada a sexo em lugares como aquele o deixavam curioso. E por que não aproveitar aquela oportunidade para tentar?

– Eu não sei. Mas por enquanto eu não estou muito preocupado com isso. – respondeu despreocupado dando de ombros. T3ddy sentiu os braços do marido o envolverem e em seguida sua nuca ser beijada por ele. Arrepiou-se com aqueles toques nada inocentes e arfou pesado ao ter seu lóbulo mordido e lambido. Amava e odiava que Luba soubesse seus pontos mais sensíveis e de como usava isso para se aproveitar em casos assim.

– Amor, o que esta fazendo? – uma pergunta retórica, obviamente, mas T3ddy quis ter certeza antes de tomar qualquer atitude.

Estava claramente sendo atiçado e provocado por um Luba não muito inocente e seu corpo parecia querer entrar em um estado de combustão ao imaginar os dois fodendo naquele elevador.

– Você sempre se mostrou disposto a realizar os meus desejos e satisfazer minhas vontades, não? Então seja um bom marido e deixe eu me aproveitar de você.

T3ddy gemeu arrastado ao que a mão de Luba segurou sua semi ereção ainda coberta. Luba sorriu ao notar que estava conseguindo atingir seu objetivo a sentir o resultado na palma de sua mão, tinha medo que T3ddy não quisesse embarcar naquela pequena loucura consigo e por isso assumiu aquela postura mais confiante e sedutora.

Mas até mesmo os quatro cantos da terra sabem que T3ddy acabaria cedendo, afinal não há nada que T3ddy não faça para ver Luba feliz.

– V-você quer fazer isso aqui? Em um elevador? E se ele voltar a funcionar com nós dois aqui? Seria constrangedor se alguém nos visse pelas câmeras.

T3ddy esperou por uma resposta, sabia que corria o risco de serem flagrados fazendo coisas indevidas ali, mas a excitação e a adrenalina o tomaram por completo e já tinha ligado o botão do foda-se a partir do momento em que Luba começou seu joguinho sujo de provocações.

Luba o virou de frente para ele e o encostou na parede mais próxima. A respiração quente batendo em sua face e o fazendo morder o lábio em desejo, aguardando o próximo passo do homem tarado que estava a sua frente.

– Eu não vou fazer nada que você não queira, ursinho. – sussurrou sensualmente. T3ddy ficou ainda mais desnorteado, sua ereção o incomodava e só queria se livrar de suas roupas o quanto antes. Luba parece ter lido seus pensamentos, já que fez questão de se livrar do tecido que cobria o torso do moreno.

Após tirar a camisa, Luba o beijou de maneira intensa, com T3ddy acolhendo a língua alheia em sua boca de um modo forte e necessitado, os gemidos baixos de satisfação vinham de ambas as partes. As mãos de Luba deslizavam sobre o peito desprovido de pêlos do mais velho, seus dedos tocando sutilmente os mamilos rijos e sensíveis, com isso T3ddy gemeu mais necessitado e foi a deixa que Luba precisava para abandonar os lábios do homem e descê-los pela pele nua e arrepiada do mesmo. Luba marcou seu pescoço com mordidas e chupões, foda-se se alguém veria aquelas marcas mais tarde, quanto mais marcasse o seu território melhor seria.

Quando se deu por satisfeito, Luba desceu um pouco mais se deleitando com os gemidos contidos e roucos do moreno, ansiava pelo momento em que abrigaria o pau de T3ddy em sua boca, porem faria uma parada antes em seus mamilos. Primeiro castigou o direito, lambendo, mordiscando e soprando o montinho enrugado, T3ddy maltratava seu lábio inferior e estava prestes a colocar Luba de joelhos para que pudesse foder a sua boca de uma vez, porem agüentaria aquela pequena e deliciosa tortura. Luba logo deu atenção ao mamilo esquerdo, repetindo todo o processo chupando-o e fazendo sons de estalo ao que soltava o mamilo após deixá-lo preso entre os dentes. Lançou um olhar cheio de luxuria ao marido, que xingou baixinho o fazendo rir, não demorou para que se ajoelhasse e desabotoasse o botão de sua calça jeans deslizando a peça grossa sobre suas pernas e em seguida fez o mesmo com a roupa intima, deixando T3ddy inteiramente nu e exposto naquele cubículo de metal.

A glande molhada se esfregou em seus lábios, Luba segurou o membro, sentindo o mesmo pulsar contra a sua mão, abriu a boca apreciando o calor do membro de T3ddy em sua língua quente e molhada sentindo o sabor do pré gozo se espalhando pela mesma, era viciante. Luba começou a sugar a glande do moreno, enquanto deslizava a língua ao redor com uma certa calma, para o desespero claro de T3ddy.

– Oh porra ! – T3ddy praguejou baixinho pelos movimentos de Luba serem tão vagarosos. Mas antes que protestasse novamente um gemido alto saiu de sua boca ao que Luba se adiantou em levar toda a extensão do marido até o fundo de sua garganta, engolindo tudo o que podia e testando seus limites.

Os gemidos de T3ddy o entorpeciam e lhe deixava mais cada vez mais excitado, seus cabelos foram carinhosamente presos entre os dedos longos e a medida que chupava com mais fervor e devoção sentia o aperto entre eles se intensificar, mas nada que chegasse a ser cruel ao ponto de machucá-lo.

T3ddy jamais machucaria o seu bebê.

 – Eu vou foder essa sua boquinha, príncipe.  – Luba sentiu uma pontada em sua virilha, seu pau pulsou necessitado para ser liberto, mas só o faria depois de dar prazer ao marido primeiro.

T3ddy deslizou seu pau lambuzado com uma quantidade grande de saliva para fora daquela boca quente, acariciou o rosto do marido e pôs sua mão atrás da nuca do mesmo a pressionando levemente. Luba gemeu contido ao acolher profundamente o pau do moreno em sua garganta, tanto que as bolas do mesmo se encostavam em seu queixo. Relaxou a sua garganta sentindo o mais velho a estocando sem dó.

T3ddy se sentia cada vez mais quente e no momento em que Luba apertou mais os seus lábios ao redor do músculo pulsante, soltou um gemido gutural e chegou ao seu ápice se desfazendo entre os lábios do marido. Lagrimas escorriam de seus olhos, entretanto suportou aquela quantidade considerável de porra em sua boca, não engasgou quando T3ddy se retirou, recuperando o fôlego, e engoliu cada gota com um sorriso safado em seu rosto.

– Agora é a sua vez de gozar, meu amor.

Por mais que houvesse acabado de gozar fortemente e deliciosamente, o membro de T3ddy se encontrava pulsante novamente. E só de escutar aquelas palavras murmuradas roucamente tão próximo de si, a entrada de Luba pulsava a espera de algo maior que pudesse preenche-la e aquietá-la de toda aquela agitação. E aquela visão de um T3ddy recém saciado pelo primeiro orgasmo o deixava ainda mais louco de tesão, sem contar no olhar faminto que o mesmo sustentava em sua direção.

T3ddy se ajoelhou em frente ao marido o observando como se estivesse com fome – de fato estava. Seus olhos fixaram nos lábios rosados e não demorou para que seus próprios lábios capturassem os dele, só melhorou quando as línguas se enroscaram. Luba enlaçou seu pescoço e com uma de suas mãos enroscou os fios macios e sedosos do moreno entre os dedos, os puxando com um pouco de força e acabou por gemer baixinho ao sentir a ereção de T3ddy roçando em sua coxa.

– Tão injusto você com tanta roupa e eu sem nada. – ele disse negando com a cabeça e começando a se empenhar na tarefa de despir o marido.

Ao começar pela camisa social que o mesmo vestia. T3ddy não quis ser nem um pouco delicado naquela hora e sua fúria em arrancar a peça de uma vez quase o fez rasgá-la. Luba não reclamou, pelo contrario, gostava daquela personalidade animalesca que surgia vez ou outra no esposo.

– Fique de pé. – T3ddy ordenou e Luba prontamente obedeceu, mesmo que suas pernas estivessem bambas pelo tesão fudido que brincava com os seus sentidos, o impedindo de raciocinar devidamente.

T3ddy ergueu-se do chão e se colocou atrás do amado, abrindo o zíper de sua calça e deslizando a mesma sobre as pernas bonitas. A boxer vermelha e apertada que o encobria não tardou a ser outra peça descartada também, Luba suspirou de alivio ao sentir a mão firme do moreno segurando a sua ereção latejante e o aliviando, mas isso não durou muito. Luba resmungou em protesto, pois queria que T3ddy continuasse, entretanto ele tinha planos melhores.

– Abra essas pernas bonitas para mim, príncipe. – Luba acatou a ordem do mais velho e T3ddy se ajoelhou. – Que visão linda, bebê. – murmurou, apertando uma de suas nádegas apenas para desferir um tapa na mesma. Luba gemeu manhoso e logo recebeu mais um tapa na outra nádega, T3ddy as massageou e as apertou, depois abusou de seus direitos dando beijos e chupões sobre a pele recém marcada achando lindo o trabalho que estava fazendo naquela região.

Luba arfou e deixou que um gemido fino como um miado escapasse quando sentiu a língua de T3ddy pincelar levemente pela sua entrada apenas para sugá-la com avidez em seguida. A sensação do músculo quente em sua cavidade arrepiou seu corpo por inteiro, T3ddy alternava entre fazer movimentos circulares ou simplesmente penetrá-lo, e Luba estava tão embriagado de prazer que não se importou em começar a mover o quadril rebolando contra o rosto de T3ddy em incentivo para que continuasse. O membro de Luba pulsou, ele contraiu sua entrada apertando a língua de T3ddy e querendo muito mais do que ele estava lhe dando. Seus dedos se pressionavam com força sobre a parede de metal e sua respiração se tornou irregular, seu orgasmo já estava a caminho, e mesmo que T3ddy tenha percebido o seu desespero parou com os movimentos deixando um Luba frustrado e confuso.

– Ainda não, amor. Você só vai gozar gostoso quando eu estiver dentro de você. – e com isso, T3ddy se sentou trazendo Luba consigo. Trocaram mais um beijo molhado antes de dar inicio ao ato, os sons das duas línguas se atracando ecoava no cubículo e era um tanto erótico.

Luba ajeitou-se levantando um pouco e segurou a base do membro de T3ddy o alinhando em sua entrada ainda molhada. Foi doloroso, mas suportável, foi preenchido vagarosamente por todo aquele tamanho estando perfeitamente encaixado e sentado nele, de modo que era capaz de senti-lo bem fundo dentro de si.

Luba não quis esperar para que a dor passasse e logo começou a se movimentar no colo do moreno, rebolando devagar e com certa força permitindo que T3ddy o preenchesse por completo. Luba tinha suas mãos apoiadas nos ombros do mais velho apenas para ter estabilidade e aumentar a velocidade dos movimentos passando a subir e descer com maestria naquele pau. Os dedos de T3ddy marcavam seus quadris com força a medida que os gemidos inundavam seus ouvidos e o traziam para cada vez mais próximo ao seu segundo orgasmo, fora que ter Luba o esmagando em toda a sua gloria era demais para sua sanidade e chegava a revirar os olhos por todo o conjunto da obra.

Para T3ddy a visão espetacular daquele homem lindo rebolando em seu colo e gemendo seu nome lhe deixava cada vez mais louco, pensou que era um sortudo da porra em ter Luba inteirinho só para ele, aquele homem era único e todo seu até que seu coração parasse de bater ou muito alem disso.

Luba gritou seu nome quando em um das estocadas teve sua próstata acertada com força, se concentrou a ir sempre em busca daquele ponto em especial e não demoraria muito a gozar se continuasse naquele mesmo ritmo. Já com as respirações ofegantes e os corpos suados, atingiram seus limites ao mesmo tempo. Luba largou todo o seu peso sobre o moreno que sorriu voltando a respirar de forma regular ainda sem sair de dentro do marido. Fez uma caricia leve em seu cabelo, sentindo a respiração de Luba em seu pescoço.

– Isso foi tão...

– Maravilhoso. – T3ddy completou sorridente, ainda extasiado.

– Eu ia dizer louco, mas prefiro chamar de loucura maravilhosa. –  riu nasalado – Eu estou com vergonha agora. – confessou ainda com o rosto escondido no pescoço alheio.

– Eu sei, mas quero deixar claro aqui que a culpa é toda sua por ser um pervertido. – T3ddy brincou.

– E que ninguem tenha visto nada disso que aconteceu. – Luba gritou surpreso quando T3ddy se levantou com ele em seu colo e deu risada – Amor, não devia carregar peso.

– Bobagem, você é leve... – sorriu lhe dando mais um beijo.

– Mas pode fazer mal para o bebê. – insistiu.

– Que bebê, Lucas? – perguntou com espanto começando a se vestir.

– Você. – respondeu rindo, apesar de estar vermelho feito um tomate.

 

~~~

 

~ Horas mais tarde...

– Confessa vai... – T3ddy pediu entre risos. Luba estava quase perdendo o fôlego de tanto rir, T3ddy estava fazendo cócegas nele.

– Como você é convencido Lucas Olioti. – ele disse após se recuperar e de T3ddy se cansar.

– E vou ficar ainda mais depois que você confessar. – falou com a voz manhosa e cruzando os braços.

O relógio marcava uma e meia da manhã quando T3ddy escapou do quarto. Luba ressonava baixinho abraçado a um travesseiro fofo que T3ddy fez questão de colocar ali para que o substituísse, enquanto se levantava sorrateiramente e saia do quarto para aprontar mais uma de suas estripulias românticas. T3ddy torcia para que Luba não ficasse bravo consigo por ser obrigado a se levantar justo de madrugada sem motivo algum aparente, mas no fim seria por uma boa causa.

O fato é que assim que se deitaram Luba foi o primeiro a dormir e T3ddy sentia-se ligado demais para cogitar a mínima possibilidade de se entregar ao mundo dos sonhos naquele momento, não quando uma simples idéia havia lhe ocorrido no mesmo instante em que velava o sono calmo do marido.

“– Espero que haja um bom motivo pra você ter me acordado a essa hora, porque se isso for uma pegadinha o senhor pode se preparar para sentir a quentura da sola do meu sapato na sua cara...” foram essas palavras que Luba usou quando um T3ddy bastante empolgado o acordou para ir até o terraço. E até parece que Luba seria tão agressivo com o seu urso, quem não conhecesse o casal até pensaria que sim, mas Luba se assemelhava mais a um filhote fofo de gato do que com um lobo furioso em noite de lua cheia, por exemplo.

Mas tudo valeu a pena quando chegou no terraço e observou o céu repleto de estrelas, como há muito tempo não via. Certo que essa mania que os dois tinham de passar hora contemplando a beleza no céu e conversando sobre muitas coisas se perdeu com o tempo, pode-se dizer que foi na mesma época em que começaram a namorar.

Foi inevitável não serem tomados pela ótima sensação de nostalgia, e aquele momento foi aproveitado com boas xícaras de chocolate quente, cobertores quentinhos e mantas grossas para que pudessem ficar confortáveis naquele frio.

– Tudo bem. Tudo bem. Foi uma ótima idéia ter me trago aqui para vermos as estrelas. Satisfeito? – Luba disse carinhoso passando a mão em sua nuca.

– E o que mais? – indagou com um sorriso sugestivo.

– Você é o melhor marido do mundo e bla bla bla...

– Não moçinho, tem que dizer tudo. – T3ddy se deitou fazendo Luba se deitar com ele novamente, assim a atenção de ambos se voltou para o céu estrelado outra vez.

– Você é o melhor marido, o mais amoroso, o mais lindo e o mais perfeito de todo o mundo. – completou achando divertido pressionar seus polegares nas bochechas do marido, que não sabia se ria ou se resmungava.

– Não se esqueça de mencionar que eu sou foda na cama também. – ressaltou fazendo um biquinho.

– Isso é você que esta dizendo, eu acho o seu desempenho um tanto razoável. Até que dá para sentir alguma coisa sim... mas não é sempre, sabe? Eu as vezes fico meio entediado...  – provocou.

T3ddy fez a sua melhor cara de ofendido e já estava pronto para se levantar, rodar sua baiana e se enfiar dentro das calças de Luba para lhe provar o quão errado ele estava, mas quando ouviu a gargalhada e a expressão debochada do outro acabou rindo junto, mesmo que permanecesse com a feição emburrada, como a de uma criança contrariada pelos pais.

– Pois bem, já que o doutor esta proferindo calunias contra a minha pessoa eu já deixo avisado que quando você menos esperar eu vou te trancar no nosso quarto e vou meter tanto, mas tanto em você que eu duvido que não consiga te engravidar. Isso se você conseguir manter suas pernas firmes no chão pelas próximas semanas que virão. – Luba sentiu sua respiração falhar ao escutar aquilo, a voz grave e transbordando provocação sussurrada ao pé do seu ouvido lhe causou calafrios.

– Eu continuo duvidando muito da sua capacidade. – T3ddy passou a língua pelos lábios e segurou sua enorme vontade de dar umas boas tapas na bunda do marido bem ali.

– Não perde por esperar, doutor Lucas. Depois não reclame quando eu maltratar essa lua cheia que você chama de bunda. Você vai dizer: oh urso, não me torture! – provocou imitando o marido e arrancando gargalhadas dele.

– Eu não falo desse jeito, urso. – protestou.

– Fala sim, amor. – insistiu.

– Teu c-

– Eu também te amo, príncipe.

– Não mais do que eu, urso bobo. – Luba sorriu e se deitou sobre o marido iniciando um beijo, T3ddy correspondeu prontamente. Os dois amantes se abraçando e se esquentando naquele friozinho da madrugada.

Ao se afastarem Luba sorriu ao olhar o pulso do marido, o símbolo do infinito tatuado e eternizado ali era a primeira tatuagem do moreno. E olhando para o seu próprio pulso sorriu mais ainda vendo o mesmo desenho, um tanto clichê, sim, mas eles amavam aqueles momentos clichês.

– Agora e sempre?

– Agora e sempre.

Luba e T3ddy ainda tinham muito que viver, aprender e principalmente ensinar para os seus filhotinhos. A possibilidade de ter mais um filho entraria em pauta nas próximas conversas do casal, pois T3ddy se lembra perfeitamente de ter dito ao marido - quando ainda eram apenas namorados - que desejaria ter cinco filhos com ele, e julgava ser um bom momento para pôr em pratica a sua mais nova meta.  Luba logicamente concordaria, sempre achou que o sete era o seu número da sorte, fora que ter mais um bebê bagunçando tudo o deixava deveras animado.

Adormeceram tranqüilos abaixo das estrelas, sentiam-se mais completos e mais fortes do que nunca. Seus traumas foram enterrados junto com os rastros deixados por um passado e presente repleto de magoas e muita dor, mas que felizmente foi deixado para trás. Pode-se dizer que era apenas mais um começo ao invés de um fim propriamente dito, ate porque as historias não terminam quando acabam.


Notas Finais


mais um ciclo que se encerra e eu não poderia estar mais feliz com o carinho e o acolhimento de cada um de vocês com essa segunda temporada. quando o assunto é Now or Never eu me sinto em casa, e com Now and Ever não poderia ser diferente, ter uma continuação disso foi muito gratificante pra mim e significou muita coisa, de verdade

é triste estar se despedindo, mas é satisfatório ver quantas pessoas legais se envolveram com a estorinha, eu devo tudo isso a vocês crianças. cada um tem um lugarzinho bastante especial dentro desse órgão pulsante na minha caixa torácica . e como já disse uma vez: jamais vou esquecer tudo isso!

obrigada de novo, mais uma vez. obrigada por tudo e espero ve-los em breve novamente,
queria dar um tempo dessa coisa de escrever, mas as estórias distraem minha cabeça e evitam que eu pense mais bobagens ainda, isso é muito bom, portanto não sei se volto e quando volto .. mas podem me mandar mensagem se quiserem, sei lá, pra nós batermos um papo, prosear um pouco e tal .. 😇

sem mais, bebam água, se cuidem, fiquem bem.
e é isso!

kisses da tia Lady biscoiteira que ama aqueles moços de nomes iguais que raramente interagem no twitter.

💙


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