História Now blow it like a flute {Imagine LuHan} - Capítulo 7


Escrita por:

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Exo, Imagine, Jinjing_, Lu Han, Você
Visualizações 160
Palavras 1.400
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Hentai, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - 07. Morto;


A presença de Jongin me preocupa bastante. Se ele resolver abrir a boca para falar algo que não deve, eu estarei mais do que perdida.

– Por quê está tão pensativa, querida? –LuHan indagou após se sentar no lugar vago na cama e afagar os meus cabelos. Eu dei um longo suspiro antes de olhar pra ele.

– Alguém que não devia voltar, voltou. –Cruzei os braços voltando a olhar para os meus pés.

– E quem seria esse alguém? –Indagou roçando o nariz na minha nuca. Respirei fundo antes de responder.

– O pai de Baekhyun. –O chinês se afastou rapidamente e então eu o olhei.– Ele está aqui, na mansão, e não pretende ir embora.

– Baekhyun o conhece? –Balancei a cabeça negando.

– Baekhyun era muito novo quando Jongin foi embora. Xiao Peng o demitiu quando soube sobre o nosso caso.

– Espere… você disse Jongin?

– Disse, por quê?

– Por nada, é que esse nome me soa familiar… mas deixe pra lá. Você tem medo que ele faça algo? –Indagou mais calmo, enquanto acariciava meus fios.

– Pra ser sincera, sim. Jongin sabe de muita coisa que me compromete. Se ele abrir a boca, eu estou ferrada. –Levei as mãos ao rosto, soltando o ar dos meus pulmões com força.

– Como assim? Do quê o Jongin sabe?

O fitei por um bom tempo, antes de suspirar e colocar as pernas para fora da cama.

– Eu não posso falar sobre isso. É perigoso demais.

– Ei, eu me abri pra você! Por quê você não pode se abrir pra mim?! –Questionou indignado.

– Porque é muito perigoso, LuHan! Não entende que eu me sinto sufocada com a presença do Jongin aqui?! Eu não posso te envolver nessa história, então, me desculpe, mas eu simplesmente não posso falar sobre isso com você. –Cobri o rosto com as mãos, caminhando inquieta até a janela. Dela eu tinha a vista perfeita do jardim. Baekhyun e Tao brincavam despreocupados. Eu me permiti sorrir ao ver tal cena.

– Está bem, eu entendo. Se você não quer falar sobre isso, não fale. Vou ser paciente. –O olhei por cima do ombro, e então suspirei.

– Uma semana. Me dê apenas uma semana. É tudo o que eu preciso. –Pedi, quase suplicando. Ele me olhou de relance e mesmo a contragosto, assentiu em forma de sim.

– Apenas uma semana. Nada mais do que isso.

──────⊱◈◈◈⊰──────

– Baekkie! Venha cá! –O chamei da porta do jardim. Ele veio correndo até mim e pulou no meu colo, todo suado.– Eu vou até o centro, quer ir comigo? –Perguntei depois de arrumá-lo nos meus braços.

– Quero! –Ergueu os braços empolgado, eu sorri diante da sua empolgação e então deixei um beijo estalado na sua bochecha gordinha.

– Posso ir também? –Senti meu corpo todo congelar. Olhei hesitante para trás e me deparei com o sorriso cínico de Jongin.

– Quem é esse moço, mamãe? –Baekhyun perguntou depois de abraçar o meu pescoço com força.

– Ele… é um amigo da mamãe. –Respondi ainda olhando para o moreno, que deu uma risada muda após cruzar os braços.– Baekkie, vá tomar um banho e se arrumar. Vamos sair daqui à pouco. –O coloquei no chão e então o mesmo saiu correndo em direção ao quarto.

– Você é má, sabia? Que coisa feia esconder do garoto que o pai dele está bem aqui. –Apontou para si mesmo.

– Cala a porra dessa boca, Jongin! Você sabe melhor do que eu que Baekhyun não é seu filho! –Rebati mais alto do que devia.

– Você e eu sabemos disso, mas o seu namoradinho bastardo não. Como você acha que ele vai reagir quando souber que a mulher que ele tanto confia é uma mentirosa? –Engoli em seco, olhando pro chão.

– O que você quer de mim, Jongin? Diga o que você quer para ir embora. –Insisti, o olhando suplicante.

– Agora você está falando a minha língua, ________. –Começou a se aproximar, e só parou quando me prendeu entre ele e o pilar de sustentação da varanda. Pôs uma mão apoiada ao lado do meu rosto e a outra foi levada à minha cintura, apertando ali com força.– Eu quero que revivamos os velhos tempos. Quando éramos dois adolescentes inconsequentes que não conheciam o significado da palavra limites. –Pediu com um olhar meigo, depositando beijos pelo meu pescoço.– Quando éramos perdidamente apaixonados.

De fato, Jongin mexeu muito comigo quando eu tinha por volta de quinze ou dezesseis anos. Eu era louca por ele, mas essa paixão acabou quando ele me traiu. E não estou falando de traição carnal. Foi uma traição muito pior e mais dolorosa, e isso eu não consigo perdoar.

Foi por causa dele que eu me tornei aquilo que eu mais odeio.

– Você nunca me amou de verdade, Jongin. Sempre foi um sentimento unilateral. Eu sempre fui a única a amar de verdade. –O empurrei de leve, conseguindo me livrar do aperto.– Eu acreditava que o que eu sentia era recíproco, mas você me mostrou que o que você sentiu por mim estava longe de ser amor. –Se afastou bufando irritado, e então me olhou com superioridade.

– Até quando vai sentir raiva de mim por isso, ________? Quando vai entender que eu fiz aquilo para o seu bem?

– PARA O MEU BEM?! MUITO OBRIGADA ENTÃO, KIM JONGIN, POIS VOCÊ FEZ EXATAMENTE O CONTRÁRIO! –Soquei seu peito com ódio. Eu sempre soube que havia sido ele, mas ouví-lo confessar era demais pra mim.– VOCÊ ARRUINOU A MINHA VIDA, SEU INFELIZ!!

– Quando você vai esquecer de algo que aconteceu à dez anos, ________? –Perguntou mais uma vez, segurando meus pulsos com força.

– Nunca! –Cuspi em seu rosto, me livrando do seu aperto uma segunda vez.– Eu tenho nojo de você, Kim Jongin. Nunca mais me toque.

Ele riu sem humor, e então limpou a saliva que ainda escorria pelo seu rosto perfeito.

– Eu não tive culpa do seu filho ter nascido morto. –Me escorei no pilar mais uma vez, antes que eu perdesse o equilíbrio e caísse.– Foi por isso que eu o “roubei” de você, ________. Você sabia o risco que você e ele corriam se continuasse com aquela gravidez. E o pior aconteceu. Ele nasceu morto. Eu não quis te contar isso, e… por isso inventei que havia dado o nosso filho para um casal dos Estados Unidos.

– O… o meu bebê… nasceu morto? –Minha respiração começava a ficar descompassada. Esse tempo todo eu culpei o Jongin… por algo que ele não teve culpa?

O quão terrível eu sou?

– Sim, ________. Agora você sabe a verdade. –Terminou de limpar o seu rosto e então se afastou.

– O que… o que você fez com ele? V-Você o enterrou? –Confirmou ainda de costas pra mim.– Onde?! Eu preciso saber onde você o colocou! –O puxei pelo pulso o fazendo ficar de frente pra mim.

– No Monte Tingguang. Foi o lugar mais remoto que eu consegui encontrar para enterrá-lo. –Explicou coçando a nuca. Eu abaixei a cabeça com as mãos na cintura e então olhei pro céu.

– Eu quero que você me leve lá. –Voltei a olhá-lo.– Eu preciso disso, Jongin. Me leve lá, por favor. –Voltei a suplicar. Ele suspirou e então assentiu.

– Está certo. Vou te levar lá hoje. Agora se apresse, Baekhyun deve estar quase pronto para o passeio de vocês. –Sorriu afagando meus cabelos.

– Tudo bem, eu já estou indo…

E então eu voltei para dentro de casa, pensativa sobre a minha descoberta.

Pov’s Narrador.

Jongin sorriu maldoso quando a figura da sua ex-amante sumiu da sua vista. Puxou o seu celular do bolso, discando o número que era bem conhecido por ele.

Espero que seja importante, Jongin. –Rosnou Ehuang, do outro lado da linha.

– E é, minha tigresa chinesa indomável. –Debochou com uma risada cínica.– Eu fiz aquilo que combinamos. Falei para a ________ que o bebê nasceu morto.

Finalmente você fez algo útil, seu imprestável! O que você pretende fazer, agora?

– Levá-la até o Monte Tingguang pela primeira… e última vez. –Sorriu ladino.

Ótimo. Seja rápido. ________ e LuHan não podem se casar.

–Eu só tenho uma pergunta a fazer, Ehuang. Por quê te assusta tanto o fato de LuHan se casar com a ________?

Isso não é assunto seu, Kim Jongin. Livre-se dessa estrangeira o quanto antes, ou então o seu querido Park Chanyeol sofrerá as consequências.

A ligação foi encerrada, deixando Jongin aflito. Sabia que Ehuang não estava flertando, e o fato de estar nas mãos da chinesa o assustava. Precisava cumprir o combinado o quanto antes.

Ou, talvez… ele não precisasse cumprir.


Notas Finais


Que as teorias comecem


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...