História Now blow it like a flute {Imagine LuHan} - Capítulo 8


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Exo, Imagine, Jinjing_, Lu Han, Você
Visualizações 184
Palavras 1.100
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Hentai, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Só observo🍚🐧

Capítulo 8 - 08. Seguir;


Pov’s Narrador.

A Casa Branca havia se tornado um lugar muito pequeno para uma criança de dez anos que beirava os 1,70 cm de altura.

O garoto de tamanho exagerado corria pelos corredores montado num cavalinho de madeira e com um chapéu semelhante ao do Tio Sam em seus cabelos cacheados, enquanto ria escandalosamente por seu mordomo não conseguir alcançá-lo.

– Mais rápido, Minseok hyung! –Insistia, voltando a correr.

Chanyeol cresceu rodeado de muito luxo e sempre teve tudo do bom e do melhor. Era chamado de “neto do presidente”, e ninguém questionava a sua descendência asiática. Gostava de ser “neto do presidente”.

Ele sempre foi muito esperto para a sua idade, e não demorou muito até ele perceber que não tinha nada parecido nem com o seu avô, e muito menos com o seu “pai”, este que ele nem sequer chegou a conhecer.

Parou em frente à uma pintura de seu avô, acompanhado do filho. Eles pareciam felizes. Chanyeol tocou o rosto do garoto que aparentava ter sua idade e suspirou.

– Você teve sorte de conhecer o seu pai. Então por quê não me proporciona essa mesma alegria? –Indagava retoricamente, pois sabia exatamente a resposta, mesmo que ela fosse a mais dolorosa possível.

– Aí está você! –Ouviu a voz sôfrega de Minseok, o único “semelhante” à ele no meio de tantos americanos.– Seu avô quer vê-lo. –Disse após recuperar o fôlego e arrumar os cachos bagunçados do garoto de 1,65 cm.

– Eu ficaria surpreso se você falasse “pai” ao invés de “avô”. –Soltou um pouco decepcionado, mas mesmo assim sorriu.– Sobre o quê ele quer falar?

– Sobre o seu pai. –Arregalou os olhos e então se livrou das mãos de Minseok, logo correndo em direção ao escritório do senhor que cuidava de si com tanto louvor.

Chanyeol literalmente cresceu sem a presença do pai, e agora ele finalmente teria notícias sobre ele. Não podia que estava com um pouco de medo por seu pai não ser como ele imaginou, mas ao mesmo tempo estava feliz, pois finalmente teria a chance de conhecê-lo.

Entrou no escritório com um sorriso largo em seu rosto, todavia seu sorriso logo morreu ao se deparar com uma mulher alta trajando um terninho cinza, coque alto e óculos pretos, seu olhar lhe dava medo.

– Este é o garoto? –Questionou ao presidente, que arranhou a garganta antes de responder.

– Sim, ele mesmo. Chanyeol, aproxime-se. –Pediu chamando o garoto com a mão. Logo, o cacheado se juntou ao avô abraçando sua cintura.

– Quem é ela, vovô? –Indagou um pouco assustado.

– Esta é Perla Manuyong. Ela veio buscá-lo, querido. –Respondeu afagando a cabeça do menor.

– Pra onde ela vai me levar? –Olhou para o homem de idade avançada, que suspirou.

– Para o seu pai, querido. –Sorriu ladina, exibindo seus caninos pontiagudos.

O olhar de Chanyeol alternou entre Perla e seu avô. Ele não conseguia acreditar que finalmente conheceria seu pai.

Porém, o pequeno tinha uma intuição forte. Ele sentia que não iria ser apenas isso. Por alguma razão, ele não conseguia confiar em Perla.

Pov’s ________.

Jongin cumpriu o que ele prometeu. Depois do meu passeio no shopping com Baekhyun, Jongin me levou até o Monte Tingguang. Era du desfiladeiro com mais de vinte metros de altura, uma queda daqui seria mortal.

– Eu enterrei o bebê lá embaixo. –Disse ele, após parar ao meu lado. Estava ventando muito e por conta disso fazia um pouco de frio, os cabelos sedosos de Jongin iam contra o seu rosto e os meus faziam o mesmo.

– Tem como descermos até lá? -Indaguei receosa, o olhando de canto.

– Você sabe qual é a forma mais rápida de chegar lá embaixo. –Deu um sorriso de canto. Jongin não havia mudado nada, continua sendo o mesmo psicopata de sempre.

– Não temos tempo para gracinhas, Jongin. Me leve até o local exato em que você enterrou o meu filho! –Insisti o agarrando pelo colarinho do casaco que usava.

– Certo, certo! –Me deu um leve empurrão, conseguindo se livrar as minhas mãos.

Jongin e eu vínhamos muito aqui quando éramos adolescentes. Gravamos nossos nomes em várias dessas árvores, e é até difícil acreditar que eu estou voltando aqui, com ele, depois de dez anos. A descida até o fundo do Monte Tingguang demorava cerca de vinte minutos, era uma descida cansativa, mas o esforço era recompensado quando chegávamos ao final da trilha, o Monte Tingguang nos presenteava com a mais fresca cascata de água cristalina que nunca parou de jorrar. Era uma beleza natural do lugar.

Quando chegamos ao final, Jongin continuou me guiando por entre as árvores, e o caminho ficava cada vez mais difícil pois as árvores ficavam menos esparsas. A escuridão aos poucos predominava ali.

Continuamos caminhando até chegarmos ao fim da trilha, onde as árvores deixavam de ser enfileiradas e passavam a se agrupar num enorme círculo, e no centro dele estava um pequeno amontoado de terra com uma cruz improvisada com galhos mortos cravada na mesma. Era ali que o meu bebê havia sido enterrado.

– Eu o enterrei aqui, porque foi onde a vida dele se iniciou. –Tratou de lembrar. De fato, havia sido ali que transamos pela última vez, e depois disso eu descobri estar grávida.

– Foi muito gentil da sua parte, Jongin. Obrigada por ter feito algo pelo nosso filho. –Sorri nostálgica, enquanto acariciava a terra macia amontoada.

O engraçado é que eu não conseguia sentir nada, estando ali. Era como se eu não tivesse nenhum motivo para estar ali.

– Precisamos ir. Logo irá anoitecer. –Disse, com a mão sobre o meu ombro.

– Sim, vamos…

──────⊱◈◈◈⊰──────

Metade da semana havia se passado e eu continuava intrigada sobre o que havia acontecido lá no Monte Tingguang. Eu havia contado para LuHan tudo o que aconteceu nos últimos dez anos e ele ficou tão chocado quanto eu, principalmente quando falei que Jongin havia mentido pra mim sobre o meu bebê.

Eu só não contei uma coisa pra ele. E isso tem haver com Baekhyun. Ele nunca vai me perdoar quando souber o tipo de pessoa que eu realmente sou.

– Sinto que algo não está batendo. É como se uma peça não se encaixasse.

– O que pode estar faltando? –Indagou LuHan após me abraçar por trás.

– Algo relacionado à esse meu filho que, de acordo com Jongin, nasceu morto. Não sei porquê, mas eu acho que ele mentiu.

– E o que te faz acreditar que ele mentiu?

– Ele nunca me levaria ao lugar que meu filho está enterrado, sem pedir algo em troca. Jongin é muito esperto para cavar a própria cova.

– E o que você pretende fazer? –Me desvencilhei de seus braços, encarando no fundo dos olhos.

– Eu vou seguir o Jongin e descobrir o que ele realmente está escondendo.


Notas Finais


Falo é nada🍚🐧


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