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História Now United- Gene XIX - Nosh - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


Pessoal desculpa não ter conseguido postar na Páscoa, tive um probleminha com a minha com a minha cirurgia, mas vou postar duas vezes essa semana.
Eu só queria dizer que eu terminei o Capítulo da Joalin e quero dizer que tá muito bom!!!!
Ao que favoritaram essa semana, sejam muito bem vindos, e se tiverem teorias comentem aqui, quem vc acham que vai ser qual personagem, isso me anima .

Bom espero que gostem!

Capítulo 5 - Speed and Ice


Ginásio da Escola Notre-Dame, Londres, U.K.

Faltando apenas 37 segundos para o final da partida de futebol, a estrela de seu time segue em direção ao gol até ser bloqueado por 3 jogadores que o obrigaram a passar a bola para o jogador com cabelo prateado, que segue seu caminho até o gol. O ataque de Pietro é defendido pelo goleiro e a torcida vibra. O time adversário então avança com a bola, mas é interceptado por Pietro que rouba a bola e segue em direção ao gol. O treinador da equipe, pede que Pietro passe a bola para Bailey, o jogador que estava sem marcação. Os pais de May e sua irmã estavam torcendo muito por ele.

Com um chute Bailey enviou a bola ao gol, mas seu corpo foi interceptado por outro jogador, que o derrubou. Ao cair, acidentalmente seu gene X se ativou, o que fez o chão próximo de si congelar, derrubando o goleiro e o jogador que havia o atingido. Marcando o ponto da vitória. Por sorte a camada de gelo era bem fina e ninguém viu. O juiz apitou e decretou o final do jogo, a Notre-Dame havia ganho e agora os demais jogadores jogavam Bailey May para o alto comemorando sua vitória. Exceto Pietro que os encarava com inveja.

No vestiário após a partida, os jogadores estavam terminando de se arrumar e voltando para suas casas. Todos elogiavam o Filipino, que estuda no colégio desde os 6 anos de idade.

- Belo jogo May. – Um dos jogadores disse ao sair cumprimentando May.

- É! Mandou bem! – Disse o outro quando foi embora, deixando apenas Bailey e Pietro.

- Valeu. O jogo foi ótimo. - Bailey disse ao se despedir de seus amigos.

- Hm. – Pietro falou e se aproximou de Bailey. – Eu sabia que você ia ficar com a glória. – o jovem tinha um sotaque parecido com o sotaque russo.

- O que você tá falando? – Questionou o Filipino. – Todo mundo sabe...

-Todo mundo sabe que se não fosse por mim você não teria feito o gol, e eu sabia que tinha que chutar. – Pietro disse furioso. Maya, a irmã de May se aproximou do vestiário para buscar o irmão, mas parou ao ouvir a discussão.

- Escuta, foi um ótimo passe, mas você não ia conseguir chutar a tempo. – Bailey concluiu.

- Aí meu irmão – falou se movimentando em uma velocidade sobre-humana. – Eu tenho jogadas que você nem imagina e já estou cheio de me segurar, só pra gente como você se dar bem. – Deu uma cotovelada em Bailey, e saiu.

Bailey continuou arrumando as suas coisas. Até que uma voz se aproximou.

- Maya, tudo bem? – Falou cumprimentando sua irmã. Fazia muito tempo que ele não via a garota, devido a faculdade Maya estava sempre ocupada. – E a mãe e o pai?

– Estão lá fora, acho que o vestiário masculino deixa a mamãe nervosa. – Soltou uma risada

- Que jogo hein! – Bailey disse, estava feliz que sua irmã tinha vindo. – Que bom que veio!

- E eu ia perder o jogo do meu maninho preferido? – Disse o abraçando com uma risada

- Eu sou seu único irmão. – riu também. – Obrigado por ter vindo Maya, estava com saudades.

- Bay, você está bem? – Ela perguntou se sentando em um dos bancos. – Eu tenho andado preocupada com você. – Fez uma pausa. – Pelo que já discutimos antes.

- Eu sei, sem problema Maya, está tudo bem! – Falou de maneira rápida.

- Eu vi o que aconteceu hoje. – Ele começou. – Quando você caiu.

- Que isso, não foi nada, o gramado que estava congelado. – Bailey retrucou. – Está tudo sob controle. – Assim que concluiu o jovem espirrou

Atchim

Ao abrir os olhos a sala estava coberta de espinhos de gelo ao redor deles e o sobre chão uma amada de gelo havia se formado, o vestiário agora parecia um frigorífico. Maya estudava genética na faculdade, na verdade escolheu a profissão pensando em seu irmão. A garota queria entender o que acontecia com ele qual é a diferença.

Casa dos May, Londres. U.K.

- Ainda não esqueci o último gol. – Falou Matthew, o pai de Bailey, quando assava um hambúrguer caseiro para sua família. – Que beleza! Você vai lembrar desse jogo por muito tempo.

- É verdade! Não foi impressionante?! – Vanessa disse arrumando a mesa. Longe deles os irmãos May conversavam.

- O que me intriga é ter escondido isso por tanto tempo. – Maya disse.

- Estou dizendo Maya, está tudo sobre controle. – Bailey falava assegurando a irmã. – Um piso, um gramado, alguns espinhos de gelo. E daí? Nós estamos em Londres.

- Bailey. – Ela falou em um tom menos formal. – Você tem que levar isso a sério. Conheci um geneticista em uma palestra, ele tem uma escola para pessoas como você. Lá, você pode aprender a controlar suas habilidades. Eu tive o prazer de conhece-lo, e sei que ele ficaria muito feliz em tê-lo por lá.

- Eu não preciso de treinamento! – Falou irritado. – Eu consigo cuidar de mim. – uma camada de neve se formou sobre seu punho. – Quem mexer comigo... – Socou uma arvore e estraçalhou um pedaço da mesma.

- Não Bay. – Maya disse. – Você não deve usar suas habilidades pra isso, tem que aprender a controla-las. – se aproximou dele.

- Olha só! – Desfez o gelo em sua mão. – Eu tenho controle, está tudo bem!

- Como controlou no vestiário? – Perguntou irônica.

- Tá legal! Ainda não está aperfeiçoado. – Conclui o Moreno.

- Acho melhor continuarmos essa conversa com papai e mamãe. – Disse Maya

- Como se eu soubesse que não ia dar nisso. – Resmungou. – Olha Maya, não pode esperar até amanhã depois da escola? É uma grande noite para eles hoje.

- Venham enquanto está quente! – Disse Matthew chamando os filhos.

- Tudo bem BayBay. – O garoto deu um beijo em sua irmã e foi para a mesa.

Maya como foi com seu irmão? – Simon perguntou em sua mente.

Como eu temia professor, Ele é teimoso! – Disse Maya, estava triste consigo mesma.

Tudo bem, vamos ao plano B. Noah e Josh chegam amanhã de manhã. Por falar nisso, o Cérebro detectou outra assinatura mutante no jogo, mas não conseguiu uma leitura clara por alguma razão. Você notou alguém incomum lá?

Talvez... mas ainda não tenho certeza.

Tudo bem. Se souber de algo me avise.

Colégio Notre Dame, Londes U.K.

No dia seguinte, após o final das aulas Bailey foi até o seu armário pegar sua carteira, quando abriu apenas seus documentos estavam lá. Ele resmungou e foi abordado por Pietro.

- De onde você surgiu? – Bailey perguntou.

- É uma pergunta que você deveria fazer no campo. – Pietro falou, batendo os indicadores em sua têmpora.

- Olha só, eu sei que você é rápido. – Bailey disse. – Você fez umas ótimas jogadas ontem à noite.

- Finalmente admitiu que eu sou melhor? – Pietro falou.

- Eu disse que você é mais rápido. Não melhor. – Bailey Respondeu. – Eu ainda tenho meus truques, sabia disso?

- Claro que tem! Como ser roubado pela segunda vez este mês. Por que isso? – indagou o velocista.

- É, eu até mudei a combinação. – Bailey respondeu.

- Parece um grande mistério, né ‘brow’? – Pietro indagou.

- Eu sei! Mas eu vou pegar esse safado. – Bailey responde.

- Claro May. – disse Pietro tirando dinheiro do bolso e lhe entregando. – Mas você precisa de uma isca.

- Valeu Brow. – Bailey falou. – Eu te devolvo no dia da minha mesada. – Colocou novamente a carteira no armário, agora com dinheiro.

- A gente se esbarra. – fez um cumprimento com o de cabelos prata. E saiu.

- Nem no seu melhor dia! – Pietro disse. – Você nunca vai esbarrar em mim.

Casa dos May, Londres. U.K.

- Você não desiste Maya. – Bailey falou para irmã.

- É por que ela te ama. – Noah falou de maneira doce. – Ela se preocupa, todos nós.

- Isso com certeza explica por que você quase sempre volta com a roupa encharcada. – Vanessa diz

- Mas não é tão ruim senhora May. – agora era a vez de Josh. – Ter habilidades especiais pode ser muito legal às vezes.

- Ah é? – Bailey estava irritado. – Faz o seguinte então, deixa eu ver o que você faz que é tão legal.

- Bailey! – Vanessa interviu.

- Desculpa Nanay – O garoto falou.

- Não! Deixa, tudo bem. – Noah falou. – É que os poderes de Josh não são muito bons para dentro de casa. – sorriu para o mesmo.

- Tá legal! Não importa. – Bailey começou. – Eu vou dizer uma coisa. Eu gosto daqui, eu não vou para um lar de aberrações. Agora se me dão licença eu tenho algumas coisas da escola para cuidar. – Falou subindo as escadas.

- Anak... – Vanessa disse.

- É... não deu certo. – Noah disse.

- Eu cheguei a pensar que estávamos indo bem. – Josh falou.

- Eu peço desculpas pelo meu filho senhor Beauchamp. Está claro que foi muita coisa pra ele. Não se preocupe vou conversar com ele. – Matthew disse.

De repente eles escutaram um barulho. Noah olhou pela janela da sala e viu o garoto saindo de skate. Logo Maya, Josh e Noah estavam olhando da porta de casa.

- Temos que melhorar nossos argumentos de venda. – Josh brincou.

Escola Notre-Dame, Londres. U.K.

Bailey se esgueirou por dentro da escola, e andava sorrateiro para que não fosse pego. Ele para em frente ao seu armário e fica escondido entre a porta da sala de aula e entre os outros armários, esperando o ladrão aparecer. Bailey congelou os punhos e uma parcela de seus braços. Estava pronto para atacar o batedor de carteiras da escola Notre-Dame.

Quando sentiu uma forte ventania invadir o local, de repente todas fechaduras dos armários começaram a girar e em seguida todos os armários abriram, tudo que havia de papel começou a voar em um ciclone, que soltava “fiapos de energia” na tonalidade azul. Desesperado Bailey fez estacas de gelo de afastaram o ciclone. Após o ciclone parar uma figura se formou.

- Pietro? – Bailey estava surpreso.

- Pode me chamar de Mercúrio. – Ele diz. – Curtiu o uniforme? Fui eu que fiz. Levei um quarto de segundo. Olha só! Você também tem seus truques... – Correu em volta das estacas e elas logo se dissiparam. – Mas os meus são melhores.

-Pera aí. Você também tem poderes?

- Duh. Que adivinhão. – Respondeu o velocista com um tom de deboche. – May tudo o que você faz eu faço melhor. Posso pegar de volta? – Pietro falou com o dinheiro em sua mão.

- Mas por que você iria querer me roubar? – Bailey questionou.

- Pelo desafio, brow. – Respondeu o corredor. – Quando se vive muito rápido como eu, não tem muita coisa pra ocupar o tempo, então eu tenho que me entreter. – Uma risada. – Achou que podia me impedir brow? Errou de novo!

-Não aposte nisso! – Bailey disse e tentou socar Pietro, que desviou e o derrubou.

-Muito lento, como sempre. Eu acho que você precisa de mais tempo para melhorar seus poderes. Talvez eu possa arranjar. - Pietro falou.

- Como assim? Eu não entendi? – Bailey perguntou.

- Você sabe o que é bode expiatório? – Falou e foi embora. Deixando Bailey caído no chão.

De repente um barulho de sirene tocou e o jovem se viu cercado de policiais, o alarme silencioso da escola havia tocado e acionado a polícia. Bailey estava em apuros e ninguém iria acreditar em nele.

Delegacia de Polícia de Londres, U.K.

Bailey estava sentado em uma das celas, esperando seus pais virem busca-lo. Ele escuta um estalo e em seguida uma porta passando pelos trilhos.

- Anak, o que houve?

- Bem-vindo ao submundo! Usou mal os poderes, vai pra cadeia. – Josh disse.

- Não fui eu brow. – Bailey disse.

- Eu acredito em você. – Noah disse. – Na verdade, sinto que não foi você.

- Bailey, por favor me escuta. – Maya pediu. – Deixa eles te ajudarem.

- Vamos fazer um trato. – Josh disse. – O professor vai usar sua influência para te tirar daí. E você dá uma chance ao Instituto XIX. O que me diz? – Estendeu a mão para dentro da cela.

- Eu tenho uma escolha? – Bailey perguntou de braços cruzados.

- É claro você sempre tem escolha, só queremos te ajudar a fazer a certa. – Josh disse de maneira gentil.

- Tá bom! – Ele disse e cumprimento o loiro. – Feito.

Instituto XIX para Jovens Super Dotados, Bayville. USA. 2 semanas depois

Na sala de jantar, quase toda a equipe se encontrava para tomar o café da manhã. E faziam seu dejejum e conversavam sobre o cotidiano.

- Tá legal! E cadê o cara novo? – Sabina perguntou.

- Ele ainda está dormindo. – Simon respondeu. – Ele teve uma noite difícil e ainda não se adaptou com o fuso-horário. – Um brilho ilumina o lugar ao lado de Heyoon e Krystian surge.

- Eu adoro o cheiro de Bacon de manhã! – O rosado exclamou. Josh bebeu seu suco.

- Eu acho que ele sabe quem roubou os armários, ele contou? – Josh perguntou para Simon.

- Não, e Não vou me meter. – Simon disse tocando sua têmpora, indicando que não usaria sua telepatia para descobrir. – Ele vai contar quando estiver pronto.

- Se querem saber, ele está querendo acertar isso pessoalmente. – Heyoon disse. – Me passa a salsicha Nô. – Na mesma hora Noah tocou sua têmpora e o prato com salsichas levitou e foi até Heyoon.

- Ui! – Sabina disse. – Esse negócio entope as artérias, sabia?

- Eu agradeço a preocupação. – Heyoon respondeu usando as garras para pegar as salsichas.

- Acho que está certa sobre as intenções de Bailey, Heyoon. – Simon disse.

- Acredite, eu não posso ler mentes, mas sei o que alguém com raiva por ser caluniado é capaz de fazer. – Heyoon falou, quando outro brilho iluminou a sala, desta vez, no lustre. Vimos Krystian se esticando para pegar o pão. E Heyoon fechou tampa do mesmo – Princesa Jujuba! – rosnou. – Quantas vezes eu tenho que dizer? Peça que eu passo pra você.

- Desculpe, gata. – Outro brilho, agora na cadeira de novo. – Eu não queria te interromper.

- Assim é melhor. – Heyoon disse. – E tenha bons modos.

- De qualquer modo. – Simon falou. – Seria melhor se Bailey tivesse outras coisas para distrair a mente. Eu já o matriculei na Bayville. Josh, você pode apresenta-lo para o técnico de futebol?

- Claro Professor! – Josh respondeu. – Depois daquele último jogo no Reino Unido o técnico vai segurar ele.

- Ótimo! – Simon respondeu. – Então vamos esperar que o desejo de vingança de Bailey passe logo.

No alto da escada Bailey ouvia tudo e franziu o cenho ao ouvir os comentários dos amigos. E acabou congelando um pedaço do corrimão, voltou para seu quarto.

Colégio de Bayville, Direção escolar. USA.

Na direção, a secretária da diretoria organizava alguns papeis enquanto a irmandade de mutantes aguardava para falar com Mística. Pepe, Tolanski, Fred e Any agradavam sua líder os chamar. Dentro da sala Raven conversava com o homem da voz misteriosa, que manipulava metais.

- É uma honra você estar aqui! – Raven falou para o homem.

- Eu não vim para sua reunião com o corpo discente, Raven. – Ele responde. – Veja. – um holograma de Mercúrio apareceu em frente a sua mesa.

- Então esse é o rapaz veloz de que ouvi falar. – Ela disse.

- Pietro Maximoff, eu tenho um interesse particular nele. – O homem falou. – Esperei o momento certo para aborda-lo, e chegou a hora.

- Então vamos estender a mão da amizade para ele. – Mística disse.

- Não vai ser tão fácil. Ele acha que não precisa de ninguém. – O homem falou tranquilamente. – Porém pode haver um jeito. – Com um gesto de mão, outro holograma apareceu, a imagem que apareceu era a de Bailey May, o aluno filipino transferido de Londres.

- Ah sim.

- O jovem Pietro tem uma rivalidade com antiga com Bailey May. – O metalocinético falou.

- O aluno matriculado por Fuller na semana passada. – Raven concluiu.

- Recentemente Pietro levou vantagem nessa competição. – O homem narrava o acontecido. – E acho que o senhor May, gostaria de acertar as contas.

- Muito bom! – Raven mostra um sorriso. – Eu sei exatamente como junta-los.

- Excelente. Eu assumo daí. – Concluiu o homem com capacete vermelho.

Sala de Perigo, Instituto XIX, Bayville. USA

Na manhã seguinte, os jovens estavam na primeira sessão de treino de Bailey, era um circuito. O exercício consistia basicamente em uma pista de obstáculos.

- Iceman, é a sua 5ª vez, quer dar um tempo? – Josh perguntou.

- Nada disso, Brow. – Ele falou ofegante. – Eu vim aqui pra treinar, então vamos treinar. – Transformou todo seu corpo em gelo.

- Você ouviu o picolé. –Heyoon falou. – Vamos lá!

Bailey criou uma plataforma de gelo, para se movimentar pela pista, atingindo uma alta velocidade. Noah levita algumas bolas de ferro e as atira em sua direção. Bailey desvia de duas e acerta as demais com raios de gelo. Josh começa a disparar rajadas na pista de gelo. O que fez o construto se quebrar e Bailey cair no chão, próximo de Heyoon.

- Não foi tão vergonhoso Olaf. – Falou estendendo sua mão para Bailey que sorriu e agarrou a mão se levantando.

-Iceman, o técnico ligou disse que tem que ir para o ginásio tem um jogo hoje à noite. – Sabina falou da painel de controle da sala de perigo.

- Eu não tinha nenhum marcado. – Falou desativando sua camada de gelo os transformando em pequenos flocos de neve

- Agora tem chico. – Sabina falou. – Ele disse que a diretora Darkhölme programou de última hora. Disse que te quer de uniforme em uma hora, por que vai jogar contra a Escola Notre-Dame de Londres. – os demais se aproximaram.

- Bay que legal! – Krystian falou empolgado demais e corou sem querer. – Você vai jogar contra a sua escola antiga. – Noah e Josh se entreolharam.

- É! – Um olhar malicioso apareceu em Bailey. E aparentemente sua vingança chegou mais cedo do que o esperado.

Colégio Bayville, USA. 1 hora depois.

Um ônibus escolar desembarcava os alunos de Londres, um por um, os jovens desciam do ônibus o último foi Pietro Maximoff, o Velocista prateado.

- Qual é Maximoff. – Bailey falou se aproximando.

- Ih O lá! – Pietro começou suas provocações. – O cara saiu da cadeia, ou essa espelunca faz parte das sua punição?

- Temos umas contas para acertar Pietro. – Bailey tentou agarra-lo. Mas o jovem se esquivou

- Como sempre muito lento. – Riu debochado – Mas a atitude foi boa. Você sabe que as vezes eu acredito em você? – o prateado sentiu um toque em seu ombro e se virou.

- O que está havendo aqui? – Josh falou sério. Noah estava ao seu lado.

- Nada que eu não resolva. – Bailey falou ríspido para Josh.

- Foi esse cara aí que roubou os armários? – Noah perguntou.

- Não se mete nisso não, tá legal?! – Bailey deu um chega pra lá em Noah.

- Foi você? – Josh perguntou ainda segurando o ombro de Pietro.

- Quer a verdade? – Pietro perguntou e deu um tapa rápido na mão de Josh que soltou de seu ombro. –É eu roubei sim. E aí? Vai fazer alguma coisa Brow?

- Acho melhor você vir conosco. – Josh pegou no braço do garoto e segurou firme. Em uma manobra rápida, Pietro atirou o garoto de óculos no chão.

- Já chega Pietro! – Bailey disse. – Agora você vai perder. – Pulou na direção do garoto que desviou em alta velocidade.

- Isso parece um desafio May! – Pietro falou enérgico. – Mostra o que você sabe, idiota! – e saiu correndo.

- Acredite, man. – Bailey falou correndo em sua direção com seu uniforme em mãos. – você vai descobrir.

- Esse cara é bem rápido. – Josh disse.

- Não podemos deixar o Bailey sozinho. – Noah completou.

- Quem faz parte dosX-men, nunca está sozinho. – Josh concluiu. – Vamos lá.

Pietro corria por entre as ruas, e Bailey o seguia com sua pista de gelo e avançou contra o corpo do rival, que desviou fazendo com que Iceman batesse seu corpo no prédio.

- Dá tchau pra Bayville, May. – O jovem acelerou.

Dessa vez, Pietro usou uma velocidade muito mais alta que quebrou todos os vidros dos carros que estavam estacionados na rua, e das janelas e vitrines da mesma. Josh e Noah se aproximaram de Bailey.

- Nós temos que impedi-lo. – Noah falou.

- Eu tentei, só que ele é rápido demais. – Bailey falou. – Você disse que aquele treinamento ia ajudar

- O treinamento é só uma parte Iceman. – Josh disse. – Trabalho de equipe é outro.

O velocista se aproximava deixando um rastro de destruição pelo seu caminho e trazendo consigo uma forte ventania.

- Noah. – Josh falou. – Ele não pode correr se não estiver com os pés no chão.

- Entendi. – O de cabelos castanho colocou as duas mãos em suas têmporas e se concentrou, Mercúrio continuou correndo até perceber que estava levitando. E começou a girar criando um ciclone. – Não dá pra segurar.

- Segura essa Gatinho. – Pietro falou e intensificou o ciclone, fazendo com que os carros saíssem voando. E jogando a equipe para longe. Se segurando nos postes e caixas de correio Bailey e os demais não aguentariam muito tempo.

- Iceman. Preparar para disparar. – Josh disse

O loiro disparou uma rajada de seus olhos no ciclone desacelerando Mercurio e o fazendo colidir na parede. Bailey lançou uma raio e envolveu o corpo de Pietro em uma camada muito grossa de gelo, o impossibilitando de fugir.

- Não está tão rápido agora né Brow. – Bailey disse de forma debochada se aproximando.

- Do que adianta pra você May? – Pietro respondeu o desafiando. – Não tem como provar que eu tive algo a ver com seus problemas, tem?

- Isso parece um desafio. – Bailey falou tirando de seu bolso um pendrive. Que conectou em um speaker. – Eu tenho tudo aqui. – O Filipino soltou o Play.

“Quer a verdade? É eu roubei sim. E aí? Vai fazer alguma coisa Brow?”

- Muito bom mano. – Josh disse. – Parece que o treinamento valeu a pena.

Sirenes ecoaram e os jovens saíram correndo pelas sombras. Deixando Pietro preso e os policias com um criminoso em flagrante. Na delegacia, o jovem gritava para que o soltassem, até a cela tremer.

- Vocês? - Pietro falou incrédulo quando viu o homem de capacete vermelho e uma garota usando jaqueta de couro e tiara vermelhas

- É bom te ver de novo Pietro! – A garota falou. – Mesmo em circunstancias tão deploráveis.

- É e vocês podem tornar bem menos deploravéis. – Ele retrucou. – Vambora, me solta daqui. – Disse chacoalhando as barras de metal da cela. – Me tira daqui!

- Ainda impaciente. – O homem falou para o garoto. – Mas você cresceu muito Pietro. E eu preciso dos seus serviços se você achar que pode dar conta. – o homem com capacete disse.

- Tá com cara de desafio. – Os olhos do mutante brilhavam. – Como você quiser, mas me tira daqui primeiro.

- Muito bem! – Ele disse estendendo a mão para a grade que rapidamente se contorceu possibilitando a passagem de Pietro. – Venha conosco.

Uma fumaça vermelha circulou seus corpos e cobriu o local, quando ela se dissipou os três não estavam mais lá

Instituto XIX, Bayville. USA.

Um brilho no céu aparece e em seguida um corpo rosa despenca na piscina, onde os alunos de Simon descansavam. O impacto de Blink na água fez com que Sabina caísse de sua boia. Fazendo com que Noah e Josh que estavam afastados conversando rissem.

- Para com isso Krystian! – A mexicana falava furiosa.

- Parabéns Bailey. – Simon disse. – Soube que foi inocentado das acusações.

- É bom tirar isso da minha ficha. – Falou rindo. Diarra estava ao lado de Simon. – Obrigado pela ajuda professor.

- Professor o Krystian está deixando piscina vazia! – Sabina resmungou ao fundo.

- Eu não tô não! – Krystian gritou. Simon negou com a cabeça.

- Estamos felizes por termos você conosco.

- Valeu! - se virou para os jovens. – Aí, Olha só.

Bailey fez um pilar de gelo mais alto que a mansão e pulou de lá. Quando colidiu com a agua o pilar quebrou e caiu na piscina deixando a agua muito gelada.

- Foi mal. – Ele disse olhando para Sabina que estava tremendo.

- Parece que o Bailey vai se adaptar muito bem aqui professor. – Diarra falou rindo, esquentando a agua com raios de sol.

- Isso vai ser uma coisa muito boa! – Concluiu o homem.


Notas Finais


O que acharam pessoal?
Gnt eu sou mto curioso e adoro saber o q vcs estão achando suas teorias, então se puderem/quiserem comentem

Pessoal, chegamos na metade do primeiro arco. Algumas palavras estão em Filipino, elas significam (mãe e filho)
Nanay= mãe
Anak = Filho.

É isso @Effie_Chase, estou doido pra ler o seu capitulo de Renegades.

Beijos meu povo
Amo vcs


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