História Nowhere king - Capítulo 45


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Categorias The Beatles
Personagens John Lennon, Paul McCartney
Tags John Lennon, Lennon, Lennon/mccartney, Mccartney, Mclennon, Paul Mccartney, Thebeatles
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Palavras 2.046
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 45 - Capítulo Trigésimo Terceiro, parte B


Fanfic / Fanfiction Nowhere king - Capítulo 45 - Capítulo Trigésimo Terceiro, parte B

Tão depressa, estávamos nus, agarrados, desejando penetrar um no outro, nos poros, nas veias, em cada fibra. Paul, enroscado em meu colo, beijava-me e minhas mãos percorriam suas costas; eu estreitava-o junto a mim, buscava pelas nádegas firmes, queria aperta-lo todo. 

- Senti tanto a sua falta – minha voz saiu abafada pelo contato com sua pele.

- Você me teve.

- Você sabe do que estou falando.

- Eu sei, John. – e beijando meu pescoço, um beijo forte que terminou num abraço bem atado – Preciso de você em mim. Não me solta.

Suspirei, excitado, comovido. Sabia do que ele falava, muito mais que do sexo. Mas foi meu corpo que respondeu, os dedos furando sua carne. 

Não houve qualquer demora, estávamos ansiosos um pelo outro, famintos. Depressa eu estava dentro dele, todo, todo dentro. Um gemido aliviado mutuo ecoou, meus dedos entrelaçaram seus cabelos e meu nariz percorreu os fios, a pele, queria sentir o cheiro de Paul. Ah, seu aroma exótico, doce, misterioso, que me embriaga. Lambi seu pescoço devagar, absorvendo o gosto excitante, mordendo ali. Então ele moveu-se lentamente sobre mim, respirando-me como eu o respirava, e certamente seu peito, como o meu, encontrava alguma paz enfim. 

Paul fixou os olhos nos meus, havia paixão e havia a segurança de quem se sabe muito amado, muito desejado. Provocante, fez correr arrepios por todo meu corpo, mordeu o lábio inferior, o olhar bêbado me tragando. Afundei sem receios, eu era dele, sempre fora. Deixei que Paul conduzisse o ato, entregando-me as sensações, sentindo-o envolver-me firme, acolhido por seu interior. Mas a energia represada fazia-me procurar constantemente por seu gosto, em sucções desmedidas que com certeza o deixariam todo arroxeado. Não sentíamos nenhuma dor, porém, senão alívio e tesão. Paul lançou-me um olhar selvagem, seus cabelos caiam sobre a testa, da boca vinha algo que me atiçava ainda mais. Fascinado, murmurei:

- Você é um deus, Paul. 

Ele riu, um riso alegre e meio infantil, moleque. Tornou a morder os lábios, concentrando-se em me seduzir, curtindo a sensação de me possuir conforme eu o possuía. Como em desafio, a expressão na minha, pôs-se a fazer mais fundo, em entradas mais vigorosas. Joguei pra trás a cabeça enchendo o pulmão de ar e controlando-me. Enfraquecido, quase cai pra trás, mas me ajeitei, agarrando-o na bunda, mantendo-o firme. Paul lançou um olhar luxurioso para meus braços que o envolviam e eu sabia que ele estava dizendo quanto gostava deles. Sorri em cumplicidade. Conversamos sem palavras constantemente. 

Ele acariciou meus punhos, o antebraço, olhando-me com admiração. Diminuindo o ritmo, lambeu-me no pescoço, no rosto, nos lábios e entrelaçou nossas línguas. Sincronizados num beijo fundo, ele tornou a mover-se mais depressa e estreitei-o mais, meus músculos tesos, a tensão sexual contraindo e irradiando prazer. 

- Tão bom, John. Tão gostoso. 

- Perfeito.

- Ninguém é como você – ele disse entre gemidos, agarrado a meus cabelos – Ninguém me da esse prazer. 

Paul, em sua sinceridade, excitava-me mais e com o estímulo, enfiei nele de modo selvagem, desejando aumentar sua paixão, elevar a níveis alucinantes. Ele gemeu alto, entregue, deixando-se pender e sentindo as estocadas intensas. 

- Me fode com tudo – pediu quase sem voz e eu o sustentava, impelindo-me contra ele num esforço que não sentia. O prazer me movia, eu daria tudo por um gozo forte, queria preenche-lo todo de mim. O estrado rangia sob nossa força, em coro com os gemidos.

- Caralho – exclamei, uma poderosa força correndo pelas veias, e afundei nele depressa, mais fundo, mais forte, ouvindo o som que anunciava seu orgasmo. Paul jorrou em minha pele e senti-o, quente. Fui tomado pelo descontrole, alucinado com a visão, com seu cheiro afrodisíaco, em combustão pelo prazer dele. Duas estocadas pausadas e profundas me levaram ao gozo e gozei aliviado, como não fazia há um tempo. 

Deitamo-nos na cama, cansados, sorrindo. Busquei por seus dedos para entrelaçar nos meus e senti sua carícia em minha mão, suave e significativa. Paul dizia “eu te amo” através dos dedos. Havia sorrisos nos olhares quando viramos as cabeças para nos encarar e ainda sem fôlego, ele disse:

- Nossa.

- O que foi? – toquei seus cabelos carinhosamente.

- Tão intenso.

- Novidade?

Paul riu seu riso bonito.

- Na verdade, não. – e após uma pausa – Apenas continua a me deixar sem fôlego.

- Estou vendo – alonguei-me, relaxando, ouvindo-o rir.

No silêncio curto que se seguiu, Paul alisava meu peito devagar. Acariciou-me até o rosto e recebeu beijos delicados nos dedos. 

- Então quer dizer que você andou trepando em bordéis.

Ele deu de ombros.

- Ora, John.

- Ora o que?

- Eu mais parecia um moribundo tentando encontrar vida aqui e ali. 

- Sei. Você se sente melhor trepando.

- Às vezes sim, às vezes não. E você?

- Eu não estava interessado em falar com pessoas de modo geral, muito menos de escuta-las. 

Paul sorriu docemente e apoiou o queixo em meu abdome.

- Eu amo tanto você. 

Acariciei seus cabelos, bagunçando-os.

- Você é uma coisinha linda. – surpreendi-me, como tantas vezes, com minha capacidade de dizer coisas doces. Ele beijou minha barriga lentamente. 

- É você que eu quero, John. – brincava agora com meus pelos distraidamente, a voz melodiosa – Pensei que havia perdido você; pior, que você sequer existira. Sabe... – suspirou, melancólico – O sexo pode se tornar uma obsessão terrível pra mim, uma tentativa de preencher o vazio. Então eu fodo em agonia, buscando, buscando. Não encontrando nada. Antes...antes de você, era diferente. Eu trepava como quem brinca, era divertido, leve, casual. Agora, pareço um viciado. 

- Oh, não diga isso com pesar.

- Não, hum. É só que. Que eu tenho medo de quão dependente sou de você. 

- Estamos juntos nisso, amigo. – sorri. 

- É, eu sei. 

- Eu trepava com deus e o mundo e sentia que nunca estava satisfeito, como se não compreendessem minhas necessidades. – confessei, baixinho – As pessoas são tediosas e sem criatividade. Quando eu te conheci, o sexo ganhou outra dimensão. Não tem nada a ver com o que eu fazia. É outra coisa. E não falo só de amor, mas de química. 

Paul buscou por meus lábios e depositou um beijo suave. Olhou em meus olhos profundamente:

- Eu sei. 

Ele aninhou-se em meu peito e o envolvi. Não ficou quietinho muito tempo, porem. Sua boca procurava por mim, depositando beijos lentos aqui e ali. 

- Seu cheiro me excita, John.

- E o que você quer, hum?

Paul lambeu-me de baixo a cima antes de dizer:

- Quero comer você. 

Estreitei os olhos num sorriso charmoso que o desmanchou certeiramente.

- É?

- Você quer?

- Tenho sonhado com isso.

- Então me deixe dar isso a você.

Sem mais, ele trilhou meu corpo com beijos molhados até o topo do meu pau, que sugou devagar, a ponto de me semi endurecer. Suas lambidas gostosas por minha extensão fizeram o resto do trabalho. Com a boca ele percorreu-me, fazendo-me virar de lado e acariciou minha bunda, observando-me com devoção.

- Tão bonito, John. – ele dedilhava-me ali.

- Você gosta, hum?

- Muito – beijou uma nádega e outra, beijos lentos e sensuais. Deitei-me de bruços para receber sua boca, suspirando ao sentir sua língua passear por mim. Ele gemia baixinho, em beijos fluidos. 

- Ah, Paul.

Senti-o avançar para entre minhas nádegas, degustando de mim. O calor da língua macia atingiu-me e ele lambia meus testículos, a base do meu pau. Penetrou-me com os dedos, fazendo-me suspirar mais profundamente. 

Quando Paul me penetrou, sobre meu corpo, recebi-o com prazer, sentindo-me totalmente preenchido. Sua respiração funda em minha nuca, seus movimentos vagarosos, me atiçavam. 

- Isso é tão bom – confessei, deleitado.

- Você é uma delícia, John. Tão gostoso. – ele beijou-me no pescoço e enfiou num tranco, atingindo-me certeiramente.

- Você sabe como me comer. – gemi.

- Eu sou teu homem, John. – outra vez ele me estocou fundo.

- Sim. – respondi com dificuldade, desejando mais.

- Aqui, hum? Não? – Paul perguntou sabendo a resposta. Ele é hábil em se tratando da minha fisionomia. 

- Oh, sim. 

Agarrou-me pela cintura, a boca enterrada em minha nuca, atingindo-me no ponto certo.

- Sim, sim. Depressa. – pedi e senti-o morder-me enquanto acelerava. 

Paul procurou com as mãos por meu membro junto ao colchão e cerrou os dedos em torno, fazendo pressão e dando-me a sensação de estar fodendo enquanto ele me fodia. 

- Seu filho da puta gostoso do caralho – exclamei em êxtase, movendo-me junto dele. 

- Quero que goze comigo. 

Ele movia-se em ondas em mim, e em eco eu o acompanhava. Tinha seus gemidos graves e roucos em meus ouvidos, próximo, próximo e abri a boca contra a cama, deixando-me ir. Senti arder quando Paul estalou a palma na carne da minha nádega esquerda e gritei, possuído de tesão, implorando por mais. Estava completamente entregue a ele, louco pela submissão, delirando ante a agressividade vital com que ele me possuía. Devo ter pedido infinitas vezes que continuasse daquela forma; perdi a consciência de tudo, num transe maravilhoso. O urro de prazer de Paul, seus dedos prendendo meus pulsos contra o colchão, se entrelaçando nos meus, anunciaram que ele chegara ao orgasmo outra vez e eu, oh bem, já tinha ido, surpreso com as capacidades de meu corpo. 

 

- Enfim, nos reencontramos, Klein. É um prazer ter você aqui, amarrado numa cela. – Paul sorriu friamente.

Havíamos sido despertados de nosso sono por Sir Richard batendo à porta: Francie, a testemunha ocular da morte de meu detestável pai, estava no castelo, isolada na torre, como eu ordenara. 

Paul e eu a interrogamos. A garota vivia na rua e estivera passando fome até encontrar Klein e receber uns trocados dele em troca de sua história. Ela contou o seguinte: no dia do assassínio, o rei Alfred a havia chamado para uma entrevista em seus aposentos. Sem escolha, ela fora. Estava ansiosa por saber de que se tratava quando McCartney aparecera. Paul e Francie tinham um caso naquela época, dois adolescentes. O rei mandou que ela esperasse na saleta ao lado e Francie acabara por presenciar o que ocorreu a seguir. Assustada, fugira da corte, levando o segredo. Ouvira da boca de Paul cada palavra sobre a morte de Mary. No entanto, tinha receio de que se McCartney soubesse que ela tinha conhecimento do que houvera, quisesse elimina-la. Calou-se por anos até que a fome e a necessidade a fizeram falar. 

Combinamos um acordo de confidencialidade genérico; Paul, obviamente, não mencionaria as razões. Em troca do silêncio da mulher, uma gorda mesada e terras no Norte. Nada mau. Ela topou, é claro. Estava agora num aposento vigiado até que tudo ficasse acertado. 

- Vai me matar, McCartney? – Mestre Klein perguntou.

- Não. John está correto; há coisas piores pra você, seu merda. 

Paul ergueu o indicador no ar, num gesto típico seu.

- O que você causou a John e a mim não vai te sair barato. 

- Eu não duvido; conheço a tua crueldade.

- Não conhece, não. Não ainda. 

- Ah, McCartney, se Lennon tivesse a força necessária e não fosse um imbecil enfeitiçado por você... – foi interrompido por um forte empurrão de Paul.

- Ele é teu rei, como eu! Mais uma palavra fora do lugar e você vai pra uma solitária bastante especial. 

- Mas eu não sou homem de baixar a crina pra você, majestadezinha. Eu fui o maior Conselheiro deste reino.

- E agora não é merda nenhuma – terminei. 

Klein sorriu para mim. 

- Você realmente se contenta em ser a putinha de McCartney?

Avancei para ele, segurando-o pelo pescoço.

]- Cale a boca!

- Igualzinho a tua mãe.

Terminei de quebrar o nariz que provavelmente deixara pendente mais cedo. 

- John, John. – Paul tocou meu ombro – Não perca seu tempo. Ele vai pra minha solitária especial. Acredito que conheça, não, Klein? Deve ter mandado muita gente pra lá. 

Ele ficou quieto. Sabia que a solitária aberta no alto na torre era o pior dos infernos. 

- Espera, Paul. O que você sabe sobre minha mãe, Klein?

- Nada. Apenas que era uma meretriz. 

Fiz menção de ataca-lo novamente, mas McCartney me segurou. 

- Calma, Johnny. Não dê ouvidos. 

- Ele sabe de alguma coisa. – disse depressa, ofegante.

- E não vai comer nada até falar – Paul encerrou o assunto. 

 

 

 

 

 

 



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