História Noxian Mistress - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias League Of Legends
Personagens Ahri, Katarina
Tags Ahri, Futanari, Katarina, Lesbicas, Lol, Yuri
Visualizações 237
Palavras 1.925
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, FemmeSlash, Ficção, Hentai, Magia, Orange, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey \o/
Primeiro, mil desculpas pelo tempão sem atualizar, várias coisas acabaram acontecendo e atrasaram muito todas as minhas histórias e provavelmente vai levar um tempo pra eu pegar o ritmo de novo. Como vocês sugeriram, vou tentar me focar um pouco mais na história das duas e evoluir a história dessa forma, por mais que eu não prometa muito, já que a princípio, essa fanfic seria basicamente PWP (história hentai, sem plot). Vou tomar uma direção onde a Kat vai subindo nos escalões de Noxus enquanto leva a Ahri como sua escrava, tenho algumas idéias interessantes mas preciso pensar em como faze-las funcionar.
Enfim, espero que gostem e aproveitem a leitura!

Capítulo 9 - Sangue por Noxus


Ahri ainda estava dormindo pacientemente na cama, enquanto Katarina terminava de se aprontar. Como qualquer outro dia, roupas de couro apertadíssimas realçando suas curvas. Ela ainda deixava que a raposa descansasse, afinal, conhecia completamente suas habilidades e o quanto suas adagas machucavam alguém, mesmo nunca tendo pensado em machuca-la daquela forma, havia sido necessário, desobediência, para ela, não tinha como tolerar. 

Como cresceu em Noxus, teve que aprender da pior forma a tolerar e lidar com os seus problemas. Quando nasceu, aprendeu que não importava nada além da própria força, seu pai lhe abandonou no exército noxiano quando ela completara 8 anos, a partir dali, ela conviveu com homens que não entendiam nada além de luta e violência. No começo, a garota não fazia muito além de ajudar as outras mulheres na cozinha, também limpava as armas e arrumava as barracas da forma que conseguia. Entretanto, quando foi alcançando mais idade, seu corpo começou a se tornar voluptuoso, as curvas sendo acentuadas com muita intensidade e a sensualidade já era esbanjada por sua mera existência. A partir dos 14 anos, aprendeu o que era sexo e era obrigada a aceitar as ordens dos soldados que inegavelmente lhe espancariam caso desobedecesse.

O problema realmente começou quando descobriram que ela havia nascido com algo a mais, descobriram o único segredo que ela guardava dentro do coração. A pobre Katarina, jovem, inocente, não sabia muito sobre o mundo, mas sabia que era mulher e por isso tudo seria simplesmente mais difícil. As outras mulheres do exército, mais velhas, sempre conversavam com ela e faziam questão de vigia-la enquanto tomava banho, para que nenhum homem ousasse tocar em seu corpo, e elas eram as únicas em quem Katarina confiava a nudez, se sentia segura com elas. Seu pai já havia lhe dito, com palavras brutas, que ela não era uma garota normal, era diferente, havia nascido com algo que não era natural e por isso sofreria ainda mais.

Em um dia comum como qualquer outro, ela havia ido se banhar em um dos chuveiros usados pelo batalhão, já que costumavam ser solitários, foi ali, que por falta de sorte, foi descoberta. Um dos soldados noxianos - que observava a garota a muito tempo, atrás de conseguir seu corpo - encontrou-a ali, com a intenção de estupra-la. Essa vontade rapidamente passou ao avistar o membro que pendia entre suas pernas, e ali começou toda a fonte de humilhação. O soldado em questão levou-a até a cabana do general, a garota ainda estava nua e se contorcia, tentando se soltar, seu rosto banhado pelas lágrimas.

A partir de então, ela foi amarrada em um poste localizado no centro do exército, exposta ao frio, vento e qualquer homem ou mulher que passasse por ali, e o pior de tudo, todos tinham o direito de toca-la, tinham o direito de chicotea-la. A tortura durou exatamente três dias e três noites, tempo suficiente para que seu pai descobrisse da deslealdade de seus homens. Acolheu a filha com os braços abertos e o coração amolecido, prometendo cuidar da garota dali em diante. Mas Katarina não era mais a mesma, algo dentro dela havia mudado, já não sentia mais simpatia ou doçura por nada nem ninguém, a única coisa que pulsava em seu peito era raiva, ódio, ela queria machucar aqueles que lhe machucaram, queria que eles sentissem a mesma dor e humilhação, e por conta de tudo aquilo, seus dotes para a luta foram exaltados. 

Ela roubara uma faca de um dos soldados, uma adaga de batalha, degolando-o logo em seguida. Cega pela fúria, durante a noite, matou absolutamente todos os homens do exército, cortou seus corpos, rasgando a carne mesmo depois de estarem mortos. Ainda assim, não se sentia satisfeita e picotou membro por membro, esquartejando todos aqueles que lhe causaram dor e sofrimento. Seu pai, quando descobriu, não se enfureceu, não sentiu ódio, apenas aplaudiu-a, dando permissão para formar o novo exército noxiano, treinando cada soldado e liderando as missões a partir daquele dia. E então, ela, aos poucos, se tornou a assassina mais brutal e sagaz que a cidade-estado já tivera.

Depois da morte de seu pai, ela prometeu honrar o nome da família, servindo Noxus com suor e sangue, se submetendo às ordens de Swain, rapidamente se tornando próxima do novo líder. Por conta de sua reputação e do nome de sua família, Swain não se metia nos assuntos de Katarina e nem investigava as histórias e rumores que rondavam sua figura, principalmente por respeito, mas não era bobo, não era por respeita-la que deixaria a mulher se tornar intocável, por isso, sempre estabelecia sua superioridade de uma forma ou outra.

Depois de passar por tudo isso, ela se orgulhava de quem se tornara, no final, havia alcançado mais do que pensava ser possível, mas ainda não estava satisfeita, em seus pensamentos mais obscuros, ela queria destronar Swain e governar Noxus, mas ainda teria que pensar muito para conseguir aquilo, teria que forjar muitas alianças dentro dos altos níveis políticos noxianos e ainda era tudo muito arriscado, porque não tinha idéia de quem estaria disposto a apoiar aquela idéia. Por mais que ela pudesse morrer por lealdade, ela não viveria submissa a ninguém, e se Swain ousasse cruzar os limites do aceitável, ela colocaria suas idéias em prática, não tinha medo de morrer por um ideal.

Kat observava Ahri enquanto a raposinha dormia, o rosto sereno, complacente. Mesmo sendo só uma escrava, não podia negar que era linda, talvez a mais linda mulher que já teve o prazer de conhecer, tudo nela era fascinante, cada centímetro perfeitamente colocado, por mais que não fosse a escrava mais obediente. Claro, não podia deixar de notar quão belo era seu corpo, já que quando estavam juntas, passavam a maior parte do tempo sem roupa. Se tivesse que ser sincera, ela não diria ter arrependimentos, não tinha remorso em usar e abusar do corpo da kitsune, ela sofreu do mesmo mal enquanto crescia, por mais que não quisesse necessariamente causar a mesma dor, - por saber quão terrível era. - não conseguia evitar, era como se fosse hipnotizada pela beleza quase que incontestável.

As lembranças do passado, de uma forma ou outra, sempre lhe assombravam, mas enquanto estava com Ahri, isso parecia passar, ela aproveitava a companhia dela, por mais errado que fosse a situação, mas nunca iria assumir uma posição como aquela, isso seria assumir que suas fraquezas lhe atormentavam mais do que ela podia suportar, e ser fraca não lhe soava nada agradável.

Levou a mão até o rosto ainda adormecido, acariciando a pele com cuidado e curiosidade. Sentia uma leve pontada de culpa por tê-la ferido, mas ela não tinha culpa, tinha? Não suportaria a idéia de viver sem Ahri, principalmente pelo que a sua fuga significaria, mostraria que Katarina havia sido fraca a ponto de deixar escrava fugir, e isso seria imperdoável. Mas ainda sim, por alguma razão, ela se sentia péssima, não era algo que ela gostaria de ter que fazer de novo.

Seus lábios tinham a aparência tão feminina que lhe dava inveja, vermelinhos e pequenos, tão atraentes. Poderia passar horas apenas observando-a, pacífica enquanto dormia calmamente. Seja lá o que for, ela estava se viciando em Ahri, na sua beleza, no seu corpo, e em como ela era linda em baixo de si, submissa. Inevitavelmente, sentiu seu membro pulsar, rapidamente ficando duro e criando uma pressão quase que insuportável nas calças. Acariciou seu pau, mesmo com o tecido, ainda ajudava levemente.

Ahri acabou acordando com os movimentos exagerados, os olhos ainda meio sonolentos avistaram Katarina. A princípio, não compreendeu muito bem a situação, o corpo e a mente ainda estavam despertando lentamente, mas ficou surpresa ao ver a noxiana ali, acho que, depois da noite anterior, ficariam sem se ver e se falar por mais tempo. No fundo, sentia-se contente por tê-la ali por perto, de uma forma estranha, Kat lhe fazia bem.

- Como está se sentindo? - a voz da ruiva quase falhou, mas conseguiu se manter firme.

- Melhor... eu acho.

Por mais que tivessem que conversar, aquilo poderia esperar algum tempo, o 'probleminha' da noxiana não. Com cuidado, Kat se deitou sobre o corpo de Ahri, sua mão segurou o rosto dela com cautela, enquanto a outra agarrou sua cintura. Seus olhos estavam vidrados naquele amarelo intenso da raposa, que estava corada, o rosto queimando num vermelho potente.

Pela primeira vez, se beijaram de forma calma e permaneceram daquela forma. Os lábios se tocaram com menor intensidade, repousando um sobre o outro, sem línguas ou troca de saliva. Talvez aquilo fosse uma demonstração de que Ahri estava segura, que Katarina ainda confiava nela e a desejava, um sinal de afeto, pela primeira vez, doce e suave. Kat permaneceu segurando o rosto da raposinha, enquanto a outra mão subiu até um dos seios, que, por sorte, não estavam enfaixados, apalpando a carne com suavidade e desejo queimando, era tão macio que ela sentia o tesão queimando ainda mais forte dentro de seu corpo. Em resposta, a kitsune gemeu em meio ao beijo, o corpo ainda meio frágil.

Separaram os lábios, ofegantes. A ruiva desceu os lábios até o pescoço de Ahri, dando uma lambida longa na região, depois, deixando a marca de um chupão, marcando sua propriedade, marcando território. Ahri pertencia a ela, e a raposinha precisava conhecer sua posição. Ambas as suas mãos apertavam e massageavam os seios, agora, com força, e os gemidos de prazer apenas intensificavam os movimentos. 

Kat teve uma idéia que rondava seus pensamentos a tempos, abriu o zíper de sua calça e deixou que seu membro pulasse para fora, completamente duro, ansiando por aquele corpo. Sentou-se com mais cuidado do que gostaria de assumir sobre a barriga de Ahri, não queria machuca-la, e arriscaria aquilo por mais que não fosse aconselhável, posicionou seu sexo em meio aos peitos dela e os segurou com as duas mãos contra sua carne, a maciez dos seios acariciando seu pau que já estava sensível.

Como se fosse uma buceta, Katarina começou a foder os seios, indo para frente e para trás enquanto apertava-os contra seu pau, a sensação era incrível, incomparável. Ahri mordeu os lábios e encarou o membro em sua frente, abriu a boca e deixou sua língua para fora, por conta do tamanho, Katarina conseguiria fuder seus peitos e alcançar sua boca, e assim foi feito. O prazer e a sensação de ser dominante formavam a dupla perfeita para a noxiana, e a sensação de estar fodendo aqueles peitos realmente era alucinante, deliciosamente viciante, da forma mais pervertida possível, significava dominância.

Enquanto os seios acariciavam toda a extensão de seu pau, a língua de Ahri e o pré-gozo deixavam seu membro lubrificado, deslizando rapidamente. A kitsune segurou os próprios seios, movendo-os alternadamente para cima e para baixo, enquanto Kat se focava em fode-los com força.

A ruiva gemeu, o prazer tomando conta de seus sentidos. Suas bolas se apertaram e ela acelerou os movimentos como um último ímpeto sexual, não levou muito para gozar, liberando o líquido branco e grudento no rosto de Ahri, que permaneceu com a língua para fora, recebendo parte daquilo, engolindo logo em seguida.

Para Katarina, aquela visão era uma obra de arte, o rosto de sua escravinha coberto de porra, sua porra. Só aquilo era o suficiente para deixa-la dura novamente, mas não poderiam partir para uma segunda rodada, não ali, Kat tinha muito a resolver antes de partir com Ahri para uma nova casa.

- Arrume-se, - Katarina disse, ofegante. - Nós vamos para Noxus.


Notas Finais


Acho que recebi votos o suficiente e já sei o que vocês querem ver aqui! Mas tenho uma perguntinha safadinha *-*
Se eu fosse trazer outra escravinha pra Katarina brincar, quem vocês gostariam de ver?

https://spiritfanfics.com/jornais/pedidos-lol-10177210


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