História Numa Realidade Muito Diferente - Capítulo 2


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Categorias Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), James Rupert "Rhodey" Rhodes, Natasha Romanoff, Nick Fury, Pepper Potts, Sam Wilson (Falcão), Steve Rogers, Thor, Visão
Tags Avengers, Bruce Banner, Marvel, Natasha Romanoff, Steve Rogers, Thor, Tony Stark, Vingadores
Visualizações 9
Palavras 1.165
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Mistério
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E aí prontos para continuar a história??? Deixem suas opiniões pra eu dar uma olhadinha! Valeu!

Capítulo 2 - Anthony Stark Parte II


  OPA galera Tony Stark de volta na área. Sentiram minha falta né? Enfim, vamos continuar de onde a gente parou. Onde eu parei mesmo? Ah sim, na hora em que eu virei um grande babaca que só pensava em si mesmo. Senta aí que eu já explico melhor.

  Depois de três meses trabalhando na Indústria do Stark, ele me deu uma grana muito boa e me "adotou". Porque as aspas? Eu não morava com ele nem nada, mas a responsabilidade por qualquer cagada que eu fizesse era dele. Nunca havia me sentido tão feliz quanto sai dali. Ou pelo menos era o que eu achava. Me despedi dos meus colegas e fui obrigado a aturar uns olhares invejosos, afinal, eu não estava indo pra qualquer lugar. Do outro lado do refeitório, vi Pepper. Ela me observava, séria. Eu precisava falar com ela, nem que fosse pela última vez. Caminhei cruzando o refeitório em sua direção. Parei na frente dela e disse:

- Eu estou indo embora.

- Legal - Respondeu ela num tom seco, sem olhar pra mim

- Porque você não pode ficar feliz por mim? - Perguntei, indignado

- Porque você, prometeu que me levaria junto quando fosse embora, se esqueceu? - Gritou me empurrando

  E eu tinha mesmo esquecido. Tudo voltou á minha memória. Logo que nossa amizade começou a nascer, eu fiz uma infantil promessa a ela:

- Pepper - Disse eu enquanto lanchávamos 

- Que foi? - Perguntou se virando pra mim

- Um dia a gente vai fugir daqui, e você vem comigo

  Ela sorriu e respondeu:

- E você vai comprar um castelo de princesa pra mim? 

- Eu compro quantos castelos você quiser - Respondi rindo sem ter noção daquela promessa

  De repente, me senti mal. Eu finalmente entendia o que ela estava sentindo. 

- Pepper, eu não...

- Tudo bem - Disse enxugando algumas lagrimas fujonas - Não quero nada que venha de você

  Ela foi embora, e eu, fiquei ali, sem reação, sem resposta. Me sentindo um monstro. Devaguei por toda a nossa infãncia. Todos os bons momentos que passamos juntos. Ás vezes pregavamos peças em nossos colegas e  saíamos correndo. E das vezes que apanhávamos por causa disso também. Mas tudo valia a pena. Meus melhores momentos foram assim.

- Tony? - Ouvi a voz de Howard me chamando

  Me virei pra ele e respondi:

- Já estou indo.

  Quando ouvi essas palavras saindo da minha boca percebi com quanta frieza havia as pronunciado. Mesmo com uma grande dor no peito eu não estava pronto pra voltar atrás.

- Ela não é do seu nível, Tony - Disse ele quando entramos no carro

  Eu sequer respondi.

  Pra encurtar história, passei 3 anos sendo aprendiz de Howard. E durante esses três anos não vi Pepper novamente. Mas aquele buraco no meu coração ainda estava lá. Mas tudo mudou novamente quand descobri quem era meu pai. Como Howard e sua esposa Maria nunca tiveram filhos, ele me tratava como seu eu fosse seu. Ás vezes eu ia até a casa deles almoçar. Mesmo que Maria tivesse morrido há alguns anos, ele dizia ainda sentir muito a sua falta. Porém um dia, resolvi esplorar o único cômodo que nunca havia entrado na gigante mansão Stark. Maldita curiosidade. O lugar era enorme, e eu começei a revirar as estantes em busca de algo que eu pudesse ler. Em vez de um livro, encontrei um álbum de fotografias. E pasmem, nele haviam varias fotos minhas, brincando na escola, saindode casa, no colo da minha mãe... Todas fotos batidas de longe.

  Ouvi alguém entrando e me virei para ver quem era. Howard.

- O que é isso? - Perguntei

- Isso, são as pouccas fotos que tenho suas, filho.

  Aquele filho foi como um choque. De repente tudo fez sentido. Permaneci extasiado, sem palavras. No fundo, eu sempre soube.

- Filho? - Perguntei com a voz falhando

- Isso mesmo, Tony. Você tem sangue Stark correndo nas suas veias.

  Agora, parando pra pensar, nunca senti tanta raiva quanto naquele momento. Tantas perguntas surgiram na minha cabeça que eu nem sabia por onde começar. A imagem que veio na minha mente foi de minha mãe, com seus olhos cinzentos quando me deixou na porta do orfanato.

- Covarde! - Gritei apontando pra ele - Você teve medo! Enquanto isso minha mãe teve que se virar pra cuidar de mim enquanto você estava aqui brincando de família feliz!

- Tony... Eu nunca deixei faltar nada pra vocês

- Tem coisa que dinheiro não substitiu Howard! - De cima da mesa peguei um vaso e o joguei no chão - Eu não queria o seu dinheiro sujo! Eu queria um pai! Alguem que me buscasse na escola, alguem pra eu fazer cartôes do Dia dos Pais!

  Howard olhou pro chão.

- Eu te odeio! - Gritei mais uma vez indo pra saída.

  Ele se colocou na frente da porta, mas com toda a força que eu tinha o empurrei para o lado e ele caiu no chão.

- Nunca mais se aproxime de mim!

  Galera, dou uma dica pra vocês adivinharem pra onde eu fui. Quem pensou Pepper acertou. Mas ela não estava mais lá. Quando fez 18 foi constrir a vida sozinha, e ninguém sabia para onde ela foi. Onde ela estaria? Lá estava eu, perdido novamente.

  Procurei ela por dois meses, logo depois de cortar todas as minhas relações com Howard Stark. Mas não a encontrei, nem na Internet, nem em lugar nenhum. Começei a trabalhar como barmen, mas logo fui despedido por beber demais e trabalhar de menos. Na verdade foi tudo um grande mal entendido.

  Dois anos depois, criei a armadura. Se você comparar com o que ela é hoje, aquele protótipo era ridiculo, mas o principio era o mesmo. Precisei economizar meses para conseguir o dinheiro, mas quando finalemente o consegui, a construi e confesso que me senti o máximo. Porém não podia vender a ideia a ninguém, principalmente porque a única que tornaria a idéia real era a Stark. E eu me recusava a colocar os pés lá novamente. 

  Três meses depois recebi noticia da morte do famoso magnata Howard Stark. Não senti nada. Ele nunca foi meu pai.

  Bom, isso não era o que o falecido achava, cosiderando que ele deixou todo o Imperio dele pra mim. Tive muita dificuldade em aceitar. Mas acabei aceitando por causa da Armadura. Desse modo eu poderia realizar aquele sonho, e poderia o ampliar com materiais de primeira linha. E foi o que eu fiz. Construi a Armadura que a imprensa batizou de Homem de Ferro. E por mais que o exército quisesse que eu construísse todo um exército de Homens de Ferro, não o fiz porque sabia que esse poder seria incontrolável. Mas eu podia fazer um pouco. Eu podia ser o Homem de Ferro. Assim eu protegeria a América. 

  E além disso eu tinha idéias bem mais importantes para aquele traje. Ou melhor, a SHIELD tinha planos melhores.

 


Notas Finais


OPAAA galera e aí o que acharam? Bom, agora que terminamos a história do nosso amado Tony, vamos para o amado e grandão Hulk. Ou melhor, Bruce Banner. Espero que gostem! Deixem aí nos comentario suas opiniões e sugestões. Valeu!


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