História Numbers x Monsters - Capítulo 4


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Categorias Stranger Things
Personagens Chefe Jim Hopper, Dustin Henderson, Eleven (Onze), Jonathan Byers, Joyce Byers, Karen Wheeler, Lucas Sinclair, Mike Wheeler, Nancy Wheeler, Personagens Originais, Steve Harrington, Will Byers
Tags Eleven, Love, Shipp
Visualizações 15
Palavras 1.780
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey, peoples!

Tudo bem com ocê's?

Tá saindo do forno um novo capítulo quentinho e que demorou MUITO pra escrever. Então espero que curtam e, se não, comentem suas ideias para melhorar nossa fanfic.

Se quiserem, eu agradeceria, podem dar um "estrelinha" para nossa historinha. Ficarei agradecida!


Beijinho no ombro, mis amores!

Capítulo 4 - Chapter Three - Amélia


Fanfic / Fanfiction Numbers x Monsters - Capítulo 4 - Chapter Three - Amélia

Narrador P.O.V.:

 

22 de Outubro de 1987

Hawkins, Indiana

 

Cadernos, mapas, documentos e artefatos eram as coisas que o baú guardava, mas no que isso ajudaria para derrotar um monstro poderoso o bastante para matar mais de uma pessoa e abrir portas de metal?

 

Não faziam a mínima ideia

 

Mas levaram tudo aquilo para Hawkins de qualquer forma, poderia ser que tivessem informações para derrotar aquele monstro terrível, sua localização ou como impedir que o portal seja aberto novamente. Seria ótimo!

 

Era noite na pequena cidade de Hawkins e o pequeno grupo de “super-heróis” encontravam-se na sala da casa Byers, procurando qualquer informação útil naqueles diversos papéis espalhados pelo chão. E algo chamou atenção de Jonathan.

 

- Escutem este trecho: “Hoje fazem exatamente 3.240 dias, sentia falta de minha irmã, mas descobri muitas informações uteis neste laboratório. Até que minha habilidade era de grande utilidade, pude me infiltrar entre eles sem perceberem. Eles fizerem mais de cinquenta testes em crianças e adolescentes, a maioria não gerou bons resultados. Pelo que eu li depois de 13 os testes, mesmo sendo diferentes, começaram a gerar resultados iguais, mas não se tornaram descartáveis. O objetivo deles era descobrirem segredos ou fraquezas dos russos, mas acabaram por criar armas também. Até onde me informaram o poder mais útil para eles que, servia como arma e espionagem, foi apelidado de Eleven. Perde-la seria como falar que desistem de lutar, mas seu poder total está escondido, é o que eles pensam, e procuram fazer mais testes com ela para tentar torna-la uma arma perfeita......”

 

- Eles queriam me tornar uma arma?

 

- E não é apenas isso, pelo que eu li essa garota te ajudou a fugir. Ela distraiu eles e abriu a seu “quarto”, permitindo que saísse e impedindo a maioria dos guardas de chegarem perto de você!

A surpresa era nítida na expressão de Eleven, notará que estava muito fácil sair daquele lugar e só teve a chance quando percebeu um dos guardas conversando que uma “sala das câmeras” estaria pegando fogo e a maioria estaria lá tentando apaga-lo.

 

- Mas quem seria ela?

 

- Esse é o problema ela nunca escreve seu nome, apenas utiliza o termo eu. Então não é possível saber exatamente quem é ela. Ela também diz que viajou pelo mundo procurando outros laboratórios e, quando encontrava, tentava resgatar qualquer um dos “experimentos” deles.

 

Ao fazer esse comentário Max lembrou-se de um mapa que tinha vários locais marcados, entre eles Hawkins. Será que ela passou por todos aqueles lugares procurando crianças ou adolescentes que sofriam nas mãos destes homens terríveis?

 

- Pessoal olhem, parece que ela já foi para vários países procurando estes lugares. Eu não tinha certeza já que ela os experimentos eram do nosso país, porque teriam laboratórios em outros lugares? Porém ela escreveu uma nota na parte de traz desse mapa: “ Percebi, depois de uma longa pesquisa, que eles espalharam os laboratórios pelo mundo com diferentes nomes, usina de energia, fabricas, recolhedora de bens materiais, lixeiras, não importava o nome seu objetivo era o mesmo. Pensei que seria impossível tentarem colocar uma na Rússia, mas conseguiram colocar um de seus laboratórios. Que não durou muito pois foi descoberto que era americano.”

 

- Quantas pessoas será que ela achou?

 

A pergunta fez todos começarem a pensar, várias dúvidas rodavam essa garota, além das mais complicadas ainda tinham as mais simples. Quem é ela? De onde veio? Qual é esta habilidade que ela cita? Quem ela salvou? Por que ajudou estas pessoas? E como descobriu sobre elas?

 

Eles não faziam a mínima ideia de como a história era longa e dolorosa. A misteriosa garota era muito forte e, com certeza, não seria derrotada tão facilmente quanto os “homens maus” pensavam. Afinal, que eles pensavam que eram comparados a ela e a qualquer outra pessoa? Nada, sua vida não valia a pena, pois apenas luxuria e maldade enchiam suas mentes e vidas.

 

- Você leu tudo que está aí?

 

A pergunta que Joyce Byers fez seria mais facilmente respondida com um simples “sim‘’, mas seria mentira assim que Jonathan percebeu os outros cadernos espalhados pelo chão e alguns que nem saíram do baú ainda.

 

- Não, ainda tem muitos, mas começarei agora mesmo

 

- Tudo bem! Vou preparar algo para comermos

 

A pesquisa durou algumas horas até que achassem algo de interessante para ser compartilhado com os outros. Não que ela escrevesse pouca coisa útil, mas naquela situação aquelas informações não serviriam de nada para eles. O bolo que a senhora Byers havia feito só haviam sobrado migalhas, e a fome ainda não tinha acabado para todos, porém naquele momento aquilo era mais importante.

 

Mike, que também havia começado a ler as dezenas de cadernos que ainda nem haviam sido tocados, mas valeu a pena todo o trabalho que tiveram.

 

- Pessoal, encontrei algo! “Descobri mais sobre as criaturas que encontrei ontem à noite, elas são denominadas popularmente por lunam obumbratio, que significa “Sombras da Lua”. Acredita-se que foram originalmente criados das sombras em uma noite sem estrela e com lua cheia, sendo tirado o nome deste pensamento. Estes monstros podem mudar de forma, como seus cabelos e formas, mas possuem uma pequena mancha em seus corpos que parecem uma tatuagem, normalmente são um desenho em preto simbolizando seu mundo. Eles costumam usar algo branco misturado com um roxo muito escuro, como se fosse o seu mundo e o nosso. Eles costumam ser facilmente localizados por causa destes detalhes, já que seu maior objetivo é proteger seu amado mundo. Assim como seu ar é tóxico para nós, o oxigênio que quase não existe naquele mundo tem em excesso aqui, dificultando a vida deles. Pelas minhas pesquisas eles não sobreviveriam mais de cinco dias na nossa “realidade”. Na Califórnia, pelo que descobri, foi onde o primeiro portal foi aberto pelos seres humanos, porém não durou muito. Ocorreu um ataque e, para se proteger, um grupo de cientistas colocou fogo no lugar, a população acredita que tenha sido um acidente. Vazamento de gás ou produtos químicos que se misturaram."

 

- Qual a data em que foi escrito?

 

A pergunta de Nancy, sua irmã mais velha, perguntou o deixando curioso. Qual o objetivo em saber a data? Não era a localização nem uma informação sobre a garota!

 

- 22 de julho de 1987

 

  - Fazem dois meses! Quer dizer que ela estava na Califórnia em julho.

 

- Mas que diferença faz?

 

- Se descobrirmos para onde ela vai, poderemos ir até lá!

 

E, realmente, fazia sentido. Nancy Wheeler era inteligente, embora não demonstrasse muitas vezes para as pessoas ao seu redor, com exceção de seus pais que tinham conhecimento de suas notas na escola.

 

 Jonathan olhou sua antiga paixão e, provavelmente, a nova também, admirado e com um meio sorriso brincando em seus lábios. E ele se impressionava cada vez mais com aquela mulher que a poucos anos a poucos anos atrás ainda era uma adolescente com os hormônios a flor da pele.

 

§§§§§§§§§§

 

23 de Outubro de 1987

Camberra, Austrália

 

A passos lentos a garota de pele escura e belos cabelos cacheados caminhou até sua cama, ao qual ela arrumou de maneira exageradamente perfeita naquela manhã. Tirou seus óculos escuros, que havia tido preguiça assim que chegou em casa depois de uma noite agitada com sua melhor amiga. Trocou sua calça jeans e sua blusa amarronzada de lã por uma confortável camiseta masculina de seu irmão, jogou as almofadas e os ursos de pelúcia que decoravam sua cama no chão, e aos poucos deitou-se na cama e dormiu, caindo em um sono profundo, mas os sonhos, assim como a garota que via todas as noites em locais diferentes, não a deixaram em paz. Mas dessa vez, a garota ruiva falaria com ela e mudaria toda sua vida e seu futuro.

§§§§§§§§§§

A garota de cabelos cacheados, denominada Amélia, encontrava-se em um jardim em frente de uma casa de tamanho aceitável com uma caixa de correio branca onde estava escrito “Byers”. Mas quem eram os Byers? Nunca havia ouvido falar.

 

- É muito bom vê-la pessoalmente, Amélia!

 

Ao virar-se viu a garota com quem sonhava todas as noites, sempre acreditou que fosse da sua imaginação, talvez tenha sido a falta de uma presença materna ou sua mente fértil. Não sabia como, mas sonhava com ela!

 

- Quem é você?

 

- Digamos que sou uma amiga à primeira vista!

 

- O que queres comigo?

 

- Preciso da tua ajuda!

 

A surpresa era clara na expressão facial de Amélia, o que e quem era aquela garota?

 

- O que quer?

 

- Este lugar em que estamos está em perigo, seus dons podem ajuda-los! Este lugar em que estamos é em Hawkins, Indiana. Você deve vir até aqui e procurar por Will Byers, diga que é uma prima distante dele e que gostaria de revê-lo. Depois, quando encontra-lo, explique tudo, seu sonho, suas memórias restantes e seus dom surpreendente. Peço que confie em mim!

 

-Mas... como vou fazer isso?

 

- Mandei-te uma passagem e um pouco de dinheiro para você, deve estar chegando daqui a poucos dias.

 

A imagem foi desaparecendo aos poucos, mas Amélia não queria que ela se fosse, ainda tinha muitas perguntas. Quem ela era? Como e porque aparecia em seus sonhos?

 

- Espera, não vai!

 

Em um último sussurro a ruiva, ainda desconhecida por muitas pessoas de lugares diferentes sorriu e soltou as palavras que assustaram a morena que parecia ser mais velha do que realmente era.

 

- Boa sorte, Five!

 

§§§§§§§§§§

 

Ao abrir os olhos eles foram em direção ao seu pulso onde a marca de seu passado indicava o quanto lembrava-se de sua vida antiga, antes de vir viver na Austrália. Como ela sabia desta marca? Era seu único segredo que ela nunca contou para ninguém, nem para sua família. Mas aquela estranha garota sabia, ela sabia! E Amélia descobriria como! Iria até Hawkins!  

 

 

Acima dos velhos vulcões,
Deslizando tuas asas sob o tapete voador,
Viaje, viaje,
Eternamente.
Das nuvens aos pântanos,
Do vento da Espanha à chuva do Equador,
Viaje, viaje,
Voe até as alturas.
Acima das capitais,
Das idéias fatais,
Olhe o oceano.

Viaje, viaje,
Mais longe que o dia ou a noite, (viaje, viaje)
Viaje, viaje,
No espaço desconhecido do amor.
Viaje, viaje,
Sobre a água sagrada de um rio indiano (viaje, viaje)
Viaje (viaje)
E jamais retorne...

Sobre o Ganges ou o Amazonas,
Entre os negros, os sikths e os amarelos,
Viaje, viaje,
Por todo o reino.
Sobre as dunas do Saara,
Das ilhas Fiji ao Monte Fuji,
Viaje, viaje,
Não pare.
Acima dos arames farpados,
Dos corações bombardeados,
Olhe o oceano...

Viaje, viaje,
Mais longe que o dia ou a noite

 

Voyage Voyage

Desireless



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