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História Nunca - Oneshot Kakasaku - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Essa é a primeira fic que eu posto aqui, então ainda tenho que me acostumar com a plataforma :P

Perdoem se houver algum erro ou furo. Críticas construtivas são muito bem vindas então por favor não se acanhem e sejam sinceros sobre o que acharam dessa one!!!


LEIAM AS NOTAS FINAIS!

Capítulo 1 - Capítulo Único


Kakashi estava sentado no sofá da casa de Sakura. Naruto havia pedido para que ele fosse visitá-la. O Nanadaime Hokage queria que ele descobrisse como a amiga estava após a recente partida de Sasuke. O Hatake não ficou feliz com a nova — e atípica — missão. Não por não gostar da aluna, mas é que eles nunca tiveram muita intimidade e de repente aparecer na casa dela sem motivos seria, no mínimo, inusitado. E agora enquanto esperava ela voltar da cozinha com chá para eles, se arrependeu de não ter pensado em uma forma de puxar assunto sem parecer estar fazendo um interrogatório.

Nas poucas palavras que trocaram até aquele momento, a mulher não demonstrou tristeza ou desânimo, mas ele não poderia dizer com certeza. Sabia bem que as pessoas podem esconder seus sentimentos, mesmo sabendo que isso não fosse do feitio dela, não descartaria a hipótese até ter certeza.

Enquanto esperava ela voltar, reparava no ambiente. Tudo estava bem organizado e limpo. Mas o que mais chamou a atenção dele, foi que Sakura parecia destoar do resto da casa. Tudo tinha cores neutras e frias, enquanto ela, com seus cabelos rosas e roupa vermelha característica, trazia mais vida para o lugar. Poderia ser uma boa representação do relacionamento dela com Sasuke.

Enfim ela voltou da cozinha com as xícaras e entregou uma para Kakashi. Depois sentou-se ao seu lado no sofá.

— Então, o que trás o grande Rokudaime Hokage até a minha humilde casa? — perguntou enquanto ajeitava-se para ficar de frente para ele.

— Sabe, você podia parar de me chamar assim, eu já não sou hokage a um bom tempo — coçava a nuca enquanto falava. Gesto típico dele e já bem conhecido por Sakura.

— Eu sei, mas é fofo ver você sem jeito, Rokudaime. — deu um sorrisinho sacana e bebeu um gole do chá.

    Ele ergueu uma sobrancelha e antes que pudesse contestar, o choro de Sarada invadiu a sala. Sakura largou a xícara na mesa de centro e murmurou um “já volto” . Kakashi assentiu e ela saiu. O Hatake aproveitou para baixar a máscara e tomar todo o chá de uma vez — que estava bem quente por sinal —. Quando a mulher voltou, pouco tempo depois, era nítida a decepção por saber que seu plano para ver o misterioso rosto do antigo sensei falhou.


 

Não era novidade para ninguém o quanto Sakura amava Sasuke. Kakashi deveria ter imaginado que após cinco anos juntos a ausência repentina dele iria deixá-la abalada. E por isso tanta preocupação por parte de Naruto. Mas diferente do que eles deduziram, Sakura estava lidando muito bem com a falta dele. Todavia, ela se preocupava mais com a filha do que qualquer outra coisa.

A Haruno contou ao Hatake naquele dia que tentava passar o maior tempo possível em casa para que a filha não crescesse com uma mãe ausente, mas ser diretora de um hospital grande como o de Konoha e manter tudo nos conformes fazia com que, na maioria dos dias, ela chegasse em casa apenas a noite, encontrando Sarada já dormindo. Disse que se sentia uma péssima mãe por ter contratado uma empregada para cuidar da filha e da casa. Kakashi rebateu dizendo que ela apenas tinha responsabilidades e deveres a cumprir, como qualquer outra pessoa. Sakura sorriu, mas ele sabia que era falso. Imaginou como deveria ser para Sasuke. Longe da mulher, da filha, dos amigos. Longe de tudo. Mas aquela era uma missão que somente ele podia fazer. Mas pelo menos, ele tinha certeza de que elas ficariam bem, afinal não estavam sozinhas.

Naruto pediu para que ele fosse a casa de Sakura de novo no mês seguinte. Kakashi tinha que admitir, o Uzumaki era um ótimo amigo. Mesmo que agora estivesse ocupado com a vida de hokage, nunca deixou de cuidar daqueles que ama, ainda que de longe. Embora levemente contrariado, fez o que foi pedido. Talvez nem fosse tão ruim, afinal a última visita não fora tão desastrosa como ele imaginou que seria, em grande parte, foi até divertido.


 

Passaram-se três anos e Kakashi continuava visitando Sakura. Não mais por pedidos de Naruto, mas por perceber que a companhia da ex-aluna era agradável. Ele gostava de estar com ela, das conversas jogada fora, da tranquilidade que ela trazia. Até Sarada se acostumou com a presença dele na casa.

Uma vez ela perguntou ao Rokudaime se ele não gostaria de ser o pai dela. Sakura ficou tão vermelha que ele chegou a pensar que desmaiaria. O homem levou a mão ao queixo, como se pensasse na proposta. Depois afagou os cabelos dela, como fazia com Sakura quando ainda era gennin. Então explicou a Sarada que ela já tinha um pai e que ele era muito mais legal que Kakashi. 

Sakura não demonstrava sentir rancor pela ausência do marido. Parecia entender que era um dever dele como shinobi, às vezes, até se mostrava orgulhosa por saber que Sasuke protegia Konoha. Mas vez ou outra dizia a Kakashi que sentia falta dele e que se preocupava também, ainda mais agora, que fazia cerca de um ano que ele não mandava uma carta. Contudo, a maioria das suas queixas não eram por si própria, mas pela filha que crescia com a ausência de uma figura paternal. Talvez, de certa forma, Sakura já estivesse acostumada com a ausência do Uchiha, mas a pobre criança ansiava pela imagem de um pai.


 

Quando Kakashi chegou a casa dela naquele sábado a tarde percebeu que algo estava errado. Eles estavam sentados a mesa da sala de jantar, Sakura na cabeceira e Kakashi a seu lado direito. Geralmente ficavam conversando amenidades, relembravam o passado ou até mesmo falavam da vida alheia, mas não naquele dia. Sakura não era uma das pessoas mais quietas que ele conhecia, mas até agora ela não havia dito nada além de murmúrios.

— E a Sarada? 

— Está com Chouji e Karui. Pediu para passar o final de semana com a Cho-Cho — era notável como ela estava tentando cortar qualquer assunto. Mas Kakashi nunca foi de desistir fácil. Além disso, queria saber o que atormentava a ex-aluna.

    — Tudo bem, Sakura? — arriscou.

    Ela resmungou algo incompreensível.

    — O que você disse?

    — Está tudo ótimo, Kakashi-sensei! — bateu com força a mão direita na mesa e se levantou. — eu não sei se meu marido está bem ou não, ontem mesmo a minha filha perguntou se ele nos amava! Eu vivo enfurnada naquele hospital assinando papéis!  — agora ela andava de um lado para o outro gesticulando para todas a direções — Nem me lembro a última vez que conversei com os meus amigos, se é que eu ainda tenho algum! Mal vejo Sarada durante o dia! Já não sei o que é me sentir completamente relaxada a anos! Mas está tudo bem sim! Tudo ótimo! — Kakashi já tinha presenciado alguns ataques de fúria de Sakura, mas em geral, eram pelos idiotices de Naruto, mas aquilo era algo novo. Todavia ele entendeu. Esses três anos lidando com tudo sozinha começavam a afetá-la.

    A mulher jogou-se no sofá e apoiou os cotovelos nos joelhos e as mãos na cabeça. Provavelmente, se não estivesse na própria casa já teria quebrado tudo. O homem suspirou e foi até ela. Se sentou no sofá ao lado da kunoichi e viu uma lágrima fina e solitária escorrer pelo rosto dela, mas ela logo tratou de limpar com o dorso da mão. Ainda dava para sentir a raiva emanando dela, entretanto, Kakashi agora entendia o que estava acontecendo. Ela não estava brava, mas triste.

Kakashi puxou Sakura para ele, fazendo um carinho de leve em seus cabelos. Alguns anos atrás não teriam intimidade suficiente para isso, mas acabaram desenvolvendo o bastante nesses anos de visitas para que os dois ficassem confortáveis com a aproximação. E ela precisava de um ombro amigo. De certa forma, se sentiu nostálgico por ver o lado frágil dela novamente depois de tanto tempo.

    — Sabe Sakura, você é uma mulher durona. Em todos os sentidos — ela riu fraco — mas está tudo bem pedir apoio às vezes. Você está criando uma filha sozinha, dirige o melhor e mais renomado hospital do mundo ninja, além é claro, de quando tem que viajar para conferências e outras coisas chatas e burocráticas, ficando ainda mais distante de Sarada. Também está lidando com a ausência do homem que tanto ama, sem ao menos saber se ele está vivo ou não. E você tem se mantido forte, mas tudo bem dizer que não está bem. Você não precisa aguentar tudo sozinha. Até porque você tem amigos e um sensei incrível pra te apoiar. — novamente ela riu e Kakashi percebeu que gostava daquele som.

    — Kakashi-sensei? — ele murmurou um “hum?”

    — Obrigada… — Sakura passou as mãos pela cintura dele e o apertou com força. Força demais.

    — Sakura você está me sufocando.

    — Oh, desculpe. — ela se afastou rapidamente um pouco corada e foi a vez de Kakashi rir.

    Estavam a alguns palmos de distância quando seus olhares se encontraram.

               

Nenhum dos dois lembrava direito como, quando, ou até mesmo quem teve a iniciativa. Mas seus lábios estavam colados, ainda por cima da máscara.

Se separaram para olhar nos olhos do outro, procurando algo que dissesse que deveriam parar. Remorso, arrependimento, hesitação. Mas nada daquilo estava presente nos olhos deles. Apenas volúpia.

Sakura passou os dedos por onde terminava o tecido da máscara de Kakashi. Ele sabia que ela o respeitava o suficiente para não puxar, então ele mesmo fez isso. Os olhos de Sakura brilharam com a visão do misterioso rosto do antigo sensei. Ela descobriu que ele não escondia nada anormal ou feio, mas sim uma beleza com que poucos eram agraciados.







 

Rokudaime Hokage, Ninja Copiador ou Kakashi do Sharingan. O shinobi respeitado e temido por todas as outras nações. Sim, esse mesmo ninja, do qual todos esperavam ações éticas e que era tão admirado, havia transado com sua aluna, que era casada.

 

Agora, depois de ter dormido por algumas horas e a adrenalina tê-lo abandonado, Kakashi passava por uma onda de sentimentos. Ele sempre soube o que estava fazendo e como deveria agir, mas não daquela vez. Se deixou levar por emoções e sensações que inibiram seu lado racional. Não. Estava mentindo para si mesmo.

A verdade é que ele sabia exatamente o que estava fazendo. Sabia tudo que aquele ato pecaminoso envolvia. Inclusive sabia que depois não haveria volta. E preferiu não se importar. Preferiu viver aquele momento e sentir o calor tão convidativo do corpo de Sakura.

Agora desconfiava estar em um genjutsu. Poderia mesmo ela estar dormindo nua de frente para ele depois de fazerem sexo? Não sabia ao certo o que deveria fazer. Talvez ele devesse ir embora e fingir que não tinha acontecido nada entre eles. Seria o melhor para os dois.

Nunca a tinha olhada com maldade antes, até porque se fizesse, seria o pior dos monstros. Muito menos chegou a pensar que os dois transariam um dia. Seria cômico se não fosse trágico.

Aquilo tudo era errado. Ele não deveria estar naquela casa. Naquela cama. No lugar de Sasuke. Não deveria nem mesmo ter continuado com aquelas visitas. Ele deveria tê-la afastado depois daquele primeiro beijo. Seria mais fácil de resolver as coisas se fosse apenas isso, um beijo tímido. Mas porque tinham feito aquilo? Loucura de Kakashi? Carência de Sakura? Os dois? Nenhum?

A Haruno por toda vida correu atrás do Uchiha e provou sua lealdade a ele, o Hatake sabia, ele viu de perto e Sarada era a prova viva do amor dos dois. Então porque ela havia se deitado com Kakashi? Poderia estar colocando toda a vida que sonhou no lixo!

Sentiu-se um monstro. Podia estar levando uma família as ruínas. Ele merecia desprezo e repugnância. Como teve coragem de fazer isso com ela? Com a relação deles, que estava indo tão bem? Ele jogou tudo para os ares quando não teve coragem de separar os lábios deles. Onde estava com a cabeça quando pensou que estava tudo bem transar justamente com ela? Kakashi viu aquela garota crescer! Ela foi aluna dele! E pior ainda, ela estava casada! Pensou na pequena Sarada o odiando após descobrir que ele havia manchado a imagem do pai. Como poderia encarar elas novamente? Como poderia falar normalmente com Sakura após vê-la se contorcendo de prazer? E se Sasuke descobrisse? Respirou fundo. Precisava colocar a cabeça no lugar.

Existiam inúmeros motivos que faziam aquela relação inaceitável. Os dois sabiam disso quando se beijaram e quando decidiram elevar o nível do jogo. Sabiam que poderiam estar colocando tudo a perder. Não que Kakashi realmente se importasse com títulos, status sociais e todas essas baboseiras. Mas Sakura tinha muito o que poderia perder. Amigos, família, carreira. Tudo viria abaixo caso isso fosse a público.

Apesar de toda a culpa por talvez acabar destruindo a vida da kunoichi, Kakashi não podia deixar de se sentir um homem sortudo por ter feito dela sua por uma noite. Afinal, Sakura chamava atenção por onde passava. Quando ainda era hokage, foi arrastado do escritório até um bar por Guy e ouviu, por acaso, um civil falando com os amigos, sobre uma gostosa de cabelo rosa que curou a bronquite asmática da filha dele. Depois acrescentou comentários obscenos sobre o que faria com ela se tivesse oportunidade. Não era difícil saber a quem ele se referia já que só tinha uma médica de cabelo rosa.

Kakashi sentiu raiva. Sakura era como uma irmã mais nova que ele tinha o dever de proteger. Ele teve vontade de socar o homem. Mas em vez disso, colocou a mão no ombro do civil. Disse que ele deveria ser mais respeitoso com as mulheres e perguntou se ele gostaria de ouvir algum homem falando assim da filha dele. Ele pareceu refletir e disse que mudaria, embora Kakashi não tenha acreditado muito nisso.

Colocou os cabelos rosas para trás. Agora ele entendia o que aquele homem queria dizer. Sakura realmente havia se mudado com o tempo. Já não era mais aquela garota de 13 anos que chorava pelos cantos. Ela havia se tornado uma mulher forte e independente. E linda. Muito linda. Por isso sentia-se tão sortudo, ela era uma mulher incrível, em todos os sentidos.

Imaginou como seria se Sakura fosse da mesma idade que ele. Se tivessem crescido juntos. Talvez a kunoichi trouxesse a mesma luz que trouxe a Sasuke, para ele. Os dois treinariam juntos, e assim, se conheceriam melhor. Iriam se apaixonar e se amar. Talvez construíssem uma linda família e viveriam em paz. Iriam ser felizes. Talvez. Se não tivessem 13 anos de diferença, se ele não tivesse sido sensei dela, além é claro, se o coração dela não pertencesse a Uchiha Sasuke.

Kakashi agora encarava o teto. Pensou se um dia seria capaz de casar com alguém, viver um romance. Chegou a conclusão que não fora feito para o amor. Era muito fechado. Carregava escuridão, cicatrizes, traumas. No fundo ele sabia que o que o impedia de fato não era isso, e sim o seu medo de perder tudo de novo. Não suportaria ver tudo desmoronar mais uma vez.

Lembrou-se de Rin. Todos sabiam do sentimentos dela por ele. Após a morte de Obito eles haviam ficado muito mais próximos. Mas ele não teve tempo de chegar a alguma conclusão sobre o que sentia por ela. Rin morreu na sua frente. Pelos seus braços! Por culpa dele! A única que fora capaz de amá-lo apesar do seu jeito fechado e frio, morreu. Assim como todos que ele amava ou criava algum laço. Sentiu os olhos lacrimejarem e o peito apertar, sensação comum que sempre acompanhava suas memórias do passado.

Voltou a virar-se para Sakura, lembrando dos seus corpos quentes e suados se chocando com violência.  A pele macia e lisa contra a dele áspera e cheia de cicatrizes. O rosto vermelho dela. Os gemidos. Os olhos verdes que diziam algo indecifrável. Prazer e adrenalina. Desejo e luxúria.

Puxou o pequeno corpo de encontro ao dele. Kakashi sempre ficou tenso a noite. É o período em que ele fica sozinho, não que esse seja o problema. O verdadeiro incômodo é quando vai para cama. Ali não a para onde fugir. Pesadelos: mortes e sangues. Eram coisas comuns na suas madrugadas. No entanto, agora Kakashi se sentia tranquilo. E por céus, a quantos tempo não se sentia assim?

Beijou a testa dela onde ficava o losango do byakugou. Não comentariam com ninguém. Nem entre si mesmos. Aquilo nunca deveria ter acontecido, foi um erro. Um erro que Kakashi amou cometer, mas não importa o quão bom e prazeroso tenha sido, ele tinha que esquecer. Não sabia se as visitas regulares que ele mantinha até ali continuariam. Mas pelo bem dela, contaria para si mesmo a mentira de que eles nunca haviam rompido aquela barreira fraternal. Um dia, quem sabe, ele passasse a acreditar naquilo. Mas apesar de todos os esforços dele, sabia que nunca seria capaz de esquecer, não completamente..

 


Notas Finais


Primeiro eu queria agradecer demais a @EvilHope que me ajudou, inclusive foi ela que fez essa capa perfeita. Vão lá no perfil dela porque tem um fic de Narusaku que é perfeita dmss. Sério ela é um anjoo.

Eu também já estou planejando uma fanfic focada nas nossas garotas que são tão maravilhosas, mas infelizmente foram muito mal aproveitadas pelo Kishimoto. Pretendo pegar os rótulos que elas ganharam, como Sakura ou Hinata que são sempre chamadas de inúteis e desconstruir isso. Cada capítulo será completamente focado em uma delas, pretendo até falar sobre a Karin que é muito injustiçada. Deem uma chance para ela quando for postada KKKKKK :)

Enfim, é basicamente isso, muito muito muito obrigada por lerem até aqui, vocês são incríveis e não esquecem que criticas construtivas são sempre muito bem vindas sz sz


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