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História Nunca deixei de te amar - Capítulo 37


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Capítulo 37 - Aborto?


Os dias se passaram Vivianne ainda se encontrava em NY, seu marido parecia ter mudado suas atitudes após a última conversa... E como ele ainda tinha algumas coisas apresentar sobre seu trabalho eles permaneceriam por ali em dois dias...Mais como esses dois dias não passavam, ele tentava se reaproximar de sua mulher... 

-Que tal irmos passear hoje? -Disse se deitando ao seu lado  

-Não Gilberto...-Empurrou o- Tô indisposta. 

-Mais você nunca foi de ficar assim...-Estranhou 

-Você me cansa. 

-Eu? Ah para né! -Saiu dali e se sentou ao sofá- Se arruma logo, vai. 

-Não!- Se virou 

-Tu vai sim e agora. -Voltou a ela e puxou levantando a, levando ao banheiro- Vou te dar dez minutos. 

-Caralho!- Xingou e assim foi se arrumar... 

"Meu filho, você precisa colaborar comigo. Não posso ficar dando muita bandeira sobre a minha gravidez, afinal ele não pode saber...Você precisa me ajudar um pouco, aguenta um pouco até eu voltar ao Brasil e contar ao seu pai. Que por sinal é o amor da minha vida!"- Pensava alto com suas mãos em sua barriga e lágrimas em seus olhos em sentir muitas dores, enjoos, coisas de grávidas que dava pra perceber sua gravidez. 

-Já acabou? -Perguntou Gilberto

-Calma ai. -Se trocou rapidamente e em seguida escovou seus dentes- Pronto. 

-Vamos a praia, tudo bem? 

-Gilberto eu não tô bem...por favor me deixa aqui. 

-Não, espera o que você tem? 

-Estou passando mal..

-Mais...-Foi ao banheiro e voltou.

-É coisa de mulher? -Tentou descobrir algo 

-É...

-Tudo bem, vamos ficar então...

-Obrigada! -Se deitou a cama 

-Vou pedir um café, então.

-Ok. 

Depois de um tempo, o café da manhã já estava em seu quarto...E quando sentiu o cheiro...

-Será que você poderia tomar seu café fora do quarto, esse cheiro...-Pensou antes de dizer- Bom...não tô com fome. 

-Vivianne você é louca por café, você... 

-Não Gilberto, faz meses que não transamos, não tem cabimento. -Negou -E outra sempre fico mal antes mesmo de ficar. 

-A gente não transa porque você não quer...nem sei porque quis casar comigo. 

-Nem vem com essas histórias...casar não quer dizer que eu quero ou não fazer amor. Se fosse assim eu nem casaria. 

-Sei bem...Mais o casal precisa ter química, se amar... 

-Gilberto onde você quer que eu tenha química e muito menos te amar? Se ao mesmo tempo você só me maltrata, comete loucuras, me explica isso. 

-Muito simples ué, só a gente esquecer de tudo e se amar loucamente.

-Ah tá bom...até parece que não lembraria de tudo, se eu fazer isso? Jamais, com você então...prefiro ficar sem prazer mesmo. 

-Então por que casou comigo? Por que diz então que me ama? 

-Eu casei porque estava te amando, porque confiei em você. E outra eu não te amo mais, já amei uma vez e foi um erro. -Se explicou- Um erro horrível. 

-Vou fingir que acredito ok? Mais vamos voltar a comer. 

-Não quero já disse. 

-Nem uma maçã. 

-Se não estiver envenenada aceito sim.

-Aqui...-Entregou- Eu não sou capaz de te matar. 

-Pois bem, eu penso que sim. 

-Desculpa...

-Agora vamos ficar em paz, a sua voz me irrita. 

-Ok. 

~**~

No Rio, Humberto e a Márcia se encontravam... 

-A secretaria dele disse que eles voltariam a duas semanas. -Comentou a Márcia 

-Amém! Eu não paro de pensar nela, estou até machucando a Manu com isso, sabe? 

-Por que não tenta abrir um jogo com ela? Vai que ela entenda. 

-Eu sei que ela me daria força e ao mesmo tempo ficaria triste. Só que eu não quero que ela pense que foi só mais uma na minha vida e que eu só me casei com ela pra tentar esquecer a Vivianne. 

-Bom a coisa é tensa mesmo. Mais se eu fosse você dizia logo, pelo menos ela não se sentiria estranha. 

-Será? Tentarei dizer a ela. 

-Tente. -Segurou sua mão- Eu sei que vocês se arrependem por esse erro, mais não pense que isso foi algo ruim porque no final de contas vocês perceberam o quanto o laço entre vocês é forte, independente das coisas, dos erros. 

-Obrigado cunhada, tenho certeza que a Vivianne tem muito orgulho de ter você na vida dela, como estou tendo ultimamente. 

-Eu amo vocês e faria de tudo para vê-los juntos sempre. 

-Que amor!

-Bom você soube que a minha mãe teve aqui, né? 

-Eu soube, mais o que você disse a ela? Cê não disse a verdade não, né?

-Eu ia, mais como ela ficaria mais preocupada do que já estava disse que a Vivi não teve tempo de avisar que iria viajar...acho que ela caiu nessa. 

-Que bom não contou, a Vivi iria ficar brava com nós. 

-Mais o certo era ela saber a verdade, não é mesmo? 

-Sim meu bem, mais que ela saiba pela filha...e não por nós. 

-Isso é verdade, mais já vai fazer uma mês né? 

-Sim, imagino o quanto deve estar sofrendo. Eu tentei ir, mais ela... 

-Meu bem...-Segurou em seu rosto- Ela vai voltar logo e decidida. 

-Assim espero. 

-Mais então...eu vou indo tá? Vê se não some também. 

-Pode deixar qualquer coisa eu te aviso, ok? -Se despediu- Beijos. 

-Beijos! 

 Após disso, Humberto voltava para casa...

-Boa tarde meu amor.- Disse ele indo até ela

-Boa meu bem, e ai tá tudo bem? 

-Não... Quer dizer mais ou menos. -Se sentou ao sofá- Eu preciso te contar uma coisa, mais antes quero que saiba que eu amei te ter em minha vida, muito mesmo. 

-Fala logo, tá me deixando assustada... 

-Então não precisa se assustar...eu só vou abrir o jogo. 

-Humberto tem outra na área?

-Não...quer dizer não é outra. 

-Tá, continua. 

-Sempre disse a você que eu amava a Vivianne, certo? 

-Ah é ela!-Revirou seus olhos 

-Ela está passando por uma situação difícil e como amigo, estou ajudando ela...quase isso, vamos dizer. 

-Se é isso, não tem nada demais -balançou os ombros. 

-Ai é você que pensa. 

-Você está com ela de novo? Eu não tenho nada contra, mais...

-Não estou relaxa. Apenas ajudando mesmo, só você sabe bem que isso... 

-Ela não é casada? Então...

-Sim, esse é o problema. Ela está sendo agredida pelo marido, antes de mais nada não quero que espalhe esse assunto. 

-Tudo bem não vou comentar nada a respeito disso, mais...eu aceito ajudar você e a ela também...

-Manu... 

-Cê pode me contar mais sobre essa caso? 

-É posso...- Percebendo que não seria muito fácil deixar ela, ele aceitou ajuda, pelo menos não agiria só com a Márcia...E assim contou tudo sobre o caso e seus planos...

~**~

De volta a NY, o casal ainda se estranhava muito...

-Vou dar uma saída bem rápida, não quero que saía dai, ok?-Disse Gilberto pegando seus pertences e ela nem deu a bola. Mais assim que ele saiu ela deu um tempo e desceu para tentar um telefone...e de um minuto ao outro ela se esbarrava em uma moça.

-Me desculpe, não vi.

-Tudo bem querida.- Sorriu- Deseja algo?

-Eu tô precisando de um telefone para ligar pro Brasil...-Se explicou melhor

-Eu posso te ajudar, aqui..- Entregou seu telefone em suas mãos- Fique a vontade.

-Obrigada!- 

Assim discou para sua fiel companheira...

-Márcia, sou eu! 

-Vivianne!!! -Gritou no outro lado da linha

-Assim você estoura meus tímpanos. A do meu bebê também.- Disse baixo

-Oi? Bebê? Que...

-Calma mulher, deixa eu dizer primeiro..

-Para de enrolar.. -Ficou curiosa

-Estou grávida! Cê tem noção da situação que estou passando?

-Imagino...mais antes de continuar, esse filho é...

-Do Humberto, né? Mais eu tô fazendo de tudo para que o traste aqui não descubra.

-Toma cuidado e muito...

-Tô tentando, mais esse ser não ajuda...cada minuto algo me acontece, fico mal.

-Ih!

-Mais tô voltando em dois dias, amém.

-Se Deus quiser...

-Tenho desligar...beijos.

-Beijos, se cuida.

Logo devolveu o telefone a moça...

-Obrigada! -Entregou agradecendo- Como lhe devo chamar?

-Se precisar conte comigo...Me chamo Amanda e a senhorita?

-Vivianne...Vivianne Pasmanter- Se apresentou -Preciso voltar ao meu quarto, obrigada mais uma vez.

-Imagina!

Sem saber que aquela mulher estava sendo paga, estranhou a volta do marido rapidamente ao quarto. 

-Vivianne...-Ficou furioso- Você tá grávida e não me falaria nada? Que merda é essa?

-Oi?- Disse sem entender como soube- Da onde você tirou isso?

-Eu descobrir a sua farsa...

-Desde quando eu te devo satisfação? Se eu estivesse provavelmente não te contaria.

-Iria sim, porque eu seria o pai. Mais para de me enrolar, eu sei que você está grávida.

-Puta que pariu!- Pensou alto- Posso te dizer uma coisa?

-Fala logo.

-Você nunca terá um filho meu, entendeu?

-Vivianne...eu tenho certeza que você está grávida, sim. Não minta que é feio.

-Não tô!

-Ah não...Então, o que foi que você contou para a Márcia pelo telefone?

-Eu nem falei com ela...-disfarçou

-Por acaso você conheceu a Amanda?

-Não acredito nisso, não pode ser...

-Pois é meu bem, te peguei.

-Merda!- Gritou

-Você não pode ficar estressada esqueceu? Você carrega um filho meu ai dentro de tu, não se esqueça.

-Você não...

-Eu até pensaria que esse filho poderia ser outro, sabe? Mais como eu sou o único homem o qual dorme com você, é impossível pensar nisso.

-Gilberto esse filho não é seu!

-Claro que é.

-Não é...

-Não vamos discutir, ok? -Tentou se aproximar -Agora você carrega um fruto meu, que bonitinha.

-Seu traste eu vou te provar que esse filho não é seu.

-Pelas minhas contas, é meu sim.

-Você é um babaca que pensa que sabe. De mim você não sabe de nada.

-Sei!

-Vamos calcular então...

-É vamos. -Se sentou

-Há um mês eu dormir com Humberto- contou. 

-Como você foi capaz...

-Agora vamos ao resto e esses dias descubro que tô grávida de um mês exatamente.- Se sentou na poltrona- Quantos meses não vamos para cama? Um mês quase dois? Hein... Responde.

-Tu vai ser obrigada assumir esse filho comigo. Se não...

-Agora assumiu que não é seu, foi tarde.

-Você não vai assumir essa criança...

-Oi? Quer que eu aborte um ser inocente, por um ato seu, ridículo? Nem pensar.

-Ai é com você, ou assume comigo...ou esse bebê...

-Isso é uma ameaça?

-Podemos dizer que sim, e ai?

-Nem pensar... Eu vou ter esse filho com Humberto, sim.

-Querida, ele não vai saber..

-Claro que vai, tem direito.

-Então vou te obrigar a fazer algo que eu nem queria....

-Quero ver...

-Então tá, veremos assim que voltarmos ao Brasil...porém o recado está dado.

-Seu ridículo!





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