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História Nunca deixei de te amar - Capítulo 38


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Capítulo 38 - A volta!


Dois dias se passaram e chegou o dia que a Vivianne desejava. 

-Finalmente vou voltar para a minha casa!- comentou ansiosa. 

-Primeiro vamos para Sampa. Temos que avisar a minha família dessa notícia maravilhosa e depois voltamos ao Rio- completou. 

-Gilberto, essa história de novo? Por favor, não faça isso...

-Você sabe o que...

-Não precisa dizer nada, eu vou pelo menos ver a minha mãe. -Fechou a bolsa- Dá para irmos logo?

-Sim! -Pegou seus últimos pertences e assim foram para o aeroporto.

Os dois últimos dias estava sendo muito difícil para a Vivianne, pois ela teve que pensar muito na vida do bebê diante da descoberta do seu filho. 

No avião...

-Gilberto, vai demorar muito para chegarmos? Eu tô muito enjoada... É sério!

-Um pouco amor...tenta dormir um pouco.

-Já tentei, você viu!

-Ai meu pai. Calma!-Tentou ajudá-la

-Tô calma não está vendo...

-Parece que ele vai nascer agora! -Brincou

-É né? Um pouco...- Riu -Essa gravidez.

-Assim que chegarmos iremos procurar um médico e ver se está bem com esse baby ai.

-Eu não quero brigar aqui!

-Tudo bem... -E assim seguiu a viagem...

Um tempo depois, ambos desembarcavam em Sampa.

-Ufa! -Disse ela

-Quer ir ao banheiro antes de irmos? Te espero.

-Não, vamos logo...para casa da minha mãe primeiro.

-Não...-Olhou e pensou bem- Eu vou para casa dos meus pais e o você para a casa da sua mãe, ok?

-Obrigada! -Pegou sua bolsa

-Calma, eu vou te levar.

-Não precisa...

-Para com isso, eu vou te levar. -Pegou sua chave do carro- Vamos!

-Ok!

O caminho era curto, logo chegaram em seu destino.  

-Vivianne!-Gritou Dona Berta- Que saudades!

-Oi mãe.- Disse fraca- também estava.

-Oi querido, entre!- Abraçou o genro

-Só vim deixar ela mesmo. Mais daqui a pouco eu volto, ok?

-Ah tudo bem...- Viu a filha se jogar ao sofá

-Ela vai te contar a novidade, beijos!- Foi embora

-Filha tá tudo bem? Você tá pálida! -passou uma de suas mãos no rosto dela.

-Tô mãe...não, quer dizer...essa gravidez tá me deixando mal.

-Gravidez? -repetiu. 

-É mãe, você vai ser vovó..-Pegou em sua mão -Oi vovó!

-Ai que emoção...-Abraçou a filha- Fico feliz com isso.

-Eu também...eu preciso te contar uma história, mais antes preciso melhorar.

-Vamos subir para o seu quarto que é melhor...

-É vamos... -Ambas subiram e a Vivi já se sentiu um pouco melhor- Mãe, você pode avisar a Márcia que estou aqui?

-Posso sim.

-Obrigada...

-Você descansar enquanto vou lá.

-Ok..

E de fato ela descansou por um bom tempo. Ao se sentir bem, Vivianne se sentou na cama, já decidida o que faria. 

-Oi filha tá melhor?-Perguntou 

-Tô sim, podemos conversar agora? 

-É claro! Eu já avisei a Márcia e ela já tá vindo. 

-Tudo bem...-Se sentou ao lado da mãe -Bom pode parecer louco o que eu irei te contar mais peço que fique calma, não se desespere...

-Ai meu Deus...

-Calma mãe, se não eu fico mais nervosa que ti. -Segurou em suas mãos- Eu estou vivendo uma fase muito ruim na minha vida, sei que deveria ter te contado antes, mais acontece que estava sem coragem de dizer...eu estou sofrendo nas mãos do Gilberto. 

-Como assim? Não entendi....

-É difícil te dizer isso mais...o Gilberto é um traste, um machista, me força a fazer coisas que não quero, se eu reclamo ele me agredi...e esse filho que espero nem dele é! -Disse entre lágrimas- Ele me ameaçou se eu contar ao pai biológico desse bebê ele vai...enfim! 

-Meu Deus filha que situação, fico triste em saber que você passa por isso, como deixou as coisas chegar a esse ponto? Quem é então o pai? Não vai me dizer que é...

-É o Humberto mesmo. -Sorriu- Meu homem! Eu também não sei como eu deixei essas coisas acontecerem. Sei que agora será muito difícil sair dessa relação...

-Filha já denunciou ele? 

-Eu tento, mais é difícil. 

-Ai meu pai...o que eu posso fazer agora? 

-Eu também queria saber...não sei se devo contar ao Humberto, se eu obedeço o Gilberto.

-Faz o que é certo...Contar a verdade e depois vocês decidem...

-Mãe não quero perder esse filho. 

-Você não vai perder, estou aqui com você, tem a Márcia também.

-Eu sei...mais corro perigo do mesmo jeito.

-Vamos então fazer o certo, ok? -olhou em seus olhos.

-Mãe, não quero voltar para o Rio com ele não... 

-Deixa que eu resolvo isso. -Pegou seu telefone- Come alguma coisa, você precisa se alimentar. 

-Ok! 

~**~

No Rio, Humberto curtia seus primeiros dias de férias da melhor forma...porém buscava a cada hora uma noticia da Vivi. E numa hora para outra, antes da Márcia ir ao encontro com sua irmã, ela avisava a ele com um simples telefonema... 

-Humberto?

-Eu! 

-Sou eu a Márcia, então a Vivi já voltou... 

-Quando? Onde ela está?

-Calma...antes de tudo ela está em Sampa, inclusive estou indo para lá. 

-Está com a mãe dela pelo menos? 

-Sim, está. 

-Menos mal... 

-Bom, eu vou ir hoje e amanhã voltarei... Provavelmente ela ficará lá hoje, amanhã...mais irei pedir a ela para te ligar, ok? Ah vou te dando notícias também.

-Ok então, obrigado. 

-De nada, querido. 

-Beijos.

-Beijos....

E assim a mesma seguiu para a Sampa... 

-Vivi!!- Gritou correndo até ela- Eu estava com tanto medo.

-Assim você me mata, né?- Brincou- Tô bem, não vê? 

-Para de exagero!- Soltou a - Olá coisinha da tia, tudo bom? -Passou suas mãos em sua barriga

-Ai meu pai, começou as loucuras...-Gargalhou- Oi tia doidinha, tô bem!

-Ah que amor...- Se sentou- Oi mãezona! 

-Oi meu bem! -Beijou em sua testa- Vou lavar a frente da casa, qualquer coisa me chamem. 

-Pode ir a vontade mãe, essa louca aqui não vai me machucar não. -Riu 

-É! -Riu também

Depois de sua mãe sair, ambas começaram a conversar sobre tudo o que havia rolado, o que houve de fato...Cada minuto que a Vivi falava, Márcia ficava ainda mais abalada com as histórias e quando chegou o assunto esperado... 

-Agora eu nem sei o que te falar sobre as ameaças que eu sofri do traste...sobre esse filho. 

-Eu imagino, mais você vai contar ao Humberto, ou vai...

-Eu só tenho duas escolhas, ou assumo esse filho com o próprio, ou perderei o filho. 

-Puta que pariu, esse verme.

-Calma, você acha que eu devo contar ao Humberto? 

-O que você acha? é óbvio! Mais você tem que denunciar o Gilberto logo também.

-Eu já te contei o que houve quando tentei...mais então, acho que irei abrir o jogo com Humberto.

-Isso! Você vai voltar para o Rio hoje? 

-Estou muito enjoada para viajar de novo.

-Então se eu mandar ele vim para cá? 

-Uma ótima. 

-Então ligarei pra ele...

-Ok! 

Horas se passaram e como Dona Berta havia conseguido falar com Gilberto para pedir que a filha ficasse, a Márcia pediu que o Humberto fosse para Sampa urgentemente. E como sempre ele foi as pressas...E para que fosse surpresa, Márcia mentiu dizendo que ele tinha um outro compromisso que era mais importante do que ela, meio triste ela caiu nessa pegadinha fácil. Com isso ele foi pro seu quarto dizendo que descansaria, sendo que estava abalada...

Márcia então conta a Dona Berta do plano e de uma pequena armação para que os pombinhos fiquem a sós e mais a vontade, disposta a juntá-los, Dons Berta dá um plano melhor...o qual as duas começaram a agir de pressa. E assim colocaram suas mãos na massa.

Três horas depois...

-Pronto, agora temos que aguardar ele chegar...

-Sim!- Respondeu dando os últimos retoques- Bom...ela vai nos matar.

-Tenho certeza disso- Brincou, em seguida a campainha tocava -É ele, deixa que eu abra.

-Eu vou subir e quando tu for...já sabe!- Disse Dona Berta correndo

-Boa noite querido!- Disse Márcia- Entre.

-Boa noite cunhada!- Entrou- E ela cadê?

-Vou chamá-la.

-Ok!

-Preparamos essas coisas para vocês ficarem a vontade e é claro se amarem. -Correu-Boa sorte!

-Doida! -Sorriu bobo

Então a Márcia subiu atrás da Vivi...

-Vivianne?- chamou a.

-Eu!

-Sua mãe tá te chamando lá embaixo.

-Por que ela não sobe?

-Ah para de preguiça e desde logo.

-Tá...já vou!- Se levantou entre as lágrimas- Queria o Humberto!

-Já foi? 

Sem questionar desceu...Na escada ela via vultos...e ao saber quem era correu para os seu abraço:

-Meu amor!! Eu preciso tanto de você...cê não tem noção!

-Estou aqui com você agora...-Beijou a lentamente

-Meu bem..- Deu diversos selinhos- Você não tinha um outro compromisso?

-Eu? Jamais te deixaria por um compromisso...

-Então quer dizer que a...

-Você caiu nessa? Que trouxa, com todo respeito!- Gargalhou

-Seu idiota, não perde a graça né? -Ironizou- Eu preciso te contar algumas coisas...

-Se for sobre o traste nem ouça em dizer nada...-Puxou a para si- Vamos matar saudade.

-Humberto!- Se afastou- O assunto é sério e ele está no meio sim... E de alguma forma tenho que falar dele.

-Ai meu Deus...então me diz logo.

-Antes você poderia pegar um copo para esse ser aqui...

-Vivianne -Estranhou- Eu sou visita.

-É? Pensei que já era de casa. Mais não esquenta não, pega lá.

-Sua preguiçosa- Foi a cozinha

-Seu filho que me faz ficar assim. -Pensou alto- Puts...

-Que foi? -Entregou um copo de água- O que você falou?

-Nada...obrigada! -Bebeu um gole - Senta ai, o assunto é longo.

-Comece- Se sentou

-Acho que você devia se sentar aqui do lado, né trouxa?

-Desculpa bebê...

-Por acaso você bateu no nosso filho antes de nascer? -Brincou

-Nosso filho? Explique melhor...-pediu sem entender.

-É trouxa mesmo, puta que pariu.

-Para de falar palavrão, mulher.

-Ai meu Deus...

-Fala logo cara...

-Nós não tínhamos um sonho de ter um filho junto? Então...

-É...espera- Disse sem reação

-Parabéns papai! -Brincou

-Parabéns mamãe! -Beijou a com tudo- Acho que poderíamos comemorar isso de uma forma bem...

-Ousada? Isso que você quis dizer?

-Não era exatamente isso, mais vai por esse caminho..- Se agachou nela- Quero te sentir.

-Vai com calma, antes...-Empurrou e em seguida puxou pela sua blusa até seu quarto -Agora vamos!- Puxou pra dentro do quarto e leva o até a cama e depois voltou para trancar a porta - Preparado?

-Sempre meu amor..- Disse exercitado -Vem logo.

Assim ela ia até ele rebolando e tirando sua blusa e logo começou engatinhar em cima dele...

-Não faz isso, ah não..-Sentiu ela pegar em seu "amigo" -Isso é uma...

-Xiu! -Passou um dos seus dedos em sua boca- Não diga nada, apenas geme...ok?

-Ok! -Apertou em sua bunda

-Isso também não vale...

-Ah!- Virou ela para o lado, beijando da sua boca até sua barriga- Meu querido e amado filho, eu te amo!

-Assim faz cosquinhas...-Gargalhou

E assim, subiu o beijo em seus seios..

-Agora esses seios ficarão deliciosos, ah!

-Não estou preparada, ah! -Gargalhou...

Assim ele começou a amar ela e vice versa... No fim quando atingiram seus orgasmos juntos...

-Ah que saudade disso!- Comentou ela suada

-E eu. -Olhou para ela - O que faremos agora?

-Bom...não vamos conversar sobre isso agora, né? Vamos...

-Dormir?- Perguntou

-Sim, estou cansada.

-Tudo bem, amanhã vamos...conversar sobre isso, ok?

-Ok...mais antes, eu quero que saiba que eu te amo, viu?

-Eu também minha linda...-Colocou seu braço embaixo de sua cabeça- Durma bem.

-Você também, anjo... 



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