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História Nunca é Tarde Para o Amor - Capítulo 25


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Notas do Autor


Boa tarde pessoal. Estou de volta. Bem sei que estava devendo uma cena Swan Queen e aí está. Eu ia fazer uma cena mais caprichada, mas não quis fazer um capítulo muito longo.

Capítulo 25 - Primeiro encontro de Cora e Mary.


Fanfic / Fanfiction Nunca é Tarde Para o Amor - Capítulo 25 - Primeiro encontro de Cora e Mary.

Capítulo 25 – Primeiro encontro de Cora e Mary.

Sexta-feira no final da tarde.

Mansão dos Mills.

Cora terminou de se arrumar uns quinze minutos antes. Ela preferiu colocar um vestido preto que mostrava um pouco seu colo, mas nada muito provocante. Hoje era o dia que ela estaria tendo um encontro com Mary e ela tinha que estar impecável. Ela ajeitou os cabelos e passou seu perfume de maçã e canela. Ela pensou em colocar sapato alto e pegou um preto para combinar com o vestido.

Regina bateu na porta do quarto da mãe. Ela queria desejar boa sorte para a mãe, mesmo sabendo que não era necessário. Mary Margareth também estava bem interessada em sua mãe.

“Entre”. Cora gritou na frente do espelho e sorriu quando sua filha mais nova entrou olhando para os lados.

“Oi Gina. Você pode entrar. Eu acabei de me arrumar. O que você achou? Estou bem nessa roupa? Pelo seu olhar foi aprovado. Espero a minha menina gostar também”. Cora deu risada e tentou se acalmar um pouco. Afinal era apenas o primeiro encontro com a sua musa de longa data.

“Mãe a senhora está divina. Eu aposto e ganho que ela vai ficar balbuciando a noite toda. Emma fica assim quando capricho no visual. E já vi a Allison fazer o mesmo naquele karaokê. Nossas mulheres viram um pouco bárbaras nesse momento”. Agora foi a vez da Regina de rir.

“Emma e Allison voltam a pré-história quando vocês se vestem para matar? Oh Meu Deus! Isso é hilário e único! Eu estou imaginando todas elas vestidas com peles de animais e acertando nossas cabeças com taco de beisebol. Se bem que no caso da sua cunhada... É isso que dá vontade de fazer uma boa parte do tempo, mas temos que entender por tudo o que ela passou. Estou vendo a Allison correndo atrás da sua irmã pedindo para elas transarem e a Zel a engravidar. Depois eu vou compartilhar essa imagem com ela. Minha filha mais velha vai amar”. Cora mexeu com a cabeça enquanto ria. Ia ser uma cena muito divertida se acontecesse.

“Allison correndo atrás da Zel? Seria uma mudança muito bem-vinda. Principalmente agora. A minha irmã está tão amuada. E não tem feito mais nada além de trabalhar e cuidar da minha cunhada. Não posso dizer que não faria o mesmo se eu estivesse no lugar dela. Mas, é melhor a senhora ir. Não é bom deixar nossas mulheres esperando no primeiro encontro. E mãe? A senhora está arrasando assim. Eu tenho certeza de que a dona Mary será sua antes da noite acabar. Não faça nada que eu não faria hein, mãe?” Regina piscou e saiu do quarto deixando Cora toda satisfeita consigo mesmo.

Dentro de instantes Cora saiu em sua fumaça e apareceu no restaurante sabendo que a noite estava apenas começando.

Cora pediu um drink para se acalmar quando viu Mary Margareth chegando como sempre atrasada.

“Uau. Como você está linda essa noite. Se eu soubesse teria me vestido um pouco melhor. Isso que é colírio para uma vista cansada”. Mary acabou rindo alto, mas foi até Cora e lhe entregou uma rosa vermelha.

“Obrigada Mary. Você também está muito bonita. Você está simplesmente perfeita. Eu tenho que agradecer sobre a rosa vermelha. Foi muito gentil da sua parte”. Cora se levantou e deu um beijo no rosto da outra mulher sentindo o perfume delicado e suave.

“Obrigada. Eu não esqueci que você e suas filhas são rainhas, da realeza. Então tenho que tratá-las como merecem. Esse cheiro de maçã e canela é tão exótico. Mas não devo me surpreender com isso já que as mulheres Mills exalam sexualidade. Minha filha e sobrinha que o digam. A última vez que tinha falado com a Cameron ela só falava da Zelena. O quanto ela era especial, única e linda”. Mary deu um sorriso encantador ao lembrar da conversa que teve com a sobrinha.

“Bem. Isso faz parte do charme das mulheres Mills. Ainda mais se são as pessoas que amamos. A Allison tem que mostrar esse interesse que ela tem pela minha filha mais velha. Eu consigo ver amor nos olhos dela, mas o medo fala mais alto. Eu imagino como será agora. O medo falará ainda mais alto. Se a médica não tentar fugir e voltar para Chicago. Zelena teve um sonho premonitório alguns dias atrás. E nesse sonho a sua sobrinha só quer dar uns beijos escondidos e não somos de manter nossos relacionamentos as escuras. Não temos nada a esconder”. Mary engole seco e olha com carinho para Cora.

“Então é por isso que você mudou nosso encontro para esse restaurante? Já que tínhamos combinado em ficarmos em minha casa e depois vermos um filme na televisão. Então você quer sair de mãos dadas comigo e me dar um beijo de boa noite quando terminar esse encontro? Pois eu vou adorar tê-la ao meu lado e em meus braços. Sou privilegiada em tê-la comigo essa noite”. Mary suspirou e deu um sorriso maior ainda que foi muito bem vindo a mulher mais velha.

“Oh Mary! Não me dê esse sorriso encantador sem um aviso prévio. Meu coração pode explodir de tanta alegria! Pois bem. Eu mudei nosso encontro porque em sua casa não teríamos sossego. Você acha que nossas filhas não iriam dar uma olhada a cada meia hora? Mas fico feliz em saber que se eu te beijasse agora na boca você não iria recusar e claro, sair comigo de mãos dadas. E se você continuar me olhando dessa forma vou beijar agora mesmo”. Cora estava adorando ver os olhos azuis de Mary ficando mais escuros.

“Bem. Eu não vou achar ruim se você me beijar agora. Não sou eu quem vai te segurar, Cora. E bem... Nós podemos usar a casa da Cameron, não? Eu sei que você tem uma cópia assim como eu. Nós podemos passar na minha casa e pegarmos algum filme para vermos. Fica a seu critério senhora Mills. Eu vou adorar tudo o que você decidir”.

Cora Mills era uma mulher firme, decidida e que não perdia um desafio. Ela puxou Mary para si e a pegou como se fosse um bibelô. Elas trocaram o primeiro beijo com desejo, paixão e amor. Sim, as duas se amavam e deixaram ser levadas por esse sentimento. Elas esqueceram que estavam no restaurante e mesmo vazio ouviu palmas e desejos de boa sorte.

Cora deu risada durante o beijo e elas pararam por um tempo. “Uau. Você sabe beijar hein. Por um segundo eu esqueci que não estamos sozinhas. Vou falar com o gerente e pedir que ele mande a comida no endereço da Allison. Eu tenho coisas mais importantes para pensar agora mesmo”. Cora pegou Mary com jeito e elas trocaram um beijo com ainda mais vontade.

O gerente apareceu e Cora fez como comentado. Ela pagou o jantar e passou o endereço da médica para que o motoboy levasse para elas o prato especial que a bruxa mais velha tinha pedido.

“Agora eu entendo o porquê minha filha está tão apaixonada pela sua. Linda por fora e por dentro, romântica, carinhosa, fiel. Paga jantares, lanches, faz amor... Entre outras coisas. Não tem como não se apaixonar por vocês”.

“Obrigada meu amor. Somos as melhores no que fazemos. Agora vou te dar uma carona na minha fumaça. Segure firme”. Cora pegou Mary com jeito no colo e apareceu no meio da sala na casa de Allison.

“Bem. Aqui estamos nós. Quem diria que eu iria agir como uma adolescente e usar a casa da minha sobrinha para namorar um pouco. E pensar que infelizmente demorei tantos anos para entrar em contato com a Cameron. Ela é uma ótima mulher. Só espero que ela não fique chateada de estarmos tendo nosso primeiro encontro em sua casa”.

“Ela está em coma, amor. Quem já deve estar sabendo é a Zelena. Acredito que ela não vá se importar conosco aqui. Só não podemos fazer amor no quarto principal. Zelena vai ficar reclamando e caçoando o tempo todo se chegarmos a fazer. O quarto principal já é dela com a Allison. Minha filha disse que só ela pode pegar a mulher de jeito nesse quarto”. Cora sorriu maliciosamente ao ver o rosto vermelho de Mary.

“Meu bom senhor. Nem me fala nada. De repente me deu um calor. A Cameron chegou a instalar um ventilador de teto ou ar condicionado? Parece que ouvi a campainha. Deve ser o motoboy com a nossa compra”. Cora riu alto a ver Mary levantando do sofá correndo e indo atender o portão.

“Boa noite. Eu vim fazer uma entrega para Coralina Mills”. O motoboy respondeu educadamente ao ver Mary na entrada do portão.

“Olá. Obrigada e tenha uma excelente noite”. Mary pegou a sacola com a comida e voltou para sala um pouco sem graça.

“O que foi amor? Por que você ficou sem graça? Por acaso foi quando eu comentei que não podemos fazer amor no quarto principal? O restante da casa está liberado. Zelena não se importa em dividir a casa conosco. Afinal somos uma família”. Mary ficou ainda mais vermelha, e Cora achou encantador.

“Eu tenho uma relação aberta com a Emma. Nós nos falamos de tudo, mas acho que a de vocês é um pouco mais aberta que a nossa. Eu penso que isso vai ser passado para outras gerações. Para os nossos netos que vão nascer daqui alguns meses e para o restante da família. Apenas fiquei um pouco tímida, mas terei de me acostumar. Serei a avó Mary daqui uns 8 meses. Não acho que Emma terá outros filhos depois que nascer os trigêmeos, porém nunca se sabe”. Mary e Cora foram para Cozinha e cada uma pegou um prato, copos e talheres. Cameron não tinha muita coisa, mas o básico para cinco pessoas tinha.

Cora e Mary comeram e beberam um pouco de vinho tinto. E nem perceberam o tempo passar. Elas dançaram, assistiram um filme que estava passando na Netflix bem agarradas. Sim, estavam realmente agindo como duas adolescentes apaixonadas.

“Que tal a gente ter uma última dança antes de você me levar para casa, Coralina Mills? E o próximo encontro será marcado por mim. Só não sei se irei conseguir pensar em algo melhor. Eu adorei e estou adorando passar esses momentos as sós com você. Não é a toa que suas filhas são tão encantadoras. Elas tiveram quem puxar”. Mary puxou Cora para mais perto e trocaram mais um beijo apaixonado.

“Não se preocupa em me agradar nesse próximo encontro. Sei que vou amar, pois estarei ao seu lado. Sim, vamos dançar. E depois te levarei em meus braços e assim sentir seu coração batendo apressado por mim. Estou encantada com tudo o que se passou. Obrigada por essa linda noite, meu amor”. Cora deu outro beijo e elas começaram a dançar.

“Pelo jeito eu ganhei na sorte grande hein. Você é uma ótima dançarina. Eu imagino que deve ter dançado muito na juventude. Sabe cozinhar muito bem. É ótima mãe e amiga. Até fiquei curiosa para descobrir os defeitos. Se tiver, é claro”. Mary sussurrou essas palavras no ouvido de Cora que mais uma vez a beijou.

“É claro que eu os tenho, meu amor. É só falar com as minhas filhas. Você tem certeza que não quer ficar aqui comigo nessa noite? Podemos ir para casa amanhã de manhã se quiser”. Cora perguntou em sua voz rouca.

Mary a olhou com desejo e adoração e amou ver o quanto Cora estava excitada. “Que tal seguirmos o exemplo de nossas filhas e dormimos só no terceiro encontro? Prometo que vou tentar torná-la a noite ainda mais especial”. Mary engoliu em seco quando Cora se encostou ainda mais nela.

“Cora! Por favor, não me provoque! Se só vamos dormir juntas no terceiro encontro é melhor pararmos de nos beijar assim! Eu fiquei toda acesa por dentro. Minha nossa senhora! Como você beija bem e sabe levar uma mulher para o paraíso! Estou quase deixando para lá a razão e me entregando a você aqui mesmo! Meu Deus está dando curto circuito no meu cérebro!”. Mary confessou com dificuldade para respirar.

“Mary, meu amor. Você não viu nada das minhas habilidades. No nosso terceiro encontro vou te mostrar o quanto sou boa no quesito sexual. E como sei tratar mulheres como você como merecem ser tratadas. Paraíso? Isso será muito pouco. Eu te levarei a lugares que o David nunca te levou pelo que vejo. Melhor para mim. Não penso em perdedores. Você ainda será minha esposa e terá o privilégio de receber toda essa paixão, esse fogo que tenho guardado todos os dias. Mas já está ficando tarde e temos que voltar para casa. Zelena está sozinha com a Allison e isso é perigoso. A gente não pode confiar em Hades. Ele está obcecado pela minha filha mais velha. Vem bebê. Eu te levo na minha fumaça”. Cora deu outro beijo na boca de Mary e elas chegaram na casa dos Swans.

Elas se despediram e beijaram mais algumas vezes combinando de se falarem no dia seguinte e marcando o segundo encontro que sabiam que seria tão especial quanto o primeiro.

Quarto de Regina.

Emma e Regina estavam deitadas na cama. Emma tinha acabado de tirar a roupa de sua namorada e estava praticamente salivando.

“Ah! Emma! Eu já te disse o quanto eu amo ver esse seu olhar de pura luxúria e paixão? Só espero que você me olhe desse jeito para sempre. É tão gostoso ser objeto de desejo da pessoa que amamos”. Regina comentou em sua voz rouca e sexy.

“E por que eu não iria continuar te amando e desejando para todo o sempre? Você é a mais linda, sexy, gostosa, perfeita, deliciosa...  Você é tudo aquilo que eu sempre sonhei. Não tem como eu não ser perdidamente, loucamente apaixonada por você. Nunca irei olhar para outra mulher como olho para você. Não se preocupa meu amor. Eu fui, sou e serei toda sua. Por toda a eternidade”. Emma foi até Regina e deu um beijo com todo o sentimento que tinha por sua morena.

Quando Regina deixou um gemido escapar, Emma continuou beijando sua namorada por todo o rosto, provando o quanto sua morena era amada. Não houve um lugar que não foi beijado pela loira.

“E agora, meu amor? Está conseguindo sentir o quanto você é amada por mim? Ou é melhor eu te mostrar um pouco mais? Qualquer coisa eu peço ajuda para os nossos filhos que ainda estão dentro de você. Sou a outra mãe. Eles vão querer me ajudar. Afinal é por uma boa causa”. Emma deu risada do biquinho feito pela namorada.

“Eu pude sentir um pouco, mas se você fizer amor comigo quem sabe eu perceba mais ainda o quanto você me ama e aos nossos filhos. Acho que as crianças não vão se importar de sentirem um pouco do prazer que irei receber”. Regina piscou maliciosamente para Emma que já estava baixando sua cabeça novamente. Dessa vez ela pegou os seios de sua morena que começou a gemer.

“Eu já te disse o quanto estou amando ver e sentir a mudança nos seus seios? Eu estou fascinada por eles. É tão bom tocá-los. Eles vivem me chamando. Bem... Eu sempre fui uma mulher de peito e os seus são deliciosos e tão gostosos de pegar”. Emma continuou a apertá-los delicadamente, beijá-los, mordê-los até sentir que sua boca era necessária mais abaixo.

Emma deu um lindo sorriso e voltou a beijar, mordiscar abaixo dos seios. Primeiro na barriga ainda plana da namorada e indo em direção ao sul. Regina gemia alto sem muito se preocupar com outras pessoas. Ela amava receber toda essa atenção.

Emma chegou finalmente onde queria chegar e deu um sorriso predatório. Ela adorava ver e provar sua linda morena. Regina estava extremamente molhada e feliz que mais uma vez estava fazendo amor com sua amada.

Emma lambeu e chupou o clitóris como se fosse uma recém nascida até que percebeu sua morena impaciente e bufando. “O que foi, minha rainha? Por que você está bufando desse jeito? Sua súdita está lhe negando algum prazer?”.

“Eu quero você dentro de mim... Agora mesmo... Seus dedos... Por favor... Em-ma”. Regina olhou tão irritada e chateada que Emma não resistiu o pedido em uma voz tão rouca e apaixonada.

“Seja feita a vossa vontade, majestade. Aqui está. Você está tão molhada. Aposto que não vai demorar muito para chegar nos finalmente”. Emma falou para si mesma enquanto via sua mulher se contorcer ainda mais e gemendo palavras cada vez mais desconexas.

Emma continuou lambendo o clitóris de namorada enquanto a estocava com dois dedos. No começo em ritmo lento, mas que aos poucos foi aumentando a força e a intensidade. “Vem para mim, amor. Estou aqui. Pode gozar a vontade. Eu te amo, Regina Mills!”.

Regina estava tentando controlar um pouco mais esse fogo que estava dominando o seu corpo, alma e espírito, mas com o pedido de vir de sua amada, a fez liberar todo o gozo que estava sendo construído e com um grito, ela veio.

Emma percebeu e incentivou sua namorada um pouco mais. Emma continuou sugando cada gota de prazer que estava sendo oferecido a ela. Como um banquete caro e continuou com seus toques até sentir que Regina tinha voltado dos céus e a estava olhando de forma sexy e sedutora.

“O que foi, Gina? Você quer me abraçar e beijar? Já estou subindo aí”. Emma deu um pequeno sorriso ao ver o olhar feliz e apaixonado de sua morena e se deitou em cima do corpo moreno que a estava lhe chamando com todo o cuidado.

“Pelo olhar satisfeito eu fiz um bom trabalho. É. Acho que sou boa nisso”. Emma deu uma risadinha e levou um tapa na nuca.

“Você foi ótima, mas ninguém precisa saber além de mim. Agora venha aqui e me beija. Estou com saudades dos seus beijos, Em-ma”. Regina puxou o rosto de sua loira e a beijou profundamente. Mais uma vez provando o seu próprio gosto e pensando em retribuir esse gesto mesmo sabendo que Emma teria que trabalhar no dia seguinte. 


Notas Finais


Espero que gostem. Beijos


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