História Nunca foi - Capítulo 1


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Categorias Black Pink
Personagens Lisa, Rosé
Tags Black Pink, Blackpink, Chaelisa, Horror, Lalisa, Lalisa Manoban, Lisa, Park Chaeyoung, Rosa, Rose, Roseanne, Roseanne Park Chaeyoung, Terror
Visualizações 63
Palavras 389
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Sobrenatural, Terror e Horror, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


primeiro terror!au, save me

Capítulo 1 - Seu toque de ossos; único


E mais uma vez Chaeyoung se escondia sob os lençóis felpudos, buscando um porto seguro. Sempre tinha a sensação que ela a observava à noite. Sentia que com qualquer barulho, ela iria atrás. As malditas lembranças estavam lá de novo, sempre lhe perseguindo. Era horrível sofrer sozinha e calada, guardar o choro, sem poder dizer nada, com o medo de que achariam que ela era uma doente. Estava cada vez mais afogada em seus próprios pensamentos, abraçando os seus joelhos com sua testa deitada nos mesmos. Relaxou e resolveu por tudo para fora, logo chorou.

E foi aí o seu erro.

Chaeyoung deixou um soluço sofrido escapar, foi aí que percebeu. Tentava disfarçar, fingir que nada aconteceu. Tentava entrar mais fundo na cama, mas já era tarde.

Não demorou muito para que a porta fosse pega rangendo ao tentar ser aberta. Então nada daquilo eram sensações? Mesmo após morta, Lalisa nunca a deixaria em paz? Apenas encolheu-se cada vez mais. A porta foi aberta e um completo clarão pôde ser visto, mesmo por baixo do cobertor. Os pisos no chão emadeirado foram escutados, juntamente de uma risada breve e maléfica.

-Não adianta se esconder, Roseanne - a voz amarga já trazia as lembranças do passado para a Park, o passado no qual sofreu nas mãos daquela mulher - Eu posso ver você.

Logo o cobertor foi puxado, revelando um ser obviamente não-humano. Lalisa tinha a metade do seu rosto verde, como algo podre, enquanto seu outro lado e o resto do corpo estavam normal, menos as pontas de seus dedos, lá era completamente osso. E então Lisa sorriu, seu sorriso se assemelhava a ossos de caveira, e era exatamente isso.

Rosé queria gritar, espernear, fugir... Mas sequer conseguia se mexer. Então apenas aceitou. Chorou calada. As lágrimas escorriam pela bochecha fofa na pele branca da garota da cabelos ruivos. Foi isso o que conseguiu fazer.

-Vamos brincar como antes - então tocou-lhe. Não era como os toques calmos de sua mãe, os únicos que lhe acalmava. Tinha toques sentidos como ossos - Essa noite nunca terá um fim.

Tudo o que Roseanne conseguiu ver foi, enfim, um branco que chegava a doer nos olhos.

 

                      Na noite seguinte ela teve o mesmo sonho.

                      Só que não era um sonho, nem nunca foi.

                      Sei disso porque, quando sonhamos, ainda estamos vivos.


Notas Finais


vou me esconder agora


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