História Nunca Mais (ChenSung) - One Shot - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Haechan, Jisung
Tags Amor, Briga, Chensung, Love, Perdão
Visualizações 92
Palavras 801
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bem... Lá vai, né... Enfim... Kkkkkkkkkkkkk

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Nunca Mais (ChenSung) - One Shot - Capítulo 1 - Capítulo Único

— Me perdoe, ChenLe — pediu JiSung pela milésima vez.


— Não! Você me traiu! Eu te odeio! — Exclamou ChenLe, lágrimas escorrendo por seu rosto.


— Eu não queria fazer aquilo! Eu não sabia… — foi interrompido pelo outro.


— Não sabia o quê?! Que eu descobriria?! Eu sempre descubro! — ChenLe empurrou o menino de cabelo azul, que suspirou, se mal dizendo por ter feito algo tão estúpido.


— Me deixa consertar isso — pediu JiSung, juntando as palmas das mãos na frente do corpo em desespero.


O baixinho de cabelos ruivos passou a costa da mão esquerda pelo rosto de maneira adorável e formou um biquinho manhoso nos lábios.


— O que você fez não tem conserto — ele falou sério. — Você quebrou minha confiança. Isso não tem preço.


JiSung lhe encarou com incredulidade.


— ChenLe, era apenas um pacote de Oreo!


— Não! Era o MEU pacote de Oreo! — Esbravejou o ruivo, apontando o dedo na cara do mais alto. — Você não tinha o direito de comer meu biscoito! Era meu e você sabia!


— Não, eu não sabia. Pensei que era do HaeChan!


— Ei, não me mete nessa história, não! Nem gosto de Oreo — HaeChan passou por eles no corredor, e JiSung lhe fuzilou com o olhar.


— Obrigado, viu? — Resmungou o azulado.


HaeChan ergueu a mão e disse:


— De nada.


— Seu mentiroso e traidor! — ChenLe lhe empurrou. — Nunca mais fala comigo.


Dito isso, o ruivo entrou em seu quarto (que, aliás, dividia com JiSung) e bateu a porta com força.


JiSung passou as mãos nos fios já bagunçados. Ele achava a atitude de ChenLe muito imatura, mas não podia dizer nada, senão dormiria na sala por um ano.


Tinha então que amolecer o coração do baixinho. E sabia bem como fazer isso.



><•><



ChenLe ficou no quarto o resto da tarde. Três horas, para ser mais exato.


Ele estava surpreso por JiSung não ter lhe incomodado durante esse tempo, lhe pedindo mil desculpas e implorando para não deixá-lo dormindo no sofá.


Isso só lhe deixou mais bravo do que já estava.


— Nem para tentar conseguir meu perdão, aquele traste de uma figa! Melhor assim! Nunca mais vou olhar na cara dele! — Murmurava para si mesmo, o lábio inferior repuxado para a frente. — Comer meu biscoito e ainda ter a audácia de mentir na minha cara.


Embora continuasse o culpando em voz alta, no íntimo de seus pensamentos se perguntava se não estava sendo muito duro com o azulado.


Antes que pudesse começar a se sentir culpado e voltar a chorar, ouviu alguém bater na porta, em seguida a voz de JiSung falou:


— ChenLe, abre a porta…


— Me dê um bom motivo para eu querer olhar na sua cara — perguntou ChenLe, mal humorado.


— Por favor, amorzinho — pediu JiSung, com voz manhosa, sabendo que o ruivo não resistia quando falava assim. — Tenho uma coisinha aqui para você. Uma forma de me redimir. Você vai adorar…


Movido pela curiosidade, ChenLe foi até a porta e abriu-a. Tentando manter a expressão chateada, parou em frente ao azulado e estendeu a mão.


JiSung tentou não rir da maneira como o ruivo inflava as bochechas rosadas tentando parecer zangado.


Puxou então de trás de si um pacote de ursinhos de gelatina, um sorriso encantador no rosto.


— Se tem uma coisa que eu sei que você ama mais que biscoito, é de balas de gelatina.


ChenLe quase que imediatamente desmanchou a cara amarrada, substituindo-a por um grande sorriso.


— Ursinho de gelatina! — Arrancou o pacote das mãos do outro, dando pequenos pulinhos no lugar.


— Isso significa que estou perdoado? — Perguntou JiSung, esperançoso.


ChenLe parou de tentar abrir o pacote e olhou para o mesmo, fingindo pensar.


— Hum… Você acha que pode comprar meu perdão e minha confiança com mísero saco de balas? — Fingiu indignação.


— Na verdade, três — puxou mais dois pacotes de detrás de si, vendo os olhinhos de ChenLe brilharem.


— É claro que eu te perdôo, JiSung-ah! — Pulou no colo do mais alto, sendo segurado pelo mesmo, que ria. — Você é o melhor namorado do mundo!


— Não, você que é.


Dito isso, JiSung aproximou seus lábios dos lábios em formato de flor do seu ruivinho, dando início a um beijo lento. ChenLe arranhou de leve a nuca do azulado.


— Ai, que droga — ouviu-se a voz de HaeChan no corredor, gritando logo em seguida: — GENTE, VAMOS DAR UMA VOLTA QUE JISUNG E CHENLE VÃO TRANSAR!


— Vai para o Inferno, HaeChan! — Exclamou JiSung, revirando os olhos. ChenLe apenas riu.


— JiSung… — Ao ver o olhar sério de ChenLe, logo ficou preocupado. — Nunca mais coma meu Oreo!


JiSung soltou a respiração que prendia. Rindo, prometeu:


— Nunca mais.


Notas Finais


Foi isso... Legal? Legal.


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