História Nunca Me Esqueça - Capítulo 3


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Categorias The Heirs, Yutaka Ozaki
Personagens Personagens Originais
Tags Depressão, Dorama, Drama, Dramafever, Musica, Romance
Visualizações 18
Palavras 437
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Quando os dias estão cinzas eu consigo perceber que dentro de mim essa cor predomina

Capítulo 3 - 3- Dia Chuvoso


Fanfic / Fanfiction Nunca Me Esqueça - Capítulo 3 - 3- Dia Chuvoso

Era um dia cinzento, eu estava no meu quarto, tentando estudar, sempre pensando em agradar ao meu pai. Mas o que ele não sabia, era que aquilo tudo não entrava na minha cabeça. Eu só queria poder ser eu mesmo. Parar de tentar contentá-lo, pois tudo que eu fazia era inútil, nada que do vinha de mim parecia bom para ele. Jamais meu pai vai se sentir satisfeito comigo. Aquele não era eu. A verdade, é que eu queria estar lá fora, brincando na chuva como uma criança feliz.

Olho pela janela de vidro, e parece que as gotas de chuva entendem minha dor, pois elas falavam comigo sem ao menos eu ouvir a voz delas. Era um silêncio, não só no naquele quarto, mas também na minha alma. Eu sempre tive um vazio enorme dentro de mim, como se fosse um buraco negro.

Para um garoto de dezessete anos, com uma guerra interior, eu até que aparentava estar bem. Meu rosto era feliz, pois eu queria disfarçar diante da sociedade o quanto era infeliz. E meu coração estava preso em um sentimento de frustração. Por que é tão difícil os adultos entenderem o que sentimos e o que queremos?

Sentado na minha cama, com o meu caderno apoiado sobre minhas pernas e com o lápis entre os dedos, tento fazer o exercício de matemática. Folheio as páginas até encontrar uma em branco. Olho mais uma vez pela janela e vejo a noite se aproximando. Gostaria de pôr para fora tudo que eu sentia, então começo a escrever com um desabafo.

“A noite surge enfurecida. Meu coração sente uma dor semelhante a ser acertado por muitos pregos. E por conta dessa dor, sinto-me muito cansado e deprimido. Eu não conheço ninguém, e ninguém conhece meu verdadeiro eu. Queria poder terminar com tudo isso, pois parece que eu vou afundar e submergir nessa agonia assustadora. Mas se não for assim, então queria apenas ser livre de mim mesmo. E desaparecer entre a multidão. Não tenho mais sonhos, eles não existem. Todos eu tranquei dentro de um baú e joguei a chave fora. Sinto-me muito só e ninguém percebe meu grito de socorro. Ninguém vê meu pedido desesperado. Estão ocupados demais com suas vidinhas inúteis e cada um no seu próprio mundo vazio olham somente para o próprio umbigo. São prisioneiros dos seus pensamentos cheios de maldades e hipocrisia. A humanidade é egoísta e não se importa com os sentimentos dos outros. Será que é somente eu que vejo o quanto às pessoas estão doentes? Vivo entre conflitos porque estou em uma guerra interior. Quem vai me salvar dessa tristeza sem fim?”



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