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História Nunca, se aproxime - Capítulo 1


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Notas do Autor


Boa leitura 💜

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Capítulo 1 - Não fale com estranhos


Tudo estava escuro ao meu redor, ouço vozes sussurrando em meu ouvido, estou com medo, muito medo, as vozes começam a ficar mais altas, elas dizem apenas "Venha, se aproxime", eu não sei o que significa, mas algo me diz para não me aproximar, para não ir, mas eu quero descobrir o porquê das vozes estarem dizendo isso, então eu me aproximo, de pouco a pouco, dando passos lentos.


De repente, uma luz aparece em minha frente, olho para ela, as vozes começam a falar aquilo de novo, cada vez aumentando mais o tom da voz, com medo e um pouco de curiosidade, eu vou em direção a luz.


Paro ao chegar nela, sinto arrepios pelo meu corpo e algo de estranho acontece, apareço de frente a um campo, cheio de flores, de todas as cores, passarinhos, borboletas, entre outros.


É tudo tão lindo, não quero mais sair daqui, pelo menos não para voltar aquele lugar, não para sofrer novamente, se eu pudesse, viveria o resto da minha vida aqui. Esse lugar exalava uma paz incrível, mas essa paz logo vai embora, todas as flores morrem, os passarinho somem e o lugar se torna sombrio, se antes eu queria ficar aqui o resto da minha vida, agora eu quero é sair daqui.


Começo a andar, observando novamente o lugar, desta vez sem vida alguma, tudo estava tão… calmo, mas tão sem vida.


Uma sombra aparece perto de uma árvore — também morta —, ela vai aumentando, mostrando um homem, seus cabelos eram loiros, seus olhos azuis, parecia um anjo de tão belo.


— Venha, garoto, se aproxime — o obedeço, me aproximando dele e ficando ao seu lado.


— Oi? — pergunto para ele.


— Você não devia ter se aproximado, sua mãe não te disse que não é pra conversar com estranhos? — perguntou ele colocando a mão no bolso.


— Co- — sinto uma dor em minha barriga, o que acaba interrompendo a minha fala, olho para ela, percebendo que tinha sangue, muito sangue, escorrendo cada vez mais, olho para ele novamente — Vo-


Acordo assustado, minha respiração estava desregulada, eu suava muito, e a minha barriga ainda doía, algo com certeza está errado.


Tento levantar mais não consigo, tudo porque minha barriga ainda estava sangrando, mas como? Aquilo não era apenas um pesadelo.


Algo interrompi meus pensamentos, as vozes que estavam no pesadelo voltam, olho para a cadeira do lado da cama, ele estava lá, sentado, enquanto canta baixinho, vendo que eu estava olhando para ele, o homem se aproxima, segura em meu queixo e diz:


— Nunca, se aproxime.







Notas Finais


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