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História Nymphomania (Destiel) - Capítulo 5


Escrita por: Umahunter1012_

Notas do Autor


Hehehe

Bom capítulo❤

Capítulo 5 - Cinco


Estou no carro com Sam, ele quem está dirigindo.

Antes de sairmos, pude ver que Castiel saiu junto conosco. Eu me escondi para que ele não falasse comigo e Sam me exigisse explicações.

Vi o moreno entrar em um carro e sair na nossa frente, parecia apressado.

- Então, quantas vezes por semana vai querer frequentar a clínica? - Sam me pergunta sem tirar os olhos da estrada.

- Hum, eu quero cinco...

- O quê? - Sam me olha esmbascado.

Olho para ele com tranquilidade no olhar.

- O quê? - levanto uma sobrancelha.

- Nada é que... Não achei que fosse gostar, só isso - ele diz olhando para a estrada novamente - E o doutor Metraton? Como foi com ele?

Sammy acha que o Dr. Metraton foi quem me atendeu.

Não contarei a verdade a ele agora, se ele descobrir que na verdade quem está me atendendo é um moreno gostosão, ele vai me tirar de lá na hora.

E eu não quero isso. Quero conquistar aquele homem.

- Foi legal, ele é bem gentil e atencioso... - falo encostando a cabeça no vidro da janela e olhando a rua e a cidade do lado de fora.

- E então? Eu escolhi o mais feio, não é? - Sam dá uma risadinha convencida.

- Claro que sim, Sammy...

Oh Sam... se ele soubesse...

Dou um sorriso de lado e continuo prestando a atenção na rua.

Eu estava quase caindo no sono, até que meu olhos capturam algo interessante e se arregalam.

Aquele é o... Dr. Novak? E ele está... Saindo de um sexshop?

Puta merda.

Eu pisco várias vezes até tentar entender a cena diante de meus olhos.

Para minha sorte, o nosso carro está parado esperando o sinal verde, e eu posso desfrutar mais daquela cena.

O que diabos ele estava fazendo em um sexshop?

Pude notar que ele estava com duas sacolas nas mãos e - como já comprei coisas nessas lojas - posso dizer que aquelas sacolas estão repletas de brinquedos sexuais, mesmo que as sacolas sejam discretas - com um logo de uma loja de roupas normais. Discrição é tudo.

Vejo ele entrar em um carro preto que deduzo ser o seu, provavelmente.

E Castiel, bom...Ele parecia... Diferente?

Não era nada comparável com o doutor que me atendeu hoje. Ele também não estava mais usando o jaleco, estava com uma camiseta preta com gola, uma calça jeans surrada e ele também usava óculos escuros.

Resumindo: ele estava um puta gostoso, mais do que eu imaginava.

Seus braços mais expostos, demonstravam força. Eu só queria ser agarrado por aqueles braços...

O sinal fica verde e o nosso carro começa a andar. Eu continuo encarando o carro do doutor delícia até que eu o perca de vista.

Sam me olha estranho.

- Dean, você está bem?

- Sim, porque a pergunta?

- Nada é só que... Você parecia uma coruja agora, virou a cabeça de um jeito quando o carro começou a andar - ele faz uma pausa e dá logo um sorriso pequeno - Já sei, estava namorando a loja de sexshop novamente, não é?

- Não exatamente... Mas vamos dizer que sim - falo viajando nos meus próprios pensamentos

Sam dá de ombros e olha para a estrada.

Fico pensando se poderia perguntar a Castiel o porque ele estar em um sexshop.

Ou eu não deveria ser tão invasivo assim, talvez ele tenha fetiches como todo mundo ou então ele é casado e...

Pera, será que ele é casado? Droga, se ele for...

Se bem que seria excitante transar com um homem casado. "Seria" não é a palavra certa, já que não seria minha primeira vez... Mas...

Bom, quem sabe, não é?

Pelo resto do caminho até em casa, decido dar um descanso a minha mente, meu próprio pau já estava semi duro, quando eu chegar em casa, já saberia o que fazer.

(...)

Mais um dia na clínica...

Sam e eu já estávamos na sala de espera, só esperamos dar a minha hora para que eu pudesse entrar.

- Dean Winchester, já pode entrar, o doutor está lhe esperando - a recepcionista diz.

Eu dou um "até logo" ao Sam e pego o elevador. Caminho até a sala e abro a porta sem bater, onde na mesma estava escrito "bata antes de entrar".

Castiel já estava em sua mesa. Ele me vê entrando silenciosamente na sala, e me dá aquele mesmo olhar de ontem - quando eu revirei os olhos de forma rebelde para si -, estreitando os olhos e com uma intensidade no olhar. Eu não sei o porque, mas isso me fez estremecer um pouco.

Ele suspira.

- Bom dia, Dean. Como você está? - ele me pergunta.

- Bom dia doutor, estou bem - digo andando pela sala, me encosto na parede e cruzo os braços o olhando.

Eu penso que, se ele fosse casado, provavelmente teria uma foto de seu parceiro(a) pelo escritório, e não, não tem nada do tipo aqui. Nem no papel de parede de seu celular que estava ligado sobre a mesa.

- Posso perguntar uma coisa?

- Claro - ele responde e se levanta caminhando até uma estante ao meu lado, procurando alguma coisa.

- Quais são... Os seus fetiches? - pergunto.

Percebo seus ombros ficarem tensos, mas ele logo relaxa.

- Por que a pergunta? - ele questiona distraído com alguns livros na sua frente.

- Bom, eu estava saindo daqui com meu irmão ontem e te vi na rua... - pude notar que ele ficou imóvel, senti medo de continuar, mas continuei - Você... Estava saindo de uma l-loja...

O movimento foi tão rápido que não vi ele se aproximando de mim, me pressionando contra a parede.

- Estava me seguindo? O que você viu, garoto? - ele pergunta.

Eu fiquei assustado pela ação do moreno, e nem assim meus pensamentos sujos de como ele era sexy até com raiva me abandonaram.

- N-Não... Não estava seguindo você eu juro, só estava indo embora com meu irmão e vi você na calçada s-saindo de um sexshop... F-Foi só isso que eu vi... - falo gaguejando bastante.

Nossos rostos estavam tão próximos. Se ele não estivesse tão puto, eu o roubaria um beijo.

Ele encara me encara por alguns segundos e me solta, se afastando.

- Pois bem... Sente sua bunda bonita naquela cadeira e vamos começar nossa consulta - ele me diz com uma expressão fechada. Nossa como ele estava sexy.

Minha bunda bonita? Parece que alguém andou reparando em minha bunda, ou talvez eu só esteja me iludindo.

Eu fico meio paralizado e não consigo me mexer, pensando um milhão de coisas no momento.

Eu acabei de perceber uma coisa, sempre que eu faço algum ato rebelde ou de desobediência, ele me olha de uma forma intensa e com os olhos estreitos, era esse olhar que eu estava recebendo dele neste momento.

Queria saber o que esse olhar significa.

- Dean! Senta! - ele diz impaciente.

- Mas que merda, o que há com você? E se eu quiser ficar em pé ou sentar no chão? O que vai fazer? - tiro coragem para dizer aquilo.

Sinto um arrependimento subir pela minha garganta logo depois. Oh Dean... deveria parar de ser tão impulsivo.

Sinto eu ser virado de costas e ser pressionado na parede.

Sinto o tronco do moreno pressionar as minhas costas e prender meus braços  atrás das mesmas, me imobilizando.

- Escute aqui, garoto - sinto sua voz em meu ouvido, me arrepiando - Acho que seria ótimo para você, me obedecer. Você viu uma pequena amostra de quem eu realmente sou, cujo isso é uma coisa que não quero que descubram. Então você ficar com essa sua boquinha abusada bem fechada, ouviu?

Posso sentir algo duro contra minha bunda, não posso crer no que isso pode ser.

Puta merda.

- Mais um vez... Você ouviu, garoto? - ele pergunta me pressionando com mais força.

- S-Sim, senhor... - respondo.

Seu membro parecia uma pedra pressionada em mim, puta merda. Ele estava puto comigo, mas ao mesmo tempo excitado, como isso pode ser possível?

Senti minhas calças se apertarem também. Pronto, eu também estava duro.

Ele me solta e se afasta. Sinto minhas pernas vacilarem e me apoio na parede para não cair.

Ele se senta em sua cadeira e me olha.

- Sente-se, Dean - ele diz meu nome com pesar.

Eu não vejo outra opção a não ser obedecer.

Percebo seu olhar sobre a protuberância em minha calça, e me sento o mais rápido possível na cadeira e cruzo as pernas tentando esconder a ereção.

Um silêncio constrangedor se faz presente por alguns segundos.

- Bom, vamos lá... - ele começa pegando alguns papéis.

E nossa consulta se desenrola em perguntas, conversas sobre meus problemas e conselhos que poderiam me ajudar em algumas situações.

Não houve mais nada interessante além disso, não tive sequer coragem para lançar um dos meus flertes.

Castiel sequer deu um sorriso, ele parecia tão... Sério.

Só espero não ter estragado tudo.

Mas nada me tira da cabeça que seu pau havia ficado duro contra a minha bunda. Era como se... Ele gostasse de ficar no controle, e isso o excitava.

O mesmo comigo, já que ficar sobre o controle de alguém também me excitava, e muito...

Hum, pelo visto, somos perfeitos um para outro, eu não vou deixar de tentar.

Castiel Novak vai me foder.



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