História O - Interativa. - Capítulo 9


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Interativa, Original, Universo Alternativo
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 9 - Cap. 03 "Especialidades" - parte 02.


Fanfic / Fanfiction O - Interativa. - Capítulo 9 - Cap. 03 "Especialidades" - parte 02.

Carmen suspirou pesadamente assim que foi posta no chão, Lótus saiu logo em seguida para buscar um ingrediente que faltava. Morfeu colocou Nathan no chão com cuidado, o escorando contra uma árvore, Carmen observou como o guardião era cauteloso com o outro e dava para ver em seu olhar a ternura que sentia por ele.


-Você gosta realmente dele, né? -sorriu.

-Sim… no início eu era ligado à sua mãe, mas ela insistiu que eu me torna-se Guardião de Nathan e que cuidasse dele. -disse com um leve sorriso no rosto, Carmen o escutou com atenção. -Me senti encantado por ele desde de a primeira vez que o vi, e agora tenho medo que ele se vá. -acariciou o rosto do outro com calma e leveza.

-Ele ira ficar bem, você está fazendo um ótimo trabalho cuidando dele. -sorriu tentando passar confiança.

-Obrigado. -sorriu. -Mais e você? Lótus me contou como se conheceram, como se sente em relação a ele? -sorriu lhe lançando um olhar curioso.

-Wom, eu gosto dele. -disse sincera, realmente não havia nada a ser escondido. -no início ele era bastante fechado e recluso, com o tempo passamos a ficar mais proximos e aprendemos a confiar um no outro.  E difícil de o entender as vezes, mas gosto da sua companhia e me sinto segura de ao seu lado.

-Acho que ele ficaria feliz em ouvir isso. -disse pensativo.

-Talvez… como é a voz dele?-perguntou curiosa desviando o olhar de leve para uma flor que crescia perto de seus pés.

-Uma pergunta bem complexa. -sorriu de forma brincalhona. -E calma em sua grande parte, apesar de grossa tem uma entoação suave e convidativa, um tanto quanto sedutora e envolvente. -comentou com um sorriso malicioso fazendo a jovem corar. -Porque tal curiosidade?

-Só curiosidade… meio que eu não posso a ouvir, então… eu queria saber… -falou de forma desengonçada e envergonhada, mas não se arrependia de ter feito a pergunta, Morfeu riu.

-Ele comentou que te acha uma criatura fascinante. -disse após um suspiro e então sorriu. -uma forma alternativa de dizer que gosta de você.

-Oh… -ela sorriu.


Nesse estante um homem pousou a frente deles e colocou uma garota no chão, Morfeu lançou um olhar amistoso ao outro que acenou.


-Até que em fim. -disse a garota cruzando os braços. -já comecei a pensar que você não fosse chegar nunca. -dizia com um olhar sério, ela observava Carmen de cima em baixo.

-Que… Espera um segundo. - a jovem reconheceu a voz de sua mente. -Você é aquela voz da mensagem!-Acusou cruzando os braços e franzindo a testa nervosa. -Eu fiquei com uma bela dor de cabeça graça a você.

-Peço desculpas sobre isso, mas se conseguisse controlar sua especialidade não teria ficado com dor de cabeça. -falou rígida e severa, Carmen bufou nervosa, mas logo ficou curiosa.

-Especialidade? Do que você tá falando?

-Ah… -a olhou com surpresa, mas se lembrou do que estava ocorrendo. -não se preocupe, vou te explicar tudo. -sorriu. -que tal recomeçar, eu me chamou Jennie. -arriscou estendendo a mão de forma amistosa.

-Certo… Carmen. -aceitou o aperto de mão o retribuindo e sorriu.

-Bom, Carmen, temos muito o que conversar.


. . .


-Oi pai. -comprimentou Jennie ao entrar pela porta da cozinha, Paul já havia terminado o jantar e se preparava para por a mesa.

-Oi. -sorriu mais logo ficou sério ao ver a companhia da jovem.


Amon adentrava a cozinha sendo acompanhado por Morfeu que levava Nathan nos braços, Lótus veio logo em seguida com um cesto cheio de ingredientes, por último adentrou Carmen meio receosa observando o homem, ela o comprimentou com um aceno ele a retribui.


-O que está acontecendo?-perguntou curioso e desconfiado.

-Eles precisam de um lugar para ficar por hoje, são como eu e Amon. -sorriu explicando. -e o rapaz está doente… mas já estamos resolvendo esse problema.

-Você já falou com seu pai?-perguntou cruzando os braços olhando receoso para os outros que subiam a escada.

-Ainda não, mas eu sei que ele vai deixar… -sorriu meio receoso.

-Está certo. -suspirou voltando a por a mesa. -em breve chamo vocês.

-Obrigado.


Jennie subiu, adentrou seu quarto, Lótus já começava a preparar uma nova poção para Nathan, Carmen estava ao seu lado observando. Morfeu estava sentado ao lado de Nathan que por sua vez estava deitado na cama da jovem. Amon se encontrava sentado em sua poltrona como sempre.


-Certamente. -riu, estava tendo uma discussão muito calma com Lótus.

-Do que estão falando? -perguntou ao guardião.

-Estávamos relembrando da primeira vez que tivemos que preparar uma poção de purificação. -disse Amon cruzando os braços. -Lótus’ quase pós fogo na nossa estufa com raiz de dragão. -riu, Jennie notou como ele falou de forma meio irônica o nome do amigo, resolveu deixar para perguntar depois.

-Então… -começou Carmen se virando para Jennie. -você já pode me explicar as coisas?-perguntou meio receosa, a jovem não gostava de encomoda e se sentia um pouco apreensiva com a situação.

-Claro. -Jennie se sentou no chão próximo a ela. -Bem, como já deve saber somos ligados a nossos guardiões, essa ligação nos dá o dom de ouvilos e entende los. -disse séria. -mas para algumas pessoas isso pode ir além, dando uma habilidade extra, chamada especialidade. Como por exemplo, pessoas como nos duas podem ouvir os pensamentos não só dos nossos guardiões ou de outros por perto, mas também de guardiões distantes, pessoas e até obscuros. E devo avisar que nem precisamos de permissão para isso. -sorriu.

-Interessante… mas como tem tanta certeza de que posso ouvir mesmo outros guardiões… tipo, eu nem posso ouvir Lótus. -Comentou abraçando os próprios joelhos.

-Pois é, você só ativa a sua especialidade quando dorme.

-Que?-a olhou com espanto.

-Já percebeu que vive tendo sonhos estranhos, com vozes te falando coisas, indicando coisas… as vezes até se dirigindo a você. -sorriu.

-Sim… são…

-Exatamente. Por algum motivo você não pode escutar ninguém, mas quando você dorme algo dentro de você consegue se conectar com os outros…

-Uau. -comentou suspirando pesadamente.

-Eu sei, também fiquei um pouco espantada quando vozes do além surgiram na minha cabeça. Com um pouco de treino tenho certeza de que vai conseguir controlar.

-Certo… você pode me ajudar?-perguntou meio envergonhada.

-Claro.-sorriu animada.

-Bella… -Thomas adentrou o quarto e ficou parado encarando todos ali dentro.

-Oi. -Jennie sorriu se levantando.

-O que está acontecendo aqui?!


. . .


Katherine abriu os olhos e se espreguiçou sentando no sofá, analisou o ambiente em volta não chegando a nem uma conclusão de onde estava.

O ambiente de paredes brancas e piso de madeira, possui uma cama de casal de foro azul escuro e o sofá a onde se deitava está a frente dela, seu estofado era preto e macio.

A frente no centro da sala havia um tapete escuro e sobre ele uma mesinha de centro, com o tampo de vidro e suas pernas de madeira escura.

Haviam duas portas, do lado direto, do lado esquerdo havia uma grande porta de vidro que dava a um jardim. Simples e cercado por espelhos.

Atrás de si pendurado na parede sobre o sofá, havia um quadro feito a mão de um céu no fim da tarde, ou talvez no início da manhã, sua moldura era simples e preta.

Ela se levantou e foi averiguar as portas, a primeira dava a um closet seguindo para um banheiro. A segunda estava trancada, então ela chutou que era a saída. Seguindo para o jardim, a grama estava serve e as pequenas flores rosas tinha um aroma agradável, ela se aproximou de um dos espelhos e o examinou, o chutou com força mais nada aconteceu.


-Não faça isso, pode ser perigoso. -uma voz feminina ressoou da porta, ela se virou para encarala. -Bom dia, Katherine.

-Quem é você? Onde eu estou?

-Meu nome é Rebeca, você está em minha casa em Londres. -sorriu.


A garota tinha olhos azuis profundos e longos cabelos loiros, sua pele é clara e seus corpo e magro e delicado, sem muitas curvas.


-Certamente tem muitas perguntas, no entanto não tenho tempo o suficiente para te responder. -suspirou. -Vim trazer a janta, espero que seja do seu agrado. -disse se referindo a bandeija sobre a mesa de centro. Ela se virou pronta para sair.

-Espera, quando vão me deixar ir? -perguntou preocupada.

-Quando a tempestade passar. -sorriu fechando a porta atrás de si, Katherine escutou o trinco mais uma vez.


. . .


Jennie demorou um longo tempo explicando a situação ao seu pai, após isso ele deixou que os inesperados convidados ficassem. O jantar foi calmo, Carmen foi convidada a se juntar a eles, já que os guardiões alegavam não ter fome e Nathan não havia acordado.


-Hora de cantar Parabéns. -sorriu Paul trazendo um bolo a mesa.

-Wom, e seu aniversário? -Carmen a olhou surpresa. -Se eu tivesse tido tempo teria comprado algo. -disse pensativa.

-Tudo bem. -sorriu, o bolo ficou a sua frente, claramente tendo sido feito a mão.


Eles começaram a cantar para bens e a jovem sorriu, sua família e uma estranha lhe desejando felicidades, era realmente emocionante. Ela se preparou e apagou as velas, neste mesmo momento um grande estrondo vindo de cima foi ouvido, as paredes e o chão tremeram e um pouco de poeira caio do teto.

Carmen sentiu uma forte pontada no peito e quase foi ao chão. Jennie sentiu um mal estar repentino, sua cabeça latejava e suas costas ardiam como se um elefante tivesse pisado nela.


-Amon?! -chamou seguindo meio desnorteada para as escadas, Paul a ajudou a manter o equilíbrio.

-Não venha!-ordenou o guardião do andar de cima, sua voz estava muito sofrida e saia com certa dificuldade.


Ela sentiu seu corpo mais fraco e sua garganta começava a arder como se ela estivesse sendo enforcada. Thomas iria subir as escadas mas Carmen desmaiou e ele se deteve indo socorrer a garota.

Jennie se sentiu mais fraca, e aos poucos começava a perder a consciência, até que apagou.


. . .


A jovem levantou em um solavanco, estava deitada no sofá e aparentemente bem.


-Está tudo bem Belle. -falou Thomas calmamente a segurando de leve pelos braços. -Você desmaiou…

-Amon. -chamou olhando em volta, o guardião estava escorado na parede próxima a ela dormindo, ela se levantou rápido de mais para o pai a segurar e se aproximou do guardião.


Ele não parecia ter ferimentos mais ela ainda sentia suas costas arder.


-Amon… -chamou de leve o balanço pelos braços.


Amon abriu os olhos de forma cansada e sonolenta quase não conseguindo os manter abertos, ele deslizou a mão esquerda sobre os cabelos da jovem e então a puxou para perto de si a abraçando.


-O que houve? -perguntou retribuindo o abraço preocupada.

-Fomos atacados. -disse baixo perto de seu ouvido. -Eles levaram Nathan.

-Que?



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