História O acaso me trouxe você - Capítulo 7


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Categorias Alexandre Nero, Giovanna Antonelli
Personagens Alexandre Nero, Giovana Antonelli
Visualizações 113
Palavras 1.210
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Volteeeei! Desculpa não ter voltado ontem, mas tenho explicações: 1- Eu fiquei sem internet e ainda estou vim roubar aqui na casa de uma amiga... Boa leitura!

Capítulo 7 - Vão ser ou não?


Alexandre


Fela da puta! O Henrique só podia ser maluco, como ele fez isso? E a Laura? Ela sempre foi desconfiada comigo, sempre disse que eu não era boa companhia, apesar de ser minha amiga. 


Eu tô perdido, eu não acredito que eles fizeram isso e ao menos nos comunicaram, nem uma conversa para nós alertar. 


- Laura e Henrique escolheram vocês para cuidar dela... - Amora fala feliz, por quê ela tava feliz? - Vocês me escutaram? EI! - Ela grita e estala os dedos para nós que estávamos assustados. 


- Eu não sei o que dizer... - Giovanna começa e sinto o medo nos olhos dela. - É..  Amora, tem certeza? 


- Eu mesma li o testamento. - Eu tô tonto! - Vocês não estão felizes? 


- O que? Não! - Giovanna grita. - Você acha que o Alexandre tem idade mental pra ser tutor de algum? 


- Oh, ei, eu tô aqui! Você fala de mim como se eu fosse o único né? - Digo encarando ela. - Você é a maior bunda mole que eu conheço! 


- Eu? Tem certeza que é eu? - Ela fala irritada me enfrentando.


- Você  mesmo, tá aí toda preocupada de dividir comigo, mas a verdade é que não quer estragar o relacionamento sem sal que tem com aquele médico ridículo! - Eu grito, era realmente isso, ela estava irritada por isso mesmo.  


- Você é patético,  Alexandre! - Ela diz alto e vira para Amora. - Amora, como você viu é impossível nós dois convivermos! 


- É impossível eu ficar no mesmo espaço que essa mulher! - Digo direcionado para Amora.


- Olha, Nero, vai tomar no olho do buraco do seu cu! - Diz irritada e eu gargalho, ela já estava preparada pra falar mais, porém somos interrompidos por Amora.


- Vocês... - Ela aponta para nós dois. - São dois idiotas sabia? Sabe por quê? - Amora diz amarga. - Vocês podem dar a chance da "afilhada" - Faz aspas com os dedos, ironicamente. - de vocês ter uma vida um pouco perto do normal! - Ela faz uma pausa e volta a falar. - Ela perdeu os PAIS! Ela só tem vocês e, caralho, os pais dela, seus melhores amigos, confiaram ela a vocês. E agora, eu realmente não sei se foi uma boa ideia. 


- Amora... - Giovanna tenta interromper. 


- Não, Giovanna! Alguém tem que falar verdades pra vocês dois! - Ela suspira antes de continuar. - Eu vou falar novamente o que acontece com a Alice pra ver se vocês dois entendem... Se caso vocês não aceitem ser os tutores dela, e pelo visto é isso que acontecerá, a Alice irá ficar aqui até que alguma família ADOTE ela, aí vocês não irão ter contato com ela, porque é provável que a família que irá adota-lá não vai deixar... Então, vai de vocês agora decidir se vão deixar a Alice na vida de vocês ou se vão descarta-lá por conta de uma inimizade... 



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Giovanna 


Amora diz tudo isso a seco e preciso ter muito autocontrole pra não chorar na frente do Alexandre; acho que esses dias que passaram me enganei sobre ele ser alguém melhor. Ele é o mesmo cafajeste de antes e não mudará, nem pela Alice, mas talvez nós devêssemos conviver pela nossa pequena. Amora saiu da sala e nos deixou com a nosso afilhada que estava alheia a tudo e continuava brincar.  


- Tu vai querer? - Pergunto a ele que estava intacto com as palavras da assistente e quase amiga.


- Vai ser o jeito morar com você!  - Responde ríspido.


- Morar com você nunca foi meu sonho de consumo! - Pauso antes de falar. - Na verdade, era o contrário disso... Você bem longe de mim... 


- Poxa, é uma pena né? - Ele diz sarcástico. - Parece que você vai ter que me ter por perto, por muitos anos ainda... - Aquela gargalhada ridícula me irrita. 


- Se teremos que conviver, acho que vamos ter que ajustar algumas coisas... - Digo e Nero me questiona com o olhar. - Primeiro: Nós não temos nada, somos apenas tutores dela. - Ele me interrompe rindo antes de eu prosseguir. 


- Giozinha, giozinha... Você não faz meu tipo e mesmo que fizesse, você é chata pra caralho! - Que ódio! Eu vou matar ele! 


- Olha, realmente, com você não tem como conversar... 


- Vai continuar suas regrinhas idiotas pra reger nossa vida de quase casal? - Ele diz irônico e com um sorriso filho da puta no rosto. 


- Alexandre, vai se... 


- Oh, olha a criança aqui! - Ele diz pegando Alice no colo. 


- Vou continuar e tu não me interrompe... - Falo apontando o dedo na cara dele. - Dois: Não entra nenhuma vagabunda em casa. 


- Você já tá lá! 


- O que tu falou? - Ele murmurou alguma coisa enquanto colocava Alice no chão de novo, eu não escutei. Droga!


- Falei que óbvio que não, porque você é uma dama, lady e uma mulher para casar... 


- Hum, acho bom mesmo! Continuando... Três: Dormimos em quarto separados... - Ele interrompe. 


- Porra, não é óbvio?! Nem se eu quisesse ia dormir no seu quarto, acho que te mataria... -Ele gargalha. - Tô brincando 


- Talvez, quem irá te matar sou eu! Você fala que EU sou a chata, mas tu já te reparou? Você é patético! - Digo sorrindo. E ele me encara ainda com um pequeno ar irônico. - Fica com várias mulheres e talvez o problema seja em você! - Falo sem dó. - Ou você nunca pensou nos motivos que eu sempre te repulguinei? 


- Nem se você me quisesse... 


- Prefiro os meus dedos do que você! - Touche! Acertei em cheio, sei disso pela feição dele de decepção e não posso deixar de rir. - Onwwww, tá decepcionada a madame? Quer um ombro pra chorar? - Faço graça e ele me pega pelos braços e me leva até a parede. 


- O dia que você quiser meus dedos... - Fala grosso e sussurrado no meu ouvido. - Você terá que implorar muito! 


- Então vai esperando sentando... - Digo encarando ele. - Usando as suas mãos! 


- Voltei! - Amora entra na sala dizendo assim que ele me solta e fica me encarando. - Nossa, Nerinho, tá assustado por quê? 


- Acho que vi uma bruxa! - Fala querendo me insultar. 


- Aí então você viu seu reflexo? - Digo rindo e Amora me acompanha. 


- Meu Deus, Giovanna! - Ela gargalha e Nero fica irritado. - Aí desculpa,  Nero! 


- Ok. O que você quer falar? Já que voltou aqui e não foi só pra rir da minha cara... - Ele diz irritado. 


- Aí, credo, cadê seu senso de humor? - Digo o irritando mais ainda. Agora eu sei quando ele diz que é bom irritar. - Mas então, Amorinha, o que houve? 


- Na verdade, deixei esse tempo para vocês conversarem... - Ela diz nos encarando. - Se vocês vão querer ser os tutores da Alice... - Amora fala e um silêncio atingi a sala. - E aí? Vão ser ou não tutores? - A loira diz nos encarando e eu olho para Alexandre que ainda está com o olhar raivoso.


Notas Finais


A Thawanny sempre ler o capítulo antes de eu postar aqui e ela me deu uma ideia, mas quero pergunta pra vocês... Vocês acham que eles tem que aceitar de primeira ou ter um 'quanto tempo temos que pensar?'

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