História O Acompanhante. Clace ( katnic) - Capítulo 40


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Categorias Dominic Sherwood, Katherine McNamara, Shadowhunters
Personagens Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland)
Tags Clace, Dominic Sherwood, Katherine Mcnamara, Katnic, Romance, Shadowhunters
Visualizações 63
Palavras 2.996
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Vamos esquentar um pouco né 🔥🔥 último hoot já que stsanos chegando nos capítulos finais 📖😏😘

Capítulo 40 - Capítulo 39 : Estou em apuros....


— Está bem, embalando. — eu comecei. — Izzy e Lydia começam aqui no quarto, eu vou pegar a cozinha . Se os rapazes começarem a embalar algo que ajudará a encher o lado deles da van primeiro, os distraia com todos os meios

 

necessários. Eu realmente não quero cozinhar o próximo mês.

 

Colocamos nossas mãos em conjunto como um amontoado de equipe e aplaudimos, depois rimos do nosso ridículo.

 

— Seria óbvio demais para os rapazes que eu estou tentando distrair Sebastian se eu ficasse nua e me curvasse diante dele?

 

Olhei para Lydia e apenas encarei até que ela riu.

 

— Estou brincando, mas se eu realmente ficasse nua, Sebastian seria completamente retirado da equação o que significaria menos , sobrando três. As probabilidades estariam ainda mais a nosso favor.

 

Eu pensei sobre isso por um momento e depois balancei a cabeça.

— Você não ficará nua, vamos ganhar isso limpo e justo.

 

Izzy me cutucou.

— O quanto é justo o que estamos fazendo?

 

— Muito justo, quero dizer que não estamos fazendo muito. Não é nossa culpa se os paus dos rapazes decidirem prestar atenção em nós.

Lydia bufou.

— Vamos apenas fazer isso antes que eles pensem que temos uma enorme conspiração acontecendo.

 

Sorri, então virei e saí do meu quarto em direção à cozinha. Olhei para Jace que estava montando uma caixa sentado no chão, eu interiormente sorri.

 

— Com licença. — eu disse e passei por cima de Jace .

 

Eu estava de vestido, então fiz questão de passar por cima da cabeça de Jace apenas para que ele pudesse ver o meu vestido.

 

— Clary! — ele sussurrou e se esforçou para tirar Caixa do seu corpo, conforme levantava.

 

Eu pulei quando os braços de Jace deslizaram ao redor das minhas costas e as mãos entrelaçaram no meu umbigo.

 

— Estamos em guerra agora, querido. Mãos fora da mercadoria. — eu disse, docemente.

 

Jace rosnou quando colocou a boca junto ao meu ouvido:

— Você não está de calcinha.

 

Eu me encolhi.

 

Deus, eu odiava aquela maldita palavra, mas eu não o corrigi sobre isso,porque eu queria que a minha calcinha, ou melhor, a minha falta de calcinha, ficasse impregnada na mente dele.

 

— Não? Huh. Eu devo ter esquecido de colocar uma...

 

— Mentira.

 

Eu lutei contra um sorriso.


— Como é? — perguntei, inocentemente.

— Você me ouviu, mentira. Você não pode simplesmente esquecer de colocar calcinha. Você tem uma porra de uma rotina que você segue quando se veste  calcinha, sutiã, meias, então o resto da suas roupas.

 

Ele prestava atenção em tudo o que eu fazia?

 

— Isso é verdade, mas tudo está um pouco agitado hoje. Eu não posso ir colocar uma agora, porque as meninas estão no nosso quarto e isso seria muito óbvio. Eu não posso nem pegar uma e colocar em outro lugar, porque Alec está no banheiro arrumando nossos produtos de higiene pessoal e eu não acho que você gostaria que seus amigos me assistissem remexer em um par de calcinhas na frente deles aqui.

 

O aperto de Jace aumentou.

— Malditamente certa, eu não gostaria.

 

Eu sorri diabolicamente.

— Exatamente, então deixe-me ir e voltar a embalar.

 

Jace rosnou quando fui para longe dele.

 

— Como posso me concentrar em empacotar caixas quando eu sei que você não tem calcinha sob o vestido?

 

Ele não seria capaz de se concentrar, e era exatamente com isso que eu estava contando quando eu decidi tirá-las.

 

— Eu tenho certeza que você descobrirá um jeito.

 

Eu senti os olhos de Jace em mim quando eu abri um armário acima da minha cabeça e estendi a mão para os pratos e copos. Eu podia sentir meu vestido subir nas minhas coxas conforme estiquei.

 

— Deus, caralho, porra. Alec! Troque comigo!

 

Olhei por cima do ombro e vi quando Jace saiu correndo da sala e pelo corredor, até o banheiro. Eu sorri.


Ele achou que podia se afastar de mim tão facilmente?

Ele estava ficando louco se ele pensava assim.

 

— Boa ideia, querido. Izzy, você assume a cozinha. — eu gritei. — Eu vou embalar as minhas coisas no banheiro, para o caso do Jace jogar fora os produtos de higiene pessoal que eu gosto.

 

— Indo! — Izzy gritou.

 

Eu rapidamente entrei no banheiro depois de Jace, que tentou me impedir de entrar no cômodo, mas gemeu quando eu abaixei sob ele e ganheiacesso de qualquer maneira. Eu sorri para mim mesma.

 

— Feche a porta, mas não toda, eu preciso pegar minha toalha de cima da porta.

 

Jace não olharia para mim, mas fez o que eu pedi.

 

— Obrigada. — eu falei.

 

Eu estava do lado do banheiro e fingi perder um pouco o equilíbrio.

 

— Clary! — Jace gritou, em seguida, saltou para mim, abrindo os braços, assim que caí neles.

 

Engoli em seco.

— Boa pegada.

 

Inclinei-me para cima e beijei o lado da boca de Jace e ele rosnou.

 

— Só... só tome cuidado, está bem? — ele murmurou, sua aparência exterior durona desvanecendo por um momento.

 

Eu balancei a cabeça.

— Eu vou, meninão. Não se preocupe comigo.

 

Jace murmurou algo para si mesmo.

 

Eu era tão óbvia com o que estava tentando fazer, mas Jace estava tão concentrado em não olhar para mim que ele não conseguia ver o quanto eu queria que ele olhasse para mim.


Eu olhei para ele através do espelho.

Aparentemente, mostrar um pouco de pele não foi suficiente, eu tinhaque aumentar o grau das coisas.

 

Eu me virei e olhei para baixo para o cesto ao lado do vaso sanitário.

 

— Eu pensei que tinha dito para limpar isso? — eu perguntei e inclineipara frente.

 

— Limpar o que , oh, Jesus!

 

Sorri para mim mesma.

 

Eu senti o ar frio sobre o meu traseiro e eu sabia que estava exposta.Extremamente exposta.

 

Eu pulei quando a mão de Jace segurou na minha bunda.

 

— Jace! — eu ofeguei.

 

Ele me empurrou contra o balcão do banheiro.

 

— Eu não posso. Eu não posso não te foder agora.

 

Olhei pelo espelho para ele, conforme ele se atrapalhava com os botões do seu jeans e freneticamente empurrava a cueca até suas coxas. Ele estava tão nervoso que nem sequer abaixou até as pernas.

 

Parece que aumentar um grau significava que eu estava usando o sexo contra Jace no meu truque para ganhar esta aposta. Ele me mataria se descobrisse.

 

— Você está molhada? — Jace me perguntou.

 

Eu não queria dizer que não, mas eu não estava.

 

Eu não tinha mais dezoito  uma apalpada na bunda não me deixava molhada.

 

— Não, mas você ainda pode...Jace!

 

Jace caiu de joelhos atrás de mim.

 

Ele poderia ter desaparecido da minha vista, mas eu não precisei vê-lo para saber o que ele estava fazendo. Eu só tinha que senti-lo e senti-lo é exatamente o que eu estava fazendo.

 

Cerrei os punhos quando ele colocou sua língua em mim e mergulhou-aem meu corpo, tanto quanto ele conseguiu. Eu me concentrei na minha respiração, mas choraminguei quando Jace mudou da minha entrada direto para o meu clitóris, onde ele rodou e me sugou como se eu fosse sua comida favorita.

 

O que eu era.

 

— Sim. — eu gemi conforme um pulso dolorido intensificou e me atormentou enquanto Jace me comia.

 

Abri mais as pernas e empurrei para trás, no rosto de Jace.

 

Suas mãos bateram na minha bunda antes de ele apertar.

 

Doeu tão gostoso que eu rosnei.

 

— Agora. — eu implorei. — Dentro de mim. Agora.

 

Jace afastou sua boca do meu clitóris e se levantou.

 

— Você tem certeza que quer isso aqui? — ele perguntou.

 

Eu não respondi verbalmente, eu não consegui.

 

— Claryyyy. — ele assobiou quando eu empurrei minha bunda para trás e em um movimento fluido ele deslizou para dentro de mim.

 

Essa foi a minha resposta.

 

As mãos de Jace instantaneamente prenderam meus quadris e ele empurrou para frente se. Encaixando perfeitamente na minha entrada.

 

Agarrei nas torneiras na minha frente e segurei com força enquanto eu empurrava para trás e encontrava o Jace, impulso por impulso. Eu silenciei Jace quando o barulho das meninas e rapazes discutindo lá fora soou. A porta do banheiro não estava trancada, então se um deles abrisse, iriam ter uma bela vista do que Jace e eu estávamos fazendo.

 

Nós já estávamos jogando sujo usando nossos corpos contra os rapazes, mas eu não queria que elas soubessem que eu rebaixei mais, usando o sexo contra o meu homem. Elas não iriam me julgar, mas ainda assim, parecia que eu estava levantando a aposta por iniciar o sexo em primeiro lugar.

 

— Gostoso e lento, Jace. — eu murmurei.

— Nós temos que ficar quietos.

 

Jace rosnou e enfiou em mim mais duro fazendo-me gemer em voz alta,conforme o prazer subia e descia pelo meu corpo.

 

— Olhe para mim.

 

Eu olhei para o nosso espelho do banheiro e fiz contato visual com ele. Eu juro que assistir o movimento do seu corpo contra o meu foi a coisa mais sexy que eu já vi. Eu não sei porque, mas nós nunca transamos assim antes. Eu o vi me foder quando estávamos enfrentando um ao outro, mas nunca usamos um espelho para ver como ele me pegava por trás.

 

Não até hoje.

 

— Oh, Deus. — eu gemi.

 

Jace se inclinou e beijou meu ombro antes de mordê-lo.

 

Rosnei.

 

Eu adorava quando ele mordia e me beliscava.

 

Ele realmente me tinha.

 

Ficamos em silêncio enquanto olhávamos um para o outro no espelho;meus olhos involuntariamente fecharam algumas vezes quando o prazer se tornou incrível. Mordi meu lábio inferior quando Jace chegou ao redor e tocou meu clitóris.

 

Não pense sobre isso. Não pense - oh, Cristo!

 

— Eu vou gozar, eu vou gozar. Não pare! — eu chiei em seguida, empurreide volta contra Jace tão duro e o mais rápido que pude, dando ao meu corpo exatamente o que ele procurava e o que só ele poderia me dar.

 

— Eu te amo. — Jace murmurou, então beliscou meu clitóris.

 

Ele me enviou ao limite e de cabeça ao êxtase. Coloquei a mão sobre a minha boca, enquanto onda após onda de prazer glorioso batia em mim. Eu momentaneamente parei de respirar, mas quando arrepios correram para cima e para baixo na minha espinha, eu ofeguei.

 

Alto.

 

Os movimentos de Jace desaceleraram para contrações pélvicas enquanto ele terminava dentro de mim. Eu queria sorrir, mas eu pulei de susto e abri meus olhos quando ouvi um grito alto vindo de algum lugar no apartamento.

 

— Jace, afaste-se! Não deixe que ela use a boceta contra você. — a voz de Sebastian lamentou.

 

Eu coloquei minha cabeça contra o balcão de mármore do meu banheiro e gemi.

 

Eles sabiam o que estávamos fazendo.

 

— Estou mortificada.

 

Jace bateu na minha bunda e deslizou para fora do meu corpo.

 

— Ouvir-nos não é tão ruim. Eles já nos flagraram transando muitas vezes...

 

— Não, todos ao mesmo tempo! — eu interrompi Jace

 

Levantei-me e virei para encará-lo enquanto ele se limpava com umatoalha úmida, em seguida, deixou-a cair no vaso sanitário e puxou a calça jeans para cima, abotoando-a.

 

— Eu disse para parar de se curvar.

 

Revirei os olhos.

— Eu pensei que você estava mexendo comigo.

 

Eu não pensei qualquer coisa do tipo. Eu sabia muito bem que ele iria quebrar se eu inclinasse o suficiente.

 

— Você não está de calcinha... eu vi a sua boceta... quanto controle acha que eu tenho? — ele perguntou, irritado.

 

Nenhum.

 

Absolutamente nenhum.

 

Eu não podia deixar de rir, e depois de um momento, Alec perdeu sua atitude e sorriu e balançou a cabeça para mim. Ele estendeu a mão para mim e me puxou contra ele, me abraçando com força.

 

— Eu gosto de ver você gozar assim, é sexy pra caralho.

 

Sorri quando ele beijou o topo da minha cabeça.

 

— Eu gostei, também. — eu murmurei e me aconcheguei no peito dele.

 

Eu gemi e me afastei de Jace quando senti o ato de nosso sexo escorrer para baixo em minha perna.

 

— Esta é a parte mais nojenta. — eu murmurei e peguei alguns lenços umedecidos para que eu pudesse me limpar.

 

Jace bufou e foi para os produtos de higiene pessoal empilhados no banheiro, balcão, enquanto eu usava o banheiro. No meio da minha limpeza eu olhei para ele e bufei.


Ele olhou para mim.

— O que?

 

Eu balancei minha cabeça enquanto eu procurava um rolo de papel.

 

— Eu nunca pensei que eu iria ao banheiro na frente de um homem como se fosse nada.

 

Jace bufou.

— Isso é nada.

 

Ele voltou a empilhar os shampoos e tal, enquanto eu engoli quando um pensamento entrou na minha mente.

 

Nós já estávamos agindo como um casal.

 

Eu me recusava a fazer isso agora. Minha mente já estava cheia com a mudança e o estresse que isso trouxe. Eu não podia me preocupar sobre como Jace e eu estávamos agindo. Eu não faria isso.

 

— Ei, por que esse olhar? — Jace me perguntou, me tirando dos meus pensamentos.

 

Levantei-me a toda velocidade do lavatório, sorrindo enquanto ia para a pia para que eu pudesse lavar as mãos.

 

— Nada, só imaginando quanta merda vamos ouvir quando sairmos lá fora.

 

Jace me olhou por um momento e depois riu.

— Vai ficar tudo bem, meus Eles irão manter os insultos a um mínimo. Vou chutar suas bundas de outra forma... mas não posso falar pelas meninas.

 

Eu bufei.

— Elas me cumprimentarão.

 

Ops.

 

— Por quê? — Jace perguntou, sua sobrancelha levantada.

 

Eu sorri.

— Porque eu consegui algo em um banheiro.

 

Jace me observou por um momento, em seguida, sacudiu a cabeça. —Mulheres

 

Eu ri e comecei a dobrar as toalhas de novo, que Jace tirou do pequeno armário ao lado do espelho na parede. Quando isso foi feito, eu reorganizei as toalhas que ele tinha acabado de empilhar. Eu joguei fora as meias garrafas vazias de produtos e mantive apenas as cheias e fechadas. Expliquei que eu nãonqueria que nenhum dos frascos abertos abrissem e derramassem na van. Os novos tinham selos sobre eles para que não causassem nenhum dano, se derrubado dentro da van.

 

Jace acenou com a cabeça, em seguida, abriu a porta quando eu tinha tudo organizado. Pedi-lhe para ir buscar duas caixas para mim e ele estava saindo pela porta para fazer isso, mas congelou no último segundo. Engoli em seco quando ele se virou para mim. Eu tinha certeza que ele descobriu o que eu

 

fiz pelo olhar que ele estava me dando, mas eu relaxei quando ele disse:

— Essas caixas são minhas.

 

Revirei os olhos.

— Não, elas são minhas.

 

Jace se manteve firme.

— Eu empilhei todas naquele balcão.

 

Eu coloquei minhas mãos em meus quadris.

— Eu empilhei novamente e redobrei as toalhas. Eu também joguei fora o lixo que você queria manter. Elas são parte da minha carga.

 

Jace olhou para mim.

— Eu não vou deixar você passar por mim com um único item dessa pilha.

 

Sério?

 

— Não me faça te machucar, porque eu vou. — ameacei.

 

Jace bufou.

— O que você vai fazer? Ir para cima para tentar me bater?

 

Idiota!

 

— Não tire sarro de mim por causa da altura. Sou alta para uma menina, você é o único que é assustadoramente magro!

 

A risada de Jace me incomodou por isso decidi usar outras opções para sair dele do meu jeito.

 

— Lydia! — eu gritei.

 

Jace congelou.

 

— Sim? — ela gritou.

 

— Jace disse que você deveria ser personagem do Hobbit!

 

Jace engasgou.

—  Ruivinha malvada!

 

Segundos depois, uma Lydia selvagem apareceu e saltousobre Jace por trás.

 

— O Hobbit? — ela resmungou. — Eu vou lhe mostrar um hobbit!

 

Jace gritou e estendeu as mãos até as orelhas, as orelhas que Lydia tinha em seu aperto forte.

 

Eu ri quando ela puxou e levou-o para longe do banheiro e pelo corredor onde ele tropeçou em nosso quarto e na nossa cama, pelo som animado de Lydia.

 

Ela estava selvagem.

 

Ela ainda disse 'weeeeeee' em um ponto.

 

Eu estava prestes a sair do banheiro, mas parei quando Sebastian correu por mim.

— Solte-o... droga, Lydia você vai desperdiçar meses de aulas de controle de raiva. Vou fazer cócegas em você se não soltá-lo. Pare! Você vai arrancar as orelhas dele!

 

Eu bufei quando casualmente saí do banheiro e peguei duas caixas vazias da pilha de caixas ao lado da porta da frente. Eu assobiava enquanto caminhava de volta para o banheiro e cuidadosamente colocava as toalhas e rolos de papel higiênico em uma caixa, então tudo o mais em outra caixa.

 

— Izzy, você tem um marcador e fita? — eu gritei.

Izzy entrou no banheiro armada com ambos.

 

Nós empacotamos as caixas, em seguida, marcamos 'banheiro' em ambas, bem como o meu nome para que Jace não pudesse tentar tomá-las como suas mais tarde. Izzy pegou a caixa de toalhas e papel higiênico, enquanto eu agarrei a caixa mais pesada. Nós duas saímos do banheiro, em seguida, do meu apartamento e descemos as escadas até que estávamos fora do complexo de apartamentos. Eu escolhi o lado direito da van da mudança onde eu queria que todas as minhas caixas ficassem.

 

Jace poderia ficar com o lado esquerdo.

 

— Duas foram. Deus sabe quantas ainda mais. — Izzy comentou e enxugou o suor da testa.

 

Eu bufei e amarrei meu cabelo em um coque no alto da cabeça. — Por enquanto, tudo bem.

 

Izzy riu enquanto caminhávamos lado a lado de volta para o meu complexo de apartamentos.

 

— Usar o sexo contra o rapaz foi genial.

 

Eu gargalhei.

— Certo? Funcionou como um feitiço. Como está indo o desarmamento dos outros rapazes?

 

Izzy caiu na gargalhada.

— Sebastian está batalhando, Alec trabalhondo duro suficiente para evitar olhar pra Maguns e Simon não entende nada do que está acontecendo. Ele está tão confuso com meu comportamento repentino, mas não mencionou uma palavra desde que eu rocei a minha bunda contra ele. Você devia ter visto o rosto dele, era como um rapaz virgem tocando seu primeiro peito. Ele ficou com os olhos arregalados e surtados.

 

Eu estava em lágrimas de riso no momento em que subia as escadas para o meu andar.

 

Eu bati os punhos com Izzy e disse:

— Vamos manter isso.

 

— Sim, chefe. — Izzy piscou.

 

O sorriso largo que estava no meu rosto caiu quando Jace gritou o meu nome de dentro do nosso apartamento.

 

— CLARY!

 

Uh-oh.

 

Engoli em seco e olhei para uma Izzy sorrindo.


— Eu estou em apuros.


Notas Finais


Clary , Jace , Sebastian , Lydia e Izzy juntos são uma comédia 😂😂🤦🏽‍♀️


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