História O Acompanhante. Clace ( katnic) - Capítulo 42


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Categorias Dominic Sherwood, Katherine McNamara, Shadowhunters
Personagens Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland)
Tags Clace, Dominic Sherwood, Katherine Mcnamara, Katnic, Romance, Shadowhunters
Visualizações 78
Palavras 2.064
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Antepenúltimo Capítulo 📖

Capítulo 42 - Capítulo 41 : Estou cansada...


— Você não está falando comigo? — Jace perguntou, quando eu, com raiva, empurrei o meu telefone e o carregador na minha bolsa.

 

Eu pendurei sobre o meu ombro e bati em Jace com ela no processo.

 

— Você ainda está chateada, eu entendo. Não há necessidade de me bater. — ele disse e deu um passo para longe de mim.

 

Não há necessidade de bater nele. Rá!

 

Eu deveria matar o filho da puta pelo que ele fez.

 

Ele trancou as meninas e eu para fora do meu apartamento para que ele e os rapazes pudessem verificar que tudo estava embalado. Ele nos deixou fora por vinte minutos, enquanto eles procuraram. Idiotas. . Eles eram maus, e eu me recusava a olhar ou falar com qualquer um deles.

 

Quando eu arrumei a minha bolsa, peguei o case do meu laptop e coloquei a alça por cima do meu ombro. Eu olhei em volta do meu apartamento vazio para me certificar uma última vez de que tinha tudo, antes de

sairmos. Meu senhorio passaria aqui para verificar tudo em poucas horas, e uma

 

vez que tudo estivesse do seu agrado ele colocaria o meu depósito do apartamento em minha conta bancária.

 

Enfiei a mão no bolso e peguei as minhas chaves, tirei a chave do apartamento e coloquei-a sobre o balcão. Ouvi Jace procurar os bolsos, então as suas próprias chaves tilintaram. Ele soltou a chave do chaveiro e chegou perto

 

de mim para colocá-la no balcão ao lado da minha.

 

Eu ia chorar.

 

A realidade que eu estava realmente mudando de casa me atingiu, e eu fiquei triste com isso. Eu funguei e, segundos depois, senti mãos deslizarem em volta da minha cintura por trás e um queixo descansar na minha cabeça.

 

— Não fique triste. — Jace murmurou.

 

Mas eu fiquei triste.

 

Jace riu quando me virei para encará-lo. Eu esqueci que filho da puta ele era no momento e coloquei meus braços em torno dele. Abracei-o com força e repeti na minha cabeça que eu estava fazendo isso por nós. Precisávamos de espaço extra -  não poderia lidar com este apartamento mais, e nem Jace

 

com sua pilha crescente de porcaria, quer dizer, pertences.

 

Era apenas uma mudança de casa. Eu ainda ficaria na mesma área, apenas em uma propriedade mais bonita e em um lugar melhor e maior. Ainda veria todos os meus amigos, e ainda conseguiria trabalhar perfeitamente bem...então, por que diabos isso me chateava tanto?

 

— Você está pronta para ir? — Jace perguntou-me e beijou o topo da minha cabeça.

 

— Sim. — eu sussurrei. — Vamos.

 

Eu me afastei de Jace e segurei em sua mão estendida. Nós caminhamos até a porta do apartamento e me virei para olhar para tudo mais uma vez. Jace

 

deu um aperto na minha mão e, com uma mão trêmula alcancei a porta do apartamento e saí para o corredor, fechando-a atrás de mim. A tranca encaixoue eu deixei escapar um pequeno soluço.

 

Estava acabado.

 

Mudamos do meu apartamento... não, não era mais meu. Era apenas um velho apartamento agora.

 

Caramba.

 

Saímos do meu prédio e nos juntamos com todo o pessoal que estava de pé ao lado da van de mudança.

Izzy falou:

 

— Tudo bem, Clary, eu e você vamos no seu carro. Lydia vai com Alec, e Sebastian e Jace vão dirigir a van de mudança, enquanto Maguns e Simon vai no meu carro — ela disse, tomando a liderança.

— Assim está bom?

 

Eu balancei a cabeça. — Sim.

 

— Excelente. Vamos nessa. — ela anunciou.

 

Todos nós bufamos.

 

Jace beijou minha cabeça.

— Nós estaremos bem atrás de vocês.

 

Mais tarde....

 

— Você acredita no tamanho deste lugar? — Izzy gritou da cozinha da minha casa nova e de Jace.

 

Sua voz ecoou.

 

Eu ri quando coloquei uma foto minha e de Izzy na parede da sala de estar. Eu estava perfeitamente bem na minha escadinha, mas Jace estava aparentemente com medo que eu fosse cair e me machucar, por isso ele se levantou para ficar atrás de mim e segurar os meus quadris. Suas mãos, porém, ocasionalmente, escorregavam.

 

— Isso é minha bunda, Playboy. — eu disse conforme ajustava o quadro na parede.

 

Jace apertou meu traseiro.

— E que bunda perfeita.

 

Eu bufei.

— Dá um tempo.

 

Jace deu mais um aperto na minha bunda, em seguida, deslizou as mãos até meus quadris.

 

— Está reto? — eu perguntei a ele.

 

Ele deu um passo para trás, em seguida, para a esquerda e observou a

 

imagem.

— Sim.

 

— Ótimo. Um a menos, um milhão a mais de onde esse vem.

 

Jace sorriu amplamente.

 

Sorrir era tudo que ele parecia fazer desde que chegamos à nossa casa nova. Estávamos aqui com a turma nas últimas três horas. Era algum momento

 

depois das cinco da tarde, e a maioria das nossas caixas estava completamente desembalada.

 

— Tudo o que nós trouxemos conosco está desempacotado, e o lugar ainda parece vazio.

 

Jace bateu na minha bunda.

— Então, vá às compras.

 

Desci da escada e virei para encará-lo.

— Não diga isso assim, você sabe que eu estou quebrada.

 

Jace gemeu.

— Por favor, não comece isso de novo. O meu dinheiro é o seu dinheiro.


— Mas não é. É apenas o seu dinheiro. — argumentei.

Jace beliscou a ponta de seu nariz.

— Nós estamos noivos, nós compartilhamos coisas agora.

 

— Eu não me importo se estamos casados e temos cinquenta crianças, você não pode me convencer de que toda a sua riqueza agora é minha. Eu não me sinto bem com isso. Basta esperar até que eu comece a ganhar dinheiro para

 

que eu sinta que estou contribuindo, tudo bem?

 

Jace estava olhando para mim.

— Cinquenta crianças, o que diabos você acha que eu sou?

 

Caí surpreendentemente na risada e empurrei Jace que estava sorrindo para mim.

 

— Tudo bem, eu entendo o que você quer dizer. Você quer contribuir, e não quer depender de mim para tudo.

 

Eu o abracei.

— Sim, exatamente.

 

Graças a Deus ele conseguiu. Finalmente.

 

Voltamos para triagem das nossas coisas ao redor da casa. Uma hora depois, meu telefone tocou enquanto eu estava no meio de empurrar uma almofada em sua capa. Eu precisava de um tempo, meus braços estavam doendo

 

— Clary? — a voz de Jace gritou de algum lugar da casa.


— O que? — eu gritei de volta.

— Eu deixei meu telefone no caminhão de mudança, você vem comigo enquanto eu vou buscá-lo?

 

Isso significava que eu poderia sair da almofada.

 

Legal.


— Sim, vamos!

Nós acabamos de sair do prédio onde Jace alugou a van de mudança, mas eles asseguraram que não havia telefone dentro quando ele entregou a van de volta para eles.

 

— Eu não posso acreditar que você perdeu seu maldito telefone. — eu resmunguei enquanto subia no carro de Jace.

 

Jace entrou no banco do motorista e bateu com a porta para fechar.

— Eu não perdi. Aqueles bastardos obviamente estão com ele, o que significa que eles me roubaram!

 

Eu balancei minha cabeça conforme afivelava o cinto de segurança.

 

— Eu não sei por que você está com essa postura também, se fosse o seu telefone você ficaria louca. — Jace afirmou quando deu partida no carro.

 

Pressionei meus dedos contra as minhas têmporas.

 

Eu não faria isso, eu não discutiria com ele por causa de um celular do caralho.


— Pare de falar.

— Não. — Jace ironizou. — Você levantaria o inferno se fosse...

 

— Cale. A. Boca

 

— Seu telefone estúpido. — disse Jace, continuando o seu discurso, como se eu não tivesse acabado de falar.

 

— Jace. Pare.

 

Ele resmungou.

— Eu acabei de comprar essa porra de telefone também, e agora ele se foi.

 

Meu Deus.

 

Ele não vai fechar a boca.

 

Era impossível para ele apenas calar a boca e isso estava acabando com osmeus nervos.

 

Ele era exasperante.

 

— Você pode simplesmente parar? — perguntei ao Jace enquanto esfregava minha cabeça latejante.

— Estou cansada, estamos mudando desde as dez da manhã... eu só quero ir para a cama e dormir por uma semana. As meninas e eu desempacotamos tudo na nova casa enquanto você devolvia a van de mudança para a locadora. Estou cansada, então apenas cale a boca. Por favor.

 

Jace piscou para mim.

— Bem... você está sendo grossa.

 

Grossa?

 

Ele pensava que eu estava sendo grossa?

 

Eu disse, por favor!

 

— Querido, essa era eu sendo boa. — eu bufei, então suspirei. — Estou cansada, Jace, você não entende isso? Eu só quero ir para casa em silêncio e você se recusa a parar de falar.

 

Jace não respondeu.

 

Ele fez o que eu queria e ficou quieto, mas ele fez isso com uma atitude silenciosa. Olhei para ele com o canto do meu olho e o peguei apertando o volante do carro com um pouco de força. Sua postura estava ereta demais para ele estar relaxado e seu maxilar cerrado gritava que ele estava mentalmente me xingando pra caralho.

 

Tudo isso piorou os meus nervos já desgastados.

 

— Por que você parece que vai matar alguém? — eu perguntei a ele.

 

Ele resmungou.

— Você acabou de me dizer para calar a boca, de modo que é o que eu estou fazendo.

 

Revirei os olhos.

— Tanto faz.

 

— Tanto faz. — Jace imitou.

 

Péssima atitude.

 

— Sério? Você quer começar algo quando estou tão cansada? Experimente e veja como isso desenvolve para você. — eu ameacei.

 

Jace riu.

— O que você fará? Não transar. Ah, não, o que eu vou fazer?

 

Idiota.

 

— Você pode ir se foder, é exatamente isso o que você pode fazer. — eu rosnei e virei meu corpo para longe dele.

 

Jace bufou para si mesmo.

— Vamos ver.

 

Como é?

 

— O que é que isso quer dizer? — perguntei, meu tom firme.

 

Jace encolheu os ombros.

— Vamos ver quanto tempo você “não transar”vai durar - eu dou até meia-noite.


Ele estava falando sério?

— Eu não sou uma maníaca sexual depravada, eu posso facilmente ficar sem transar com você sem me chatear. — eu disse.

 

Jace riu.

— Sim, claro.

 

Eu podia sentir meu temperamento subindo.

 

— Estou falando sério, Jace. Eu não preciso de sexo com você, eu nem sequer preciso dormir na mesma cama que você. — eu disse, minha voz crua.

 

Jace continuou a acenar com a cabeça.

— Você continue dizendo isso a si mesma.

 

Abri a boca, mas fechei, porque eu estava prestes a dizer algo que eu me arrependeria mais tarde. Eu ia dizer que eu não preciso dele de jeito nenhum, mas isso era uma mentira. Eu realmente precisava dele, mas não pelas razões que ele pensava.

 

— Você é tão desrespeitoso. Você me quer como sua esposa, mas você me trata como uma cadela que não pode passar um dia sem foder a sua perna.

 

Eu virei meu corpo e encarei a janela do carro enquanto Jace dirigia.

 

— Eu não quis dizer isso e você sabe. — Jace disse, sua voz um resmungo.

 

Eu não respondi.

 

Eu estava cansada e eu só queria voltar para a casa nova e ficar sozinhapara que eu pudesse sentar e ficar em paz.

 

— Clary? — Jace murmurou depois de alguns minutos de silêncio.

 

Mais uma vez, eu não respondi.

 

— Eu sinto muito. — ele disse. — Eu não queria que você entendesse desse jeito, eu penso em você só como uma bênção na minha vida. Eu te amo.

 

Caramba.


— Diga algo.

Eu suspirei.

— Ouvi você, eu só quero voltar para casa e ficar sozinha. Eu estou.. eu estou apenas cansada.

 

— Cansada de que? — Jace perguntou. — De mim? Da mudança? Em geral?

 

— Estou cansada de tudo. — eu respondi honestamente e voltei a olhar para fora da janela.

 

Nós dirigimos o resto dos 10 minutos de volta para a casa nova em silêncio. Quando nós chegamos à garagem eu fiquei confusa, havia um carro esporte preto estacionado na nossa garagem e eu não tinha ideia de quem era.

 

— Quem está aqui? — perguntei.

 

— Eu não tenho certeza. — Jace respondeu, mas ele não olhou para mim.

 

Ele saiu do carro e eu segui.

 

Ele esperou que eu andasse na frente dele antes de ficar um passo atrás de mim. Fui até a porta e testei a maçaneta, mas a achei trancada.

 

— Você tem a chave? — eu perguntei para Jace.

 

Ele se inclinou sobre mim e colocou a chave na fechadura.

 

— É a nossa casa. — ele disse e virou a chave. — Claro que eu tenho uma chave, a sua está na cozinha.

 

Eu dei um passo para frente e abri a porta. Nós entramos e fechamos a porta. Eu andei pelo corredor e virei na sala de estar quando uma gritaria ensurdecedora entrou em erupção e figuras de pessoas saltaram em cima de mim. Eu pulei para trás e gritei pra cacete.

 

— Surpresa! — vozes gritaram.

 


Notas Finais


Eita clima ficou tenso 😵😵 🤦🏽‍♀️


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