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História O Acordo - Bughead - Capítulo 30


Escrita por:


Notas do Autor


Vou fazer uma maratona aqui, para essa história poder acabar no mesmo dia em que minha outra adaptação, ok?

1/9 ♥️

Capítulo 30 - Chapter XXX


ELIZABETH

“Não acredito que isso tá acontecendo”

, anuncia Kevin — mais ou menos pela

milionésima vez — no banco de trás do Jeep de Jughead.

Ao seu lado, Stella suspira e concorda — também pela milionésima vez: “Quem

diria, né? Estamos no carro de Jughead Jones. Parte de mim tá com vontade de

dar uma de Carrie Underwood e gravar meu nome nos assentos de couro”.

“Não se atreva!”

, ameaço do assento do motorista.

“Relaxa, não vou fazer nada. Mas parece que se não deixar minha marca neste

carro, ninguém nunca vai acreditar que estive nele.”

Caramba, nem eu posso acreditar que ela está aqui. Cherly ter topado vir para

Cambridge comigo não foi nenhuma surpresa, já que ainda está em busca de

detalhes a respeito de Jughead, mas me espantei que Stella e Dex tenham insistido

em vir junto.

Até o momento, os dois já me perguntaram pelo menos duas vezes durante a

viagem se Jughead e eu estamos namorando. Usei minha resposta-padrão — só

saímos às vezes. Mas está ficando cada vez mais difícil convencer a mim mesma

disso.

Seguimos pelo restante do trajeto cantando aos berros. Kev e eu cantamos

juntos, e nossa harmonia é absurdamente incrível — por que não chamei Kev para

um dueto, droga? Cherly e Stella seriam incapazes de cantar de forma afinada nem

que suas vidas dependessem disso, mas se juntam a nós nos refrões, e estamos

todos muito animados quando paro o carro no estacionamento da arena de

hóquei.

Nunca vim a Harvard antes e gostaria de ter mais tempo para explorar o

campus, mas já estamos atrasados, então levo meus amigos para dentro, porque

não quero correr o risco de não encontrar lugar. Fico espantada com o tamanho

da arena, bastante moderna, e com a quantidade de pessoas aqui esta noite. Por

sorte, encontramos quatro lugares vazios perto do lado da Briar no rinque. Não

perdemos tempo comprando comida, já que devoramos uma tonelada de

batatinhas no caminho.

“Certo, como funciona esse jogo mesmo?”

, pergunta Kevin.

Sorrio. “Sério?”

“É, sério. Sou um garoto branco de Biloxi, B. Acha que sei alguma coisa

de hóquei?”

“Muito justo.”

Enquanto Cherly e Stella conversam sobre uma de suas aulas de teatro, faço um

rápido resumo a Kev sobre o que ele pode esperar. No entanto, quando os

jogadores surgem no gelo, percebo que minha explicação não lhes fez justiça. Este

é o primeiro jogo de hóquei que vejo ao vivo, e não esperava o clamor da

multidão, o volume ensurdecedor do sistema de som, a rapidez surpreendente dos

jogadores.

Jughead joga com a camisa 44, mas não preciso nem olhar para o número para

saber qual dos jogadores de preto e prata ele é. Está no centro da linha de ataque e,

no segundo em que o árbitro deixa cair o disco, ganha a disputa inicial e faz um

passe para Fangs — que eu pensei que jogava de ala, mas, aparentemente, faz parte

da defesa.

Estou ocupada demais prestando atenção em Jughead para me concentrar em

qualquer um dos outros jogadores. Ele é… hipnotizante. Se já é alto sem patins,

agora parece enorme. E é tão veloz que tenho dificuldade de acompanhá-lo com o

olhar. Voa sobre o gelo, perseguindo o disco que Harvard roubou de nós e

marcando o adversário como um profissional. Briar sai na vantagem, graças a um

gol de um jogador que o locutor chama de Jacob Berderon, e levo um segundo

para perceber que está falando de Birdie, o aluno do último ano de cabelos

escuros que conheci no Malone’s.

O cronômetro no placar vai diminuindo, mas, quando penso que Briar vai

conseguir fechar o primeiro período sem levar um gol, um dos atacantes de

Harvard faz uma finalização rápida em cima de Simms e empata o jogo.

Quando o período termina e os jogadores desaparecem em seus respectivos

túneis, Kev me cutuca nas costelas e diz: “Sabe de uma coisa? Isso não é tão chato.

Talvez devesse começar a jogar hóquei”.

“Você sabe patinar?”

, pergunto.

“Não… Mas não deve ser tão difícil assim, né?”

Caio na gargalhada. “Melhor continuar com a música”

, aconselho. “Ou, se

estiver mesmo determinado a entrar para o mundo dos esportes, jogue futebol. A

Briar faria bom uso de você.”

Pelo que tenho ouvido, nosso time de futebol americano está na pior colocação

que a universidade já viu nos últimos anos, tendo ganhado apenas três dos oito jogos que disputou até agora. Mas Sean disse que eles ainda têm uma chance de

chegar às finais, se, segundo ele,

“colocarem a merda da cabeça no lugar e

começarem a ganhar umas merdas de uns jogos”. Fico com pena de Beau, com

quem realmente gostei de conversar na festa.

No instante em que penso em Beau, o rosto de Reggie me vem à cabeça como se

trazido por uma lufada de vento.

Merda.

Temos um jantar no domingo à noite.

Como fui me esquecer disso?

Porque você estava ocupada demais fazendo sexo com Jughead.

É, por isso.

Mordo o lábio, na dúvida sobre o que fazer. Não pensei em Reggie uma única

vez durante toda a semana, mas isso não diminui o fato de que passei o semestre

inteiro com ele na cabeça. Algo me atraiu nele para começo de conversa, e não

posso simplesmente ignorar isso. Além do mais, nem sei o que está acontecendo

entre mim e Jughead. Ele não levantou a questão namorado/ namorada. E não sei

se quero ser sua namorada.

Tenho um perfil ideal no que diz respeito a rapazes. Calmo, sério,

temperamental. Criativo, se eu tiver sorte. Tocar um instrumento é sempre uma

vantagem. Inteligente. Sarcástico, mas não de um jeito depreciativo. Sem medo de

mostrar suas emoções. Alguém que me faça sentir… paz.

Jughead tem algumas dessas qualidades, mas não todas. E não sei se paz é a

forma exata de descrever o que sinto quando estou com ele. Quando estamos

discutindo ou perturbando um ao outro, é como se meu corpo inteiro estivesse

ligado na tomada. E quando estamos nus… é como se fogos de artifício

explodissem dentro de mim.

Será que isso é bom?

Merda, não sei. Meu histórico com homens não é exatamente uma série de

sucessos. O que sei sobre relacionamentos? E como posso ter certeza de que Reggie

não é o cara com quem deveria estar se não sair com ele pelo menos uma vez?

“Então, por que eles falam em ‘penetrar na área’?”

, pergunta Kev fascinado,

quando o segundo período começa. “E por que isso soa tão pornográfico?”

Do meu outro lado, Cherly se estica para sorrir para Kevin. “Amor, tudo no

hóquei soa pornográfico. ‘Entre as pernas’? ‘Desarmar com o taco’? ‘Jogada por

trás’?” Ela suspira. “Vai lá em casa qualquer dia escutar meu pai gritando ‘Enfia!’

milhares de vezes enquanto assiste a uma partida, e aí sim você vai ver o que é

pornografia.”

Kev e eu rimos tanto que quase caímos das cadeiras.

JUGHEAD

Ao deixarmos o vestiário de visitantes depois do jogo, eu e os outros caras ainda

estamos a mil por termos esmagado o time da casa. Mesmo que tenha sido um

dos jogadores do segundo ano a marcar aquela belezura do último gol que

garantiu a nossa vitória, decidi que Eliza é o meu amuleto da sorte e que, a

partir de agora, tem que participar de todos os nossos jogos, porque nas últimas

três partidas que disputamos contra Harvard, fomos massacrados.

Marcamos de nos encontrar fora da arena depois do jogo, e, como combinado,

ela está lá esperando por mim quando saio. Além de Eliza, vejo Cherly, uma

garota de cabelos escuros que não conheço e um cara enorme que poderia muito

bem estar no time de futebol. Maxwell ficaria louco se tivesse um monstro desses

na linha de ataque.

No momento em que Eliza me vê, se afasta dos amigos e caminha até mim.

“Oi.” Parece surpreendentemente tímida e hesitante, como se não soubesse se deve

me abraçar ou me beijar.

Resolvo seu dilema, fazendo as duas coisas, e, quando toco os lábios nos dela,

ouço um “Eu sabia!” vitorioso de onde seus amigos estão. A exclamação vem da

menina que não é Cherly.

Afasto-me para sorrir para Eliza. “Escondendo o jogo sobre nós para os seus

amigos, é?”

“Nós?” Ela ergue as sobrancelhas. “Não sabia que éramos nós.”

Agora definitivamente não é o momento para discutir o status da nossa relação

— se é que podemos chamar de relação —, portanto, dou de ombros

simplesmente e digo: “Gostou do jogo?”.

“Foi intenso.” Ela sorri para mim. “Mas vi que você não marcou nem um gol.

Tá ficando preguiçoso?”

Meu sorriso se alarga. “Minhas humildes desculpas, Coopeys. Prometo fazer

melhor da próxima vez.”

“Acho bom.”

“Vou marcar três para você, que tal?” Meus colegas passam por nós e vão até o

ônibus, que nos espera a uns seis metros dali, mas ainda não estou pronto para

me separar de Eliza. “Fiquei feliz que você veio.”

“Eu também.” Ela parece estar falando a verdade..“Tem planos para amanhã à noite?” Tenho outro jogo amanhã, mas é de tarde, e

estou morrendo de vontade de ficar sozinho com Eliza de novo para… hmm,

adivinha? “Pensei que a gente podia se ver depois de eu voltar do…”

, paro de falar

quando uma sombra aparece em minha visão periférica. Meus ombros se

enrijecem assim que vejo meu pai descendo os degraus da entrada da arena.

Este é o ponto da noite que eu temo. A hora do grande aceno, seguido dos

passos dele, que se afasta em silêncio.

Como se estivesse seguindo um roteiro, recebo o aceno.

Mas ele não se afasta.

Meu pai quase me mata de susto ao dizer: “Jughead. Quero falar com você”.

Sua voz grave faz um frio correr pela minha espinha. Odeio o simples som da

sua voz. Odeio a visão do seu rosto.

Odeio absolutamente tudo nele.

Eliza franze a testa de preocupação ao ver meu rosto. “É o…?”

Em vez de responder, dou um passo relutante para longe dela. “Volto num

minuto”

, murmuro.

Meu pai já está a meio caminho do estacionamento. Nem mesmo se vira para

ver se o estou seguindo. Afinal, na cabeça de FP Jones, ninguém perderia a

chance de estar perto dele.

De alguma forma, minhas pernas exaustas me levam em sua direção. Percebo

vários de meus colegas de time parados junto à porta do ônibus, nos observando

com curiosidade. Alguns parecem visivelmente invejosos. Que piada. Se

soubessem quem ele é…

Quando o alcanço, não me dou ao trabalho de cumprimentar. Só faço uma cara

feia e pergunto, seco. “O que você quer?”

Como eu, ele vai direto ao ponto. “Espero sua presença em casa no dia de Ação

de Graças.”

Meu espanto se manifesta sob a forma de uma risada estridente. “Não, obrigado.

Tô fora.”

“Não. Você vai para casa.” Um olhar sombrio endurece suas feições. “Ou vou

arrastar você.”

Realmente não sei o que deu nele agora. E por acaso ele se importa se apareço

em casa ou não? Não piso lá desde que entrei na Briar. Passo o ano letivo em

Hastings e, nos verões, trabalho sessenta horas por semana numa empresa de

construção em Boston e guardo todos os centavos que ganho para pagar o aluguel

e fazer supermercado, porque não quero gastar um tostão a mais do que o

absolutamente necessário do dinheiro do meu pai

.“Desde quando você liga para onde eu passo meus feriados?”

, resmungo.

“Você é necessário em casa este ano.” Está falando por entre dentes cerrados,

como se estivesse detestando isso ainda mais do que eu. “Minha namorada vai

fazer o jantar e quer que você venha.”

A namorada dele? Nem sabia que tinha uma namorada. E quão triste é o fato de

eu não saber merda nenhuma sobre a vida do meu pai?

A maneira como formulou a frase também não me escapa. Ela quer que eu vá.

Não ele.

Fito-o nos olhos, o mesmo tom de cinza dos meus. “Fala pra ela que tô doente.

Ou, dane-se, fala que eu morri.”

“Não me provoca, garoto.”

Ah, ele vai vir com essa de garoto agora, é? Era assim que sempre me chamava

logo antes de seus punhos esmurrarem minha barriga, ou acertarem minha cara,

ou quebrarem meu nariz pela centésima vez.

“Não vou”

, digo, friamente. “Ponto final.”

Ele se aproxima, os olhos ardendo sob a aba do boné do Bruins enterrado na

cabeça, e voz reduzida a um sussurro. “Escuta aqui, seu ingrato de merda. Não

peço muito de você. Na verdade, não peço nada de você. Deixo você fazer o que

bem entende, pago sua faculdade, seus livros, seu material esportivo.”

O lembrete faz meu estômago ferver de raiva. Tenho uma planilha no

computador com tudo o que ele já pagou, assim, quando tiver acesso à minha

herança, vou saber o valor que preciso escrever no cheque que estou pensando em

mandar para ele antes de dizer “Até nunca mais”.

Mas a matrícula do semestre que vem deve ser paga em dezembro, um mês

antes de eu ter acesso a essa herança. E não tenho o suficiente na poupança para

cobrir o montante total.

O que significa que vou continuar devendo a ele por um tempo ainda.

“Tudo o que espero em troca”

, concluiu,

“é que você jogue como o campeão que

é. O campeão que produzi.” Um sorriso feio de escárnio retorce sua boca. “Bom, é

hora de pagar a dívida, filho. Você vai aparecer em casa no dia de Ação de Graças.

Entendido?”

Nossos olhos se fixam um no outro.

Poderia matar este homem, se soubesse que seria capaz de me safar. Mataria

mesmo.

“Entendido?”

, repete.

Dou um curto aceno de cabeça e vou embora sem olhar para trás.

Eliza espera por mim perto do ônibus, a preocupação nublando seus olhos verdes. “Tá tudo bem?”

, pergunta, em voz baixa.

Solto o ar numa expiração irregular. “Sim. Tudo o.k.”

“Tem certeza?”

“Tá tudo bem, gata. Prometo.”

“Jones, anda logo!”

, grita o treinador atrás de mim. “Está atrasando todo

mundo.”

De alguma forma, consigo forçar um sorriso. “Preciso ir. Será que a gente pode

sair amanhã depois do jogo?”

“Me liga quando terminar. Vou ver onde estou.”

“Parece bom.” Deixo um beijo em sua bochecha e sigo para o ônibus, onde o

treinador está batendo o pé, impaciente.

Ele observa Eliza caminhando de volta até os amigos, em seguida me lança

um sorriso irônico. “Bonita. Namorada?”

“Não tenho ideia”

, confesso.

“Em geral, é assim com as mulheres. Elas é que dão as cartas, e nós ficamos

perdidos.” Ele me dá um tapa no braço. “Vamos lá, garoto. Hora de ir.”

Sento em meu lugar de sempre ao lado de Archie, perto da frente do ônibus, e

ele me lança um olhar engraçado enquanto abro o meu casaco e descanso a cabeça

no encosto.

“O quê?”

, murmuro.

“Nada”

, diz, casualmente.

Conheço o cara há tempo o suficiente para saber que um “nada” de Archie

significa exatamente o contrário, mas ele coloca os fones do iPod e passa a me

ignorar a maior parte da viagem. Só quando estamos a dez minutos da faculdade é

que puxa os fones abruptamente e se vira para mim.

“Foda-se”

, anuncia. “Vou dizer de uma vez.”

A desconfiança começa a rodear em minhas entranhas feito um abutre. Espero

sinceramente que não esteja prestes a confessar que sente algo por Eliza,

porque a coisa vai ficar muito feia se fizer isso. Olho ao redor, mas a maioria dos

meus colegas está dormindo ou ouvindo música. Os alunos mais velhos estão no

fundo do ônibus, rindo de algo que Birdie acabou de dizer. Ninguém está

prestando atenção em nós.

Abaixo o tom de voz. “O que foi?”

Ele deixa escapar um suspiro cansado. “Fiquei na dúvida se deveria dizer

alguma coisa, mas, porra, J., não gosto de ver ninguém sendo passado para trás,

principalmente meu melhor amigo. Mas achei melhor esperar até depois do jogo.”

Ele dá de ombros. “Não queria que você se distraísse no gelo.”

“Do que você tá falando, cara?”

“Fangs e eu acabamos na casa de Maxwell na noite passada, uma festa de

Halloween”

, confessa Archie. “Mantle tava lá e…”

Estreito meus olhos. “E o quê?”

Archie parece tão desconfortável que todos os meus músculos enrijecem com a

tensão. Ele não é do tipo que faz rodeios, então o negócio deve ser sério.

“Disse que vai sair com Coopeys neste fim de semana.”

Meu coração para. “Mentira.”

“Foi o que pensei, mas…” Outro dar de ombros. “Ele insistiu que era verdade.

Achei melhor avisar você, sabe, só para o caso de ele não estar inventando.”

Engulo em seco, minha mente está a um milhão de quilômetros por segundo.

Mentira continua sendo o que prefiro imaginar, mas parte de mim não tem tanta

certeza. Mantle é o único motivo para Eliza estar em minha vida. Porque estava

interessada nele.

Mas isso foi antes. Antes de eu e ela nos beijarmos…

Mas depois disso ela ainda foi à festa para ver Mantle.

Certo. Engulo em seco de novo. Bom, foi depois do beijo, mas antes de todo o

resto. O sexo. Os segredos que compartilhamos um com o outro. Toda aquela

intimidade.

Falei para você que ficar abraçadinho era um erro, cara.

Meu eu interior cínico causa estragos em meu cérebro, trazendo uma onda de

cansaço para o meu peito. Não, Mantle deve estar mentindo. Eliza jamais

concordaria em sair com ele sem me avisar.

Né?

“De qualquer forma, achei que você precisava saber”

, comenta Archie.

É difícil pra caramba falar com a garganta apertada do jeito que está, mas dou

conta de murmurar uma única palavra. “Valeu.”


Notas Finais


Comentem e apertem o coraçãozinho. ♥️


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