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História O afiado - Capítulo 10


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Notas do Autor


Após aquela melodia no botequim, o que acontecerá naquela noite animada? Hehehe...

Leiam quando quiserem!

Capítulo 10 - Remédios, cama e comida


Fanfic / Fanfiction O afiado - Capítulo 10 - Remédios, cama e comida


Bakugou estava sentado sobre a cama, olhando para Kirishima recolhido em um canto do quarto.


Era uma sensação estranha estar naquele lugar. A lamparina pendurada na parede iluminava todo o cômodo. O tecido era áspero, mas era quente, a sala tinha um ar velho, mas a janela estava fechada. Tudo era estranho e cômodo ao mesmo tempo.


Bakugou ainda pensava nas feições dos homens no bar, enquanto ouvia a música que tocava no andar de baixo.


Toc...Toc


Ouviu o bater na porta.


Sem resposta, Midoriya entrou e encostou a porta atrás de si.


-Eu pedi os medicamentos, alguém vai trazer… -falou com Bakugou, mas olhava para Kirishima.


Midoriya ia hesitar mais uma vez, mas juntou coragem para perguntar:


-Porque ele ficou tão pequeno? -Falou apreensivo- Todos os lobos vermelhos ficam assim quando estão machucados?


O loiro, que ainda tinha o capuz da capa lhe cobrindo o rosto, fez que não com a cabeça.


-São só alguns, mas só se estiverem bem feridos. -Terminou.


Midoriya voltou a encarar Kirishima, que dormia como um "filhote" que virou. O quarto era pequeno, tinha duas camas, uma janela e uma escrivaninha. Tudo era de madeira, assim como o chão e o teto.


O silêncio incômodo que encheu o quarto só era quebrado pelas risadas e conversas no bar abaixo deles.


Toc...Toc...Toc


Bateram na porta novamente.


Midoriya a abriu e viu uma senhora bem velha, era a mulher do barman.


-Aqui está meu jovem… -Falou lhe entregando uma caixa de primeiros socorros, sua voz era trêmula pela idade avançada.


O esverdeado a agradeceu e fechou a porta.


Midoriya agradecia mentalmente a gentileza de seus anfitriões, "Fazia tempo que o bar não enchia assim, pode subir lá em cima! Hoje sua estadia é por conta da casa!", lembrou do senhor sorridente.


De fato, já fazia alguns anos desde o último viajante que tocou em sua taberna e a "encheu" de clientes.


Midoriya abriu a caixa sobre a cama e logo começou a tratar de Kirishima.


Bakugou a tudo observava, viu a mistura que Midoriya deu para o lobo beber; as costuras nas feridas abertas nas costas; a cirurgia que foi enfaixá-lo, tudo resultou em um lobo meio "mumificado".


-É isso… -falou Midoriya, olhando o animal enfaixado- agora é esperar e ver se resolve.


Izuku já estava terminando de arrumar a caixa quando…


Toc...Toc

Toc...Toc


Bateram acelerado na porta.


Aquilo já estava tirando o loiro do sério. Midoriya mais uma vez a abriu.


-Ei! Jovem tocador! -Falou um dos homens em frente a porta- Ainda temos algumas músicas que gostaríamos de ouvir! 


Eram três homens na verdade, todos se apoiavam uns nos outros para ficar de pé.


-Já está ficando meio tarde… e eu vou ter que sair pela manhã... -Midoriya foi arrastado e fecharam a porta, sem nem deixá-lo terminar.


-Não vai demorar! São só mais três músicas! -os homens o levaram escada abaixo.


Deixando Bakugou novamente sozinho no quarto.


.

.

.


Bakugou estava deitado dentro da banheira, "não é tão ruim assim…" pensou.


Lembrava da mulher que o havia arrastado até ali:


"Você está fedendo a sangue!" gritava a senhora o empurrando em direção ao banheiro.


"Me largue velha! Já disse que estou bem!" Bakugou se debatia, mas ao mesmo tempo não queria agredir a "gentil" senhora de idade.


No fim, foi ali onde chegou. Sozinho naquele cômodo, estava jogado na banheira de madeira e agora olhava as bolhas que foram formadas com o mexer da água.


Abriu a faixa que cobria a ferida em seu braço, a que foi causada pela flecha da armadilha, ainda estava bem feia, mas estava cicatrizando.


Foi então que a porta do banheiro se abriu e dela saiu um esverdeado cambaleando.


-Ahh! Então é aqui que você está! -falou fechando a porta.


"Estômago fraco" é como os homens do bar chamavam o atual estado de Midoriya, não havia nem chegado a metade da primeira caneca e já estava tropeçando em seus próprios sapatos.


-Não sabia que lobos tomavam banho… -falou indo em direção a banheira.


O esverdeado tinha um sorriso bobo na cara e as sardas estavam envolvidas pelo rubro de suas bochechas.


Midoriya puxou as mangas de sua camisa, mas nem lembrou que ainda usava as luvas. Chegou até às costas de Bakugou, olhou seus ferimentos, eram muitos. Suas costas estavam cobertas de cicatrizes e feridas antigas.


Bakugou, que ainda estava sentado na banheira, olhava de relance o esverdeado. Foi então que sentiu algo sobre sua cabeça, Midoriya afagava seu cabelo.


-Deve ter sido difícil… -falou Midoriya olhando as cicatrizes.


Aquilo tirou Bakugou de seu juízo.


-Oie?! Quer perder a mão? -Gritou com o abusado, tirando a cabeça de baixo de sua mão- Quem pensa que sou?! Seu… -parou ao sentir o cheiro.


"O que é isso?", "Deram algum veneno para ele comer?", "Provavelmente sim", eram os pensamentos de Bakugou.


-Você é muito estressado… -falou Midoriya se aproximando novamente das costas do loiro.


Uma mão boba escorregou pelo pescoço de Bakugou até alcançar o mamilo esquerdo e a outra afundou devagar na água quente e envolveu o membro flácido.


Bakugou ficou petrificado, nunca havia conhecido alguém tão atrevido em toda sua vida. A sensação do tecido da luva escorrendo em seu corpo e a firmeza com que foi "segurado", fez o loiro pensar como se acabara de ser "laçado".


-Que pensa que…? -Foi silenciado.


-Shiii… -sussurrou o esverdeado. O som entrou em seu ouvido, lhe causando um arrepio involuntário- vamos aliviar essa tensão…


Os pelos da nuca do loiro se levantam e o arrepio desceu por toda sua espinha. Bakugou segurava a borda da banheira com as unhas de ambas as mãos.


Midoriya apoiou o queixo em seu ombro e olhava a expressão incomoda do loiro com um sorriso satisfeito. Gostou do que viu.


Os movimentos começaram lentos, o mamilo era roçado pela luva, que circulava em sua volta, o membro era acariciando gentilmente, e logo "aflorou" a rosa que se escondia entre a pele.


A água quente aqueceu a glande que antes era escondida pelo prepúcio, a luva a esticou até a base e logo voltou a subir calmante.


Bakugou já havia visto Kirishima tentar algo parecido, mas não desse jeito. O tecido deslizava de cima para baixo naquela área tão íntima que era seu baixo ventre. Sua bicota era apertada, torcida e novamente liberta, sendo eternamente perturbada.


Os batimentos começaram a subir, e com eles levantou-se o "mastro do navio". Bakugou fechara seus olhos, e concentrou-se naquele estranho sentimento que nunca havia presenciado, o incômodo de ser tocado por alguém era comparável ao prazer que estava recebendo.


Sentia a respiração quente de Midoriya em seu pescoço, a cabeça escorregou para trás e os ombros foram decaindo.


Midoriya apertava a glande com o dedão e lambia a ponta com o indicador, o tecido áspero e a água quente davam uma quebra estranha entre suavidade e a aridez.


O cilindro pulsava, a respiração foi ficando pesada, pouco a pouco a velocidade aumentava. O que antes eram três dedos, agora eram cinco, circulavam toda a cabeça e desciam novamente até a metade.


Midoriya não sentia a carne cavernosa que estava sob a pele sensível, mas ouvia os leves suspiros entre os lábios vermelhos.


O ato acelerou, espuma era criada com o movimento. O perfume gostoso do sabão subia no ar e Bakugou tinha sua boca aberta sem sua permissão.


Logo o loiro estava chegando ao ápice, os músculos se enrijeceram, as costas arcaram levemente para trás, os ombros subiram e o lábio era mordido.


-Ahm…! -suspirou o loiro explodindo em suas mãos.


Mas quem disse que Midoriya parou? Os movimentos continuaram e mais jatos foram atirados.


Depois do quinto "tiro", Bakugou escorregou as costas na banheira e apoiou a nuca na borda. Seu escroto doía como se tivesse sido "cuspido" e a mente era inundada pelo prazer intenso.


As luvas escorregaram para cima e pingaram no caminho de volta, Midoriya levantou-se e cambaleou até a porta, respingando o chão atrás de si. 


A maçaneta foi aberta e a porta fechada, deixando o loiro, grudado contra na banheira, novamente só.











Notas Finais


Quero deixar claro que não compactuo ou aprovo consumo de álcool por menores.
Só usei deste método porque a criatividade tá fraca! (Hahaha)
E também considero cabível se formos olhar pelo lado do universo medieval (onde ninguém tinha a mínima noção de bom senso kk)

Dito isso, o que acharam? Eu sei q não está tão grande, mas já é um bom começo! xp
Como eu avisei na sinopse, esse não é o foco da história (É o bônus, por assim dizer)

No mais, vejo vcs no próximo capítulo!


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