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História O afiado - Capítulo 12


Escrita por:


Notas do Autor


Eiii! Olha eu aqui de novo com um capítulo de 3.000 palavras ;)

A capa é um desenho/montagem deles achando a torre(para-béns pro desgraçado que me obrigou a usar a marca d'água!)

Ah! O Midoriya está ali atrás, apontando a torre (acredite em mim) -_-

Espero que gostem!
Nesse capítulo vocês devem tomar cuidado com os adjetivos: "jovem e pequeno", se passarem despercebidos podem deixar a cena meio doida kk
E...

Leiam quando quiserem!

Capítulo 12 - A torre, a maga e as origens


Fanfic / Fanfiction O afiado - Capítulo 12 - A torre, a maga e as origens


-Ei! Vai entrar assim na casa de alguém?! -Gritou Midoriya atordoado, após ver a porta ser arrombada.


Desse jeito seriam expulsos, não acolhidos.


O loiro não deu ouvidos e já pôs uma das botas sujas sobre o chão de madeira. Logo em seguida chacoalhou a cabeleireira e molhou todo o interior do saguão, que era tão escuro que mal viam as paredes.


-Você não pode chutar uma porta e achar que alguém lá de dentro vai lhe dar algum abrindo! -O esverdeado deu um passo à frente, também adentrando a residência.


A mão de Midoriya estava sobre o ombro de Bakugou, que logo explodiu em fúria.


-Anh?! Quem pensa que é?! Me dando ordens do que devo ou não fazer? -A histeria era clara em sua voz e logo fez questão de se desfazer da mão em seu ombro.


Bakugou ia falar mais alguma outra coisa, mas foi silenciado pela porta de madeira que bateu com tudo atrás de Midoriya, escondendo a luz cinza do dia chuvoso.


Do lado de fora, o cavalo ainda estava embaixo da tempestade e a "carroça" ainda era puxada. O equino deu a volta na torre, indo pela direita, e lá encontrou um pequeno celeiro onde buscou abrigo, Kirishima era "arrastado" junto.


.

.

.


Voltando para dentro da torre, agora fechada, Bakugou não enxergava nem um palmo à sua frente.


-Ei, Deku! Faça aquela coisa que ilumina! Não vejo nada, droga! -Falou Bakugou contra o breu absoluto.


De repente uma tocha se acendeu, mas não havia ninguém próximo a ela, estava pendurada na parede de madeira.


O loiro olhou bem em volta, Midoriya não estava mais ali, muito menos a porta que havia batido. Agora Bakugou se encontrava em um corredor, e várias portas eram dispostas de cada lado. Tudo era de madeira, uma tonalidade vermelha que combinava bem com o brilho da tocha.


-Oie, bastardo?! Onde foi que se meteu?! -Olhou para os dois lados do corredor, mas não recebeu resposta.


O jovem irritado notou naquele instante que essa casa não teria a melhor das recepções e já se colocou em posição de combate, com as mãos abertas e as costas envergadas. Pegou a tocha da parede e iluminou bem o corredor.


Andou para algum dos lados por um tempo, a madeira sobre seu pé torcia a cada passada.


O corredor era baixo em altura e isso dava um sentimento claustrofóbico, pelo teto sempre estar bem próximo. Bakugou parou de andar assim que visualizou uma porta que, diferente das outras, estava no meio do corredor e não aos lados.


A mão livre tocou na maçaneta fria e logo a porta se abriu. Viu dentro do cômodo um ambiente estranho, o chão era de grama, mas não havia vento, nuvem ou Sol. Somente a luz da tocha iluminava a relva verde.


Adentrou a sala, ainda segurando a maçaneta da porta.


Olhou bem a frente e após uma ou duas piscadas começou a ouvir um rosnado.


A sua frente estava um lobo, mas não um lobo qualquer. Era um lobo vermelho, um dos integrantes de seu clã.


Bakugou se agachou e olhou incrédulo para o animal, que ainda rosnava. A porta atrás do loiro se fechou, mas bateu com sutileza.


-Ei! Ronu? Que faz aqui?! E o que é que fez com seu pelo? -Bakugou o questionava atordoado.


O lobo ainda rosnava, mas só então o loiro entendeu que ele estava incomodado com algo atrás de si.


Antes que pudesse se mover, ouviu um choro, era escandaloso. Virou sua cabeça para trás, em direção ao barulho e a expressão de Bakugou tornou-se claramente assustada.


.

.

.


Midoriya não enxergava nada.


Piscou mais algumas vezes e rodou a cabeça à procura de algum ponto de referência. Nada.


Ia mexer em sua pochete mas parou ao receber a luz vinda de uma vela.


Olhou para área iluminada e observou um candelabro de três castiçais e um livro, ambos repousavam sobre uma escrivaninha no meio da sala.


-Katsuki o que é que… -Olhou em volta, mas não achou Bakugou em lugar algum.


Não achou o loiro, a porta ou qualquer outra coisa. Estava sozinho.


Andou a passos lentos até próximo a escrivaninha, a chama mal iluminava o chão e Midoriya andava sobre o breu escuro que era toda aquela sala.


Havia uma cadeira resguardada junto a ela, mas achou que deveria permanecer de pé.


O esverdeado pegou o livro e o colocou a favor da luz.


-"Memórias de Izuku Midoriya" -leu em voz alta, com uma interrogação na cara.


-Vamos ver a primeira vez que se conheceram! Isso seria um bom começo! -A voz invadiu o cômodo.


Midoriya quase caiu sobre a mesa pelo susto, grudou como um gato nas bordas da escrivaninha enquanto os joelhos vibravam em adrenalina.


-O-olá?! -Olhou em volta umas três vezes para ter certeza, mas não achou ninguém- Desculpe pela porta! -Gritou contra a sala escura, na esperança de ser ouvido.


O livro, que caiu sobre a mesa junto ao pavor de Midoriya, abriu-se de uma só vez, como se tivesse sido socado.


O jovem deu uns dois passos para trás e esperou algum tempo antes de vagarosamente voltar a se aproximar da escrivaninha.


Nas páginas abertas, estava escrito um texto por completo e Midoriya passou a lê-lo mentalmente.


"Era uma tarde de verão, mas não estava tão quente, e por isso minha mãe nos levou para passear no bosque próximo a entrada da cidade.", lia com calma, para não errar ou pular qualquer palavra.


Com o piscar dos olhos entre uma palavra e outra, o chão se tornou grama, e quando deu por si a escrivaninha agora estava sob a sombra de um carvalho.


O céu era azul sobre sua cabeça e sentia o vento gelado que vinha do sul em suas costas. Estava em casa, ou melhor, estava no bosque que sempre brincava quando pequeno.


Midoriya olhou em volta atordoado, as árvores, a grama e a muralha ao longe, estava mesmo ali. Distraído em sua contemplação, o esverdeado nem notou o pequeno ser que corria e que acaba tropeçando em sua bota.


Pufh...


Cai o pequeno contra a grama, era um garoto, não devia ter nem uns três anos direito. Em sua mão, ainda levantada, segurava um boneco talhado na madeira.


Midoriya olhou para a criança que derrubou, "Sou eu!" concluiu em sua cabeça.


"Magia" foi a única coisa que o esverdeado pensou no momento, só poderia ser isso. Nada mais no mundo explicaria aquela situação.


A criança se levantou, limpou a cara e logo voltou a correr com o boneco nas mãos.


-Não corra Izuku! Vai acabar se machucando! -Gritou a voz conhecida por Midoriya.


Os dois esverdeados olharam para trás. O jovem olhava bem para a mulher que o chamou. Era sua mãe, estava bem mais magra, mas continuava sendo aquela mulher com um sorriso simpático e preocupado na cara.


Ignorando os conselhos da mãe, o pequeno Midoriya continuava correndo e olhava extasiado para o boneco.


-O All Might nunca caia! -Gritou sorridente.


O jovem Midoriya olhava a cena com certo carrinho, era bom lembrar de sua infância, mesmo muitos adultos dizendo a ele que ela estava mais próxima do que realmente lhe parecia.


O jovem esverdeado voltou sua atenção as páginas do livro e colocou-se a ler mais uma vez.


"Eu estava me divertindo bastante, havia ganhado um boneco no dia anterior e ele era o catalisador de toda aquela aventura que eu imaginava. Uma épica batalha no meio da floresta." lia tudo em sua cabeça.


A criança corria de um lado a outro e o boneco ia junto. 


"Minha mãe me chamou e então…", Midoriya parou a leitura.


-Izuku! Venha aqui! Tem um novo amiguinho que também quer brincar! Velha conhecê-lo! -Gritou sua mãe.


Midoriya olhou novamente para a mulher e ao lado dela agora havia uma senhora e um pequeno rapaz ao lado de sua perna.


A expressão de ambos os Izukus era a mesma, pasma. O jovem com certeza não se lembrava de tais memórias. Era Bakugou, mas não o grande e com capa vermelha, era um menino pequeno que usava uma blusa bege e calças marrons.


O pequeno Midoriya correu até os três e chegando lá apontou bem na cara do loiro.


-Olha mamãe! Os olhos dele são vermelhos! -Falou o pequeno esverdeado, puxando a saia da mãe.


-Olha só! São mesmo! -Comentou a mulher após se agachar para ver melhor- É uma cor muito bonita, não acha meu filho?


O pequeno Midoriya olhava adimirado a beleza que exalava do loiro. E isso inflava o "pequeno ego" dentro do peito de Bakugou.


"Ele era tão legal, até seu nome combinava bem." o jovem Midoriya voltou a ler o livro. "Tudo nele parecia maneiro, os olhos, o cabelo e o sorriso confiante que tinha em sua cara."


Mimado, era isso o que o pequeno Bakugou era. Repleto de elogios de todos os adultos, o loiro desde sempre teve sua autoestima elevada.


-Não vai se apresentar? -Incentivou a mulher agachada.


-Olá! Sou Izuku! -Falou o pequeno Midoriya levantando sua mão.


O jovem Midoriya se perguntava "Por que eu não me lembro disso?", mal sabia ele, que a mente é propícia a esquecer aquilo que é de desagrado.


-Meu nome é Katsuki! -Falou o loiro apontando o polegar para si.


"Jogamos bastante naquele dia, eu e Katsuki brincamos de pique-pega, corrida e tudo o que tinhamos direito.", o jovem lia e por vezes parava para olhar a cena que se materializava na sua frente.


O pequeno Midoriya corria atrás de Bakugou, que agora tinha o boneco nas mãos.


-Kacchan! Me devolve! -Pedia o esverdeado correndo com ambas as mãos esticadas para frente.


Nada daquela cena era familiar a Midoriya, mas aquele apelido... ele trouxe um sentimento nostálgico a sua mente.


-Você tem que me pegar! Esse é o jogo! -Gritou Katsuki pulando sobre uma moita, para despistar seu perseguindor.


"No final do dia tive que me despedir, a tia dele falou que iriam viajar. Mas minha mãe me contou depois de um tempo que eles se envolveram em um "acidente na estrada" e que nunca mais eu voltaria a velo…", Midoriya terminou a página do livro e bem a tempo de ver o pequeno esverdeado e sua mãe acenando para o grupo de viajantes que iam embora no horizonte em suas carroças, Bakugou os olhava de volta.


Era isso o que o fizera Midoriya esquecer. Era mais fácil apagar o "loiro maneiro" com quem se divertiu tanto, do que lidar com a tristeza que era saber que jamais o veria novamente.


Bem, era assim que pensava.


.

.

.


Bakugou levando-se de um pulo e ficou lado a lodo com o lobo vermelho, o cheiro de sangue invadiu sua narina e a sua frente estava uma criança chorona.


A criança era loira, as mãos e cara estavam sujas de sangue e seu choro era direcionado a um dos corpos que estava jogado ao chão.


O lobo ao lado de Bakugou ainda rosnava, mas de repente, vindo de uma moita que estava ao lado da estrada, uma loba pula a sua frente, defendendo o pequeno garoto.


-Deixe-o em paz! Ronu! -Rosnou de uma vez a grande loba- Está claro que o bando dele foi emboscado!


Aquela pelagem dourada, com as pontas das patas e focinho avermelhado, isso ele nunca iria esquecer. Era sua mãe, Mitsuki ou "velha", que era como a chamava.


A loba gigante mostrava os dentes, intimidando o lobo vermelho a sua frente.


-Ele vai crescer e vai virar gente! Igual aos homens que acabaram de matar sua família! -O lobo também mostrava os dentes.


-Não se eu o criar. -falou a loba por fim, olhando o garoto chorão.


-O que? -Agora era outro lobo que surgia na conversa.


-Está falando sério? Você nem sabe como criar um filhote de homem! -comentou um quarto lobo vermelho.


Uma multidão ia se formando junto a discussão. Mais lobos brotavam a cara das moitas da floresta.


-Ele vai crescer e será nossa ruína! -Apontou um deles, preocupado.


-Ele nem tem um nome! -Falou Mitsuki, buscando algum meio.


Era um pedido egoísta, é claro, vindo de uma mãe que havia perdido seu filhote a pouco tempo.


-Claro que tem! "Katsuki" foi do que o chamaram! -Berrou um dos lobos presente na reunião.


-Então Katsuki Bakugou será seu nome. -Decretou uma última voz.


Essa última voz vinha de longe, todos olharam na direção do som e lá estava uma grande loba vermelha. Era Moro, a "avó" de Katsuki, pelo menos era assim que ele a chamava.


O jovem Bakugou a tudo olhava, incrédulo. Estava sonhando? Não. Lembrava-se daquela história, sua mãe o contara. A loba dourada pegou o garoto pela gola da camisa e todos a seguiram.


O jovem não quis ficar para trás, e correu atrás de seus companheiros. Eles entraram na mata e o loiro pulou sobre o tronco que passaram.


Quando olhou para frente a cena já mudava. O garoto pequeno estava no meio de um círculo, feito dos lobos grandes, junto a ele estavam mais seis lobos pequenos, Kirishima era um deles.


O garoto estava sem camisinha, suas costas, braços e pernas estavam cortados, mas não seu peitoral, ele estava intacto. 


Era o maior desafio, bem simples, quem terminasse sem nenhuma marca no peitoral... Seria o campeão.


Foi dado o sinal, toda partiram para cima. Foi criado um amontoado de pele e sangue, e Katsuki estava junto a eles.


As garras do pequeno loiro já estavam grandes e afiadas e sua boca já estava pintada de vermelho do sangue de seus concorrentes. Logo três lobos já haviam sido tirados do ringue, o pequeno Katsuki estava sob um dos adversários, uma das mãos estava presa em seus dentes. Numa virada brusca o lobo tombou ao chão e Bakugou mordeu seu peito.


O lobo ferido grunhiu e logo foi puxado para fora. O garoto se levantou e olhava lunático para os outros dois lobos que rolavam do outro lado do campo de batalha. Kirishima foi o que prevaleceu, ele estava de pé com uma das patas sobre o peito do outro lobo caído.


Mais um lobo foi retirado, e logo só restaram os dois frente a frente.


O sorriso do garoto loiro se intensificou e ele separou bem ambas as pernas. O enorme lobo vermelho avançou contra ele, sua boca também estava tingida.


As presas avançaram com tudo e mordiam o ar com velocidade, a bota de couro raspava pelo chão e em um movimento rápido Katsuki o deu um belo chute na cara.


Kirishima cuspiu o chão, a baba lhe escorria o focinho. O rabo abanou pelo desafio e logo ele avançou novamente contra seu rival. O raio vermelho junto com o desenho amarelo que era a batalha, tudo e cada movimento era observado por todos os outros lobos.


Sobre uma pedra alta, Moro olhava os dois melhores campeões dando tudo de si.


O olhar de Kirishima era cintilante, os dentes brilhavam com a luz do Sol que invadia as copas das árvores.


O chão já era todo desigual, marcas e cortes marcavam o solo. O sangue escorria de ambos os adversários, as unhas raspavam nas costas e as patas rasgavam a coxa, o sorriso não saia da cara de Bakugou.


Os dois já tinham cicatrizes que seriam perpétuas, mas continuavam em pé. As mordidas estouravam no ar mais uma vez, em um momento de desequilíbrio o loiro se escorrega ao chão.


Kirishima avança as patas sobre ele, o loiro roda na terra a poera sobe no ar, Kirishima morde seu ombro e o joga com tudo no chão. A lâmina de sua pata já roçava a barriga de Katsuki quando...


-Kirishima! -Berrou Moro, do topo de seu camarote.


O lobo parou de imediato, e só então todos puderam ver. Duas, foram duas marcas feitas em seu peito, ambas causadas pelas mãos do herdeiro do clã.


Era Bakugou, Katsuki Bakugou que viria a ser o futuro líder. Levatado do chão pelo braço, pela própria Moro, todos puderam ver o peitoral imaculado.


-Um filho dos lobos… -Uma voz desconhecida invadiu a cena, tirando o jovem Bakugou de sua reflexão.


Ainda com as costas arcadas, o loiro girou as garras no ar, a procura de seu inimigo.


-Onde está?! -Gritou o loiro enraivecido.


Como tinta banhada na água, toda a cena se desfoca e se torce, o garoto loiro some no ar, junto a seu universo.


Logo a tocha era a única coisa que sobrara junto a Bakugou e somente o escuro o rondava.


O jovem loiro já não tinha dúvidas, puxou os trapos que tapavam o ferimento em seu antebraço e o mordeu com fúria.


A dor foi intensa, e atravessou todo seu corpo, ao abrir os olhos estava de volta no interior da torre.


.

.

.


Midoriya ainda encarava o horizonte, as carroças iam sumindo conforme passavam do topo das colinas.


-Oie?! Desgraçado! Levante-se! -Ouviu o grito em sua cabeça.


O esverdeado olhou de volta para sua mãe, ela e o garoto pequeno agora derretiam, como neve em um dia de Sol forte.


A cena assustadora o fez fechar os olhos, e foi com eles bem prensados que acordou.


-Já está morto?! -Perguntou áspero o loiro que o sacudia.


-O que?! Claro que não! -Gritou Midoriya abrindo bem os olhos- Vamos embora desse lugar!


-Não antes de arrebentar a cara de quem fez isso. -Determinou o loiro.


-Arrebentar? Pra que isso? -A voz veio do nada outra vez- Por que não conversamos civilizadamente em um jantar decente? 


Com o fim de sua fala uma porta se abre e com ela meia dúzia de tochas iluminam a parede. O saguão agora estava iluminado e os dois podiam ver a porta que entraram atrás de si.


O chão era branco e a terra já não estava em suas roupas, roupas essas que já não estavam molhadas. Dentro da porta aberta, uma extensa mesa estava posta.


O cheiro bom de carne defumada e o perfume dos temperos instigam os dois viajantes.


Midoriya, que ainda estava caído no chão, olhou para Bakugou atrás de uma resposta e o loiro olhou para o esverdeado, atrás de algum… "conselho".


Midoriya levantou do chão e bateu bem as luvas, tirando o pó de sua roupa.


-Bem, eu estou com fome -Falou Midoriya com um sorriso torto no rosto.


Andaram até a porta e de lá já podiam ver sua anfitriã.


Sentada na outra ponta da mesa, uma garota vestida de uma capa vermelho-violeta olhava ambos seus "convidados" com um sorriso "aconchegante" na cara.















Notas Finais


Humm...
Eai? O que acharam?
Eu sei que na cena de verdade eles acharam a torre numa tempestade, mas qualé! Dêem um desconto ;^p

E essa maguinha? O que mais vai aprontar?
Descubram do próximo episódio!(huahahaha)

Já sabem né? Adoro ler comentários/críticas ou sugestões!

No mais, até o próximo capítulo!

:^9


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