História O alfa que eu (não) queria - Capítulo 12


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bts, Kookv, Romance, Taekook, Violencia, Vkook
Visualizações 150
Palavras 907
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Então gente, desculpa pela demora de postar! Ultimamente ando com muitos problemas sérios e muito desanimada para escrever outros capítulos mas eu nunca esqueço de vocês e por vocês consigo continuar. Me perdoe por várias vezes demorar de postar!

Boa leitura!

Capítulo 12 - Como pode?


— Como você pode ser tão gostoso? — Pergunta fazendo Taehyung corar e sem dizer nada começar um beijo meio que desesperado. Muito tempo sem sexo dava nisso, Jungkook queria e precisava muito disso e naquele momento já estava perdendo o controle tirando então a camiseta de Taehyung rapidamente, desabotoando os botões com uma rapidez que quase quebra os mesmos. Ao parar de beijar Taehyung, Jungkook começou a dar chupões no pescoço do ômega e assim que foi chupar os mamilos do ômega que gemia, viu machucados na barriga do ômega, estavam todos roxos, como se fosse recentes.


— O que é isso, Taehyung?! — Diz olhando para os machucados nervoso.


— E-eu...— Taehyung não sabe o que dizer, levanta rapidamente do colo de Jungkook e coloca sua camiseta com pressa.


— Não vai me dizer? — Mesmo já duvidando o que havia acontecido, Jungkook queria ouvir da boca do seu ômega.


— M-meu pai...Ele me bateu muito nesses três dias.— O ômega diz com a cabeça baixa.— Sua mãe ficava sempre ao seu lado o tempo todo e colocava músicas que você gosta no seu quarto, como a casa é grande meu pai me batia longe possível do seu quarto então sua mãe não ouvia nada.


— Eu não acredito que aquele filha da puta fez isso de novo! — Grita totalmente irritado, assustando Taehyung.


— N-não se preocupe, já não dói tanto quanto antes.— Diz o ômega suspirando.


— Mesmo assim! — Jungkook se levanta tentando se acalmar, seus olhos estavam vermelho, sua respiração estava descontrolada. A porta da sala se abriu e Jisoo e Dong-yul entraram sorridentes, Jungkook olhou para os dois tão rápido que sua cabeça estalou, sua raiva só aumentou e Jungkook correu até Dong-yul começando o atacar, Jisoo gritou assustada e Taehyung chamou Jungkook mas Jungkook só queria matar aquele homem que estava na sua frente, as garras de Jungkook apareceram e Jungkook sem dó passou as suas garras pelo o peitoral do Dong-yul que grunhiu de dor.— Vê se você gosta dessa dor maldita seu infeliz! — Grita arranhando mais o peitoral de Dong-yul mas não enfiando o bastante para matá-lo, queria que o mesmo sentisse dor por vários e vários dias.


De longe dava para perceber que Jungkook não estava pensando direito, Jisoo não entrou no meio com medo de sair machucada, naquele momento ela estava totalmente com medo de seu próprio filho, Taehyung vendo que Jisoo não iria fazer nada, correu até Jungkook e o abraçou fazendo o alfa paralisar.


— Não faz isso meu amor, por favor.— Diz chorando.— Não quero isso para sua vida meu amor.


— Taehyung me larga, não quero te machucar, eu preciso fazer isso.— A voz de Jungkook era de botar medo em qualquer um, sua voz estava diferente e grossa, como a de um monstro.


— Você não precisa fazer isso, eu sei que de forma alguma você me machucaria.— Ao dizer isso, os olhos de Jungkook começam a ficar mudando entre o vermelho e o castanho escuro.— eu te amo.— Sussurra baixinho para Jungkook, isso fez com que Jungkook voltasse ao normal, Jungkook se levantou saindo de cima de Dong-yul e virou-se para Taehyung.


— V-você me ama? Do jeito que eu sou? — Pergunta.


— Eu te amo, do jeitinho que você é.— Diz Taehyung sorrindo e pegando nas mãos sujas de sangue do alfa. Naquele instante Jungkook estava frágil, sorriu a Taehyung com os olhos marejados e deu um selinho no mesmo.


Virou para Dong-yul que estava no chão desmaiado e sua mãe do lado chorando tentando acordá-lo, Jungkook olhou para Taehyung sabendo que só ele teria forças para levar o alfa mais velho para o hospital mais próximo, Jungkook fez uma carinha de quem não queria e Taehyung olhou o repreendendo.


— Omma, deixa que eu o levo.— Se aproximou da sua mãe que foi pra trás rapidamente.


— Não toque em mim! Seu monstro! — Ela diz magoando Jungkook.


— Não fale assim do seu próprio filho! — Taehyung diz.— Jungkook… — O chamou, Jungkook não podia acreditar no que estava acontecendo.— Não precisa levar Dong-yul, sua mãe irá ligar para uma ambulância.— Não poderia obrigar Jungkook a fazer algo que ele não queria, ainda mais depois de ouvir aquelas palavras de sua mãe.


— Como pode simplesmente não ligar para seu pai? Olha o que esse monstro fez com ele! Ele pode fazer isso com qualquer um! — Ela diz totalmente perdendo a cabeça.


— Ele é seu filho! Para de falar assim como se alguma vez ele tivesse feito mal a você, se ele fala coisas que te magoam são para lhe ajudar, sua ingrata! — Taehyung era um ômega bravinho. — E Dong-yul, não é meu pai.— Diz rispidamente para Jisoo e olha para Jungkook.— Kookie, vem.— Puxa ele pela mão e o leva para fora daqui, tinha que sair daqui com Jungkook, o mesmo estava com o olhar distante por ouvir aquelas palavras de sua mãe.— Não se preocupe, eu mandei um pedido de socorro para o hospital, é só apertar um botão do meu celular e o deixei lá, eles já devem estar chegando.— Olha para Jungkook.— Meu amor, não fique assim…


— M-minha o-omma…e-ela...— Jungkook começa a falar quando percebe estar no carro, a Limousine felizmente deixava Taehyung e Jungkook sozinhos já que o motorista não conseguia ver ambos só se Jungkook abrisse a janelinha do carro. Jungkook começa a chorar silenciosamente ao perceber realmente o que estava acontecendo.


— E-eu vou cuidar de você, kookie.— Taehyung diz baixinho e triste.



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