História O Aluno Novo - Capítulo 12


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Palavras 2.525
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Jisuis
Eu quase postei as minhas anotações do capítulo 14 😑😅😅😅
Tenho problema

Boa leitura ♥

Capítulo 12 - Capítulo XII


 

Magnus acordou com o som irritante de seu despertador. Se levantou e se vestiu rapidamente, então aproveitou para passar um tempo com a mãe no quarto dela, já que ainda era bem cedo.

Desde que eles vieram para os Estados Unidos, a três anos atrás, ela vinha tendo problemas com depressão e ansiedade, mas depressão é uma síndrome que se agrava de forma gradual, então eles haviam demorado para reparar que aquele cansaço extremo, a vontade de estar sempre só e desânimo eram realmente um problema de saúde e não apenas um desgaste comum.

Inclusive essa foi a razão pela qual vieram para Nova York, pois Catarina, a tia por consideração de Magnus se ofereceu para ajudá-los. Essa era a razão também para Magnus ter esse hábito de não namorar sério, o foco de sua vida era cuidar da mãe.

Só agora ele estava vivendo um pouco mais para si.
 

Eles conversaram sobre a escola e Magnus acabou contando sobre Alec. Não tinha como esconder isso da mãe, estava feliz.

Contou sobre como se conheceram e se aproximaram. mas tentou não contar detalhes demais, ou deixar tão claro que estavam juntos. 

— Ei, vocês dois. — Era Catarina abrindo a porta. — Já passou da hora de ir, mocinho.

— Eu não quero ir para a escola. — Disse deitando a cabeça no colo da mãe.

— Você não vai faltar esse ano. — Ela avisou lhe fazendo cafuné. — Já repetiu a terceira série por faltas ano passado para cuidar de mim.

— Eu sei. — Revirou os olhos e ganhou um tapa na testa. — Aí. Tô indo.

— Ei. — A mãe o puxou para perto para sussurrar em seu ouvido. — Quero conhecer esse Alexander o mais rápida possível!

Magnus assentiu sorrindo antes de sair de lá.
 

[...]
 

Magnus se encontrava ignorando uma explicação na aula de se professor de teatro — matéria que optou por fazer pois a maioria dos garotos que faziam teatro sempre eram gays e antes de conhecer Alec, aquilo era uma ótima ideia —, enquanto se permitia pensar em Alec.

Uns três dias haviam se passado desde que ele e Alec dormiram juntos. Nesses dias eles estavam se falando muito pouco a sós e pessoalmente. Quase sempre conversavam por mensagens. Magnus imaginou que se conversassem diretamente, do jeito meloso — não que ele estivesse reclamando — que estavam um com o outro, para qualquer pessoa que os visse seria perceptível que eles estavam juntos.

Odiava ter que pensar tanto no que os outros pensariam sobre seus atos, sempre se esforçando para não ser visto a sós com Alec, sempre mantendo uma distância "segura" em público ou na roda de amigos. Era agoniate e irritante.

Nunca foi de se esconder, e ter orgulho de si mesmo foi uma coisa que aprendera desde muito cedo.

Porém eram justamente essas coisas que impediam Magnus de se irritar com Alec. O asiático sabia como as coisas funcionavam em sua casa, sabia que a mãe era compreensiva e o ensinara a se aceitar, já a Alec ninguém o fizera.

Magnus não sabia o que faria sem todo o apoio que sempre recebeu, não podia ficar bravo com Alec ou exigir tanto dele quando ele nunca teve nada disso.

Mas ainda assim ele não pretendia ficar nessa situação para sempre. Ele iria tentar mudar isso aos poucos, pois ele queria algo a mais com Alec. Chegava a ser assustador se sentir assim por alguém... Mas também, não era qualquer "alguem".

— Magnus! Você está surdo, caralho?

Magnus piscou algumas vezes, saindo de seus pensamentos e viu Will em sua frente irritado.

— Desculpe, mas eu estava tendo maravilhosos sonhos acordado e eu duvido que o que quer que você tenha a dizer supere aquilo... — Suspirou e em seguida sorriu malicioso fitando o nada.

— Não quero nem saber em que situações você estava imaginando o pobre do garoto que você assedia... Ou talvez eu queira — Repensou com um sorriso malicioso. — por que Alec é atraente e sua mente é criativa...

— William, se você pensar em pensar no Alec, em qualquer situação que seja, te estupro enfiando seu próprio pau no seu intestino pelo cu.

Will apenas riu.

— Meu Deus. Ele não te quer e você age como se ele fosse sua propriedade.

— Namorado. Nosso namoro acontece na minha mente. — Disse odiando não poder contar a verdade para seu amigo... Nem esfregá-la na cara dele. — Mas o que você queria dizer?

— Ah. Eu estava dizendo, pela milésima vez, que vou dar uma festa pelo time, para as pessoas da escola, para comemorar que ganhamos. E quero sua ajuda.

— Claro que eu ajudo. Amo organizar festas. Vamos começar agora!

— Agora não. Nós precisamos fazer um jogo de cena.

Magnus gemeu em irritação.

— Sério, meu objetivo não era ficar em uma sala cheia de garotas com calças leg apertadas e garotos gays, eu gosto de teatro, mas estou com tanta preguiça hoje.

[...]
 

O dia se passou devagar, mas não foi tão chato, Magnus passou bastante tempo com Will e o namorados dele falando sobre a festa e assuntos aleatórios enquanto tentava fugir de Camille, que não queria lhe dar paz.

— E cadê seu "namorado"? — Will perguntou fazendo aspas no ar com os dedos. Ele, Tessa e Jem o acompanharam e estavam na sala esperando o professor chegar e expulsá-los.

— Bem aqui. — Disse e apontou para o fundo da sala, onde Alec sempre sentava, mas ele não estava lá.

Magnus estranhou.

O professor chegou em seguida e o trio foi embora, para sua sala.

Alec não estava mais lá e Magnus ficou realmente preocupado. Se xingou muito por não ter nem ideia de em qual momento ele havia desaparecido.

Pegou rapidamente o celular para ligar para ele, mas encontrou uma mensagem do próprio Alec e suspirou aliviado.

 

(MEU) Alec:
Me encontra no vestiário na penúltima aula.
 

Essa já era a penúltima aula então Magnus saiu da sala rapidamente enquanto o professor sonso tentava pôr ordem naquela bagunça. Estava meio preocupado e ao mesmo tempo aliviado por aquela mensagem.

Se apressou até chegar no vestiário.

— Oi? — Entrou olhando em volta e sorriu quando viu Alec, sentado num dos bancos do vestiários, com um biquinho irritado e os braços cruzados.— O que houve? — Se aproximou.

— Eu queria ficar um pouco com você. — Disse com a voz manhosa e puxou Magnus pelo casaco fazendo-o se sentar também.

— Você está emburrado, por quê? — Perguntou Magnus enquanto Alec se sentava de lado em seu colo e se aconchegava contra seu peito, encostando a cabeça em seu ombro.

— Sei lá, fiquei com medo de você ter trazinho o William no bolso. Vocês são tão próximos, daqui a pouco podem vestir uma calça só.

— Alexander!— Repreendeu.

— Eu. — Cruzou os braços novamente, bufando.

Magnus suspirou se acalmando.

— Ele é só um amigo. E eu estava lá com os namorados dele também.

— Eu sei, mas não gosto que fique perto dele...

— Não precisa ser tão ciumento. Eu já disse que gosto de você, não vou ficar com mais ninguém, é tão difícil confiar em mim?

— Não! — O olhou nos olhos. — Eu confio em você... Mas não gosto de ver vocês dois tão próximos... É que Will me irrita um pouco, mas eu juro que acredito quando você diz que vocês não tem nada. Eu só queria ficar sozinho com você mesmo.— Disse antes de beijar seus lábios sem nem deixar Magnus responder.

O asiático não protestou, apenas lhe beijou de volta.

Foi um beijo necessitado, mas não afobado de mais, apenas intenso como sempre era e forte e envolvente.

— Minha mãe quer te conhecer. — Magnus disse contra a boca de Alec.

— Você contou sobre nós? — Perguntou entre beijos.

— Não exatamente.

Alec parou o beijo, olhando para Magnus a espera de uma explicação.

— Eu falei de você, mas eu não disse que estamos juntos. Só que ela deve imaginar. Tudo bem?

Alec hesitou por um instante, mas, enquanto se olhavam nos olhos, disse sorrindo:

— Vou adorar conhecê-la.

Magnus pareceu relaxar com a declaração.

— Almoça com a gente sábado? — Perguntou e deu um selinho em Alec.

Alec murmurou uma confirmação enquanto se beijavam.

— Huumm. Não vai ser nada muito formal, né?

— Não. — Magnus deitou Alec no banco com um movimento rápido, ficando por cima dele, com uma perna entre as dele e a outra no chão, já que o banco era muito fino. — Minha mãe só quer te conhecer.

— Tudo bem. — Disse sorrindo e voltaram a se beijar.

Magnus sentiu as mãos de Alec sobre sua cintura, apertando e adentrando o tecido de sua camiseta.

Aproximou mais seu corpo ao de Alec, sem depositar todo seu peso sobre o do outro.

Magnus ouviu Alec gemer quando pressionou sua coxa contra a intimidade dele.

Separou os lábios dos dele sorrindo. Alec estava com as bochechas e o lábios levemente avermelhados enquanto ofegava.

— Você é tão lindo. — Disse antes de levar os lábios ao pescoço de Alec e depositar ali um beijo lento, longo e molhado.

Viu Alec estremecer sob si com o contato de seus lábios em sua pele sensível.

Seguiu distribuindo beijos e chupões — não fortes o suficiente para deixar marcas roxas — pela região.

Alec jogou a cabeça para trás arfando e movimentou o quadril, se esfregando em Magnus, fazendo-o gemer.

Magnus mordeu o lábio inferior do Alec enquanto encarava seus olhos azuis e logo Alec avançou para lhe beijar novamente.

Enquanto Magnus se concentrava no calor e na maciez daquela boca gostosa se movendo na sua, foi surpreendido por duas mãos atrevidas na sua bunda. Arfou surpreso contra a boca de Alec.

Magnus intensificou o beijo, explorando cada canto da boca dela com a língua, foi se precionando ainda mais contra Alec, sentindo-o ainda mais colado a si.

Levou as mãos até a bainha da blusa do rapaz sob si e a levantou a até o peito dele, expondo seu abdômen. Magnus subiu beijos pela pele pálida sob o tronco magro e com musculos discretos. Alec envolveu seu cabelo espetado entre os dedos de uma mão enquanto a outra explorava todo seu corpo, tocando tudo que estava ao seus alcance.

Mantendo a blusa de Alec levantada Magnus levou as mãos ao peito dele e se deliciou com o gemido alto e surpreso que Alec deixou escapar quando apertou os biquinhos de seu peito entre dois dedos.

Magnus usou uma das mãos para levantar mais a blusa do Alec, expondo totalmente seu peitoral. Alec ergueu os braços, lhe dando acesso total a seu corpo.

Enquanto apertava um mamilo entre os dedos, segurava a camiseta com uma mão e levou os lábios para o outro, durinho e sensível. Chupando e mordiscando enquanto Alec se contorcia sob seu corpo.

Magnus soprou o biquinho úmido e Alec estremeceu mais uma vez.

Magnus sorriu sapeca para Alec que olhou para o lado sorrindo e tapando o próprio rosto com as duas mãos. Magnus segurou seus pulsos para ver seu rosto  e deu um beijo em seu maxilar. Soltou seus braços durante um selinho longo que deu naqueles lábios rosados.

— Você é... — Se interrompeu gemendo quando Alec apalpou suas nadegas novamente. — Tão gostoso. — Disse rouco em seu ouvido antes de lamber toda a extensão de seu pescoço.

Alec arrastou as unhas por suas costas sob a camiseta, proporcionando uma ardência gostosa em sua pele e Magnus mordeu seu pescoço com mais força do que pretendia.

— Alexander. — Magnus gemeu o nome do outro contra a pele dele e Alec abriu os olhos o fitando ofegante. — Nós estamos na escola. — Lembrou tentando manter alguma sanidade e afastou um pouquinho seus corpos. Estava ofegante e ver Alec, excitado, corado e com desejo transbordando de seus olhos azuis não o ajudava a se controlar.

— E daí?

Magnus riu e lhe deu um selinho antes de se sentar no banco, tentando ignorar a própria ereção.

— Não deveríamos.— Disse observando Alec se sentar, com uma perna de cada lado do banco. Estava próximo de Magnus, com as roupas amassadas, os lábios inchados e ainda mais rosados, respirando pesado enquanto olhava para baixo.

Ele estava tão fodidamente sexy...

— Mas eu quero... — Alec sussurrou no seu ouvido - Magnus desconfiou que de outra forma, a voz dele não sairia - com  a mão sobre sua coxa, antes de chupar o lóbulo de sua orelha e arrepiar todos os pelos de seu corpo. — E você também quer.

Alec apertou sua ereção já dolorida e Magnus gemeu surpreso e aliviado, mordendo o próprio lábio com força. Quando olhou para Alec ele estava ainda mais corado e escondeu o rosto em seu ombro, mas não tirou a mão dali. Não parecia ter certeza do que deveria fazer, mas também não parecia disposto a recuar.

Alec, mesmo incapaz de encarar Magnus, começou a tocá-lo por cima das roupas. Movimentando a mão, de forma prazerosa mesmo que incerta. Magnus cercou a cintura de Alec com o braço e o puxou mais para perto.

Mesmo com Alec mantendo a cabeça baixa, o asiático conseguia ver o sorrisinho tímido de satisfação nos lábios de Alec ao lhe proporcionar prazer, lhe arrancar gemidos e fazê-lo arfar.

Magnus puxou Alec para o seu colo decididamente, o deixando com as pernas uma de cada lado de sua cintura, e Alec gemeu assim que suas intimidades se chocaram.

Alec rodeou seu pescoço com os braços.

— Isso é muito bom, Magnus. — Disse baixinho em seu ouvido. — Não quero parar.

—  Tudo bem. Vai ficar ainda melhor. — Sussurrou de volta no ouvido de Alec. — Vou te fazer gozar, meu bem.

Disse antes de espalmar as mãos nas nadegas de Alec, apertando-as com avidez. Sentiu-o começando a rebolar, com o rosto escondido na curva de seu pescoço.

— I-isso. Rebola gostoso, anjinho.

Alec intensificou os movimentos com o quadril, esfregando sua ereção contra a de Magnus com tenacidade e dedicação. Ele gemia e ofegava no ouvido de Magnus, o que só contribuia como grande estímulo para seu corpo excitado.

Nenhum deles conseguia se preocupar com a possibilidade de serem ouvidos, eles estavam imersos em todo aquele prazer e o mundo a volta deles havia desaparecido.

As mãos do Magnus se mantiveram sobre as nadegas fartas de Alec, apalpando e apertando de forma prazerosa. Às vezes descendo para as coxas grossas.

Eles estavam completamente vestidos e ainda assim Magnus tinha certeza de que estava muito perto de gozar, e ao julgar pelos gemidos sôfregos que escapavam da garganta de Alec e quão necessitados eram os movimentos de seus quadris Magnus sabia que Alec também.

Alec não diminuiu a velocidade e a intensidade das reboladas enquanto levantava a cabeça e ficava com o rosto frente a frente com o de Magnus.

Com um certo esforço conseguiu abrir os olhos e fitar Magnus o observando satisfeito. Seus olhares se encontraram.

Rapidamente eles gozaram. O fizeram juntos, ambos gemendo alto. Magnus cravou os dedos da pele da cintura de Alec, por baixo das roupas.

Se abraçaram ofegantes, Magnus com o rosto contra o peitoral de Alec, que se mantinha em seu colo, com o queixo apoiado no topo da cabeça de Magnus.

Magnus podia ouvir o coração de Alec batendo acelerado dentro do peito.

Subiu às mãos, sob o pano das roupas para as costas de Alec, a pele estava quente e um pouco suada sob seus dedos, então puxou-o ainda mais contra si, apertando aquele abraço confortável.


 

 


Notas Finais


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