História O Aluno Novo - Capítulo 13


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Palavras 1.195
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ooi gente!
Então, eu vou postar um capítulo mais longo e melhor amanhã, no dia de postar
Esse é só por que sim sabe, kjj sei lá

Boa leitura

Capítulo 13 - Capítulo XIII


Izzy estava sentada sobre sua bancada da sala de culinária.

Ela havia optado por fazer essa aula no ano passado, já que ouvia broncas diárias de seus pais por não ser boa na cozinha, como eles mesmo diziam:"sendo que aquilo era sua obrigação".

Na época, ela, com quatorze anos, acreditava naquelas coisas que os pais diziam.

Mas agora, que tinha opinião própria, só conseguia se sentir indignada perante essas coisas, que ouvia diariamente.

Ela poderia ter deixado de fazer as aulas opcionais de culinária esse ano, mas ela estava decidida a aprender a cozinhar, já que isso se mostrou um desafio e Izzy era incapaz de deixar qualquer tipo de obstáculo impedi-la de fazer alguma coisa.

O bolo que ela estava fazendo não deu muito certo. A massa ficou líquida e pingando no forno, deixando tudo com cheiro de queimado.

O professor explicou que o problema era simplesmente o tamanho da forma.

Rapidamente o sinal bateu e Izzy ficou grata por poder ir embora finalmente.
 

Enquanto ela estava na escada, descendo os degraus da saída da escola com pressa ouviu alguém gritar:

Izzy, me espera!

Ela virou para trás e viu Simon, tentando alcancá-la, o rosto pálido estava um pouco avermelhado por ele estar correndo.

Ela parou, no último degrau, cruzando os braços e assumindo sua melhor expressão de indiferença.

— O que é? — Ela perguntou.

— Eu... Eu queria falar com você. — Ele pediu, ajeitando os óculos no rosto nervosamente e Izzy se obrigou a se lembrar de que deveria considerar aquilo um gesto ridículo, não ridiculamente fofo.

— Não tenho tempo. Tenho um compromisso. Fala rápido.

— Eu... Eu queria saber se você me... — Ele suspirou. — Izzy, me desculpa.

— Por tentar me usar para esquecer que está apaixonado por uma garota que você nunca vai conseguir por que ela é sua melhor amiga, namora e nunca iria reparar em alguém como você? — Ela riu, uma risada sem humor. — Você não é importante o suficiente para ter me magoado tanto assim, Simon, não precisa se sentir culpado.

Simon abaixou a cabeça e encolheu os ombros.

Izzy se sentiu culpada ao ver quão chateado o garoto pareceu ficar. Isso a impediu de seguir sendo grossa e a fez assumir um tom mais calmo quando ela continuou:

— Eu tenho que ir. — Ela disse, mas antes que pudesse seguir seu caminho Simon se pronunciou apressadamente:

— Me deixa merecer o seu perdão!

— E como você vai fazer isso?

— Eu... Eu não sei. Eu não sei como eu posso me redimir, mas eu só quero poder chegar perto de você para isso. Não tem como você me perdoar se eu não puder me desculpar...

Izzy hesitou, observando Simon. Ele parecia sinceramente preocupado em conseguir qualquer coisa positiva vinda dela.

Simon era diferente dos garotos que Izzy costumava ficar e talvez por isso, ou talvez simplesmente por ele ser o Simon — ela não sabia —, ele mexia com ela de verdade. De um jeito que ela prometera não deixar ninguém mexer desde que teve uma decepção séria e cedo demais, com sua primeira paixão. Sebastian Verlac.

Mas, por mais que ela quisesse se proteger de meninos babacas mais velhos, ela sabia que Simon não era Sebastian.

— Tudo bem. — Ela disse. — As coisas vão voltar a ser como antes.

— Obrigado. — Ele sorriu sincero e Izzy se esforçou para se manter indiferente.

O sorriu se desmanchou um pouquinho quando eles foram interrompidos por Raphael, que, sentado em sua moto, começou a gritar Izzy impaciente.

— Eu tenho que ir. Tchauzinho. — Ela saiu, em direção a Raphael, sem olhar para trás.

— Que demora. — Reclamou e ela revirou os olhos antes de colocar o capacete e montar na garupa da moto, segurando firme em Raphael. — Academia de muay thay?

— Exatamente. — Confirmou. — E se quiser ir me buscar, a gente pode se divertir um pouco depois.— Sugeriu com uma risadinha sapeca.

Óbvio que a falta de permissão dos pais não a impediria de aprender a dar uns socos, então ela estava treinando em uma academia próxima a escola.
 

☆  ☆  ☆

 

Alec foi para casa depois da escola, Izzy não o acompanhou e ele estranhou.

Ele foi pensando o caminho todo em Magnus e no que eles haviam feito no vestiário.

Era tão bom estar com Magnus, o asiático  lhe fazia tão  bem. 

Já em casa, Alec passou um tempo no próprio quarto, após tomar um banho e se trocar, a penas deitado na cama.

Algumas horas depois Izzy chamou Alec para jantar, e ao ser questionada sobre onde estava e como chegou sem ser notada pela mãe, ela apenas sorriu e saiu do quarto.

Izzy estava aprontando alguma coisa.

Eles jantaram e Alec gostava do fato de que seu pai nunca jantava com eles.

Maryse ficou arrumando a cozinha e Izzy correu para o quarto para não ajudar.

Ele foi para o próprio quarto. O tempo estava frio e ele vestiu um moletom mais quente antes de se enrolar  em um cobertor e se deitar. Passou bastante tempo ali.

Viu seu celular sobre a mesinha de cabeceira.

Não se conteve em mandar uma mensagem para Magnus, mesmo que já fosse tarde. Porém, ele passou longos instantes tomados pela dúvida de escrever um simples "oi", talvez um "oiii" ou até mesmo "oie". O primeiro parecia muito seco, o segundo alegrinho de mais e o último soava idiota para si.

Antes que ele pudesse chegar a uma conclusão Magnus quem lhe mandou mensagem:

 

Magnus: Boa noite, anjinho♡

Você está digitando uma bíblia? Por que não sou religioso...

 

 

Alec deixou um sorriso bobo se formar em seus lábios.

 

Oi, Mags

 

Magnus: Tá bem?

Achei que já estava dormindo, está tarde

 

Sim, estou ótimo
Já me deitei, mas estou sem sono
Queria que você estivesse aqui comigo...

 

Magnus: Na sua cama?

 

Claro
Quem mais poderia me esquentar nesse frio?

 

Magnus: Opa

Eu vou então ; )

Mas não está frio

 

Claro que está

 

Magnus: Então pq eu estou sem camisa e suado

Deitado na minha cama?

Só pensar em você não me deixaria tão quente...

Eu teria q estar fazendo algo mais

 

Eu que pergunto
O que você está fazendo?

 

Magnus: O que você acha? : )

Eu estava dançando

O que mais estaria fazendo?

 

Não tinha pensado nada...
Mas é sério?
Você dança?

Magnus: Sim

Muito bem (sou melhor dançando do que sendo modesto)

 

Que legal
Eu quero ver

 

Magnus: Qualquer dia te faço um stripe, uh?

 

Mds
rsrsrs
Eu vou cobrar
E eu estou falando sério

 

Magnus: Por favor, cobre

Mas agora eu vou tomar um banho

Pode imaginar a vontade ; )

Depois te chamo

 

Alec continuou deitado na cama, olhando para as mensagens na tela do celular.

Meu Deus, Magnus! Ele riu bloqueando o celular.

Se manteve fitando o teto.

Alec relaxou na cama, se permitindo apenas descansar sobre o colchão macio por vários minutos. 

Não demorou muito para ele estar prestes a pegar no sono, porém antes que o fizesse o celular vibrou, era Magnus, que voltou a lhe mandar mensagens e seu sono desapareceu.

Eles conversaram praticamente a noite inteira. Se despediram várias vezes, mas sempre voltavam à conversar

Eles arranjavam assuntos completamente aleatórios e sem sentido, com o intento de, simplesmente, conversar um com o outro.

 


Notas Finais


Bem curtinho
Espero que tenha gostado desse momento mais simples, mais casual

Se quiser dar alguma sugestão sobre o que você quer ver quando Alec conhecer a mãe do Magnus aceito kk♥


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