História O Aluno Novo - Capítulo 14


Escrita por:

Visualizações 243
Palavras 2.254
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii
Vou postar correndo pq meu celular vai desligar e eu não estou achando meu carregador 😆

Estou com pressa então vou tentar responder os comentários de vcs depois

Gostei de todas as sugestões de vcs, kk ♥

Capítulo 14 - Capítulo XIV


Alec estava andando pela calçada úmida. A chuva que caira à manhã toda havia cedido e ele agradeceu, já que não queria conhecer a sogra vestindo roupas encharcadas. Sogra. Ele riu nervoso internamente.

Foi assim que Magnus se referiu a própria mãe quando convidou Alec para passar o sábado na casa dele e conhecê-la.

Alec estava indo à um ponto de ônibus, que era onde encontraria Magnus para que ele pudesse levá-lo até sua casa. Alec passaria a tarde lá, conheceria a mãe e a tia de Magnus e ele estava bastante nervoso e empolgado.

Sorriu largo assim que viu Magnus sentado no ponto o esperando.

— Oi, Alec. — Comprimentou sorrindo quando estavam frente a frente.

Magnus roubou um selinho rápido de Alec e ele sentiu um desespero súbito. Olhou em volta. A rua estava vazia e ele suspirou aliviado.

— Ninguém viu. — Magnus revirou os olhos e Alec encolheu os ombros.

— Desculpa. — Pediu baixinho enquanto eles começavam a andar.

Seguiu Magnus em silêncio, com as mãos no bolso e o olhar voltado para o chão.

Eles não conversaram muito durante o caminho.

Alec sabia que Magnus se irritava com isso de ter que se esconder, mas ele não tinha coragem. Era tudo muito assustador.

Talvez fossem pensamentos egoístas ou até mesmo superficiais de mais, mas o que as pessoas pensariam?

Alec balançou a cabeça afastando esses pensamentos e voltou a apenas seguir Magnus.

Após um tempinho andando Magnus o olhou antes de parar de andar em frente à uma escadaria acinzentada, que dava para uma casa que só não seguia totalmente o padrão de tons pastéis e cinzentos por causa da cor da porta, que era um laranja bem vibrante.

— O que foi? — Alec perguntou mordendo o lábio enquanto Magnus seguia encarando-o

— Nunca apresentei ninguém para a minha mãe. — Disse. — Nunca me importei com alguém o suficiente. E por mais que eu tenha dito que isso não é uma apresentação formal, nem nada do tipo... Talvez ela exagere na... Empolgação...

Alec sorriu.

— Tudo bem.

Magnus abriu a porta laranja da casa e eles entraram.

Observou a sala de estar enquanto Magnus fechava a porta atrás deles.

Era uma casa simples e bem arrumada. Organizada até de mais e extremamente bonita.

Magnus? Já chegou? — Alguém gritou de outro cômodo.

— Sim! —  Magnus começou a ir em direção à uma porta de madeira do outro lado da sala e Alec o seguiu.

Era uma cozinha e uma mulher negra com o cabelo descolorido estava lavando a louça.

— Oi, tia Cat. Esse é meu amigo. Alec. — Apresentou e Alec sorriu para ela.

A mulher abriu um sorriso largo e secou as mãos antes de se aproximar e apertar a mão de Alec.

— Prazer, Alec. — Ela olhou maliciosa de Alec para Magnus e Alec viu Magnus repreendê-la com o olhar. — Que foi? — Perguntou para o sobrinho.

— Ele é meu amigo, tia Catarina.

— E eu disse o contrário? — Se fez de desentendida e Alec riu sem jeito. — Tá com fome, querido? — Perguntou a Alec.— Quer comer alguma coisinha antes do almoço?

— Não, obrigado.

— Então vamos para o meu quarto, quando minha mãe chegar a gente almoça. — Magnus sugeriu e Alec assentiu.

— Foi um prazer. — Disse Alec à Catarina antes de ir com Magnus, de volta à sala de estar.— Sua tia é... Simpática.

Magnus riu.

— Loca, intrometida e uma das melhores pessoas que você vai conhecer na vida. É como eu a descreveria.

Alec riu.

— Sua mãe é parecida com ela?

— Não. — Magnus respondeu enquanto eles subiam as escadas. — Tia Cat diz que ela sempre foi a "mãe" de todos os amigos. Ela não é tão diferente agora que realmente é mãe. Bem, mas agora tem a depressão e tudo, mas alegre ela costumava ser.

— Entendi. — Alec disse. — Ela não é sua tia de verdade, né? A Catarina?

— Não. — Já haviam subido as escadas e estavam em um pequeno corredor.— São só amigas. Ela e minha mãe.

— As amigas da minha mãe são chatas. — Comentou.— Elas só trocam receitas e falam dos filhos.

— Sua família parece bastante tradicional.

— E é. Tediosamente.— Revirou os olhos e Magnus riu.— E o seu pai?

— Faleceu.

— Sinto muito. — Alec  disse meio por ele ter perdido o pai e meio por ele ser quem tocou no assunto.

— Já faz um tempo. Três anos na verdade. Ele era bom para minha mãe e para mim, mas quando ele morreu descobrimos que ele estava atolado em dívidas, com um agiota ainda por cima.

— Nossa. E aí?

— Nós viemos para cá. Eu e minha mãe  viemos para os Estados Unidos.

— Eu nem sei o que dizer. — Eles pararam em frente a uma porta de madeira.

— Tá tudo bem, eu já superei isso.

Magnus lhe ofereceu um sorriso como confirmação de que estava tudo bem.

Em seguida abriu a porta.

Eles entraram.

— Esse é meu quarto. — Disse enquanto adentravam mais o cômodo.

— É uma bagunça. — Alec disse meio automaticamente e Magnus riu.

— Obrigado, bondade à sua. Mas eu prefiro definir como "arrumação prática, porém peculiar".

Alec riu.

— Prática?

— Sim. — Se sentou na cama e Alec fez o mesmo, ficando ao seu lado. — Para que abrir o guarda-roupa para procurar o que vestir? Melhor já deixar as roupas para fora mesmo. — Brincou e Alec riu.

— Minha mãe discordaria. — Contou e Magnus concordou.

— A minha discorda, mas ela não viu a bagunça que está aqui ainda.

— Entendi.

— E o seu pai? — Magnus perguntou retirando os sapatos e se recostando na cabeceira da cama.  — Como ele é?

Alec abaixou a cabeça encarando as mãos sobre o colo.

— Complicado. — Cruzou os braços.— Sempre preferi minha mãe. Ela não é perfeita, mas é melhor que ele. Muito melhor.

— Entendi. Você não fala muito deles. — Magnus deu dois tapinhas no meio da cama, na sua frente, chamando Alec para se sentar ali e assim ele fez, ficando de frente para Magnus.

— Eles não são tão presentes. — Explicou pegando a mão de Magnus para brincar com os anéis prateados nos dedos dele. — Não tenho muito para falar.

— Claro que tem. Pode me falar sobre como você queria que fossem presentes, se algum deles... Sei lá, faz alguma coisa que te machuca ou agrada, qualquer coisa. Vocês não parecem tão próximos mesmo. Qualquer coisa sobre você importante para mim.

Alec sorriu de lado.

— Tem uma coisa. Bem chata que aconteceu. — Começou, ficando sério e encarou Magnus ele o ouvia atento.

— Pode falar.

Alec engoliu em seco.

— É bobo, eu sei. Mas às vezes o meu pai diz... umas coisas meio... Você sabe... Coisas... Ruins... Sobre...

— Homofobicas? — Arriscou o palpite.

Alec assentiu.

— E isso te machuca. — Afirmou Magnus e fechou os dedos em  olha da mão de Alec, segurando-a.

— É. Aí hoje de manhã, a gente estava conversando no café e ele disse umas coisas chatas sobre o Will.

— Will? — Franziu o senho.

— Sim. Minha família conhece a do Jace e Will é primo dele.

— Ah, é. Tinha esquecido. O que eles disseram?

— Eu nem lembro direito. Mas eles ficaram comparando ele com o Jace. Falando coisas... Ruins. Que ele tinha se perdido. Que "coitada da família dele por ter que passar por isso". Coisas assim.

— Não é bobo. — Magnus disse. — Se te machuca não é besteira. E você pode me contar sempre que um coisa assim acontecer, por que é assim que as coisas acontecem, são sempre as pequenas coisinhas diárias que a gente escuta que machucam mais. Eu aprendi a ignorar essas merdas, mas eu nem imagino como seja difícil quando elas vêm dos seus próprios pais. Pessoas que você ama.

— Dói bastante. — Admitiu com um nó na garganta.

— Eu imagino, meu anjo.

Alec começou a passar os dedos pelo rosto do Magnus, acariciando a pele macia. Respirou fundo observando o rosto de Magnus.

— Mas não quero falar mais disso. Só quero você agora. — Disse antes de avançar em Magnus, beijando de forma sedenta seus lábios e ele retribuiu rapidamente com a mesma voracidade.

Desde que tiveram aquele momento no vestiário Alec sentia ainda mais desejo por Magnus, vontade de tocá-lo, beijá-lo, senti-lo. Havia provado um pouco do que aquele homem podia lhe dar e isso só o fez querer mais. Ele sabia que Magnus sentia o mesmo por ele.

O asiático levou as mãos à sua nuca, enquanto Alec o segurava pelos ombros, o puxando para perto.

Alec foi se deitando na cama e agarrou a camiseta de Magnus, para continuar a puxá-lo para si, para que ele ficasse por cima de si e assim Magnus fez.

Alec se sentia nervoso, aquilo estava muito íntimo, mesmo que eles já tivessem tido momentos mais... Quentes, aquela era uma intimidade diferente, mais profunda. Mas ao mesmo tempo era maravilhoso estar daquele jeito com Magnus, então ele não resistia, se entregava aos impulsos, não se importava com nada, era bom.

Ele não queria sentir culpa por aquilo, então apenas se concentrava nas respostas do seu corpo e do seu coração, já que, diferentemente de sua cabeça, eles consideravam tudo aquilo fantástico, maravilhoso e... Tão certo.

Pegou a camisa do Asiático pela bainha e arrancou-a do corpo dele, logo puxando-o pela nuca para que voltassem a se beijar, de forma tão rápida que mal parecia que eles haviam se separado. Ele estava afobado de mais e desconfiou que Magnus não conseguia acompanhá-lo.

Alec sentiu Magnus rir contra seus lábios antes de separá-los. Lhe deu um selinho e uma mordida no maxilar antes de se sentar sobre o seu quadril.

— Alexander, você não era virgem? — Perguntou ofegante e mordeu o lábio inferior enquanto observava Alec sob si.

— Sim.— Respondeu rindo ofegante.

— Então aja como tal! — Disse com um falso tom de bronca.

— É exatamente o que eu estou fazendo. — Se sentou, deixando Magnus sobre seu colo. — Agindo como um adolescente virgem e cheio de hormônios. — Brincou antes de colar seus lábios contra os de Magnus, que deixaram de formar um sorriso para corresponder a seu beijo.

Eles giraram voltando a deitar na cama, Magnus ficando por baixo agora, mantendo a cintura do outro entre suas pernas.

Alec começou a distribuir beijos pelo pescoço de Magnus. Cheirando sua pele, distribuindo mordidas, causando-lhe reações excitantes.

Deslizou os dedos pelo abdômen do Magnus, desde o peitoral até o cós da calça. Abriu com uma certa dificuldade os botões e o zíper da calça jeans.

Magnus interrompeu o beijo e o segurou seu pulso.

— Calma, amor.— Magnus pediu.

— Você não quer ficar comigo? — Perguntou preocupado e ganhou um selinho.

— Não seja bobo. Óbvio que sim.— Disse com um sorriso. Suas pernas já não cercavam mais o quadril de Alec quando ele se deitou ao seu lado.

— Então...?

— Eu quero transar com você.  — Deitou de lado para olhá-lo e Alec riu pelo jeito direto de Magnus falar. — Mas não agora, ainda não.

— Por quê?  Você não está pronnto?

Magnus pareceu ofendido com a pergunta e Alec deixou de ficar nervoso quando se permitiu rir da indignação de Magnus.

— Óbvio que não é isso! — Bufou, mas acompanhou a risada de Alec em seguida.

— Se for eu respeito. — Disse, agora em tom de provocação.

— Eu não sou uma garotinha, seu... — Não concluiu o xingando. — O que acontece, Gideon, é que eu não acho que seja a hora, por nós. E por mim e principalmente por você.

— Por mim? Mas eu quero...

— Você tem certeza de que quer?

— Acho que... sim?...

— Você não tem certeza.

Ale  não respondeu.

— Sem contar que você ainda acha errado,— Continuou Magnus. — ou, ao menos, está confuso quanto a estar com outro homem.

— Você está certo. — Alec concordou e suspirou. Essas coisas não pareciam ter tanto peso antes de Magnus fazê-lo pensar sobre elas.

— Sempre estou. — Disse e sorriu de lado, voltando a conversa à um tom leve. — É surpreendente que, entre nós dois, seja eu quem pense com a cabeça de cima.

Alec riu lhe dando um tapa fraco no peito, Magnus aproveitou para agarrar seu pulso e puxá-lo para se deitar sobre si.

Começou a lhe fazer cafuné e Alec se aconchegou contra seu corpo.

— Que horas sua mãe chega? — Alec perguntou fechando os olhos.

— Uma e pouco da tarde. Ainda temos um tempinho para ficarmos aqui agarrados.

Magnus escorregou a mão da cabeça de Alec por suas costas, acariciando a região.

Alec começando a fazer desenhos imaginários com a ponta dos dedos sobre o peito nu de Magus.

Abriu os olhos observando a pele morena sobre os músculos bem desenhados.

Alec sabia que Magnus o observava quando começou a tocar seu peitoral. Deslizando os dedos pela pele macia. Sentiu o corpo de Magnus tremer quando esbarrou sem querer o dedo gélido no mamilo enrrigecido dele.

Desceu a mãos pelo caminho entre os gominhos do abdômen de Magnus lentamente.

Chegou no altura do umbigo e desviou descendo pela barriga. Magnus se arrepiava com os toques curiosos de Alec.

Cada detalhe do corpo do asiático parecia simplesmente  perfeito e Alec queria poder sentir e tocar cada pedacinho daquele corpo.

Alec observou o sutil e instigante mapeamento de veias que Magnus tinha ali, na base da barriga. O fato de que os botões e o zíper da calça ainda estavam abertos facilitava a visualização.

Ele mordeu o lábio, roçando a ponta dos dedos ali, perto do pedaço exposto da cueca vermelha de Magnus.

— Você não deveria continuar descendo essa mão. — Magnus alertou com a voz calma. — Mas se continuar, não vou protestar nem me incomodar.

Alec riu corando e escondendo o rosto no peito do Magnus.

Se aconchegou no corpo dele, ficando de bruços, com metade de seu corpo sobre o de Magnus e levou ambas as mãos aos ombros dele.

Magnus o abraçou.






 


Notas Finais


No próximo cap ele vai conhecer a mãe do Mags 😊😊


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...