História O Amor Da Minha Vida - Klaroline - Capítulo 3


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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Aurora de Martel, Camille O'Connell, Camille O'Connell, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Esther Mikaelson, Klaus Mikaelson, Marcellus "Marcel" Gerard, Matt Donovan, Mikael Mikaelson
Tags Caroline Forbes, Hot, Klaroline, Klaus Mikaelson, Mikaelson, Romance
Visualizações 229
Palavras 1.423
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá
Eu estou super animada com essa fanfic. Todas as minhas fanfics Klaroline (eu só tenho fanfic Klaroline) eles têm uma filha e essa é minha primeira fanfic em que eles não têm filhos.
Eu aposto que ninguém imaginou que a profissão da care fosse inventar brinquedos sexuais, eu estava indecisa entre isso e ela legendar filmes porno. Gosto da ideia de diferenciar na profissão um pouco, a do Klaus é um pouco comum em fanfics mas a da care eu nunca vi em nenhuma então decidi por.
Boa leitura.
Espero que gostem.
Beijos.

Capítulo 3 - Namorado...


Fanfic / Fanfiction O Amor Da Minha Vida - Klaroline - Capítulo 3 - Namorado...

— Por favor Caroline... — Klaus falou ajoelhado em meus pés e grudado em minha cintura.

— Klaus não! — Tentei afastar ele de mim mas parecia que tinham colado ele na minha cintura.

— Eu faço o que você quiser, eu compro tudo que você quiser. Eu pago todas as suas contas por quanto tempo você quiser, eu te imploro Caroline. — Choramingou aos meus pés.

— Klaus eu não posso ser sua noiva. Me solta! — Gritei para ver se ele me ouvia e largava minha cintura mas foi em vão.

— É para você ser minha noiva de mentira por alguns dias, uma semana, duas no máximo, só até eu achar um jeito de falar para eles que eu não tenho uma noiva.

— Klaus mentir para eles só vai piorar a situação.

— A gente já mentiu.

— Não, você mentiu.

— Você fingiu ser minha noiva a todo o instante que eles estiveram aqui, você mentiu também. — Suspirei vendo que ele está certo. — Você não entende minha situação, eu vou perder a empresa Caroline e por incrível que pareça eu gosto de lá.

— Klaus eu entendo...

— Não, não entende. Eu jamais estaria ajoelhado aos pés de um ser humano, como estou aqui, se não fosse extremamente importante para mim.

— Eu sei Klaus! É você quem não me entende. Eu queria te ajudar mas não posso.

— Por que não? — Respirei fundo para dar aquela notícia para ele, eu queria contar isso de outra forma.

— Eu tenho um namorado. — Klaus costuma ter ciúmes de mim e eu acho fofo esse ciúmes de amigo mas as vezes ele passa dos limites.

— O que!? — Falou finalmente desgrudando de minha cintura e se levantando dos meus pés. — Desde quando você tem um namorado?

— Desde ontem, de manhã e...

— Quem é ele?

— Você não conhece ele.

— Eu conheço todos os caras que você conhece então o único jeito de você ter um namorado que eu não conheço é se ele for um desconhecido para nós dois.

— Claro que não, ele é um cara que eu conheci no meu primeiro ano da faculdade e a gente tinha algo mas quando a faculdade terminou ele teve que se mudar para outro lugar, a gente nunca mais se viu mas agora ele reapareceu, a gente vem conversando há uma semana mais ou menos e decidimos reatar, eu gosto dele.

— Caroline tecnicamente você não conhece ele, depois da faculdade as pessoas costumam mudar, você não acompanhou a mudança dele então não sabe se ele é um psicopata.

— Você está surtando, ele não é um psicopata e é a mesma pessoa que eu conheci há anos.

— Não tem como você saber, o melhor é você terminar tudo com ele antes que essa situação piore.

— Olha só Klaus, eu sempre achei esse seu ciúmes fofo, é o seu jeito de me proteger mas eu não vou deixar isso interromper meu relacionamento. Se eu quiser namorar com ele eu vou e você não vai me impedir sem um ótimo motivo.

— Então tá mas depois não diga que eu não te avisei quando vir chorar em meu ombro porque ele te pôs um par de chifres.

— Igual você fez com a Camille? — Depois que falei e vi sua cara percebi que eu não deveria ter dito aquilo mas é a verdade, ele traiu a Camille só que eu usei isso agora para afetar ele e pela sua sua expressão acho que consegui. Tenho quase certeza que lá no fundo Klaus se arrepende de ter traido ela, não por agora estar correndo o risco de perder a empresa mas sim porque sabe que ela não merecia, que ninguém merece, não é correto. — O assunto aqui é a mentira que você contou para os seus pais. Como eu disse, eu queria te ajudar mas eu não posso ser sua noiva, nem de mentira porque homem nenhum no mundo vai gostar de saber que a namorada está sendo noiva de mentira de outro.

— Ele não precisa saber. — Falou como se fosse óbvio, pensei um pouco e depois vi sua clara ideia, mentir para "os dois lados da moeda". 

— Klaus eu não quero iniciar uma relação mentindo dessa forma.

— É só por alguns dias, ele não vai precisar saber, melhor ele não vai precisar me conhecer enquanto formos "noivos". — Ele fez sinal de aspas com os dedos. — E outra, você não vai precisar se aproximar dos meus pais, eu vou me preparar, arrumar um jeito de contar a verdade para eles e enquanto isso você evita eles se quiser. 

Alguns dias fingindo ser noiva do Klaus não vai ser tão ruim assim, e se for como ele falou eu nem vou precisar fingir, as únicas pessoas que acham que eu sou noiva dele são seus pais e os evitando eu não vou precisar agir como se fosse sua noiva e eu não vou mentir para o meu namorado só omitir. Só por uma ou duas semanas no máximo não vai matar ninguém.

— Por favor. — Ele falou de forma até fofinha, seus olhos verdes brilharam para mim, ele sabe que eu acho isso lindo então ele faz sempre que quer me convencer de algo, e esse é sempre seu último golpe, é seu jeito de me derrubar de vez quando vê que estou amolecendo e ele consegue, sempre.

— Tá bom...— Falei e ele abriu seu melhor sorriso, veio até mim e me abraçou, senti de perto o cheiro do seu perfume, tenho vontade de passar o dia inteiro cheirando o Klaus.

— Eu te amo! — Falou feliz me apertando contra seu corpo, ele me pegou em seu colo me deitando de lado e começou a me girar, me senti insegura no início mas passou até que veio a vontade de vomitar.

— Para, me põe no chão. — Gritei batendo em seu ombro e alguns segundos depois ele me pôs no chão segurando meu corpo pois eu estava um pouco tonta. — Eu também te amo. — Sorri depois de respirar um pouco. — Agora eu tenho que ir trabalhar, eu já estou quase meia hora atrasada. — Fui até o sofá e peguei meu casaco para sair.

— Espera ai. — Falou e eu parei o encarando, ele foi até a mesinha de vidro na frente do sofá e abriu uma caixinha que havia lá pegando algo. — Pega. — Ele estendeu a mão e pude ver que era o maravilhoso anel de diamante com corte princesinha que ele pediu a Camille em casamento.

— Para quê? — Perguntei confusa.

— É para quando meus pais te virem não desconfiarem porque você não está usando o anel. Demos sorte deles não terem percebido aqui.

— Klaus eu não vou ver seus pais, vou evitar eles.

— É mas vai que por um acaso vocês se encontram na rua, melhor previnir que remediar. — Encarei aquele anel até que ele se ajoelhou em minha frente segurando o anel.

— Klaus...por favor não faça isso. — Logo percebi o sorriso bobo que havia em meu rosto. 

— Caroline Forbes, aceita se casar comigo? — O Klaus é um cara lindo, sexy, está ajoelhado em minha frente, segurando um lindo anel de diamante com corte princesinha e me pediu em casamento. É o sonho de qualquer mulher mas é um pena que não é a causa que todas querem, é só uma brincadeira.

— Sim! — Falei suspirando depois de aceitar a verdade, entrei na brincadeira também. Ele pegou minha mão e pôs o anel, em seguida se levantou me abraçando.

— Esse momento merece o beijo. — Ele me encarou e dei um beijo em sua buchecha. — Não é esse o beijo que eu estava imaginando mas já que sou bonzinho vou considerar. — Sorri de mais uma de suas brincadeiras e comecei a andar em direção a porta. — E depois eu quero saber tudo sobre esse seu namoradinho temporário novo. — Ignorei aquilo e sai dali.

Sai do táxi em frente ao enorme prédio em que eu trabalho, é um lugar bonito, elegante. Muita gente acha que por ser uma empresa que produz brinquedos sexuais é um lugar de baixo nível mas não, aqui é legal é um prédio bem grande, melhor que muitos de Chicago, — E não tem um pênis gigante na frente. — as pessoas se vestem formalmente, é tudo extremamente sério menos quando o Klaus vem me visitar, eu fico até constragida com as asneiras que ele fala do meu trabalho. Eu sei que lá no fundo ele sabe que meu trabalho é importante para mim.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Não tem um pênis gigante na frente do trabalho da Care.
Até o próximo.
Beijos.


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