História O amor de Hanaki - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Kentaro Sakaguchi
Personagens Kentarō Sakaguchi, Personagens Originais
Visualizações 6
Palavras 773
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Visual Novel
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus amores❤
Tudo bem com vocês? Espero que sim~
Adorei essa ideia de história e por isso estou postando!
Já deixo claro minhas muitas desculpas pelas demoras em atualizações nas demais histórias de minha autoria.
Ignorem os erros!

Boa leitura.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction O amor de Hanaki - Capítulo 1 - Prólogo

12 anos antes

- Vovó~ - rebati manhosa, com os braços cruzados. A mesma encarou-me por cima de seus óculos e revirou de leve os olhos, dando-se por vencida. Fiz uma dancinha da vitória que despertou a risada dela. 

- Mas te quero aqui de volta antes da hora do almoço, mocinha! - assenti com a cabeça, mesmo estando tão feliz ao ponto de nem entender as palavras que saíam da boca de minha avó. 

Não esperei mais tempo. Saí correndo assim que a mesma encostou-se novamente em sua cadeira, em direção ao grande campo. Eu nomeava assim um pequeno morro que havia no final da rua em que ficava o hotel de meus avós. Era lá que eu passava metade de meu tempo na época, e sempre que podia, dormia cedo para acordar mais cedo ainda, para ir até aquele campo.

Minha imaginação era incrível. Não havia nada demais lá em cima. Apenas grama verde, algumas árvores e um velho banco de madeira. Mas eu via daquele banco uma grande embarcação em que eu era a capitã, e que as folhas das árvores que sempre estavam a cair, não importasse a estação, eram bombas de outros navios. Eu devia parecer uma retardada, de pé em cima de um banco desviando de um monte de folhas secas. Mas eu era criança, e não importava-me. 

- Hã? - indaguei-me mentalmente, assim que vi que meu banco estava ocupado por um corpo que não era de minha posse. Fui aproximando-me devagar, sorrateiramente, pronta para expulsar aquele que tomava conta do meu espaço. 

Já bem próxima, vi que era um garoto. Ele tinha um carrinho de madeira em mãos, e olhava para frente, com os olhos lacrimejados. Novamente, eu era criança. Não importasse quem era, não gostava de ver pessoas chorando. 

Quando fui ver por mim, estava ao lado do garoto, que encarava-me surpreso, talvez por não ter me ouvido aproximar-me dele. 

Passei o dedão em uma lágrima que descia devagar por suas bochechas vermelhinhas como os morangos que minha avó cortava para mim. 

- Por que está chorando? - perguntei, encarando os pequenos olhos castanhos do desconhecido, enquanto via ele desviar o olhar para o lado. 

- Não estou chorando. - afirmou, passando a manga de sua blusa comprida pelos olhos. 

- Mentiroso. 

- Não sou mentiroso! 

- Qual é seu nome? - mudei de assunto, já que vi que se discordasse, acabaria brigando com o menino ao meu lado. 

- Kentaro Sakaguchi. E o seu? - ele voltou a olhar para mim, já parecendo mais calmo.

- Hanaki Kirishima. - dei um sorriso.

- O que está fazendo aqui? 

- Esse é meu barco. - respondi, ficando de pé no velho banco de madeira, que como de costume, rangeu. 

- Isso não é um barco. 

- Claro que é. 

- Não, não é. Barcos não ficam em campos, ficam em oceanos. - disse, intelectual.

- Você está com os pés molhados então. - apontei com o indicador seus pés que tocavam a fina grama. 

- Meu carro é mais bonito que seu barco. - levantou seu brinquedo em sua mão, dando um sorriso debochado. 

- Não acho. E no meu barco não cabem carros. Então xô! - o expulsei, e ao ver que o mesmo não se movia, comecei a empurrá-lo.

- Ei! - protestou - Esse banco é público. 

- Não é banco, é barco! E é meu, então eu decido se é público ou não. 

- Doida. 

- Doida capitã desse navio. Agora, xô! - repeti e o mesmo se levantou, indo em direção a ladeira do morro, ou seja, a saída.

- Pode ficar com esse barco velho. Não ligo. - deu de ombros e incrédula, tirei meus sapatos e ataquei nele, que corria, desviando de meus tênis.

- Doido é você! - gritei, mesmo tendo certeza que ele não havia escutado. 

Apesar de Kentaro aparentar não ter gostado da ideia do banco ser meu barco, ele começou a aparecer todos os dias lá. Com seu jeito exibido e com seu carrinho de madeira. 

Nos divertíamos. Eu posso dizer que "cresci" com ele. Até que, ao completar meus oito anos, e ele treze, eu tive que me mudar. Minha mãe havia finalmente retornado de sua viagem aos Estados Unidos, e eu e papai tivemos que sair do hotel de meus avós. 

Kentaro me disse que nos encontraríamos de novo, e que ele teria seu carro de verdade e eu um barco. Eu era pequena, então acreditei. 

Mas hoje, nesse exato momento, em que estou em sua frente depois de dez anos, não consigo nem acreditar que esse é aquele mesmo garoto irritante que por um acaso, era meu vizinho. 


Notas Finais


Capítulo pequeno por se tratar de um prólogo!
Espero que tenham gostado! Gosto bastante do Kentaro, por filmes e programas de TV que ele já fez, e fico feliz que ele esteja finalmente em uma história minha!
Beijão e até o próximo❤


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