História O amor de João Guilherme - Capítulo 11


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Categorias João Guilherme Ávila, Larissa Manoela, Maisa Silva, Thomaz Costa
Personagens João Guilherme Ávila, Larissa Manoela, Maisa Silva, Personagens Originais, Thomaz Costa
Tags João Guilherme Ávila, Jomaz, Thomaz Costa
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Palavras 2.272
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E aí pessoas.
Bem… como vocês já sabem, meu celular quebrou e não vai dar pra ficar postando capítulos com frequência, como eu havia planejado.
Lá nas notas finais vai ter uma coisinha básica, que acho que vcs vão gostar

Capítulo 11 - Capítulo 11


P.O.V João

- Os dois irão representar sua turma. Creio que não devo escolher por alcance vocal ou coisas do tipo, mas como dizem por aí, preciso escolher quem tocou o meu coração e os dois cantaram excepcionalmente, suas vozes são lindas e conseguem emocionar quem escuta. – Aquela frase do diretor realmente me surpreendeu, como assim os dois? Somos tão bons que conseguimos infringir as regras? Bem... - Vou explicar aos dois como irá funcionar o show de talentos. Os dois vão representar a turma, mas não serão uma dupla! Os dois vão competir um contra o outro e eu sinceramente espero que sejam os melhores! Acabei de quebrar as regras e não quero me desapontar. Continuando… amanhã começam as audições e vamos ter um júri técnico excepcionalmente bom e eu. – Ele disse rindo e logo recebendo sorrisos tímidos do Edward e meus, logo quebrando um pouco do clima pesado que ainda estava na sala. – Vamos ter três dias de disputa, somente amanhã irão 13 participantes e os melhor vão para a penúltima rodada e só 2 irão para a final. – Ele disse sério, recebendo toda a nossa atenção. – Até amanha e espero que treinem muito. – Disse dando uma piscada de só um olho. – Não quero me decepcionar. Podem ir pra sala e comemorar. – Ele disse com um sorriso simpático e nos guiando até a porta.

Fomos em um silêncio respeitoso até a sala, caminhando e ouvindo nossos passos ecoando pelo corredor. Ao entrar na sala todos os olhos foram direcionados para nós dois, fomos andando até nossos respectivos lugares sendo seguidos pelos olhares curiosos, até que o silêncio foi cortado por uma voz irritante:

- E então? Quem é que vai representar a nossa sala? – Larissa perguntou, logo recebendo olhares de ódio mortal. Tomei coragem e levantei.

Tô- Nós falamos com o diretor e ele disse que nós dois vamos representar a sala. Ele disse que nós dois somos bons e não iria escolher por motivos técnicos. – Disse um pouco nervoso.

A sala irrompeu em burburinhos, até que todos menos a Larissa bateram palmas e nos parabenizaram.

O resto da aula foi tranquilo. Quando o sinal tocou recolhi minhas coisas e quando estávamos saindo o Thomaz me falou que ia me esperar do lado de fora.

- Vai pra casa agora?

- Não. Vou ter que ir na casa do Thomaz. Vamos ter que terminar a conversa de ontem. – Respondi o Pedro.

- Olha que eu tô começando a ter ciúmes. – O Pedro disse me dando um sorriso e depositando um beijo em minha boca.

- Nos vemos mais tarde. – Disse dando um abraço e um selinho.

Andei em direção ao portão de entrada e saída. E seguindo conversando com o Thomaz e rindo um pouco.

- Seu padrasto está em casa? – Perguntei ao mesmo que logo fez um sinal com a cabeça negando e dizendo que ele só iria chegar na Quinta.

Ao chegarmos subimos em direção ao quarto do Thomaz. Coloquei minha mochila no closet do Thomaz e quando eu saí ele estava sem camisa. Olhei aquela escultura na minha frente por um tempo, até que ele andou em silêncio até mim e depositou um beijo em meus lábios. Eu sei que não deveria fazer isso, mas eu não posso recusar um beijo dele. O beijo começou a se tornar rápido e intenso, ele me envolveu com seus braços e ficou acariciando a minha costa, enquanto isso fiquei passando minhas mãos naquele corpo, me aproveitando daquilo que estava amostra. Quando ele separou o nosso beijo arfando intensamente.

- Me desculpa, mas não podemos fazer isso, você tem namorado. – Ele disse com uma lágrima já escorrendo em seu rosto.

- Verdade. – Falei um pouco tristonho. – Mas o que você queria me dizer? – Perguntei tentando quebrar o clima pesado que estava pairando sobre o ambiente.

- Eu ainda não terminei de te contar tudo. – Ele disse direcionando o seu olhar para as suas unhas, como se ali estivesse algo muito importante que ele havia perdido. – Mas antes eu vou tomar banho. – Ele disse indo em direção ao banheiro, mas logo eu fui até ele antes de que o mesmo abrisse a porta.

- Posso tomar banho com você? Claro que de cueca. – Não tô afim de ficar sozinho aqui. Claro que de cueca!

- Você que sabe. – Ele disse um pouco nervoso e tímido.

Entramos no banheiro e eu tirei minhas roupas ficando vestido somente com uma cueca Boxer Calvin Klein Preta, Thomaz retirou sua calça e ficou somente com uma cueca Boxer cinza da Zorba.

Entramos no chuveiro em um silêncio meio constrangedor. Começamos a nos esfregar e eu sem querer toquei na bunda super linda do Thomaz. Olhei para o rosto do mesmo de relance e pude contemplar aquela face completamente rosada e vermelha. Peguei meu sabão e passei pela costa do mesmo, e então o virei e depositei vários beijos em sua boca, e então comecei um beijo calmo e cheio de afeto.

Passei minhas mãos pelo corpo dele enquanto aquele beijo maravilhoso estava sendo feito. Saímos do banheiro e fomos nos vestir no closet do Thomaz.

Ao sentarmos na cama Thomaz deixou que uma lágrima saísse de seus olhos, ao olhar para um lugar específico, o local em que o Ex namorado dele e ele estavam em uma foto com belos sorrisos.

- Onde eu parei na história da minha vida? Acho que foi na parte da minha mãe certo? – Ele começou.

- Creio que sim. – Disse me ajeitando na cama e esperando para que a história dele começasse e já me preparando psicologicamente.

- Digamos que a minha história foge um pouco do padrão comportamental de uma sociedade feita de regras. Então… Depois que minha morreu eu comecei a ficar mais dentro de casa. Até aí eu nunca havia namorado, beijado ou qualquer coisa do tipo, eu era inteiramente virgem, só pra deixar claro. Então teve um dia que eu faltei a aula e um menino do meu antigo colégio foi lá em casa e então começamos uma certa amizade, ele me ajudou a tirar a minha depressão, e então quando eu disse que era gay ele disse que também era e que ele era apaixonado por mim, desde eu mudei. Aí eu pensei que se eu me relacionasse com ele eu poderia ter um pingo de felicidade, e realmente tive. Nos apresentamos as nossas famílias e foi tudo bem até aí, mas nós nunca nos relacionamos sexualmente, namoramos por seis meses e fizemos a nossa primeira viagem, claro que com nossos pais, fomos para um parque aquático por duas semanas. E quando voltamos fui para a minha casa e ele para a dele, quando estávamos arrumando as nossas malas meu padrasto bateu a porta desesperadamente, e quando eu abri ele disse que eu deveria me arrumar rápido, eu não havia entendido nada e então eu fui para o lugar em que a minha mãe havia morrido, lá era o último lugar que eu queria entrar, então quando entramos eu vi a mãe dele no banco chorando, então eu entrei em desespero e me virei para o meu padrasto e lhe perguntei com os olhos cheios de lagrimas “O… Que… Aconteceu?” E então ele me contou que quando eles estavam saindo do carro, no meio da rua, um carro veio em alta velocidade e o meu namorado foi atropelado, ele me disse que o impacto foi tão forte que ele foi arremessado a 25 metros do local em que o impacto havia acontecido. – Não acredito, a única pessoa que fez esse menino especial feliz morreu de uma forma horrível, começamos a deixar várias lágrimas rolarem soltos por nosso rostos e então dei um selinho no Thomaz e disse que tudo ficaria bem. – Então o médico chegou depois de meia hora de muito choro e sofrimento e deu a notícia oficialmente, que o meu namorado não tinha aguentado o impacto… - Ai meu Merlin.

- Você está bem? – Fiz a pergunta mais idiota que poderia ter feito, mas era a única coisa que consegui falar naquele momento.

- Eu nunca superei a morte dele, até que te olhei. Você não é parecido com ele, mas é muito especial e me arrisco a dizer que até mais que ele. – Ele deu um sorriso pra mim em meio as lágrimas. Mas… Continuando. Não aguentei ficar naquela cidade que só me fez sofrer, então pedi para o meu padrasto para que nos mudássemos e ele concordou rapidamente, dizendo que havia já até pensado nisso, e como ele é dono de uma grande empresa isso foi fácil. Então quando eu cheguei aqui no meio do ano fui para o nosso colégio e tive uma grande surpresa, a Larissa estudava na minha sala, fiquei no meu canto sem ser visto até agora, quando comecei a conversar com você e os meninos.

- Vamos limpar as lágrimas agora! – Disse limpando as minhas lágrimas e as dele. – Eu estou aqui agora e vai ficar tudo bem. Eu queria muito te pedir em namoro, aqui e agora, mas a verdade é que eu não posso! Eu gosto muito de você, gosto dos seus beijos do seu jeito risonho e tímido, mas eu estou com o Pedro, eu pedi pra tomar banho com você porque talvez essa seja a última vez que vamos fazer isso, e espero que seja a última mesmo. Não pense nada errado. Eu estou apaixonado por você, pelo seu jeito, pelo seu corpo! Por você, mas eu também sinto isso pelo Pedro.

- Entendo. Então foi a última vez! – Ele disse seco e ao mesmo tempo triste.

Ficamos em silêncio, até que decidimos assistir alguma coisa. Escolhemos assistir Annabelle 2. O que na minha opinião é super parecido com o primeiro!

Quando a menina estava descendo as escadas de cadeira de rodas, não aguentei e comecei a gargalhar e o Thomaz me olhos com uma cara de terror e completamente estupefata, em todas as partes de terror do filme eu dava gargalhadas, pois eu sinceramente acho esse filme estupido e o Thomaz estava com tanto medo que estava se agarrando em meu braço com muita força. Quando o filme acabou eu perguntei se ele queria assistir Invocação do mal 2, mas ele disse que não, já estava se cagando de medo.

- Então qual filme?

- Sei Lá. Vamos assistir uma série então. Que tal Lúcifer?

- Sério? Você sabe que eu não suporto o Cristianismo, seja ele católico ou protestante. Não estou julgando as pessoas que acrediitam. Só não acho que seja verdade.

- Claro que eu sei que você não gosta. Mas não é uma série voltada para o cristianismo, é só uma série policial.

- Certeza? – Perguntei.

- Claro. É só um Lúcifer que resolveu tirar férias do inferno, e como eu só assisti o primeiro episódio, não sei o que acontece, só sei que “Deus” quer que Lúcifer volte pro inferno, mas o diabo não quer.

- Ok. Vamos assistir, claro que do primeiro episódio.

- Beleza. – Thomaz demorou um minuto pra colocar na série e começamos a assistir.

A série foi realmente o que Thomaz me falou. Nada muito Cristão. Assistimos juntos até que eu cansei de assistir e peguei no sono mais ou menos umas 13:00 e só consegui acordar 19:00. E como eu disse, não consegui acordar, pelo fato de ter tido um pesadelo, e começou assim:

Eu estava na casa do Thomaz, quando eu escutei um barulho do lado de fora da casa, então eu saí correndo. Só que eu não estava correndo na minha velocidade normal, mas sim lentamente. Quando eu consegui chegar eu vi o Pedro e o Thomaz empunhando duas armas em suas mãos, apontando um para o outro.

- Você tem que decidir. – Pedro começou o a discussão. – Ou eu ou ele, e quem não for o escolhido deve morrer.

- João… Eu te amo. Não escolha ele, ele está começando a te trair. – Quando virei meu rosto para o Pedro, nós estávamos em um lugar que acho que era o quarto do Pedro.

Pedro estava se agarrando com um menino na cama. Cheguei mais perto e quando consegui ter uma visão melhor,vi que era o Guilherme da minha sala, tentei gritar, mas a minha voz não saia, tentei bater neles dois, mas a minha mão atravessava eles. Eu estava desesperado com aquela situação, estava chorando muito e totalmente descontrolado, então fui para o canto do quarto pedindo ao universo para que ele me tirasse daquela situação, então quando eu levantei meu rosto, pude ver que não estava mais no quarto do Pedro. Agora eu estava no quarto do Thomaz, e ele estava sentado na cama, de cabeça baixa. Então eu cheguei perto dele e consegui chamar o mesmo.

- Thomaz!

- Por que? Por que João? Foi sua culpa. Você não me escolheu. – Ele disse com uma voz estranha, parecia uma voz muito chorosa. – Foi sua culpa, ele te traiu e eu te avisei, mas você não me deu ouvidos. Agora isso aconteceu por sua culpa.

Quando ele virou seu corpo pude ver ele todo machucado e deformado, seus pulsos estavam sangrando, muito e seu rosto estava cheio de terra, aquela terra parecia terra de cemitério. Aquilo realmente me assustou.

- Ele não atirou em mim. Eu me matei, e tudo porque você disse que amava a ele e não a mim. Por que João? Por que? Agora eu estou aqui, sofrendo tanto, no vazio, em um lugar sem nenhum sentimento, sem nem existir. – Então aos poucos ele foi se dissipando como fumaça, até que ele foi embora totalmente. E então tive uma visão que realmente não queria ter…


Notas Finais


Bem, a novidade é a seguinte:
Estou planejando em fazer ajustes nos outros capítulos, toda vez que eu postar um novo capítulo, aí eu vou colocar aqui.
E os capítulos que forem atualizados eu vou colocar também um aviso na parte superior do texto, em negrito escrito "Atualizado".

Bem foi só isso e até a próxima. Se tiver erro de ortografia me avisem, please. ^_^


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