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História O amor de um psicopata - Jikook - Capítulo 6


Escrita por:


Notas do Autor


CHEGAYYYY

Antes de completar quatro ou cinco de dias do último capítulo, que por sinal ainda estou morrendo de vergonha *-*
Bom, o de hoje está curtinho, mas não deixa de ser um encaixe importante para o próximo.

Espero que gostem e vão me desculpando qualquer erro.

Boa leitura! 🎈

Capítulo 6 - Chapter 06 - Bad dream


Fanfic / Fanfiction O amor de um psicopata - Jikook - Capítulo 6 - Chapter 06 - Bad dream

         

        |ᴏ ᴀᴍᴏʀ ᴅᴇ ᴜᴍ ᴘsɪᴄᴏᴘᴀᴛᴀ|

                               ⛓

Jungkook-ah... — A voz distante, porém conhecida de Jimin, adentrou os ouvidos de Jeon, que abriu os olhos com dificuldade pela claridade que o cômodo se encontrava. 

Assim que suas pálpebras se separavam devidamente, Jeon franziu o cenho a não ver ninguém ali, além dele. Estava deitado na cama, e ao olhar para o seu corpo, podia ver as marcas da noite anterior que teve com o companheiro. Vagamente, foi lembrando de cada toque, arfares e gemidos, sentindo sua espinha arrepiar somente em lembrar da voz dengosa de Jimin chamando-o, enquanto buscava pelo máximo de seu prazer. Tateou o outro lado do colchão em busca de Jimin, porém não o achou, mas sentiu sua mão tremer ao ver sangue no lugar que o menor deveria está. 

JUNGKOOK! — O grito fez Jeon descolar as costas do colchão, com o pulo assustado que deu. 

O moreno levantou-se da cama, se embolando nos lençóis no caminho e pegou a calça que achou no chão, vestindo-a. Saiu do quarto as pressas, procurando Jimin pelo imenso corredor e novamente seu nome foi ouvido em um grito dolorido, forçando a ir até o quarto do menor. Ao chegar no cômodo, tudo estava revirando; roupas, objetos decorativos, até mesmo o colchão da cama estava sobre o chão, e tudo banhado de sangue. Nas paredes, as marcas das pequenas mãos de Park estavam ali, também desenhadas com o líquido vermelho vibrante e o coração de Jungkook errou uma batida. 


PAFT


Jeon escutou quando algo de vidro se quebrou e correu do quarto, quando identificou de onde o barulho tinha vindo; da andar de baixo. Desceu as escadas rapidamente, dando uma rápida olhada na sala, completamente revirada e engoliu a seco, percebendo que o o cômodo que restava, era a cozinha. Não estava com medo, mas tinha receio do que iria encontrar ali, Jimin poderia está tentando um suicídio ou até mesmo alguém havia conseguido entrar na casa e estava tentando fazer algo contra o loiro. 

Optou pela segunda opção, sabendo que o garoto não seria estúpido o suficiente para tirar a própria vida — pelo menos era o que ele pensava —, pegando o taco de basebol encostado na parede, embaixo da escada e silenciosamente rumou a cozinha, de onde era capaz de ouvir ruídos, gritos abafados, pedidos de socorro e risadas; risadas parecidas com as suas. Ao chegar na porta da cozinha, ainda sem ter a visão de dentro do cômodo, ele viu que nas paredes tinham as mesmas manchas das mãos de Jimin desenhadas nelas e ao olhar mais para baixo, pode ver pegadas pintadas de vermelho, e não ligando em está descalço, passou por cima delas sem nenhuma preocupação. Ele também não se importou em saber que o que invasor, calçava o mesmo número que ele.

JUNGKOOK, NÃO! — A voz repleta de desespero, fez Jungkook olhar para frente e viu Jimin caído ao chão, e outra pessoa em pé, segurando um taco de basebol igual o seu, só que diferente do que tinha em mãos, esse estava sujo de sangue. 

O ódio cresceu dentro de seu peito ao ver o rosto de Jimin machucado e o mesmo chorava como uma criança, e para completar, estava desprovido de qualquer peça de roupa. Quando Jeon ergueu o taco, pronto para acertar a cabeça do desgraçado que estava fazendo aquilo com seu garoto, o cara misterioso fez o mesmo, só que na direção de Jimin e só ai, ele percebeu que o mesmo estava sem camisa e vestia uma calça igual a sua. 

Balançou a cabeça, não querendo se distrair com um coincidência sem importância e se apressou em acertar o desgraçado, antes que o mesmo acertasse Jimin, porém quando escutou o impacto do corpo do outro cair ao chão, abriu os olhos — que nem mesmo percebeu que os fechou —, e não viu ninguém caído ali, a não ser Jimin. 

Assim que olhou o taco a sua mão, percebeu que o mesmo estava encontrado no lugar onde tinham uma enorme abertura na testa de Jimin e Jeon estava posicionado no exato lugar que o homem estava. Suas mãos tremeram e ele largou o taco no chão, observando a poça de sangue que se formava lentamente em baixo de seus pés. 

Era eu antes? Sou eu agora?

Eu matei Jimin? 

As perguntas rondavam cabeça e Jeon levou ambas mãos para os lados de sua cabeça, sentindo a mesma parecer querer explodir e começou a se desesperar. 

O que eu fiz? — Ele sussurrou para si mesmo, bagunçado seus cabelos, enquanto olhava o corpo falecido do garoto no chão. — Não, não foi eu, não foi eu! Jimin, acorda

Caiu de joelhos ao lado de Jimin e levou suas mãos ao rosto do garoto, Jeon quase gritou ao ver, que de sua boca entreaberta, começava a descer lentamente um líquido quase no tom preto e o mais assustador, foi ver os olhos do loiro abertos e... Mortos. Jeon sentiu seu coração falhar nas batidas. 

Park Jimin, você não pode me deixar! Acordar, Jimin, por favor... JIMIN! — Chamava desesperado, balançando o corpo mole do garoto, na tentativa de fazer acordado-lo, porém o mesmo não dava nenhum sinal de vida. 

Checou o pulso do loiro, nada. Mesmo com aquele sangue escuro saindo da boca do mesmo, ele tentou respiração boca-boca, mas novamente nada. Sentou sobre as pernas de Jimin e começou a fazer massagem cardíaca no peito alheio, e Jimin o encarava, mas sem vida. Sentiu seu nariz arder e quando vou suas lágrimas caírem sobre o braço pálido do Park, Jeon deixou que os soluços doloridos fosse liberados a vontade. Seu peito doía tanto, por que doía tanto? 

Jeon se agarrou ao corpo do Park, abraçando-o com força e pedindo baixinho para que tudo aquilo fosse uma brincadeira ou até mesmo um sonho ruim e fechou seus olhos, abrindo-os novamente, mas era muito real, não tinha como ser fruto da sua imaginação. Jungkook nunca chorou tanto em sua vida, enquanto liberava sua dor em gritos altos e cortantes. 

Era verídico, Jimin estava morto. 


Aquele cara era Jungkook.


Ele somemte acordou  para terminar o que ele mesmo começou. 


Jungkook matou Jimin. 


Jungkook matou o seu anjo. 


NÃO

[...]

— NÃO! — Jeon caiu da cama pela violência que seu corpo saltou para cima, ao conseguir se livrar daquele sonho ruim. 

Era somente um pesadelo, felizmente.

Jungkook respirava com dificuldade, sua testa tinha algumas gotas de suor e ele tremia. Quando percebeu que tudo não passou de um pesadelo, apertou os olhos com força, tentando fazer com que a dor que sentia em seu peito parasse. Quando se recuperou, levantou-se do chão e se sentou na ponta da cama e chamou por Jimin, porém não teve resposta e então olhou para o outro lado do colchão, vendo o mesmo vazio, o que foi de se estranhar. Jimin nunca gostou de acordar cedo e muito menos tinha dormido horas suficiente para descansar, assim com ele também não já que ainda era oito horas e ambos foram dormir aproximadamente pelas cinco ou seis horas, depois de tudo o que rolou na madrugada. Levantou-se da cama, pouco ligando se estava pelado e rumou ao banheiro, afim de tomar um banho bem gelado, para acordar definitivamente.

Ainda estava com as cenas do pesadelo em sua mente e durante o banho, preferiu lavar os cabelos, para tentar esquecer um pouco das imagens do rosto de terror de Jimin e das manchas de sangue por todos os lados. Sua mente era traiçoeira, mas nunca foi tão assustador daquela forma. Jeon sabia que sim, era capaz de se descontrolar e fazer algo contra Jimin, mas não queria que esse dia chegasse, pois nunca sentiu nada igual por ninguém, ele sabia que, surpreendentemente, amava o garoto, mas do seu jeito. Já foi bem difícil provar para si mesmo o que sentia pelo loiro, foi assustador sentir seu coração palpitar toda vez que o mesmo sorria que fazia seus olhinhos sumir, ou até mesmo ouvir aquela gargalhada gostosa e fácil de arrancar. 

Jimin era perfeito, dos pés até os últimos fios do cabelo, era difícil de mais não se apaixonar por ele. E pensar em que um dia poderia machucar o mais novo para valer, ao ponto de leva-lo a morte, fazia Jungkook querer mais do que nunca afasta-lo de si, mas se isso acontecesse, quem morreria era Jungkook. Não se via mais sem o garoto ao seu lado, de jeito nenhum, era com Jimin ou com mais ninguém. Preferia mil vezes morrer do que não ter o garoto com ele. 

— Aish, estou ficando paranóico. — Ele murmurou, esfregando seus fios cobertos pela espuma do shampoo. 

Depois de banhado, enrolou a toalha em volta da cintura e com uma outra menor ele secava seus fios de frente ao espelho do cômodo. Escovou os dentes, passou desodorante ali mesmo e saiu do banheiro, indo em direção ao closet. Vestiu-se com uma bermuda  e uma camisa simples de cor preta, e saiu pelo corredor, em busca de Jimin.

Foi até o quarto do mesmo, que ficava a alguns passos do seu, porém não o achou, então rumou ao andar de baixo dando uma olhada rápida na sala, e vendo que também não havia sinal algum do Park ali, apressou seus passos e quase correu na direção da cozinha, de onde ouviu algo semelhante a um copo de vidro, se quebrando. Quando chegou no cômodo, viu os cacos de vidro cristalino pelo chão, e sentiu sua respiração pesar, quando viu sangue na madeira do chão. 

— Não, não, de novo não! — O desespero tomou conta de Jeon, assim como ele lembrava de ter se sentido naquele pesadelo, passou a andar de um lado para o outro, com as mãos na cabeça, se perguntando o que havia acontecido com Jimin. — Jimin! JIMIN, CADÊ VOCÊ? 

— Meu Deus, que barulheira é essa, Jungkook?! 

Mais que imediatamente, Jungkook levou o olhar para o loiro e o mesmo saía da pequena dispensa ali, com uma vassoura e uma pá na mãos. Jungkook não deixou de sorrir, soltando um longo suspiro aliviado por vê-lo ali e bem. 

— Que susto, garoto, aish. — Jungkook massageava o próprio peito, tentando acalmar seus batimentos. 

Jimin lhe olhou torto, desconfiado e andou até os cacos de vidro, recolhendo-os e jogando no cesto de lixo que tinha ao lado da pia e encostou pá e vassoura na parede, para poder ir pegar a caixinha de primeiros socorros dentro do armário — onde havia deixado na última vez que a usou —, sentando em uma das cadeiras e posicionando a caixinha em cima da mesa. Jungkook observava tudo atento e quando viu o loiro erguer o pé, e coloca-lo em cima do espaço livre da cadeira em que estava sentado, percebeu que o sangue do chão, vinha do corte do dedo de Jimin. 

— Está doendo? — Se aproximou, fazendo Jimin parar de limpar o sangue, e olha-lo. Jeon estava estranho. 

— Isso? Não, foi só um corte de nada. — Deu de ombros, procurando um band-Aid, e quando achou, um que era de bichinhos por sinal, enrolou ao redor do dedo e finalizou o curativo. 

— Você me assustou. — Admitiu, e hesitante, ele levou uma das mãos para leva-la até o rosto do Park e acariciar ali. 

— Desculpe, eu estava lavando a louça e o copo escorregou de minhas mãos. — Explicou Jimin. — Eu acordei você, não foi? 

— Não, eu acordei antes de ouvir o copo cair. — Negou, sem tirar sua mão do rosto alheio. 

— Sério? Achei que iria dormir até tarde, parecia cansado. — Comentou, deitando a cabeça em cima do joelho da perna erguida. 

Jeon não queria assusta-lo, dizendo sobre o pesadelo que teve, então preferiu omiti detalhes: — Eu sonhei com algo e não conseguir voltar a dormir. 

— Foi um pesadelo? — Jimin perguntou, curioso. O que seria de tão mau, que não deixou Jeon dormir mais? Ele se perguntava. 

De repente, Jeon viu o mesmo machucado do pesadelo, na testa de Jimin e tremeu, retirando sua mão dali por reflexo. Quando fechou os olhos e os abriu novamente, se deparou com a face confusa e desprovida de qualquer machucado do Park. 

— Jungkook, você está bem? — O mais novo perguntou, agora ele quem tocou seu rosto, tirando-o do transe.  

Engolindo a seco, Jungkook assentiu, abaixando a cabeça: — Estou e... Eu não me lembro do sonho. 

Desviou o olhar, quando percebeu Jimin semicessar os olhos em sua direção, desconfiando de sua resposta, porém nada disse e se levantou, fazendo Jeon se afastar um pouco, para lhe dar espaço. O garoto pegou a pequena caixa e devolveu a mesma para o armário, e novamente sumiu quando entrou na despensa, mas não demorou a retornar com um pano na mão, este que molhou e passou no chão, limpando o sangue que estava se misturando com o pouco de água ali. 

— Ainda não preparei o café, decidi lavar a louça primeiro. — Jimin disse, indo novamente para o pequeno cômodo ali, e quando voltou, viu Jungkook sentado em uma das cadeiras, olhando para a mármore escura da mesa. — Está com fome?

— Não. — Respondeu curto. 

— Jeon, você está mesmo bem? — Questionou, cruzando os braços. Onde já se viu, Jeon Jungkook recusando comida? Essa era nova. 

— Estou, Jimin. Só não sinto fome, tá legal?! — Sua forma rude de dizer, forçou Jimin a comprimir os lábios, e concordar lentamente com a cabeça. 

Mesmo sem entender o porquê, Jeon se levantou bruscamente da cadeira, fazendo a mesma cair para trás e saiu da cozinha, se sentindo frustado. Precisava tomar seus remédios o mais rápido possível.

— Sabia que uma hora ou outra, Jeon Jungkook iria voltar a tona. — Murmurou baixinho, rindo sem humor enquanto erguia a cadeira do chão e se sentava na mesma, com seu olhar vago. 

[...]

Como assim, Jungkook? Me explica essa merda direito, não estou entendendo nada.

Jeon suspirou, passando a mão livre pelo rosto. Sabia que Yoongi era burro, mas não sabia que ele poderia ter ficado ainda mais preso no meio de todo aquele mato. Do outro lado da linha, Yoongi tentava entender e dirigir tudo o que Jungkook falou assim que ele atendeu o telefone. Ele era uma metralhadora? Falou tão rápido que nem mesmo o próprio deve ter entendido. 

— Um pesadelo, Yoongi. Eu tive um pesadelo com o Jimin. — Repetiu suas palavras, agora com calma. 

, e daí? — Desinteressado como sempre, Yoongi perguntou. 

Merda, você não está entendendo?! Eu matei o Jimin, Yoongi! Eu matei ele! — Jeon se estressou, batendo a mão em um dos objetos de decoração de sua mesa, fazendo-o cair e se quebrar no chão.

Pesadelos era algo comum nas noites de Jungkook, porém jamais viu Jimin em alguns deles e aquelas cenas não deixavam sua cabeça. Jeon nunca ficou tão paranóico com algo e por isso evitou ver Jimin pelo resto do dia. Ele estava em seu escritório, desde que havia saído da cozinha, trancou-se ali e se negava sair de lá. Não queria correr o risco de perder o controle, não depois do que viu naquela merda de pesadelo. E merda, porquê aquilo não o deixava em paz?

Os gritos, o sangue, o rosto machucado, o olhar de Jimin sem brilho estava deixando-o zonzo e não pensou muito bem na hora de ligar para Yoongi, mas ele sabia que precisava desabafar com alguém e esse alguém era Yoongi. 

Porra, Jungkook, como assim tu matou o Jimin?! — Berrou o branquelo do outro lado da linha, fazendo Jeon desabar sobre a cadeira novamente, pedindo por poderes que fosse possível matar pessoas através do telefone. 

— Aish, eu desisto de você. — Iria desligar, se não fosse pelo outro berrando um “não” bem longo e como sabia que o mesmo não iria deixa-lo em paz, recuou. 

Foi mal, é a adrenalina. Mas me diz ai... Que história é essa que matou o Jimin? Está me ligando 'pra te ajudar a esconder o cor...

— Foi no sonho, seu idiota! — Jungkook o cortou, pensando que uma hora ou outra mataria Yoongi de verdade. 

No sonho? Caralho, Jungkook, quer me matar é? Achei que tinha matado o coitado mesmo. — Pode ouvir um suspiro aliviado de Yoongi. 

— Acha que eu seria capaz de matar ele? — Perguntou, mesmo sabendo a resposta. 

Quer sinceridade? Sim. — Respondeu direto e Jungkook assentiu, pressionando os lábios. — Quer me contar como foi? Essa merda cortando, deixa eu... — A ligação estava cortando, mas era possível ouvir alguns barulhos de galhos secos se quebrando, o que denunciava que Yoongi estava andando. — Isso, achei! O sinal aqui é horrível.

— Talvez outra hora. — Coçou a nuca, lembrando da situação de Yoongi. — Temos coisas para resolver agora. 

Que tipo de coisa? 

— O seu velório, por exemplo. — Disse óbvio. 

Ah, é mesmo, tinha me esquecido que estava morto. — Riu. 

— Você é um idiota, sabia? — Perguntou, recebendo um “sabia” de Yoongi e continuou a falar: — Bem, normalmente o enterro acontece um dia pós-morte, então o velório tem que acontecer no mesmo dia, no caso amanhã, certo? 

Sei , nunca morri 'pra saber

— Isso não foi uma pergunta e se você me cortar de novo, eu corto sua cabeça. — Ameaçou, ouvindo a risada escandalosa de Yoongi. — Yoongi, eu não estou brincando. 

Sabendo que era verdade, Yoongi disfarçou a risada com uma tosse forçada e fungou o nariz: — Acho que é uma boa meu velório acontecer amanhã. Esse mato está me deixando um pouco doente, sabe? 

— Sei... — Jungkook revirou os olhos. — É o seguinte; combinei com BM para ele vir com o pessoal hoje á noite, assim temos tudo preparado antes do amanhecer. Antes deles chegarem, você tem que está aqui para te deixarem com cara de morto. Quer dizer, cara de morte você já tem, mas vão fazer parecer real. 

Isso, Jungkook, esculacha mesmo. não reclama depois que o Jimin ficar sabendo de uma coisinha que você esconde , nesse seu escritório... — E Yoongi soltou uma risada maligna no final. 

— Era para eu está com medo? — Jeon perguntou tedioso. — Pois eu não fiquei e fique você sabendo, que se você falar alguma coisa para ele, essas vão ser suas últimas palavras. 

Temos somente quatro minutos de ligação e eu fui ameaçado seis vezes. Acho que bati o record. — O Min não perdeu a oportunidade para brincar. 

— E se não ficar quieto, não vão ser somente ameaças. — Jungkook disse sem paciência, coisa que não chegava perto dele quando se tratava de Min Yoongi. 

, , fala logo o que vamos fazer e é nois

— Prosseguindo. — Se ajeitou na cadeira. — Como tem que ficar real, tem que ficar gelado. Vamos por você dentro do freezer até...

O que?! Você pode ter enlouquecido, não é possivel! 

— Yoongi...

Além de morto, quer que eu finja ser um picolé também? 

— Yoongi...

E que diabos de freezer é esse que vai me caber dentro?!

— Yoongi, caralho, falei para não me cortar, eu nem terminei de falar, então para de gritar, seu projeto de fantasma! — Jungkook berrou, cansado do surto do amigo.

Projeto de fantasma? Agora ofendeu... — Forçou uma voz triste.

— Eu não ligo. — Jungkook quase berrou. — Olha aqui, daqui a três horas, eu vou buscar você e nada de dar piti! 

Ok, ok... — Respirou fundo. — Mas, e como vamos saber se o Woozi vai mesmo? 

— Ela vai vir. — Um sorriso ladino brotou nos lábios de Jungkook. 

Prevejo merda... Muita merda. — Yoongi disse, desconfiado. — Tchau, Jungkook, vou tentar voltar para a cabana, acho que me perdi

— Yoongi, se eu não te achar naquela cabana, você vai virar comida de jacaré, seu jumento. — Jungkook massageou a própria testa. 

Mais uma ameaça para minha lista, são tantas que nem ligo mais. Beijo delícia. — Yoongi disse e finalizou a chamada. 


— Idiota. 




Notas Finais


Que pesadelo, hein?

Até o próximo!

Bye bye! 🎈


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