História O amor do Luar - Capítulo 11


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Categorias Inuyasha
Personagens Rin, Sesshoumaru
Visualizações 25
Palavras 983
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - A Pedra


Fanfic / Fanfiction O amor do Luar - Capítulo 11 - A Pedra

___________________________________________________Rin p.v.________________________________

Sesshomaru seu idiota! Como você aceitou isso!?

Soco a árvore com raiva e a mesma cai. Olho assustada para minha mão que estava intaquita e a raiz da árvore que estava exposta.

- C-como isso? 

- Uou, você está ficando muito forte. - Diz Sátori que até então eu não havia notado a sua presença. - Eu compreendo como você se sente. - Ela estende os braços e eu aceito o seu carinho.

- E se Sesshomaru perder? O que acontecerá, e se eu tiver que viver o resto de minha vida com um homem o qual eu não amo? - Olho para sua face.

- Isso não irá acontecer, eu irei a essa guerra. - Sátori ir a guerra? Pelo o que eu sei, Sátori só foi a uma guerra a mais de 500 anos, para proteger Sesshomaru quando criança. E te digo que o negócio foi feio.

[...]

Ouço a porta se abrir e finjo que eu estou dormindo, eu sei muito bem quem era.

- Eu sei que você está acordada  - Eu fico quieta.

Ele deita ao meu lado e abraça a minha cintura.

- Me Desculpe. - Ele fala baixo.

- Sesshomaru Taicho pedindo desculpas? Essa é nova. - Falo sarcástica.

- Eu fiz por impulso e raiva - Ele me alerta mais.

- Já foi feito não é mesmo? - Pergunto brava mas tento esconder.

- Eu irei te proteger. A guerra acontecerá daqui a dois meses, ao amanhecer.

- Eu só peço algo. - Ele fala um "Hm" para mim continuar - Deixe-me participar.

- Não. Você não pode ir.

- Por que?

- Porque você tem que estar protegida para mim, não quero que você se fira, se machuque por minha causa, isso eu nunca me perdoaria. Me promete que você não irá me desobedecer? - Ele me vira para ele, me fazendo encara-lo.

- Prometo (-ATA-). - Apoio minha cabeça em seu peitoral e durmo.

[...]

Faltava uma semana para a guerra. Todos os guardas estavam sendo cada vez mais treinados. E eu havia melhorado muito. Como eu sei que Sesshomaru quer ficar forte, eu estava pesquisando sobre algo que o possa ajudar.

Depois de muita pesquisa, descobri que para um ser, tanto humano, Youkai ou algum animal, ele tinha quatro principais sentimentos, que eu os chamei de quatro almas e elas são: Amor, Alegira, tristeza e raiva.

Se eu conseguisse reuni-los tudo em alguma coisa...

- Miko?  - Ouço Shizumo me chamar e o olho - Até que em fim. Achei que você continuaria a encarar este livro. - Ele pensa - Deixa eu ver! - Ele tenta roubar o livro de mim mas eu escondo ele dentro de minha roupa, um lugar que eu sabia que ele não iria tocar. - Aí não vale!

- Não sei do que você está falando! - Faço um bico.

Eu e Shizumo nos tornamos melhores amigos. Descobri que ele gostava de Mayura, a rapoza minha amiga. Pena que ela só fica de olho no general.

Uma vez ele quase foi morto por Sesshy quando ele me abraçou, essa cena foi cômica.

- Eu estou indo, vou me concentrar no jardin, não quero te machucar. - Digo e saio do local.

Ao me sentar na grama sinto uma aura doce e humana, sinto também uma pequena presença maligna, era uma mulher humana, ela carregava um filhote em seu ventre, um meio-Youkai.

Me levanto e vou até uma sala do castelo, vendo Sesshomaru, Sátori e a tá o mulher. Olho para sua barriga e dou um fraco sorriso. Mas ele logo se desfaz quando eu sinto a energia maligna do bebê, ela era parecida com a do Sesshomaru.

- Não acredito que "ele" morreu para um humano  - Diz Sesshomaru.

- De quem vocês estão falando? - Pergunto me aproximando. E só agora eles notaram minha presença.

- Meu "marido" morreu para um humano, e deixou uma gravida. - Sátori diz se controlando.

A mulher que estava grávida estava com um pouco de medo, ela me parecia tão gentil. De certa forma a culpa não é dela, e sim do marido.

- Se acalmem, por favor - Eu pedi. Me coloquei na frente da mulher.

- Está protegendo ela!? Ela carrega a prova da traição em seu ventre  - Sátori grita com seus olhos vermelhos.

Respiro fundo e com uma energia espiritual nada ofensiva a acalmei.

- A culpa não foi dela. Aliás temos com uma coisa mais importante para nos preucupar-mos - Olho para Sesshomaru.

- Rin tem razão. Pela irresponsabilidade de meu pai eu a abrigarei aqui. Mas não pense que eu gosto de você  - Sesshy diz.

[...]

E assim foi a semana, descobri que o nome da mulher era Izayoi, ela era muito gentil e delicada, sem contar que ela era muito bonita. Ela me contou sobre a sua vida antes, ela era uma princesa mas o seu vilarejo foi atacado e O Inu-Taicho a salvou. Foi ai que eles começaram a se encontrar e a se gostar. Ele acabou morrendo para salvar a sua mulher e sua cria.

Me emocionei com a História mas mesmo assim eu continuei a ouvir.

[...]

Ela era a única pessoa com quem eu poderia falar sobre isso então eu contei sobre o meu plano.

- Eu preciso de algum objeto para conseguir colocar as quatro almas... Mas o que seria? - Pergunto para ela sujestiva. 

- Ah eu sei! - Ela pega algo em sua roupa e me estende uma pedra, ela era bonita, um branco transparente. Nunca tinha visto algo igual, poderia chama-la de joia! - Segundo as lendas, essa pedra foi banhada por anos e anos pelo Sol e pela Lua. Quero que você use ela - Ela sorri e me entrega. Eu podia sentir a energia dela, poderia muito bem dizer que...

- Ela é perfeita! Obrigado Izayoi. - Sorrio para ela.

Continua...




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