História O amor é imprevisível (taekook) - Capítulo 47


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Categorias Histórias Originais
Tags Bts, J-hope, Jin, Jungkook, Namjoon, Taehyung, Yoongi
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Palavras 5.188
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura !

Capítulo 47 - Fraquezas


(Taehyung on)

[...]

Chorar sempre será considerada uma fraqueza que muitos tem, mas chorar por alguém não é uma fraqueza, é simplesmente uma demonstração de afeto, de carinho... ainda mais se essa pessoa for sua mãe, aquela que sempre esteve ao seu lado msm quando todos se viraram contra você, aquela mulher que te ajudou a levantar quando pisaram em você, foi simplesmente a heroína que estendeu sua capa e partiu dessa pra melhor. Eu chorei, não só agora mais como todas as noites, mas eu tenho o kook e o teaynag ao meu lado, nós praticamente passamos a tarde inteira sentados no sofá vendo qualquer programa de tv.

Eu estou deitado sobre as pernas do moreno que faz um cafuné como ninguém, já o pequeno está deitado em minha frente enquanto eu o abraço forte, hoje não estava tão frio pois creio que o inverno já irá acabar, são aproximadamente seis da noite, uma noite calma está se aproximando depois de uma maratona de séries e filmes. Taeyang vira seu corpo para o meu olhando em meus olhos, passou seus braços pelo meu pescoço e me abraçou, seus dedinhos brincavam com meu cabelo, sorri fraco ao sentir seus carinhos. O abracei forte e ficamos assim por alguns minutos, eu tenho um filho dá pra acreditar ?!

Tae: você será sempre meu. Afaguei seus cabelos sorrindo ladino. 

Taeyang: e você será sempre meu papai. Sussurrou ainda brincando com meus cabelos. O moreno estava me olhando tão bobo que nem percebia que estava sorrindo igual a um coelho. Seu aproximou dando um beijo em minha bochecha, voltando a acariciar meus braços e pescoço. Vi ele olhar alguma coisa no telefone e logo o colocando novamente sobre a mesinha. Ele se levantou, tirando levemente minha cabeça de suas pernas enquanto caminhava para as escadas fitando o chão. Eu queria ir atrás dele mais talvez ele só precise de um tempo pra ele, para que ele possa pensar e espairecer. 

[...]

Alguns minutos depois que o kook subiu as escadas e não voltou eu já estava preocupado, taeyang estava comendo sorvete no chão enquanto assistia um desenho animado. Me leventei do sofá e beijei a bochecha do pequeno. 

Tae: papai já volta tá bom. Sorri e vi o pequeno balançar a cabeça com a boca cheia de sorvete. 

Subi as escadas lentamente, já estava noite as luzes dos portes da rua se ascendiam lentamente ilumindo toda a cidade, caminhei até a porta do quarto, a abri brevemente logo vendo o moreno encostado com seus cotovelos sobre as colunas da varanda fitando o nada. Fechei novamente a porta caminhando lentamente até ele que não mexia nenhum músculo, parecia imóvel. Peguei o sobretudo dele jogado sobre a cama e coloquei pois eu sabia que estava ventando forte e ele estava lá fora sem perceber que ainda estava nevando e fazendo muito frio. Me aproximei dele o fitando de lado. 

Tae: amor... toquei suas costas lentamente vendo ele abaixar a cabeça junto com os olhos. - você está bem ? Fitei seu rosto vermelho por conta do frio. Ele levantou a cabeça olhando em meus olhos com tristeza e tocando meu rosto. Seus olhos estavam marejados e tristes. 

Kook: tae você se arrepende de ter me conhecido? Fitou seus olhos aos meus, vi que seus lábios estavam ressecados e muito vermelhos pois aqui fora está muito frio.

Tae: pq eu me arrependeria ? Toquei seu rosto me aproximando dele e ficando escostado em seu corpo. - eu sou muito sortudo por ter te conhecido, pois se não fosse você eu estaria perdido, sem ninguém e você foi a única pessoa que me estendeu a mão quando eu precisei. Toquei levemente seu rosto, de seus olhos caíam lágrimas finas enquanto seus olhos permaneciam fechados fitando o chão. 

Kook: talvez tenha sido apenas uma coincidência eu estar ali com você naquele dia e talvez você... Fechou os olhos com força deixando lágrimas grossas escorrerem em seu rosto quase sendo congeladas pelo frio. - não pertença a mim. Fitou seus olhos chorosos aos meus. Sorri de lado e puxei sua nuca colocando minha testa colada a sua. 

Tae: meu amor... sorri fitando seus olhos marejados e sua boca ressecar a cada minuto que se passa. - nós dois fomos feitos um para o outro, unidos não pelo acaso ou por acidente, mas pelo destino. Lhe abracei dando um leve selar em seu pescoço, 

O moreno apenas estava inseguro e triste eu sei muito bem como é isso, pois não somos perfeitos tbm sentimos inseguranças. Rodeou seus braços em minha cintura me puxando para mais próximo de si. 

Tae: nada disso é uma coincidência. Sussurei em seu ouvido, sentindo minha cintura ser mais apertada e imprensada contra seu corpo. - eu te amo kook lembre-se sempre disso, eu te amo com todas as letras. Me afastei de seu rosto voltando a olhar em seus olhos, passei meu polegar em seu rosto tirando todos os vestígios de lágrimas que ali haviam. 

Me aproximei sentindo a sua respiração quente tocar em meu nariz, suas mãos deslizavam sobre minha cintura. Lentamente toquei seus lábios, a sua boca entre aberta estava vermelha me dando passagem para que eu pudesse adentra-la mas eu apenas queria sentir seus lábios ressecados tocarem os meus, sua boca aos poucos voltava a ser úmida e macia. Sua língua tocava a ponta da minha boca para adentra-la, assim fez. Tocava minimamente o céu da boca e parando para chupar minha língua. Eu queria beija-lo mais e sentir todo o gosto de sua boca, mas estava frio aqui pois estamos no meio do tempo e de todo esse frio, a neve e o vento estavam presentes ali. Sinto o moreno retirar sua língua de minha boca, se separando lentamente com seus olhos fechados, antes que ele pudesse abri-los eu o abracei novamente pois eu queria abraca-lo e sentir seu corpo quente me aquecer.

Kook: você está com frio ? Afagou meus cabelos dando um leve selinho no msm.

Tae: sim eu estou, vamos entrar não quero que você fique doente, mas se ficar será um prazer te encher de mimos e carinhos. Sorri fofo o olhando, vi um sorriso tímido sair de seus lábios. Lhe dei um selinho e corri para dentro do quarto fechando as portas de vidro, o moreno andava tranquilamente até a cama como se estevesse acabado de sair de um banho de sol. 

Tae: você não está com frio ? Fitei o moreno enquanto tirava o sobretudo, me joguei na cama ao lado dele que estava todo espixado sobre a cama. Ele apenas me olhou e sorriu ladino.

Kook: não, eu estava com um pouco de frio até você chegar. Sorriu fofo acariciando meu rosto com sua mão, levei minha mão até a sua sobre meu rosto a acariciando com meu polegar. 

Tae: eu posso te abraçar ? Fitei o msm que sorriu ladino. - é que eu estou com frio e seu corpo está bem quentinho. Eu não vou te apertar muito, só um pouco. Sorri fofo fitando seus olhos, ele abriu um sorriso super fofo no rosto e afagou meus cabelos. 

Kook: é claro que pode. Abriu os braços e imediatamente me acochegou, beijou minha cabeça. - eu gosto de te abraçar e te aquecer e você não precisa pedir, basta me abraçar que eu ficarei muito feliz. Afagou novamente meus cabelos dando um leve selar em minha testa. 

Tae: tá bom, mas quando eu estiver pulando em cima de você não reclame pois foi você que pediu. Gargalhei baixo junto com o moreno que permanecia acariciando meus cabelos. Ouço a porta abrir lentamente. 

Taeyang: papai você não vem assistir o filme ? O pequeno se aproximava lentamente com sua calça moleton fofa, sai dos braços do moreno fitando o pequeno parado a minha frente. 

Tae: você quer assistir o filme ou ficar aqui conosco ? Sorri ladino olhando o pequeno ficar penativo, o pequei no colo colocando ele entre eu e kook que abraçou o pequeno. 

Kook: então... o que decidiu ? Fitou o pequeno a sua frente, o pequeno olhou pra ele e sorrir dando uma gargalhada fofa. 

Taeyang: eu vou ficar aqui. Virou seu corpo pra mim me abraçando, o abracei junto com o moreno. Kook parecia já ter esquecido tudo que estava lhe perturbando, é melhor assim, eu não gosto de vê-lo triste nem chorando. 

Tae: então filho... fitei o moreno que me olhava confuso enquanto o pequeno afundava sua cabeça em meu pescoço. - quantos peixinhos vai querer ? Afaguei os cabelos escuros e cedosos do pequeno que agora me olhava sorridente. 

Taeyang: eu quero 10 peixinhos. Sorriu fofo me olhando, arregalei os olhos fitando o moreno que tbm estava asssutado com a quantidade de peixinhos que ele queria. 

Kook: mas filho, você não acha que são muitos peixinhos pra você cuidar de todos eles ? Sorriu ladino olhando o pequeno que ainda sorria travesso. 

Taeyang: não papai eu quero 10 peixinhos, eu vou cuidar deles bem direitinho. Assim eles não vão ficar sozinhos quando eu estiver na escola. Fitou o teto sorrindo travesso. 

Tae: então você quer todos esses peixinhos para que eles não fiquem solitários quando você estiver na escola ? Fitei o pequeno que me olhava confuso e travesso. 

Taeyang: isso msm, eles vão poder brincar juntos, jogar video game, ler livros todos juntos. Gargalhei baixo fitando o pequeno, o moreno ria baixinho balançando a cabeça.

Kook: os peixes sabem ler ? Fitou o pequeno fungindo estar surpreso, mas sorrindo ladino.

Taeyang: sim. Respondeu simples fitando o teto enquanto brincava com seus dedos. 

Tae: eles jogam video game ? Fitei o pequeno que gargalhou com a minha pergunta, eu e o moreno gargalhamos junto com ele. 

Taeyang: sim papai, eles são como a gente; eles comem, dormem, brincam com seus amiguinhos, jogam video game e lêem livros. Contava os dedos com cada coisa que os peixes fazem e por fim voltou a gargalhar. 

Kook: isso msm filho, vou contar um segredo a vocês. Sussurrou fazendo o pequeno se aproximar mais dele para ouvir. - quando eu tinha 11 anos eu ganhei um peixe e ele era um peixinho infiltrado da CIA pois ele usava terno. Sussurou fazendo o pequeno abrir a boca formando um "o". Não aguentei e cai na gargalhada. 

Taeyang: e o que você fez papai ? Cadê ele ? Perguntou empolgado com a história que o moreno contava. 

Kook: a missão dele acabou e ele foi embora, ele fugiu quando eu estava dormindo. Mas eu já sabia que ele iria embora pois ele conversou comigo e falou que sua missão tinha acabado. Sussurrou novamente fazendo o pequeno fazer uma careta engraçada, o pequeno se virou pra mim me encarando parei imedianetamnete de rir. 

Taeyang: papai eu quero um peixe que seja infiltrado da CIA que use terno e que fale comigo. Fez sua carinha pidona, olhei pro kook com uma cara de você me paga. - por favor papai.

Tae: filho já fez muito tempo, vai que não existem mais peixinhos assim ?! Aliás seu papai kook já é velho, um idoso. Falei olhando o moreno que me gargalhou com o que eu disso.

Kook: aigoooo ! Eu não sou velho você que é, eu sou um ano mais novo que você seu chato então o velho é você. Fez um biquinho e cruzou os braços, cai novamente na gargalhada. 

Taeyang: ahhh papai, eu queria um peixinho que falasse comigo. Cruzou os braços e fez um bico muito fofo igual ao kook.

Tae: filho você pode encontrar um peixinho que apenas ouça você, quando quiser conversar com ele fale o que você tem pra falar que ele vai te responder assim ôh. Fiz um biquinho de peixe fazendo o pequeno gargalhar alto junto com o moreno.

Kook: se ele não ouvir você é pq ele está dormindo. Sorriu e dei um beijo no nariz do pequeno que corou e sorriu tímido. 

Tae: que tal nós irmos agora comprar seus peixinhos ? Dei um pulo da cama fitando os dois, taeyang se levantou na hora já o moreno fez uma cara de preguiça. 

Taeyang: vamos papai. Puxou a mão de kook que fez uma cara de preguiça, misturada com falta de coragem e muita indisposição. Me abaixei e cochichei no ouvido do pequeno para que nos dois fizéssemos cócegas no kook. O pequeno me olha e balança a cabeça positivamente. 

Tae: então você não quer levantar né mocinho. Fitei o moreno que estava deitado de bruços para a cama, olhei pro pequeno e balancei a cabeça pra que ele pudesse fazer cócegas no moreno assim ele fez. Deu um pulo na cama e começou a fazer cócegas no moreno que gargalhava alto me juntei a ele fazendo mais cócegas no moreno. 

Taeyang: você vai agora papai ? Fitou o moreno que gargalhava se revirando de um lado para o outro. Paramos com as cócegas para que ele pudesse respirar e responder. 

Kook: sim eu vou, mas não me façam mais cócegas por favor. Gargalhou baixo se levantando da cama, dei um toque na mão do pequeno que sorria vitorioso. O moreno se levantou e foi pager seu sobretudo, caminhei com o pequeno até a sala para pegarmos nossos casacos. 

[...]

Chegamos a uma petshop que ainda estava aberta apesar de que já são sete e quarenta e cinco da noite. A neve estava super fraca apenas o vento que estava mais forte e frio, tirei taeyang de dentro do carro logo caminhando para dentro do estabelecimento, o moreno vinha logo atrás. Travou o carro e correu até próximo de nós dois rodeando minha cintura e dando um beijinho na cabeça do pequeno. Entramos e logo um funcionário da loja veio nos atender. 

Jyong: boa noite senhores no que posso ajudar? Um homem um pouco mais alto que eu sorria carismático a minha frente, na camisa verde em que ele vestia tinha seu nome, Jyong. Um belo nome.

Kook: estamos querendo comprar peixinhos. Sorriu para o homem que nos olhava atentamente.

Jyong: sim claro, por favor me acompanhem. Virou as costas começando a andar, coloquei taeyang no chão esse que segurava minha mão enquanto o moreno segurava a outra. Caminhamos até um aquário bem grande onde haviam vários peixes de várias cores e tamanhos.

Taeyang: papai papai eu quero esse ! Dava pulinhos tocando o vidro com os peixes, ele apontava para um peixe azul com algumas listras. 

Kook: filho você anda assistindo muito Nemo viu. Gargalhou baixo. - qual o outro? Fitou o pequeno e se ajoelhando ao seu lado fitando o aquário. O jyong estava ali ao lado apenas observando igual a mim, ele se aproximou. 

Jyong: ele é seu filho ? Perguntou me olhando sorrindo ladino.

Tae: sim. Falei simples sem tirar os olhos dos dois escolhendo os peixinhos. 

Jyong: fazem o belo casal e tem um filho muito bonito e fofo. Sorriu meigo voltando a olhar os dois a sua frente. 

Tae: ahh obgd ! Fitei o homem de cabelos azuis e olhos castanhos claros que sorria meigamente. 

[...]

Alguns minutos se passam e os dois ainda escolhiam, eu estava conversando com o Jyong que por sinal é bem legal e simpático. 

Taeyang: pronto papai, eu quero esse, esse, esse... Apontava para os dez peixinhos enquanto o Jyong os colocava em saquinhos plásticos para levarmos. Depois que o pequeno escolheu todos os peixes o Jyong os segurava numa cesta azul.

Jyong: mais alguma coisa senhores ? Perguntou nos olhando sorridente, fitava o pequeno as vezes e fazia algumas caretas para o pequeno rir e assim ele fazia.

Kook: sim, onde fica a comida deles ? Perguntou sorridente olhando o azulado que sorria carismático. 

Jyong: me acompanhem. Caminhou até a último prateleira. - aqui senhores, eu recomendo essa ração para esses peixes assim eles ficaram saudáveis e bem alimentados. Falou sempre mantendo o sorriso no rosto. O moreno concordou com a cabeça e o azulado colocou um saco dentro da cestinha, kook pegou cloro e outras coisas que iria precisar. 

[...]

Jyong: só isso senhores? Fitou as coisas que haviam na cesta voltando a nos olhar sorridente. 

Tae: sim Jyong, obgd ! Retribui o sorriso e logo caminhamos para o caixa, onde havia outro homem que gargalhava com alguma coisa que viu no telefone.

Jyong: Jhoung aqui tem dez peixes, são desses senhores aqui. Apontou para nós enquanto conversava com o um homem muito paracido com ele que estava no caixa. O homem de cabelos castanhos sorriu e pegou um isopor para colocar os peixes. 

Jhoung: boa noite senhores, eu irei colocar os peixes aqui para que os sacos plásticos não rasguem e para que os peixinhos não irem a óbito. Gargalhou baixo fazendo eu e o moreno tbm gargalhar, o pequeno nos olhava confuso. 

Kook: tudo bem, esse pequeno não irá gostar de perder os peixinhos. Sorriu afagando os cabelos do pequeno em seus braços. Ele guardou tudo e entregou o isopor para o moreno, eu peguei as sacolas que haviam algumas coisas.

Jyong: muito obgd por escolher os nossos serviços, voltem sempre que precisarem qualquer coisa é só ligar. Se despediu e saimos da loja, ele voltou a conversar com o homem no caixa pois quando chegamos eles estavam conversando.

[...]

Guardamos tudo no porta malas, o pequeno estava eufórico querendo brincar com seus peixinhos. O moreno parou em um restaurante para comermos pois ainda não havíamos jantado, descemos do carro logo caminhando para o restaurante muito chique por sinal.

Tae: nossa ! Por que esse ? Fitei o moreno enquanto ele sorria ladino me olhando, estavamos entrando em um restaurante muito bonito e bem renomado.

Kook: meu amor, você merece comer nos melhores restaurantes de Daegu, usar as melhores roupas e morar em uma bela casa. Somos bem sucedidos apesar da pouca idade e temos que aproveitar. Sorriu fofo entrelaçando nossos dedos, fitei o chão um poquinho envergonhado pelas palavras. Taeyang chutava a neve que havia no chão enquanto segurava minha mão. 

Sinto os dedos do moreno tocarem meu queixo e levantar meu rosto, paramos na porta do restaurante. Ele me olhou e me beijou brevemente logo se separando, o garçom nos guiou até uma mesa, pedimos nossa comida e ficamos conversando enquanto não chegava.

[...]

Nem vimos o tempo passar pois a bagunça era tão grande que nem ligamos, ouvimos alguns barulhos vindo do lado de fora do restaurante, quatro homem trajando sobretudo preto entraram no restaurante encapuzados. 

Bandido: TODO MUNDO NO CHÃO, ISSO É UM ASSALTO. O mais alto apontou a arma para cima gritando. - TODO MUNDO NO CHÃO AGORA. Gritou mais uma vez dando alguns tiros para cima.

Olhei pro kook que me olhava assustado, se levantou rapidamente para perto de mim e pegando o pequeno no colo nos deitamos no chão. Todo mundo estava deitando no chão assim fizemos.

Taeyang: papai o que está acontecendo ? Me olhou se deitando no chão entre eu e o kook, ele queria chorar mais se ele fizesse isso poderia irritar os bandidos. 

Kook: filho fica calmo tá bom, na chore pois vai deixar aqueles homens muito bravos, o papai vai cuidar de você tá bom. Beijou a cabeça do pequeno e lhe abraçou ficando mais próximo a ele, me aproximei mais denixando o pequeno imprensado entre nós dois. Vimos uma mulher correr com um homem para a porta dos fundos mais logo são mortos por vários tiros nas costas. Tampei os olhos do pequeno e apoiei minha cabeça sobre a sua. 

Bandido: ISSO SERVE COMO UM AVISO PARA OS PRÓXIMOS QUE TENTAREM FUGIR. Caminhava para o centro do restaurante, vi os outros bandidos jogarem os funcionários no chão para que eles se deitassem, o bandido que estava gritando com todo foi até a recepcionista e a pegou pelos cabelos a jogando no chão.

Bandido: entreguem tudo que tem dinheiro, carteira, telefones, cartões, relógio, cordões, brincos e todos os seus pertences de valor e não ousem esconder nada pois serão mortos. Sorriu ladino atirando na cabeça da recpicionista ao seu lado. 

Peguei minha carteira e telefone e joguei no chão assim o moreno tbm fez, um bandido passou pegando todos os pertences. Eles eram agrassivos e impacientes um homem a minha frente estava sendo espancado na frente da esposa por ter colocado o relógio no bolso. Taeyang choraminhava baixo pois eu estava segurando sua cabeça para que ele olhasse para baixo, kook o abraçava afagando seus cabelos para tentar acalma-lo. Eu estava nervoso, com medo, assustado o moreno me olhava para tentar me acalmar. Havia muitas pessoas no restaurante, todas choravam e gritavam por socorro. 

Bandido: bem... hoje eu não estou muito bem humorado então CALEM JÁ ESSAS BOCAS IMUNDAS SE NÃO QUEISEREM MORRER. Outro bandido fechava todas as janelas, portas todos os tipos de saída que aqui poderiam ter. Eu já estava no meu limite eu não quero morrer dessa forma, abaixei minha cabeça começando a chorar junto com o pequeno que choramingava baixinho, o moreno me olhava triste, assustado e tentando ser forte para nos ajudar. 

Bandida: A PARADA É O SEGUINTE, NOS VAMOS ESPERAR A POLÍCIA CHEGAR E VAMOS TENTAR FAZER UM ACORDO CASO ESSE NÃO SEJA FEITO. gargalhou alto nos deixando mais aterrorizados. - TODOS VOCÊS MORREM. 

(Jin on)

Hoje eu e o nam fomos vizitar o yoon e a lisa que já está bem melhor, chegamos em casa e já são oito da noite, jimin e hobi ficaram em casa fazendo alguma coisa de interessante ou seja nada. 

Jin: chegamos. Me joguei ao lado de jimin que assistia a um jornal local. 

Nam: o que está acontecendo ? O de cabelos roxos se sentou ao meu lado fitando a TV. 

Hobi: estão assaltando o restaurante the spectre no centro da cidade agora msm com vários reféns dentro, a policia informou que já foram mortas seis pessoas. Fitou seus olhos assustados aos meus. 

Jin: vocês já ligaram para kook o pro tae ? Fitei os dois já assustado, jimin fitou o ruivo ao seu lado e balançou a cabeça negativamente. Peguei imediatamente meu telefone e liguei para o telefone do kook, mas deu caixa postal, liguei pra tae e deu fora de área. 

Nam: NÃO. Gritou fazendo todos olharem para ele. - vamos ficar calmos, eles devem estar dormindo e desligaram os telefones. Falou mais calmo se sentando novamente no sofá. 

Jimin: é vamos ficar calmos pois eles devem estar em algum lugar ou dormindo. Voltou a fitar a TV. Do nada a porta abre dando pra ver o Mark e o jackson, me levantei rapidamente. 

Jin: o que aconteceu ? Fitei o loiro que respirava afoito que se estivesse acabado de correr uma olimpíada. 

Mark: vocês estão acompanhando o jornal ?  Estava os olhos arregalados me olhava enquanto respirava desesperado. 

Nam: sim. Falou simples fitando a Tv. 

Jimin: gente o policial vai falar. Vidrou os olhos a tv fixamente.

Jornalista: vocês já conseguiram indentificar os mortos ? Fitou o policial. 

Policial: sim, mas não estamos altoriazados a falar os nomes. 

Jornalista: tem quantos reféns dentro do restaurante ? 

Policial: mais de 150 pessoas, incluindo crianças, agora pouco foram ouvidos cinco tiros.

Jornalista: e o que eles querem a final ? 

Policial: eles querem 1,000,000 de wons em dinheiro ou todos os reféns serão mortos, as forças especiais já foram chamadas e estamos fazendo o possivel para que ninguém mais venha a óbito. 

Mark: não pode ser... sussurou fitando a tv, lágrimas grossas caiam de seu rosto.

Jackson: o que foi ? Segurou os ombros do loiro assustado, ele não dizia nada apenas chorava alto.

Nam: FALA MARK. Gritou nos deixando mais assustados. 

Mark: o oo carro do tae...

Jin: onde ? Fitei o loiro que chorava sem parar

Mark: ali ôh, atrás da jornalista. Voltou a chorar no peito do jackson. Fitei novamente a tv e vi minhas pernas tremerem e ficarem fracas, a Range Rover preta parada próxima a porta de entrada, é realmente o carro do tae.

Jimin: não pode ser. Começou a chorar se levantando do sofá. - eles estão em casa dormindo, eu sei que estão esse é o carro de : liga pro taeMin passar lá na casa deles e ver se eles estão lá. Falou para o jackson que assim fez. 

Nam: liga pro taeMin passar lá e checar. Falou calmo enquanto me abraçava. 

Jin: nam.... meus olhos pesavam e as lágrimas escorriam em meu rosto. - me diz que não são eles, e que eles estão em casa cuidando do taeyang por favor nam... apoiei mimha cabeça em seu ombro sentindo os braços de nam me apertarem contra seu corpo. 

Jackson: o taeMin vai passar lá. Falou simples guardando novamente o telefone no bolso e abraçando o loiro que temia o que estava testes a acontecer. 

[...]

Após alguns minutos de espera e aflição vejo TeaMin entrar junto com o key confusos e nervosos.

TaeMin: o que está acontecendo? Pq estão chorando ? Seus olhos passeam por todo o canto fitando cada um de nós. 

Nam: eles estão lá? Perguntou ainda me abraçando, nesse momento eu sentir meu mundo parar apenas para ouvir o que o taeMin tinha a dizer, mas meu mundo desabafou ao ver o ruivo balançar a cabeça negativamente. 

TaeMin: CARALHO O QUE TÁ ACONTECENDO AQUI ? CADÊ O TAEYANG, O TAE E O KOOK ? Gritou impaciente já com os olhos cheio de lágrimas. 

Hobi: eles devem estar dentro do restaurante que está sendo assaltado agora msm no centro, o carro do tae apereceu ali na tv. Respondeu aos prantos abraçando jimin que chegava a soluçar.

TaeMin: como assim ? Seus olhos começaram a escorrer lágrimas grossas. 

Jin: eles estão correndo perigo de morte min junto com taeyang. Solucei afundando minha cabeça no pescoço do de cabelos roxos que chorava baixinho. 

[...]

(Jungkook on)

Alguns minutos de gritaria e morte muitas mortes, fomos colocados para o fundo do restaurante para frente do bandidos que nos olhavam escolhendo a dedo quem matariam, por sorte eu estava no canto da parede com tae morrendo de chorar de um lado e o taeyang chorando do outro, eu apenas segurava as lágrimas pedindo que nós não fossemos os próximos a morrer. 

Policial: se vocês estão nos ouvindo dêem algum sinal queremos negociar. Ouvimos um policial falar no mega fone. 

Bandido: com prazer. Sorriu maligno apontando a arma para a cabeça de uma menininha que estava sem os pais pois já haviam sido mortos, então ele puxou o gatilho, matando a menininha na hora.

Kook: desgraçado. Fitei o chão deixando que algumas lágrimas caíssem do meu rosto, levantei meus olhos lentamente voltando a olhar para o tae que chorava baixinho abraçado aos joelhos. - amor... fica calmo ta bom, nos vamos sair dessa, tá? Beijei a sua cabeça lentamete voltando a abraçar o taeyang. 

Policial: um de vocês venham aqui fora para negociar. Falou novamente pelo megafone. 

Bandido: NÃO IREMOS SAIR, VENHAM ATÉ AQUI E VAMOS CONVERSAR. Gargalhou e matou outro homem que estava abraçado a sua esposa. - SE APRESSEM POIS ESTÃO PERDENDO CIVIS E TEMPO. gargalhou junto com os outros. A porta da frente foi arrombada, policiais sa tropa de choque entraram com escudos e coletes. 

Policial: deixem os civis sairem e vamos fazer o acordo ninguém precisa se machucar, apenas deixe-os ir. Falou o policial que vinha a frente di batalhão. 

Bandido: JOGUEM AS ARMAS NO CHÃO AGORA E VAMOS FAZER NOSSO ACORDO. Sorriu ladino olhando para os policias a sua frente. Imediatamnete os policiais jogaram as armas.

Policial: deixem os civis sairem. Falou mais uma vez.

Bandido: muito bem, eu vou liberar apenas 30 pessoas e quero o seu chefe aqui. Falou apontando a arma novamente para nos civis. Vi o policial da frente jogar o escudo no chão e encarar os bandidos cara a cara.

Policial: eu sou o chefe de policia, e lhe suplico que libere esses civis, então daremos o dinheiro a você. Falou calmo de mãos pra cima.

Bandida: apenas para minha garantia, PEGUEM AQUELE MENINO ALI. Apontou pro taeyang que estava de cabeça baixa, um homem veio pega-lo.

Kook: não ele não, eu vou. Falei me levantando e impedindo o homem de tocar no taeyang. 

???: serve você mesmo. Falou simples me puxando pelo braço.

Tae: não kook. Segurou minha mão me impedindo de ir.

Kook: amor solte minha mão por favor... supliquei para que o castanhado me soltasse. 

Taeyang: papai... sussurou logo sendo abraçado por tae.

???: como é que é? Amor ? Fitou meus olhos apontando a arma para mim, tae chorava alto abraçando o pequeno.

Kook: sim ele é meu namorado e meu filho, coisa que você nunca saberá o que é. Fitei o bandido que rangeu os dentes me encarando. 

???: veremos até onde a sua valentia vai. Sussurou me olhando. - chefe temos duas bichinhas aqui e um filhote de viados. Falou gargalhando. 

Bandido: hora hora, tragam-os aqui agora. Gargalhou voltando a fitar o policial. Venheram mais doia bandidos pegaram o taeyang e o tae, nos colocaram ajoelhados a frente do bandido que estava negociando. 

Bandido: esses viadinhos serão minha garantia, caso vocês não compram o acordo eu os mato com o muito prazer. Senti o cano da arma tocar na minha cabeça me empurrando para frente, ele engatilhou a arma. Segurei na mão do tae, taeyang estava em nosso meio chorando de cabeça baixa, beijei sua cabeça.

Kook: vai ficar tudo bem filho. Sussurei no ouvido do pequeno. Tae me olhava choroso suas lágrimas molhavam todo o chão. 

Policial: se eles são gays ou não isso não importa eles tbm são civis e merecem viver, solte-os e deixe ir eu lhe suplico. 

Bandido: bem.... apontou a arma para a cabeça de taeyang. - vejo que não terá nenhum acordo aqui não é ? Sorriu ladino com a arma na cabeça de taeyang, fitei o chão deixando as lágrimas tomarem de conta do meu rosto. 

Jin: parem já. Levantei minha cabeça vendo jin e nam segurando uma mala nas mãos. - solte meu irmão, meu cunhado e meu sobrinho agora e todo esse dinheiro é seu. Abria mala dando pra ver todos o dinheiro se espalhar pelo chão. 

Bandido: vejo que alguém falou minha língua, muito bem eu deixo seus viadinhos sairem se jogar o dinheiro pra cá. Sorriu maligno. 

Nam: não ! Deixe que todos possam sair, nessa bolsa tem 2,000,000 milhões de wons então solte todos. Falou abraçando jin que chorava desesperado, o olhei e vi o jin me olhar novamente e chorar, tae apertou minha mão. 

Bandido: muito bem, deixem que eles possam sair menos esses três. Disse autoritário, assim os seus capangas começaram a deixar as pessoas irem embora, elas corriam para fora em desespero. Todos saíram ficando apenas eu, tae e taeyang. 

Jin: você só irá tocar nesse dinheiro se deixar eles. Apontou para nós aos prantos. - sairem bem e vivos daqui. Falou com a cara fechada segurando a mão do nam.

Bandido: peguem a criança e deixem ele sair. Falou apontando para taeyang que chorava, o capanga o pegou pelo braço lhe puxando. 

Jin: quem é você para tratar meu sobrinho desta forma ? Avançou dois passos para frente o capanga jogou taeyang no chão, nam o pegou rapidamente lhe acalmando pois chorava muito. 

Bandido: jogue o dinheiro pra cá e eu os deixo ir embora. Apontou a arma para a cabeça de tae. Nam pegou a bolsa e jogou nos pés do bandido. Ele se abaixou e conferiu o dinheiro, quando ele ia se levantar levou um tiro na cabeça caindo em nossa frente.

[...]


Notas Finais


Obgd por ler !


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