História O amor é imprevisível (taekook) - Capítulo 48


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Categorias Histórias Originais
Tags Bts, J-hope, Jin, Jungkook, Namjoon, Taehyung, Yoongi
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Palavras 5.247
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 48 - Fases


(Taehyung on)

Por um estante eu me senti aliviado pois o meu pequeno não está mais em perigo, nam jogou a mala com o dinheiro nos pés do bandido esse que conferiu rapidamente, logo sendo morto por alguém, vi o comando especial arronbar as portas e janelas do restaurante fuzilando os bandidos, o moreno me abraçou pois se fossemos morrer iremos morrer juntos, afundei minha cabeça em seu peito ouvindo todos aqueles tiros, eu não estava me importando com nada daquilo apenas com o moreno me abraçando e afagando meus cabelos como se fosse a única coisa que importasse. Após alguns segundos de tiros e mais tiros, de cartuchos caírem no chão tirei minha cabeça do moreno olhando em volta, todos os bandidos mortos a nossa volta e a polícia correndo até nós.

Policiais: vocês estão fora de perigo agora, obgd por serem fortes e confiar a nós a suas vidas. Sorriu meigamente nos abraçando. - que o mundo veja que o amor não existe apenas entre um homem e uma mulher, mas sim dois homens podem ser felizes e se amarem. Fitou seus olhos aos meus enxugando levemente meu rosto. - levantem-se vocês são os novos heróis das pessoas lá fora. Sorriu novamente me ajudando a levantar. Me levantei ainda chorando sem saber ao certo o que estava acontecendo, kook me abraçou forte. 

Kook: eu te amo e a única coisa que eu não queria perder é você meu amor. Fitou seus olhos aos meus acariciando meu rosto, tocou seus lábios aos meus me dando um leve selar, nos separamos e vi jin correr até nós junto com nam que sorria em meio as lágrimas. Pulou em cima de mim me abraçando forte. 

Jin: meu tae.... que bom que deu tudo certo. Seu choro era alto e bem visível, eu estava apavorado e triste. Desceu do meu colo fitando meu rosto. - eu amo vocês e nunca deixarei ninguém fazer nenhum mal com meus fofinhos. Abraçou eu e o kook que chorava baixinho, nam tbm nos abraçou chorando. O chefe de policia pediu que nos retirassemos dali, assim fizemos. Jin e nam estavam de mãos dadas indo na frente, eu e kook íamos um pouquinho mais atrás, apoiei minha cabeça no peito do moreno voltando a chorar, eu ainda estava assustado e com medo pois eu estava com uma arma apontada para minha cabeça, vi meu filho correr perigo e por um triz não perco meu namorado. 

Ao cruzar aquela por vi todos os reféns nos olhando assustados e tristes mas msm assim nos aplaudiram. Não intendi o que estava acontecendo eu só queria saber onde estava o meu filho, meu pequeno. Eu o vi no colo de jimin que acariciava seus cabelos pois ele ainda chorava, o peguei no colo lhe abraçando forte. Me ajoelhei no chão pois ele estava ali comigo, meu namorado estava ali comigo e tudo ficou bem. Eu chorei como se não fosse mais chorar, eu abracei os dois como se nunca mais fosse abraça-los. 

[Quebra de tempo]

(TaeMin on)

Depois que eu soube o que estava acontecendo entrei em desespero, todos nós seguimos imediatamente para o restaurante onde os meninos estavam, eu só conseguia chorar não saia nenhuma palavra apenas lágrimas e mais lágrimas, eu amo o taetae, aprendi a amar o kook e eu amo o taeyang como meu próprio sobrinho eles não merecem isso. Chegando no restaurante descemos do carro seguindo para a porta principal mas somos impedidos por um policial. 

TaeMin: temos que entrar eles precisam de nós. Argumentei tentando passar pelo policial. 

Policial: senhor por favor se acalme, o chefe de policia está fazendo um acordo com os bandidos, só nos resta esperar. Por favor fique calmo. Falou calmamente tocando meus ombros. Virei pro key e lhe abracei com todas as minhas forças, vi o policial se curvar diante de um homem alto de sobrerudo preto, olhei o rosto dele e não pôde acreditar no que estava vendo, é o channy esse que não me reconheceu, olhei pro key esse que matinha os olhos no loiro a nossa frente ele parecia mais assustado que eu. 

Channyeol: por favor chame o chefe de policia para mim. Ordenou para o policial a sua frente, seu olhar era sério juntamente com sua postura. 

Policial: senhor o chefe está negociando com os bandidos, ele disse que não poderiamos ficar esperando as pessoas morrerem e entrou com um batalhão. O policial se matinha em posição de sentido para o loiro como se ele fosse seu superior.

Jin: por favor eu preciso passar meu irmão está lá dentro, meu sobrinho e meu cunhado eu preciso entrar. Balançou o corpo do policial que tentava acalma-lo. Channy o olhou meio confuso. 

Channyeol: senhor você é parente do senhor jungkook ? Fitou jin o encarando sério, o rosado apenas balançou a cabeça positivamente em meio as lágrimas. - O senhor jungkook está lá dentro com o Jung taeyang e o senhor Kim taehyung ? Arregalou os olhos, largou a bolsa que segurava e fitou o rosado com toda atenção. 

Nam: sim e quem é você? Argumentou abraçando jin e encarando o loiro que estava triste e pensativo.

Channyeol: eu sou vizinho deles, eu que concedi a adoção do taeyang a eles e eu irei ajudá-los, eu sou juiz e comandante do comando especial da tropa de choque. Seu semblante era sério, se abaixou pegando novamente a bolsa. - soldado chame o delegado de polícia agora. Falou autoritário. - diga a ele que o senhor Channyeol o aguarda. Caminhou até outro homem fardando uma farda preta. Me afastei um pouco ficando perto do carro do tae onde o jimin, o hobi, mark e jackson estavam aos prantos desesperados. 

Mark: o que aconteceu min ? Fitou seus olhos aos meus tocando meus ombros brevemente. Apenas fitei o loiro e voltei a chorar nos braços de key que afagava meus cabelos. Eu não estava mais conseguindo assimilar nada, o que o channy está fazendo aqui ? Será que os meninos estão bem ? Alguns minutos depois de muita angústia e mais barulhos de tiros chegou quatro vans pretas descendo vários homens com armamentos pesados. 

Delegado: senhor. O mais baixo se curvou brevemente para o loiro que segurava uma mala grande. - aqui está a tropa de choque.

Channyeol: senhores, vocês são minha responsabilidade igualmente a todos aqueles civis que estão lá dentro, quero que formem tropas e fiquem prontos para atacar ao meu comando, temos muito civis mas três deles são nossa prioridade. Senhores, eu quero que salvem aquelas vidas e não deixem que mais nenhuma pessoa morra em vão. Falou olhando para todo o batalhão formado a sua frente.

Delegado: senhores formação agora, vamos vamos. Berrou com os soldados que se separaram e cercaram o restaurante imediatamente.

Channyeol: senhor kim seokjin, por favor ? Se aproximava novamente acompanhado de um policial armado, jin apenas o olhou ficando em sua frente. - você está disposto a ajudar seus amados ? Perguntou sorrindo ladino. Jin apenas balançou a cabeça fitando o loiro. - muito bem, pegue esse mala nela possuí 2.000.000 de wons entre lá e entregue esse dinheiro aos bandidos, negocie com eles para soltarem todos os civis e só assim entregue o dinheiro a eles, depois se afaste pois a tropa especial irá entrar e mata-los. A calma com que ele falava chegava a assustar, entregou a mala ao jin que deu mais uma fungada e limpou o rosto. 

Nam: eu vou com ele. Deu um passo a frente segurando a cintura do rosado. 

Channyeol: muito bem, vocês serão uma distração para os bandidos, por favor coloquem os coletes e microfones vamos dar as instruções a vocês. Deu as costas caminhando até uma van preta que ali havia, o rasado junto com nam o acompanharam. 

[...]

Depois que os meninos entraram lá, o bandidos pegaram o kook, tae e taeyang como garantia que iriam receber o dinheiro, todos do lado de fora acompanhavam a cena dos três ajoelhados no chão com a arma apontada para a cabeça do pequeno.

Jimin: NÃO. meu sobrinho não. Caiu no choro novamente acompanhando a operação através da tela que tinha dentro do carro de polícia. O bandido engatilhou a arma na cabeça do pequeno pronto para atirar mais nam jogou a bolsa no chão para eles vessem o dinheiro assim o de cabelos roxos pediu o pequeno. O capanga pegou taeyang pelo braço e o jogou no chão. 

Channyeol: muito bem jin, agora peça que eles liberem kook e tae, depois você dá o dinheiro para ele. Passou as instruções pelo microfone dentro da van. Assim jin fez, pediu que deixassem os dois sairem, nam jogou a bolsa nos pés do bandido. - tropa de choque preparar.... esperou até que o bandido olhasse o dinheiro dentro da bolsa. - agora, entrem e matem todos menos os dois no centro. Falou autoritário. Os saldados entraram e atiraram em todos os bandidos, junto com os policiais que estavam ali. Mataram todos, restando apenas os dois no meio daqueles corpos caídos ao chão, se levantaram e vinheram para fora logo sendo aplaudidos pelos outros reféns que estavam do lado de fora. 

Channyeol: missão cumprida senhores ! Se lavantou da cadeira e arrumou o sobretudo que vestia. Sem sabermos o pequeno já estava em uma ambulância, corremos até lá para pega-lo. 

Jimin: meu pequeno. Pegou o taeyang no colo, esse que chorava muito chegando a soluçar, jimin o acalmava afagando seus cabelos choramingando junto com ele tae se aproximava junto com kook que sorria alegre em meio as lágrimas que escorriam em seu rosto, tae pegou o pequeno igual a ter perdido a força das pernas caiu sobre os joelhos voltando a chorar com o pequeno em seus braços e o moreno abraçando a ele. Abraçamos eles ali no chão msm, foi difícil para todos inclusive para os três que viveram um terror lá dentro. Ficaram abraçados até sentir os policiais, chefe de policia, o delegado e o channy se aproximarem. 

Channyeol: kim taehyung? Chamou o nome do castanho que se levantou o olhando.

Tae: channyeol. Sussurou olhando o msm, tae parecia assustado, nervoso e confuso. Seus olhos esbanjavam lágrimas. 

Channyeol: que bom que você está bem. Se aproximou abraçando o castanhado e sorrindo fofo, afagou as costas do tae que ainda chorava. 

Jin: ele salvou vocês tae, ele planejou tudo isso. Abraçou kook que chorava sem acreditar no que acontecia. Tae apenas o abraça bem forte logo sendo correspondido pelo loiro que sorria fofo.

Tae: obgd Channyeol, muito obgd msm. Agradeceu aos prantos, taeyang estava no colo de jimin que o beijava e acalmava o pequeno. Channy se aproximou do pequeno o pegando no colo e lhe abraçando bem forte como se fosse seu próprio filho, se separou e entregou novamente o pequeno ao rosado. 

Channyeol: kook cuide deles, você tem uma bela família. Abraçou o moreno que chorava abalado com tudo o que passou deu um breve selar na cabeça do moreno e se afastou caminhando até o delegado e chefe de polícia. Uma jornalista chegou para entrevista-lo. 

TaeMin: tae... chamei baixo abraçando o msm, que ainda chorava abalado, beijei sua bochecha e o abracei com todas as minhas forças. 

Hobi: vamos pra casa, vocês precisam descansar. Disse simples abraçando kook qua soluçava. 

[...]

(Jungkook on)

Seguimos pra casa, nam vinha guiando o carro enquanto eu abraçava os meus amores que ainda choravam junto comigo, pois poderíamos não estar mais aqui se não fosse pelo channy planejar toda a operação e nos salvar a tempo. Chegando em casa apenas desci do carro com o pequeno em meus braços e o castanhado chorando ao meu lado, lhe puxei para lhe abraçar. 

Kook: amor... fique calmo nós estamos bem. Dei um leve selar em sua cabeça nam abriu a porta e todos nós entramos, os meninos desciam dos carros nos seguindo. Eles entram e nos olharam, apenas subimos as escadas indo para nossos quartos levei taeyang comigo. 

Taeyang: pa-pai eu não quero dormir sozinho. Soluçou segurando em meu braço para que eu não me afastasse.

Kook: meu amor tome um banho e deite aqui conosco tá bom. Fitei o pequeno que ainda chorava de cabeça baixa, ele se levantou e seguiu para o banheiro. Tae estava sentado na cama ainda chorando, me sentei ao seu lado e o abracei, ele virou seu corpo para mim me apertando e apertando minha camisa. Afaguei seus cabelos e beijei sua bochecha, ele não queria, não podia e não conseguia dizer nada, nada saia de seus lábios. Suas lágrimas molhavam minha camisa assim como as minhas molhavam suas costas.

Alguns minutos depois taeyang saiu do banheiro já vestido no seu pijama, o coloquei na cama e beijei sua cabeça. Ele ficou lá choramingando triste, entrei no banheiro com tae que permanecia abalado chorando, ele não movia um músculo. Tirei minhas roupas ficando apenas de box, tae olhava para o chão imóvel, me aproximei e comecei a tirar suas roupas, pois ele precisa tomar banho e esfriar a cabeça. Tirei sua camisa, sua calça e sua boxer o colocando debaixo do chuveiro, tirei a minha e entre junto com ele, eu já estava ficando mais triste pois o tae não dizia nada, não se mexia apenas chorava fitando o chão. 

Lhe abracei novamente, ele colocou sua cabeça em meu pescoço dando algumas fungadas, peguei o sabonete e ensabuei suas costas, seus braços, pernas, bunda e seu membro. Eu apenas queria cuidar dele sem nenhum tipo de malícia pois eu não estava bem para isso e nem ele, peguei o shampoo ensabuando seus cabelos enquanto ele apoiava sua cabeça em meu peito choramingando. Lentamente massageava seus cabelos tentando acalma-lo, passei nos meus e liguei novamente o chuveiro para tirar o sabão do corpo, senti as espumas do shampoo escorrerem pelas mimhas costas.

Tirei todo o shampoo dos cabelos do castanhado e desliguei o chuveiro, peguei a toalha e enrolei em sua cintura com a outra enrolei na minha, o abracei de lado saindo do banheiro, sua cabeça estava em meu ombro. O coloquei na cama e peguei outra toalha, uma menor para enxugar seus cabelos, lentamente enxuguei seus cabelos enquanto ele fitava o chão. Caminhei até o closed e peguei uma cueca, uma calça moleton e uma camisa minha bem grande. 

Voltei até ele, enxuguei seu corpo e o levantei da cama, o pequeno dormia tranquilamente em sobre a cama. Tirei a toalha da cintura de tae e coloquei sua box, depois sua calça e por fim a camisa preta. Peguei uma escova para pentear seus cabelos assim fiz, arrumei seus cabelos, o peguei no colo e lhe coloquei na cama ao lado do pequeno, lhe dei um selinho correspondido pelo castanhado, que abraçou o pequeno lhe acochegando em seus braços. 

[...]

Depois de me vestir, me deitei na cama ao lado de taeyang o abracei sentindo o cheiro dos cabelos do pequeno, tae estava pensativo brincando com os cabelos do pequeno.

Tae: amor... sussurou quase inaudível. - deita aqui perto de mim. Falou baixo ainda brincando com os cabelos do pequeno. Apenas me levantei e dei a volta na cama, me deitei atrás dele o abraçando. Seu corpo estava gelado puxei o edredon embrulhando os dois, tae abraçou o pequeno e eu o abracei dando um leve selar em seu pescoço. 

Kook: tae, me desculpa por ter te levado aquele lugar e ter feito você passar por isso. Sussurei segurando as lágrimas, ele vira seu corpo me olhando com seus olhos vermelhos e seu rosto inchado. 

Tae: não kook, você não teve culpa de nada. Falou me olhando e tocando meu rosto calmamente. - eu te amo e nós vamos passar por isso apenas fique ao meu lado. Se aproximou colocando seu rosto em meu pescoço, beijei sua bochecha. 

Kook: eu prometo cuidar de você sempre, e do nosso pequeno tbm. Eu te amo tae, muito. Fitei seus olhos e lhe dei novamente um selinho, ele se vira novamente abraçando o pequeno eu o abracei por trás sentindo o cheiro do seu pescoço frio. Eu estou apavorado, eu vi a morte passar diante de meus olhos e perder tudo que eu mais amo nessa vida mais estamos bem e ficaremos melhor. 

Sem querer deixei algumas lágrimas cairem do meu rosto molhando o pescoço do castanhado que acariciou minhas mãos em sua cintura para me acalmar, beijei seu pescoço logo fechando os olhos para dormir, tae já estava de olhos fechados tentando dormir também. 

[...]

[ No dia seguinte... 28 de dezembro]

(Taehyung on)

Sabe aquele momento em que você está no seu limite e só queria pegar suas coisas e ir embora por um tempo... poiser eu queria fazer isso, mas eu levaria apenas duas coisas, ou seja, o kook e taeyang. Faria questão de me afastar de tudo e todos e vivermos apenas nós três, felizes e independentes, eu posso estar sendo exagerado ou egoísta mas é um desejo que estou almejando desde que tudo começou a dar errado ou seja quando eu perdi minha mãe...

Acordar todos os dias sempre será bom, pois eu sempre verei o moreno dormir a minha frente, mas ao mesmo tempo acordar se tornou chato e repetitivo, eu sou jovem eu tenho vários lugares para conhecer e apreciar, porém eu simplesmente não irei deixarei eles dois aqui, eu os levaria comigo para onde eu for. Abri meus olhos vendos os cabelos de taeyang em meu queixo e os braços do moreno sobre minha cintura, eu sinceramente não quero me levantar e seguir com esse dia. Mas eu preciso...

Beijei a cabeça do pequeno a minha frente e me virei para o moreno lhe dando um selinho demorado. Olhei ele por mas alguns minutos e me levantei lentamente para não acorda-los. Calçei as pantufas ao lado da cama e caminhei até a porta da varanda olhando para fora e vendo que a neve aos poucos se fazia mais ausente, fechei as percianas novamente e caminhei até o banheiro para fazer minhas higienes matinais e tomar um banho. 

[...]

Após tomar meu banho peguei uma calça moleton preta e uma camisa azul que eu considero uma preferida depois que dei a minha para o moreno. Vesti minhas roupas, arrumei meus cabelos, caminhei novamente até o kook dando um leve beijo em seu pescoço, beijei a testa do pequeno que dormia fofamente sobre a cama. Quando virei meu corpo para a porta e vi a Sra. Jeon me olhando com os olhos marejados e um semblante triste. 

Sra. Jeon: filho... murmurou me fazendo fitar seus olhos chorosos enquanto a msm se aproximava lentamente de mim, logo me abraçou. - tae... me desculpe por ter deixado vocês aqui sozinhos a ponto de acontecer essa tragédia. Apertou meu pescoço com força me abraçando, retrubui da msm forma afagando suas costas. - não iremos mais abandona-los iremos dar um tempo de impresas e negócios para cuidar de vocês. Fungava enquanto fitava meus olhos deixando as lágrimas cairem descontroladamente de seu rosto. 

Passei meus polegares em seu rosto, limpando suas lágrimas, eu queria chorar mas eu já havia chorado o suficiente e tbm não mudaria em nada o que aconteceu, puxei seu corpo para lhe abraçar novamente, enquanto a mais velha estava aos prantos, colocou suas mãos quentes sobre meu peito segurando em minha camisa. Lentamente afagava seus cabelos para tentar deixá-la calma. 

Tae: eu te amo mãe. Sussurei com os olhos fechados lembrando de minha mãe quando o meu padastro lhe batia e eu a consolava depois. Abri meus olhos e vi a mais velha me olhar confusa seus olhos estavam mais abertos enquanto um sorriso ladino se formava em seu rosto. - me desculpe eu pensei que fo... nem terminei de falar pois a mais velha me abraçou novamente. 

Omma: não precisa se desculpar, eu tbm te amo tae apesar de não ser sua mãe legítima eu te considero um filho, não irei tomar o lugar da sua omma nunca. Seu braços me apertavam me trazendo conforto em cada uma de suas palavras. Nos afastamos do abraço, as mãos dela seguem até meu rosto acariciando de leve, beijou minha testa e pegou minha mão. 

Saimos do quarto deixando os dois dormindo, a mais velha entrelaçou seus dedos aos meus enquanto andávamos até as escadas, ela não dizia nada apenas sorria enquanto seu rosto era tomado pelas lágrimas. Descemos as escadas e todos estavam na cozinha inclusive yoon que choramingava, sendo consolado pelo hobi que o abraçava. 

Tae: yoon... murmurei e vi o azulado me olhar e sorrir, imediatamente se levantou da cadeira e veio me abraçar. 

Yoongi: que bom que você está bem tae... seu abraço era acochegante e quente igual ao do moreno, lhe abracei forte e beijei sua cabeça. Seu rosto estava vermelho e seus olhos tbm estavam, nunca havia visto o yoon nesse estado, talvez seja pela lisa... me separei do abraço e fitei o azulado. Me encaminhei até a mesa me sentando ao lado do jin que segurou minha mão e beijou minha bochecha. 

Tae: onde está o appa ? Fitei todos a minha volta que me olhavam sorridentes em meio ao silêncio que reinava naquela mesa. Ninguém respondeu apenas abaixaram a cabeça sorrindo ladino, sinto alguém me abraçar por trás rodeando seus braços em meu pescoço. 

Appa: filho, nós desculpe. Ouvi uma voz fraca e embargada pelo choro, um leve selar tocou meus cabelos. - nós erramos a dar mais valor ao trabalho do que a vocês por isso ficaremos mais tempo perto de vocês e iremos acompanhar o crecimento do pequeno. Vi o mais velho se abaixar a minha frente enquanto me olhava triste, me levantei da cadeira e o abracei logo sendo correspondido pelo mais velho que dava fungadas próximo ao meu ouvido. - eu te amo tae, você é como um filho para mim e quando soube dessa tragédia pegamos o primeiro vôo pra cá. Fitou meus olhos dando um leve sorriso, sorri ao ouvir tais palavras do mais velho. 

Ele se sentou na mesa junto aos outros ao lado da omma, tomamos nosso café calmamente. Todos em silêncio pois não queriam tocar no assunto e nem eu queria falar sobre o ocorrido, pois não saia da minha cabeça a pessoas que eu vi morrer na minha frente, os pedidos de socorro da mulher que havia perdido o marido pois foi espancado em sua frente e o que mais machuca é lembrar da menininha, tão jovem e inocente uma criança não deve pagar pelos nossos erros, aquele homem não ligou se era uma criança que ele estava apontando aquela arma e nem pensou quando puxou aquele gatilho matando mais uma inocente que tinha uma vida pela frente. 

Tudo que eu temia naquele momento era que acontecesse o msm com meu pequeno, pois eu não suportaria ver nenhum deles dois sendo mortos a minha frente da msm forma que doeu, doeu muito ao ver aquela bala perfurar a cabeça daquela menina. Aquele momento em que pegaram o moreno, eu senti o chão cair do meus pés, tudo escurecer como se ouvesse somente nós naquele lugar e segurar sua mão foi a única que eu consegui fazer para impedi-lo e o que eu recebi em troca... com doçura e calma ele pediu que eu soltasse a sua mão e não exitou em me chamar de amor no meio de todos, na frente daqueles que foram capazes de matar uma criança e por que não matariam um casal gay ? O moreno foi corajoso ao infrentar aquele que o segurava. 

Amor... uma palavra tão forte podendo significar várias coisas, vários sentimentos e sentindos. Mas o sentido daquela palavra ali era eu, era o pequeno que se escondia em meus braços. Dos olhos do moreno escorriam lágrimas pesadas e grossas, lágrimas tristes por nós ver naquela forma, arrependimento por estarmos ali. Entretanto a culpa não foi dele, não sabíamos que isso aconteceria nunca imaginaríamos mas aconteceu...

E mas uma vez involuntariamente me pego as lágrimas fitando o chão sem me importar se estou rodeado de pessoas, eu não vou conseguir esquecer isso tão rápido mas quem sabe... Sei que todos que estão sentados comigo nessa mesa se importam comigo e me amam independente do que aconteça. 

TaeMin: tae... sussurou me abraçando e me tirando de todos os meus pensamentos, abracei o min com todas as minhas forças apoiei minha cabeça em seu peito deixando as lágrimas cairem sem dó. 

Tae: min... eu não consigo. Murmurei já aos soluços. - Eu não consigo me erguer novamente é difícil todas aquelas imagens passando em minha cabeça, todos os gritos e choros me atormentando a noite e eu não consigo esquecer.

TaeMin: shiii. Afagou meus cabelos lentamente para me acalmar. - está tudo bem taetae, nós vamos cuidar de você. Ouvi sua voz falhar logo sentindo algums lágrimas molherem meus cabelos. Apertei seus ombros pois eu queria acreditar naquelas palavras, acreditar que vai ficar tudo bem, mas não vai.... não tão cedo. 

Me afastei do abraço olhando todos a minha volta de cabeça baixa chorando, me levantei da cadeira indo em direção ao meu quarto, subi as escadas as pressas abri a porta e a fechei rapidamente, me escorei na porta me sentando lentamente no chão. Escolhi minhas pernas, a abracei com meus braços e escondi minha cabeça e chorei mas uma vez... chorei baixo pois não queria acordar os dois que dormiam sobre a cama. 

A vida tem fases, muita delas são terríveis e dolorosas e eu só queria que essa fase que eu estou passe logo, eu não aguento mais...

Se eu dizer que alguém lê seus pensamentos eu vou estar sendo exagerado pois telepatia não existe... mas se eu dizer que eu sei que o kook está vindo até mim aos prantos pois ele sabe o que eu estou passando, ele sabe... 

Kook: amor... sua voz baixinha soou mais uma vez a palavra que ainda aquece meu coração. Ele se sentou no chão e abriu os braços para que eu o abracasse assim eu fiz, me sentei entre em suas pernas e o abracei como se fosse o nosso último abraço, a última vez que eu sentiria seu corpo outra vez. 

Seus braços me apertavam contra seu corpo como se ele estivesse sentindo todos as minhas dores, tudo o que eu estou sentindo... Ele sempre me ajuda e me consola seja como for, ele sempre está comigo. Se for pra sorrir ele irá sorrir comigo, se for pra chorar ele irá chorar comigo como está fazendo agora. 

Kook: essa é uma fase ruim de nossas vidas. Sua voz chorosa tomava de conta de seus lábios, fungadas e lágrimas saiam sem permissão. - eu pretendo passar essa fase ao seu lado, se eu não posso tomar todos as suas dores eu irei chorar com você, eu irei sofrer com você pois irá valer a pena depois. Voltou a chorar mais intesamente. - pode demorar mais iremos ser felizes e ninguém irá abalar nossa felicidade. Sinto seus dedos passearem pelo meu coro cabeludo o acaricaindo. Ouvir as palavras do moreno sempre me acalmam pois ele está certo, vamos chorar já que podemos tomar as dores um do outro. 

Kook: mas amor... vamos tentar se fortes pois temos um filho e ele precisa de nós agora mais do que nunca. Fitou seus olhos aos meus passando seus polegares em meu rosto, seus olhos demostravam tamanha tristeza. Um filho... eu preciso cuidar dele, ama-lo e protege-lo e lhe dar auxílio nessas horas. Taeyang é uma criança que ouviu e viu coisas horríveis que ele não deveria ter visto temos que ser fortes para cuidar do pequeno e fazer com que ele esqueça isso...

Abrecei novamente o moreno que acariciava minhas costas, beijei seu pescoço tentando controlar as lágrimas suas mãos percorriam por minhas costas me acalmando já suas pernas me rodeavam me trazendo para mais perto de si. Ficamos ali abraçados, por mim eu ficaria ali para sempre em seus braços quentes e fortes, coloquei minhas mãos por dentro da sua camisa o abraçando sentindo o calor de seu corpo. Seu queixo estava sobre minha cabeça, eu estava com minha cabeça em seu peito ouvindo seu coração lentamente batendo, a respiração quente e calma dele tocava meus cabelos e seus dedos acaricaivam minha nuca me acalmando. 

Me afastei do abraço fitando seu rosto pálido e seus lábios vermelhos, coloquei minha cabeça colada a sua vendo o moreno fechar os olhos enquanto meus lábios tocavam os seus, fechei meus olhos ao sentir o moreno entrelaçar novamente seus dedos em meu coro cabeludo para nossos corpos ficarem mais colados. Minhas mãos estavam em seu pescoço paradas enquanto os lábios do moreno eram preenchidos com os meus. Eu não queria mais me separar dele, acabar com aquele beijo , muita das vezes nem precisamos usar a língua para ser um beijo bom, basta apenas ter sentimento... vamos dizer que é o ponto forte de tudo. 

Sinto as coxas do moreno me apertarem contra seu corpo me deixando bem próximo a ele, jungkook é o tipo de pessoa que gosta de sentir a pessoa, toca-la. Ele precisa sentir que está realmente com a pessoa ali próximo de si, eu gosto quando ele me aperta, me abraça com força e me beija com vontade é bom... mas nem tudo são maravilhas temos que pausar esse beijo pois meus pulmões pedem socorro, me afastei brevemente dos lábios do moreno ainda sentindo suas respiração. Lhe dei um selinho um pouquinho demorado apenas para sentir aqueles lábios novamente por alguns minutos.

Tae: eu te amo. Murmurei arrancando um leve sorriso do moreno que logo me abraçou novamente e beijou meu pescoço. Apoiei minha cabeça em seu ombro enquanto o moreno respirava tão calmamente passando o ar de suas narinas em minha orelha que estava sendo agraciada pelas mãos do moreno. 

Eu sempre quero ser agraciado por ele, ser amado somente por ele e que ele seja só meu e não me deixe. Jungkook às vezes pode ser meio criança demais mas ele é muito amoroso e carinhoso coisa que os meninos me falaram que ele não é. Talves eu tenha mudado o jeito dele assim como eu mudei o meu, eu sempre fui mimado pela minha omma tinha alguns amigos em Seoul como o taeMin mas as vezes eu era meio arrogante e ignorante com os meus amigos inclusive com o min mas ele não ligava ficava era rindo de mim e depois me fazia cócegas para que eu parasse de birra.

Depois que eu vim pra Daegu eu não falei com ninguém, até o moreno de pele pálida igualmente a neve criar coragem e vim falar comigo coisa que eu não tive coragem de fazer... e tudo mudou do dia pra noite, em um estalar de dedos, num piscar de olhos foi muito rápido nossa aproximação, nossa amizade, o amor que um sentia pelo outro era tudo muito novo para mim pois eu nunca havia visto uma pessoa igual a ele... talvez ele tenha sido feito pra mim assim como eu fui feito somente para ele. 

Kook: vai tomar banho agora ou vai voltar a dormir ? Acariciava minha orelha rodeando mais seus braços em volta de minha cintura. - Eu não me importaria de passar o dia inteiro deitado com você nessa cama. Ouvi uma gargalhada baixinha e sua voz sair bem fraca e baixa. - tbm não me importaria de passar o dia assintindo filmes de comédia ou ação com você, pois eu estaria sendo agraciado por você e pelo pequeno sendo abraçado por vocês, recebendo carinhos e mimos. Beijou minha bochecha e sorriu ladino fitando os seus olhos aos meus. Fitei seus olhos e sorri ao ver a carinha fofa que o moreno fazia.

[...]


Notas Finais


Obgd por ler !


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