História O Amor é o melhor Remédio - Capítulo 1


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Categorias MasterChef Brasil
Tags Amor, Farosella, Fogasella
Visualizações 388
Palavras 2.384
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


One do episodio de ontem. Espero que gostem.
Boa leitura.

Capítulo 1 - Uma sopa fria


Fanfic / Fanfiction O Amor é o melhor Remédio - Capítulo 1 - Uma sopa fria

    Começava as gravações de mais uma episodio do reality Masterchef, mas hoje estava um pouco diferente dos outros, dessa vez Paola não estava lá. A jurada que iluminava o programa e fazia toda a diferença acabou pegando uma gripe, o quw a ausentou de comparecer no programa hoje.  Sua ausência fazia muita falta, principalmente para o tatuado, era primeira vez que ela não estava em um dos programas, a primeira vez que o programa não tinha sua argentina, o sotaque ou aquela olhares que matariam qualquer de nervoso ou quando se dirigia para provar os pratos dos competidores e seu andar como se tivesse em uma passarela. O masterchef não era à mesma coisa sem ela. 


    Não havia sido difícil apenas para os telespectadores, Henrique também sofreu um pouco com a ausência da morena. Manter a concentração foi um problema se tudo que queria era Paola do seu lado, tendo que apenas virar o rosto para admirá-la,  vê-la jogar os cabelos para o lado da maneira mais sedutora, mas que parecia fazer tão naturalmente ou quando usava seu ombro como apoio...Ele adorava tudo isso, e sentia falta.  Paola era sua melhor companhia, tanto no sete quanto na frente das câmeras. E hoje não estar aqui lhe fazia falta.


  Paola está gripada o deixava  preocupado. Antes que saísse de casa, ela não queria comer, estava quente, e deitada na cama sem nem mesmo falou algo com ele . Tudo isso tirou um pouco da sua concentração na hora de começar a prova, e durante ela, a preocupação o incomodava que sempre que podia,  tirava um tempo para ligar para Paola, deixa a cozinha sobre o domínio dos competidores para poder ligar para sua lindinha, fez isso varias vezes até o fim da prova, quando finalmente podia ir para casa.


    (...) 


          Henrique voltava para casa já no começo da noite. O dia tinha sido difícil que aguenta sem sua lindinha, mas agora acabou, voltaria para casa, ver como estava, e também cuidaria dela, como havia prometido que faria quando ficasse doente.


    Quando chegou em casa, as luzes estavam todas apagadas, presumiu que Paola dormia. Então, evitou fazer barulho, jogou suas coisas sobre o sofá e foi até a cozinha. Sabia como Paola é, quando está doente não come  nada, e como sabia que não havia comido nada de manhã, tinha certeza que estava com fome. Henrique já tinha uma idéia do que fazer: Uma sopas quente que talvez se ele pedisse, Paola comesse. 


    Vestiu seu avental, pegou os utensílio de cozinha, e começou a preparar uma sopa de vegetais como ela gosta. Quando começaram a namorar há um ano, ficavam muito tempos juntos, quase todo o tempo que Henrique tinha livre, tirava para ficar com sua morena, já não tocava tanto em sua banda, mas não importava, por mais que Paola insistisse que ele fosse porque não queria ser um motivo para que deixasse de fazer o que gostava, mas Henrique não ligava, apenas queria estar com sua morena.  Durante esse tempo que ficaram juntos, o tatuado ficou muito doente, e ela tirou folga do trabalho que tanto amava só para cuidar dele, o fazia carinho, preparava seu banho, e fazia essa sopa, foi assim por quase uma semana. Quando o tatuado ficou melhor, pediu que ela lhe passasse a receita dessa sopa para que  pudesse fazer para ela também quando ficasse doente, e poder retribuir o carinho que ela teve consigo. Esse dia era hoje. 

   

   O tatuado queria cuidar bem da sua argentina, assim como fez com ele, Paola soube como cuidar dele, cuidou com tanto carinho e no final de tudo, quando estava melhor, disse que apenas havia usado o amor como remédio. O tatuado  terminou de fazer a sopa e subiu até seu quarto levando a tigela em uma bandeja. Entrou no quarto devagar, quando percebeu que ela não estava na cama. Colocou a bandeja sobre a comoda e foi a sua procura. 


-- Paola? -- A chamou entrando no banheiro. Depois se deparou com a morena na banheira e não pode deixar de sorrir com a visão que teve. Paola na banheira banheira o fazia lembrar de muitas coisas, boa parte de suas noites quentes começavam naquela banheira. -- Paola. -- Chamou seu nome mais uma vez, e dessa vez ganhou sua atenção.


-- Querido, não ouvi você chegar. -- Paola finalmente notou sua presença, e saiu da banheira, imediatamente revelando seu corpo nu.


-- Como está se sentindo, lindinha? -- O tatuado passou seus olhos por todo o corpo da mulher, admirando cada parte, cada curva, e que lhe era muito agradável aos olhos. Henrique mordeu seu lábios inferior diante de tanta beleza e sexualidade...Sua parceira era incrível.


-- Um pouco melhor. Decide tomar um banho para relaxar. -- A morena se aproximou, passando suas mãos no peito do tatuado sedutoramente assim como seu sorriso estava percebendo que ele a admirava. -- Você pode me ajudar? -- Colou seu corpo contra o dele.


-- Com...Com o que? -- Tinha sempre que ficar nervoso em sua presença, bastava uma olhada em seu corpo, um sorriso sedutor que já era capaz de fazê-lo se enrolar nas palavras. Com o corpo de Paola nu, era instinto que o olhasse completamente, mas sempre parariam em sua parte preferida: Os seios, e precisava segurar muito a vontade de tocá-los. 


-- A relaxar. Pode me ajudar a relaxar? Eu não consigo sozinha -- Paola leva seus lábios para o pescoço do tatuado, e começou a dar leves beijos seguidos de chupões.


-- Se você quiser, é claro que eu faço. Me diga o que quer. -- Henrique não resistiu a tentação que o corpo de Paola era, e levou uma de sua mão para o seio esquerdo da morena, o apertando delicadamente, e foi lhe dado um suspiro em resposta.


-- Para começar: Pode me fazer uma massagem? -- Sugeriu, ainda beijando e chupando o pescoço do tatuado.


-- É claro. Vou tocar esse corpo todinho e te deixar toda relaxada. -- Henrique permanecia com  uma mão em seu seio, e a outra levou para as nádegas da mulher, as apertando, fazendo Paola solta um gemido abafado e morde os lábios como sempre fazia quando estava exitada. A morena parou com os beijos para sussurrar em seu ouvido:


-- Acho bom, ele está mesmo precisando muito dos toques de um certo tatuado. Um tatuado que sabe muito bem onde tocar, sabe muito bem como deixar essa morena toda entregue.  --Respondeu, para depois se afastar, deixando o banheiro, e Henrique a seguiu.  


-- Fiz uma sopa para você, a sua preferida. -- Observou os movimentos dos quadris da morena enquanto andava. - Gostosa. - Sussurrou, e mais uma vez a vontade de tocar seu corpo lhe dominava, mas só precisaria esperar mais um pouco, que poderia tocar em todos os lugares que lhe desse vontade tendo a permissão da morena.


-- Oh, meu amor, que atenciosidade da sua parte. Obrigada. -- A morena se deitou na cama sem nem se preocupar em vestir algo, afinal não queria que as roupas a impedisse de relaxar.


-- Não vai se vestir? --Admirou o jeito que a mulher estava, deitava com as coisa para cima, sua atenção se concentrou nas nádegas, e em como tinha vontade de apertá-las. -- Você é tão gostosa. -- Murmurou o homem, mas que para si mesmo. E agora já não dava mais para aguentar, Henrique precisava tocá-la. 


-- Não vou me vestir porque não se tem uma massagem de roupa. Vamos, meu amor, não vai começar? -- Paola se virou para olhá-lo. Assim dando a Henrique uma visão do outro lado do seu corpo, esse foi o estopim final para Henrique não conseguir mais se segurar.


-- Só vou avisando que quando eu começar, não paro mais. -- Henrique correu para onde Paola estava, e começou a passar suas mãos em sua pele macia. Começando pelas coxas e depois subia para a barriga.  Seus toque davam arrepios na mulher, que fechou os olhos, pronta para aproveitar o momento. 


-- Fico admirado que até doente você ainda quer? -- Henrique sussurrou, subindo os toques da barriga para os seios, e a morena  levou um leve susto com a pegada forte do homem. Henrique fazia movimento circulares com as mãos em cada seio da argentina, depois apertando seu mamilos com os polegares e já comecava a sentir ficar enrijecido.


-- Fazer o que? Meu corpo te ama. E ele está sempre te querendo.  -- Falou com a voz pesada, soltando um leve gemido no final. 


-- E eu amo senti-lo, amo estar dentro dele, amo quando o meu e o seu ocupam um só espaço.-- O homem sussurrou, levando seus lábios para o seio esquerdo da mulher, e passava a chupar e sugar seu mamilo. A argentina levou suas mãos a cabeça de Henrique não deixando que parasse. O tatuado a deixava boquiaberta, a fazia gemer alto, tudo por sentir seus lábios molhados segurarem e chuparem seu mamilo.


-- Ahhh...Henrique...Como eu amo quando faz isso. -- A morena suspirava, sentindo os toques do homem descerem pelo seu corpo, passando novamente para sua barriga, e trilhando um caminho de beijos da barriga até sua intimidade já encharcada.  -- Henrique...Você no sabe o que faz comigo...Não sabe o jeito que me deixa. --  A morena gemia entre as palavras, abrindo mais as pernas para dar mais acesso ao tatuado. E assim, Henrique começou a chupar sua intimidade com voracidade, revesando entre sugar seu clitóris ou a penetrar com a língua. Paola permanecia sempre com os lábios entreabertos, segurando com força a cabeça de Henrique, quase o pressionado contra si, pedindo em silencio que ele não parasse, e foi isso que ele fez. Henrique continuou a sugar seu clitóris sem para, cada vez com mais vontade, e Paola gemia cada vez mais. O tatuado esquenta mais as coisas, introduzindo dois dedos dentro de Paola.


-- Ahh...Henrique...Preciso de você. -- A morena pediu manhosa, puxando o homem pela camisa.


-- Tenha paciência. -- Continuou o que estava fazendo. Introduzindo mais um dedo na entrada de Paola e com a língua, estimulava seu clitóris. 


-- Ahhh...No me faça esperar...Já estou pronta para você. -- Pediu novamente, sentindo todo seu corpo pedindo por Henrique e já não aguentava mais esperar para senti-lo. O tatuado retirou seus dedos de dentro da morena, depois se pôs em cima dela. 


-- Eu te adoro, morena. -- Iniciou um beijo em sua mulher, pedindo espaço com sua língua, que foi imediatamente concedido. Suas línguas passaram a se mover juntas. A argentina começa a desabotoar os botões da calça de Henrique, que se levantou de repente para retirar a peça de roupa, junto com sua cueca. Depois voltou a deitar sobre Paola, que o envolveu com suas pernas, dando lhe espaço para fazer o que a morena tanto queria, 3 assim fez:  Começou a penetrar devagar, mas sem muita enrolação para começar a se mover. Era movimentos lentos no começo, com intervalos em cada estocada, isso não era bem o que a morena queria no memento, queria que fosse mais, frenético, extasiante, queria se perde naquele prazer . Então, para aumentar o ritmo, a argentina começou a rebolar em baixo de seu tatuado, como um pedido em silencio que as coisas ficassem mais rápidas, e o tatuado entendeu bem o recado, e logo se apoio na cabeceira da cama para começar a intensificar as estocadas. 


-- É assim que você quer? -- Perguntou, tentando saber se o ritmo estava agradando-a. 


-- Si...Sí...Estás ótimo...No pare. -- Disse a morena com a voz pesada, e tomada pelo prazer que Henrique lhe proporcionava. Ao ouvir sua resposta, o tatuado aumentou ainda mais o ritmo, pois sabia que para para ela sempre poderia melhorar. Quando aumentou o ritmo, a morena soltou um alto gemido em resposta, estava aprovando aquela mudança no ritmo...Estava gostando. Os suspiros, gemidos, respirações ofegantes, o som da cama batendo contra a parede, todos esses elementos podiam descrever bem o que estava acontecendo naquele quarto, podia descrever bem as sensações do casal apaixonada demostrando seu amor, e não tinha uma coisa melhor para demostrá-lo do que com esse ato, não tinha nada melhor mostrar um amor do que com sexo. 

  

   Paola começava a sentir seu corpo todo se contrair, dando iniciou a seu orgasmo. A morena agarrou forte as costas de Henrique, e gravou suas unhas no local e com a outra mão tampou sua boca para abafar o grito que estava prestes a dá. O tatuado continuou a se movimentar, até  que também chegar a seu limite. Ambos deitaram na cama, ofegantes, e Paola, estava totalmente relaxa depois desse mar de prazer que seu amor lhe dava quase todas as noites, mas que não deixava de ser especial.


-- Isso foi ótimo. -- A morena falou, ainda lutando para recuperar o folego, assim como Henrique. 


-- É...Maravilhoso. -- Foi a única coisa que conseguiu pronunciar, estava totalmente esgotado. O dia foi bastante cansativo para ele com toda correria da cozinha, e agora, essa noite com Paola foi o suficiente para deixá-lo completamente esgotado.


-- Foi incrível...Foi...Sem palavras para descrever o que sinto quando fazemos sexo. -- Deitou com a cabeça sobre o peito de Henrique, e seus braços o envolviam. 


-- Como está se sentindo? -- O tatuado iniciou caricias por seus cachos do jeito que ela adorava. 


-- Bem melhor. Acho que o amor é mesmo é melhor remédio. -- Henrique sorrio com seu comentário, o que era bem verdade, ambos sempre ficavam melhor com um pouco de amor, pelo menos entre ele e ela era assim.


-- E sexo também. -- Respondeu, agora fazendo a morena sorri, um sorriso fraco, e Henrique podia notar que ela se entregava ao sono, assim como ele também  estava prestes a fazer. Fechava os olho com um sorriso satisfeito no rosto por ter Paola em sua vida e por sempre saber  que podia contar com ela, que ela sempre estaria lá por ele, cuidando dele, não só nas doenças, mas em qualquer coisa que o atingisse. O amor era mesmo o melhor remédio, com ele se podia curar de uma simples gripe A algo maior. Não tinha remédio, não tinha farmácia que pudesse fornece uma cura tão eficaz assim, só o amor, que não se pode comprar em nenhum lugar. Apenas o amor verdadeiro trazido do fundo do coração será capaz de fazer tudo mudar.


                                                                                          FIM OU NÃO




Notas Finais


Eu reescrevi a fic e espero que tenha ficado melhor agora.


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