História O amor é real - Park Jimin - Capítulo 15


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys (BTS), Fanfic, Filha, Gravidez, Hoseok, Imagine, Jimin, Jin, Jungkook, Namjoon, Pai, Park, Pjm, Taehyung, Yoongi
Visualizações 71
Palavras 1.741
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


TO CHOROSA COM ESSE CAPÍTULO AAFF
É pedir muito um Jimin na minha vida?
😖😖

Capítulo 15 - Pedido


Fanfic / Fanfiction O amor é real - Park Jimin - Capítulo 15 - Pedido

{Jimin}

Anos se passaram e Liz e eu estávamos juntos, um casal unido. Mas tudo tem seu baque. Seu tempo de tormenta e que torce pelos erros. Pelas derrotas. Eu não queria ser um derrotado. Nunca quis. Meu Deus, Liz era tudo para mim, mas, quando em 2009 - um dia depois do aniversário dela - minha garota passou mal por causa daquele ator por quem ela era apaixonada, quase tive uma síncope. O por quê? Ela perdeu um bebê que nem sabíamos que esperávamos.

Foi uma linha tênue no nosso relacionamento. Lágrimas e bolsas arroxeadas embaixo dos olhos, narizes avermelhados e tristeza. Essa última nos consumia dia a dia, fazendo Liz tremer entre os meus braços toda noite antes de dormir. Foi horrível, uma das sensações que nunca vou querer sentir de novo.

Perder um filho.

Um filho que nem tinha nascido.

Que nunca saberíamos a cor dos olhos ou do cabelo, se seria menino ou menina, se teria meu nariz ou a boca de Liz.

Minha loira se sentia tão culpada. Vivia dizendo que se tivesse ficado mais atenta aos sintomas, a notícia que o tal Patrick faleceu, não a teria deixado tão desnorteada. Tão nervosa.

Mas, a culpa não era dela. Foi uma fatalidade, não era para ser. E isso me doía. Me matava.

Liz passou muito mal, era perigoso engravidar de novo. Podia morrer. Apesar de sonharmos em um dia ser pais, e termos perdido nossa chance... Saber que não poderíamos realizar este desejo mais para frente, era uma calúnia que trouxe mais lágrimas para nossas vidas.

Foi um momento de pressão no nosso relacionamento, onde não sabíamos onde apoiarmos mais, já que estávamos tão alienados em nossas próprias dores.

Foi então que surgiu na minha mente a ideia para salvar nossas almas. Para reiniciar nossa vitalidade. Casamento.

Liz e eu morávamos juntos há anos. Era incrível. Porém, não éramos casados. Não tínhamos tocado no assunto até então, e, agora, parecia ser o ideal para nos ocupar. Para nos ajudar a não afogarmos mais.

Fazia um ano que vivíamos em um eterno momento de tristeza. Liz havia acabado a faculdade dela, estava dando aulas à uma escolinha do outro lado de Hanover. Já eu estava completamente cercado por Medicina. Era o que eu gostava e mesmo sendo exaustivo, o meu sonho estava se realizando. Faltava dar mais um passo. Casamento piscou no meu cérebro repetidas vezes.

— Liz? - perguntei finalmente.

Estávamos em um restaurante perto de Dartmouth, era o nosso horário de almoço. Ela estava sentada a minha frente, remexendo o macarrão com queijo — que ela adora — como se nem o visse. Estava tão distraída que era quase pecado tirá-la do conforto de seus pensamentos. Mas eu tinha que mover meus planos. Não podíamos mais ficar assim, com as sombras nos rodeando.

— Hm? - ergueu os olhos chocolate, me fitando.

— Eu amo você.

De tudo o que eu podia falar, o que eu disse era o mais verdadeiro.

Um sorriso surgiu nos lábios delicados dela e, um leve rubor subiu por seu pescoço, alcançando suas bochechas.

— Eu também amo você. - disse baixinho. — Desculpe estar tão distraída, é que as crianças me deixam louca... - suspirou.

Ela não estava pensando nos alunos dela. Liz mentiu e eu não a desmenti. Não queria magoá-la ao trazer o assunto que era tão intocável para a nossa conversa.

— Não se preocupe, baby. - acariciei o rosto dela. — Eu só estava pensando em algo...

— O quê? - questionou curiosa.

— Faz tanto tempo que não saímos, que não aproveitamos como um casal apaixonado. - arquei as sobrancelhas por repetidas vezes, fazendo-a rir. Isso já era uma vitória.

— O que você tem em mente?

Olhei para o meu prato e peguei minha última porção de ravióli de cogumelos. Mastiguei devagar, apreciando o modo ansioso que ela expressava ao me encarar.

— Esse fim de semana só nosso. Viajamos. Escolhemos um destino e "boom", estamos lá. Topa?

Liz suspirou, mas assentiu. Não tinha como me negar isso, era pelo nosso bem.

Nos despedimos com um beijo casto antes de voltarmos para os nossos respectivos "trabalhos". Ela na escolinha e eu na Universidade.

Sexta-feira à noite, estávamos no aeroporto decidindo para onde irmos. Pensamos em todos os lugares que os Estados Unidos poderia nos oferecer e, acabamos por escolher Nova Iorque. Lá tinha os nossos amigos e quem sabe não era um pouco disso que precisávamos?

Quando chegamos à grande maçã, seguimos para um hotel. Liz ser rica ajudava um pouco tudo se realizar, porém, eu gostava de pagar quando podia. Infelizmente, nem sempre era o caso, por isso eu me esforçava tanto para ser um ótimo médico.

— E agora? - indagou quando deitou na cama macia. — Depois dessa loucura, o que faremos?

— Agora iremos dormir nesse lindo quarto com vista panorâmica. Lógico que após fazermos amor. E amanhã, depois do café da manhã delicioso que teremos, podemos ligar para Jin e combinarmos algo. O que acha?

— Acho que você pensou em tudo. -  sussurrou, fechando os olhos com um sorriso no rosto. — Venha aqui, Jimin. Quero a parte do fazer amor.

Respirei fundo, piscando meus olhos rapidamente para afastar o pouco de lágrimas que acumularam-se. Minha garota estava tão relaxada. Eu acho que acertei em dar esse tempo a nós.

Caminhei até a grande cama, fitando-a deitada no centro dos lençóis brancos. Ela usava somente o roupão de banho — pois tudo o que pensou quando chegou ao hotel, foi tomar um banho — e estava com os cabelos loiros emaranhados. Uma visão de tirar o fôlego.

— Vai só olhar?

Mesmo de olhos fechados, aquela mulher sabia o quanto me afetava.

— O que é belo, deve ser apreciado. - murmurei, subindo por cima dela e deixando meu peso aos poucos, para que não a machucasse. — E você, Liz, é a beleza do meu universo.

As pálpebras tremularam antes de se abrirem. Aqueles expressivos olhos chocolate me deixaram com fome.

— Falso... - sorriu. — A beleza do seu universo sempre foi o mar. Não o condeno por me iludir, foi até romântico.

Ri, balançando a cabeça. Esse fim de semana entraria para a nossa história.

— Me pegou. - sussurrei, abaixando meus lábios até os dela. Beijando-a com todo o meu amor. — Senti falta do seu senso de humor. Que bom que ele voltou. - enrosquei meus dedos nos cabelos dela. — Quer comer ou fazer amor?

— Que frase mais subjetiva, Park Jimin. - mordeu o lábio inferior. — Quero fazer amor, depois comer. Nos dois sentidos, claro.

Então fizemos amor. Sublime. Quente e suave. Delicado e selvagem. Fomos um. E parecia que tudo estava bem novamente. Depois comemos enquanto assistíamos uma série na televisão de Plasma.

O anel entre as minhas meias seria a cereja do bolo.

(...)

— Eu não acredito que vocês ligaram para o Jin e não para mim! - rosnou Alice, irritada, do outro lado do celular de... Jin.

— Alice, sabíamos que você estaria com ele, então qual o problema?

— O problema, Jimin cabeçudo, é que por pouco vocês não ouvem a minha linda voz! Eu estava quase saindo quando por acaso, o celular do meu namorado tocou enquanto ele dormia. Eu atendi e olha a minha surpresa! Meus amigos estão na mesma cidade que eu e nem me ligaram. Seus falsos!

Liz riu ao meu lado.

— Alice, você está no viva-voz em pleno Central Park. As pessoas estão ficando com medo e até os pombos estão saindo de perto. Acalme-se, furacão.

— Idiota! - grunhiu. — Vou acordar o Jin. Vocês estão perto da onde?

— Vou levar Liz para andar de carruagem.

— Tudo bem, daqui a pouco nos vemos. Liz, não te perdoei por isso. Que isso esteja claro como cristal. Tchau, Jimin.

E desligou.

Liz encostou a cabeça no meu ombro. Estávamos sentados em um banco, perto de algumas carruagens que faziam turismo.

— Então você vai me levar para andar de carruagem, é?

Beijei a têmpora dela, sorrindo.

— Claro. - levantei-me, puxando-a comigo. — Vamos, está na nossa vez.

Eu tinha reservado o horário das nove e meia, então quando chegamos, o "cocheiro" abriu a portinhola e subimos na carruagem. Estava coberta por pétalas de rosas — um esforcinho a mais que eu tive e Liz não sabia.

— É lindo. - comentou, aconchegada em meus braços, olhando com encanto a paisagem.

— Sim, é muito lindo. - eu estava falando daquele brilho no olhar dela, que há muito tempo eu não via.

Estávamos dando uma volta estratégica, perto de uma copa de árvore majestosa, quando ergui de trás do banco um buquê de tulipas vermelhas.

— De onde isso saiu? - perguntou.

— Dos meus planos, baby. - pisquei um olho. Entreguei-lhe as flores e disse para que lesse o cartão.

Sem meu lápis atrás da orelha, meu nervosismo aumentava consideravelmente. Então, fiz o mais romântico que consegui, mesmo nervoso.

Liz pegou o buquê e abriu o cartão, lágrimas imediatamente rolando pela face.

"Tulipas vermelhas significam amor eterno. Isso é o mais perto do quanto meu amor por você é grande. Quer casar comigo?"

— Jimin... isso... isso é real?

Tirei a caixinha de veludo que estava dentro do meu casaco e abri para ela, mostrando um lindo anel com ametista violeta e diamantes. Tive uma ajudinha de tia Jasmin, mas valeu a pena.

— Só se você disser sim.

— Não.

Abri a boca chocado. Não?

— Não?

— Mentira. - beijou meu queixo. — Mil vezes sim.

— Liz, não brinca com uma coisa dessas. Quase tive um ataque do coração, baby.

Ela apenas sorriu e esticou a mão, para que eu colocasse o anel em seu dedo. Meu coração vibrou com a sensação de "minha". Ela estava marcada por mim, e não era um chupão no pescoço, que sumia em alguns dias. Era um anel de noivado.

— Eu te amo desde que você me notificou e me mandou para a diretoria. - confessei.

— Você estava com outra garota! Quase transando e olha, eu tinha que fazer alguma coisa. - grunhiu, mandona.

— E eu amo muito mais você por ter feito o que fez. Apesar de todas as nossas dificuldades, estamos juntos e isso é o que importa.

A carruagem parou novamente e eu desci Liz, meio trêmula ainda. Ela mal me abraçou para beijar minha boca, quando gritos histéricos foram ouvidos.

Alice. Droga.

A privacidade foi embora.



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