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História O amor é sacanagem. - Capítulo 2


Escrita por: _XxXDanger_XD e _XxXDangerr_XD

Notas do Autor


Oie. Voltei com mais um capítulo para vocês.

⚠️Alguns avisos antes⚠️
(......) vai significar uma quebra de tempo.
[......] vai significar o começo e fim de sonho.

⚠️Não quero ofender nenhum Idol.
⚠️Esse capítulo pode ser meio chato para algumas pessoas. Se não goste, não leia. Prometo que o futuro será bem melhor.

Bom... É isso. Aproveitem. 💖

Capítulo 2 - Espero sair dessa...


Motel desconhecido.

Horário indefinido.

Wendy's POV.

 

Não sei que horas são. Não tem como fugir. Há duas janelas nesse quarto, porém estão trancadas com cadeados e não há nada que eu possa fazer para tentar abri-los. As janelas estão tampadas com uma pano preto, que estão do lado de fora. Não consigo enxergar as coisas lá fora. Mesmo com refeições, eu estou fraca. Não consigo mais fazer nada. Mesmo depois de um banho, que era para ser relaxante, eu não me sinto bem. Ele me trás comido duas vezes por dia, porém não sei ao certo o horário. Chuto ser a hora do almoço e da janta. Acho que se passaram uns três dias, pelas minhas contas. Meu sono está desregulado, e me sinto cansada o tempo todo.

 

Nós, eu e ele, não trocamos nenhuma palavra. Ele apenas abre a porta, deixa a comida com mais três garrafinhas de água e sai, sem falar nada. Ele é seco, frio, fechado e arrogante. Já tentei puxar uma conversa, mas ele não me respondeu. Então, decidi não falar mais nada também. A cama é o lugar a onde eu mais fico. Eu só consigo dormir, mesmo sem sono. Não há nada para fazer. Estou ficando louca aqui dentro. Estou me segurando para não sustar de uma vez e pular no pescoço daquele homem.

 

Enquanto escovo os meus dentes, depois da refeição que eu tive, escuto a porta do quarto se abrir. Estranho isso, pois ele nunca vem aqui nesse horário. Termino de escovar os dentes e vou em direção do quarto. Encontro ele lá. O mesmo me olha e faz um sinal para mim sair do quarto. Saio de vagar, indo na frente, escutando os passos dele atrás de mim.

 

Nós saímos do quarto e vamos para o elevador. Saindo do edifício, nós ficamos na calçada, esperando alguém. Está de manhã. Fecho os olhos sentido o vento em meu rosto e sorrio com isso. Sentia falta disso. Um carro preto, com as janelas bem escuras, para em nossa frente. Olho para trás, vendo o tal do Senhor Park me olhando. Ele manda eu entrar no carro e assim faço, sendo seguida do mesmo. Não sei o que ele é. Não sei da onde ele é. Não sei quem ele é. Porém, tenho certeza que há uma arma com si. Não vou arriscar a minha vida desse jeito. Quero sair correndo, porém não quero que nada de pior aconteça comigo. Sei que vou conseguir sair dessa!

 

A todo o percurso, eu vou olhando pela janela. Não havia reparado até agora a onde eu estava. Passando em alguma rua, avisto de longe uma bandeira da Itália. Eu estou na Itália. Mais informações. Só isso que eu preciso. Já fora da cidade, o carro entra em uma estrada de terra.

 

— Desça. — Ordena o mesmo assim que sai do carro. Saindo do veículo, meus braços são segurados com força para trás. Gemo de dor ao sentir algo ser injetado em meu braço.

 

— O que- — Paro de falar ao sentir o meu corpo amolecendo, sentindo o meu corpo ser carregado por alguém.

 

(......)

 

Local desconhecido.

Horário indefinido.

 

Acordo sentindo uma forte dor de cabeça. Me levanto da onde estou deitada, ficando sentada. Passando minhas mãos pelos meus braços, por sentir um calafrio me percorrer, sinto, na parte interna do braço esquerdo perto da axila, uma pontinha de casquinha, como se eu tivesse machucado o meus braço. Parece que foi uma injeção, mas, por que logo aqui?

 

— Bom dia. — Uma mulher, que aparenta ter a mesma idade que a minha, entra no quarto me dando um grande susto. A mesma está com uma bandeja em mãos e vem se aproximando de mim. — Como está se sentindo? — Na bandeja contém um sanduíche, um suco, que aparenta ser de laranja, uma garrafa de água e duas caixinhas de remédios. — Hm? Como está se sentindo? — A mesma pergunta novamente, olhando em meus olhos.

 

— Eu... Eu estou bem. Só com um pouquinho de dor de cabeça. Nada demais... — Repondo-a meio receosa. — Você poderia me dizer a onde é que eu estou? — Pergunto a mesma, porém ela me ignora.

 

— Aqui tem um comprimido para dor de cabeça, tá? — Assim que ela fala isso, ela se retira, trancando o quarto em seguida. Pego o comprimido para dor de cabeça e tomo com a ajuda da água.

 

A dor de cabeça vai se passando aos poucos e o cansaço, que antes eu não estava sentindo, vem. Me deito um pouco e fecho os olhos, só para descansar um pouco. Deve ser o efeito do remédio. A porta do quarto é aberta novamente. Me sento rapidamente, sentindo uma tontura pelo movimento rápido, e olho para a entrada do cômodo.

 

— Olá, Senhorita Clark. — No quarto entra um homem mais velho, que está com um jaleco branco, que aparenta ser um médio. E, ao seu lado, entra o Senhor Park, que me encara sério e se senta em uma poltrona que há ali. — Como está se sentindo? — O mais velho para em minha frente, com uma maleta em mãos.

 

— Eu... — Olho para o outro homem presente no cômodo e depois volto o meu olhar para o Doutor, que me encara com dúvida. — Eu estou bem. Só um pouco cansada e... Tem algo na parte inferior do meu braço que me incomoda. Está doendo. Como se fosse uma picada de um mosquito. Só isso... — Falo e sorrio fraco para o mesmo. O Doutor assente e mexe em sua maleta.

 

— Sou o Doutor Kim. — Tirando de sua mala uma injeção com algum líquido dentro, ele vem se aproximando de mim. — Sobre essa dor que você está sentindo aí: Bom... Isso daqui — O mesmo aponta a injeção para mim. — vai te deixar mais calma e você irá descansar mais, hm?

 

— O quê? Por quê? — Pergunto apavorada. — Isso não vai me deixar melhor. Isso só vai... — Paro de falar ao sentir a agulha em meu braço. — Por favor... — Sinto lágrimas caírem de meus olhos e o meu corpo se deitar no colchão.
 

— O rastreador está funcionando perfeitamente, Park. — Diz o Doutor ao Senhor Park. Fico surpresa e sinto os meus olhos pesarem.
 

— Perfeito.
 

(......)
 

Próximo dia.

10:00am
 

Author's POV.
 

Acordando assustada, após um pesadelo, Wendy se levanta rapidamente, logo caindo no chão, ao sentir o seu corpo mole. A mesma está fraca, sem forças para se levantar. Tentando se levantar, apoiando-se a uma escrivaninha que há ao seu lado, a mesma acaba por cair, fazendo as coisas ao seu lado, também. Gemendo alto de dor, Wendy chama a atenção da mulher, desconhecida por ela ainda, que está na casa. A moça vai rápido ao quarto e se depara com Wendy no chão. Sem mais delongas, a mesma a ajuda a se levantar.
 

Ajudando Wendy a se deitar na cama, a moça decide ir pegar um copo de água com algum remédio, arriscando a deixar a porta do quarto aberta. Wendy, que, mesmo ainda um pouco inconsciente, se levanta com esforço e vai até a porta. Olhando para os lados e tendo certeza de que não há ninguém, a mesma sai andando pelo enorme corredor, tentando achar alguma saída.
 

Em ambos os braços, Wendy sente uma dor. Não uma dor de verdade, mas, sim, um choque. Decidindo não ligar para isso, a mesma continua o seu caminho. Pegando um vaso de flor, para se defender, caso alguém apareça, ela acha a escada que dá para o andar de baixo. Respirando fundo, Wendy desce o primeiro degrau. Olhando para trás para ter certeza de quem não vem ninguém, ela continua descendo.
 

— Vai sair? — Escutando a voz, quase bem conhecida por você, a mulher paralisa. Com medo de olhar para trás, ela continua olhando para a frente, vendo a moça que lhe ajudou mais cedo, encarando-te lá de baixo. — Hm? Vai sair? — Pergunta novamente o Senhor Park, de um jeito debochado. Deixando o vaso cair e gemendo de dor, Wendy cai de joelhos na escada, sentindo o seu corpo levar outro pequeno choque. — Leve-a até o meu escritório, Maggie.
 

Wendy's POV.
 

A tal da Maggie me ajuda a levantar. Cambaleando e sendo segura pela mesmo, eu sou levada para o local indicado pelo outro. Abrindo a porta do escritório, eu sou levada a um sofá e obrigada a me sentar. O sofá fica de frente há um telão. O telão é ligado e as imagens e vídeos são de um ilha deserta, que eu não sei a onde fica.
 

— Sabe a onde é? — Ele pergunta para mim e eu nego. — É a onde nós estamos. Não adianta tentar fugir, que será pior só para você. — Arregalo os olhos e deixo algumas lágrimas escorrerem. — E está vendo isso? — Imagens de Rose são passadas no telão.
 

— Ela está sendo vigiada... — Sussurro baixinho, deixando mais lágrimas caírem.
 

— Bingo! — O mesmo fala alto, fazendo a minha atenção ir para ele. — Algum passo errado seu e ela morre. — Me levanto para ir até ele, mas sinto outro choque em mim. Gemo de dor e olho para o homem a minha frente. — Você está sobre os meus controles. Isso — Sinto outro choque. — é só um choquinho para você se tocar de que está fazendo alguma coisa errada. — Meu choro se tronar mais alto e afobado. — Ah, e têm dois rastreadores em você... Pode se retirar.
 

— O-o quê? — Pergunto assustada. — Como... Por quê? Você é louco! — Grito, tentando não ter medo. — O que você tem na cabeça? — Me afasto e me levanto. — Seu...
 

— Seu? — Fala me intimidando e se aproximando. — Isso é só um alerta. Não farei nada de mal com você, hm? — Saio de perto e vou em direção a porta.
 

— Por favor... Para... — Imploro ao sentir outro choque. Os choques não são fortes. São fracos, mas incomodam demais, apesar de ser por um tempo bem curto. É como se eu tivesse batido o tendão na cadeira. Um dor chata para caramba, mas que dura pouco. — Por favor... — Escuto os passos dele se aproximando. — Eu faço de tudo... Só tira essa coisa de mim, por favor.

 

— Se você se comportar... — Fala e se retira do cômodo. Maggie me ajuda a levantar e me leva para o quarto a onde estou ficando.
 

— Você é uma mulher forte. Mas, por favor, faça o que ele pede. No futuro, você verá que não é tão ruim assim... — Após falar isso, a mesma se retira e me deixa sozinha novamente.
 

— Eu espero, algum dia, sair dessa... Ele irá pagar, só não sei quando.


Notas Finais


Gente, sei que tá meio horrível essas coisas. Eu também sinto isso. Não sei se vocês sabem, mas o destino dá o troco (Um pequeno spoiler), então, ele receberá o que merece mais para a frente.
Espero que tenham gostado.
Me digam o que vocês acharam.
Me desculpem qualquer erro ortográfico.
Um beijão e se cuidem. Até~ ✨💖

Me sigam @_XxXDanger_XD


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