História O amor muda tudo (Emison) - Capítulo 25


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Categorias Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Aria Montgomery, Ashley Marin, Byron Montgomery, Caleb Rivers, Cece Drake, Darren Wilden, Ella Montgomery, Emily Fields, Ezra Fitzgerald, Hanna Marin, Isabel Randall Marin, Jackie Molina, Jason Dilaurentis, Jenna Marshall, Jessica DiLaurentis, Kate Randall, Lorenzo Calderon, Lucas Gottesman, Maya St. Germain, Melissa Hastings, Meredith Sorenson, Mike Montgomery, Mona Vardewaal, Noel Kahn, Paige McCullers, Pam Fields, Peter Hastings, Samara Cook, Spencer Hastings, Toby Cavanaugh, Tom Marin, Veronica Hastings, Wayne Fields, Wren Kingston, Yvonne Phillips
Tags Emison, Ezria, Haleb, Sparia, Spoby
Visualizações 68
Palavras 951
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Festa, Ficção, Hentai, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpa pela demora,mas aqui estou eu novamente. Nossa fic tem exatamente 6 meses e alguns diazinhos... Espero que gostem do capítulo de hoje, será um pouco tenso,mas faz parte, né?

Boa leitura <3

Capítulo 25 - Reajuste


Fanfic / Fanfiction O amor muda tudo (Emison) - Capítulo 25 - Reajuste

                                              POV Alison Lauren DiLaurentis

-Sean Ackard? Como...e por quê?

Perguntei querendo que ele fosse o mais claro e breve possível.

-O quê? É errado ajudar os outros?

Ele debochou,balançando a cabeça negativamente.

-Eu esperava um muito obrigada!

-Obrigada!

Dei um sorriso forçado, pois não tinha esquecido do nosso último encontro “super agradável”.

-Ainda guarda rancor de mim?

Ele se virou e passou a mão no meu rosto me fazendo recuar a cabeça.

-Olha para frente!

Disse Lorenzo irritado pelo ato do Sean. Ficamos mais próximos do centro da cidade e uma multidão de pessoas estavam nas ruas,tanto nas calçadas como no meio da estrada,o que impedia o Jeep passar entre todas aquelas pessoas,pareciam felizes. Aquele clima de felicidade se juntava ao meu, todos gritando. Por um segundo,pensei que todos soubessem que eu encontraria o amor da minha vida, seria um motivo nobre para toda comemoração e agito. Minha ansiedade se instalou por todo o meu corpo, eu precisava ir e vê-la, então abri a porta do carro e sair.

-Que pressa é essa, loirinha? Espera aí. –Pediu Lorenzo.

-É,espera. Eles estão comemorando, pois o time de lacrosse ganhou.

Olhei para eles e senti que meus olhos sorriram.

-A cidade não entende a agonia de quem ama.

Eles olharam confusos e lá estou eu correndo novamente, ignorando os esbarrões que dou em todas as pessoas que entravam no meu caminho. Sinto como se estivesse flutuando. No outro bairro as ruas estavam caladas e cansadas, a agitação morreu ao cair á noite. Meus pés continuavam descalços, eles sabiam o caminho certo a seguir. Meu cérebro  parecia não saber que acontecia,devolvi toda frustração que o dia tinha me dado. Minhas pernas dançavam lindamente,meu olhos localizaram a porta da entrada do Radley. O escuro andava ao meu redor, aquela porta me chamava, m convidava para entrar.

Entrei e dei de cara com a recepcionista,que parecia uma senhora ranzinza.

-Olá,mocinha. O que faz aqui?

-Qual o quarto de Emily Fields?

-É o 205,mas você não pode vê-la. O médico suspendeu as visitas, pois ela agrediu uma das amigas e você deve ser a Alison. O seu sumiço a trouxe para cá.

Me partiu o coração ao ouvir aquilo, mas não iria desistir.

-É por isso que preciso vê-la. Ela irá melhorar se me ver.

-Sinto muito.

Olhei para o corredor dos quartos e corri.

-Você não pode ir até lá,mocinha! Vou chamar os seguranças.

Ela ameaçou, mas continuei, meus olhos vasculharam cada número em cada porta e encontrei, abrir a porta ás pressas. Ela estava olhando para a parede e logo senti as mãos firmes e pesadas de dois caras prenderem meus pulsos com força.

-Emily, eu te amo. Vou te tirar daqui, meu amor.

Eles me puxaram para trás com agressividade e fecharam a porta, perdi a visão da primeira coisa que desejava ver. Emily nem se quer me olhou.

-Retirem ela daqui agora.

Ordenou a velha ranzinza. Meu corpo pesou, eu estava quase sendo arrastada pelos seguranças que me conduziram até a porta.

-Boa noite,moça.

Disse um deles sorrindo,tentando ser simpático, como uma forma de pedir desculpas pela agressividade.

Sentei na calçada,como uma garotinha perdida. As palavras voaram da minha boca, foram sopradas como um vento maravilhoso em uma tarde quente de verão. Soprei a minha alma para que ela recebesse a minha metade, mas ela não as acolheu,nem mesmo olhou em meus olhos. Eu estava convicta de que Emily me ouvia,de que ela estava presente mentalmente e fisicamente, mas recebi um soco no estômago, fui rasgada em trilhões de pedaços.

-Se eu não tivesse ido, não seria eu. Se eu não tivesse ido, estaria morta. Então fui e me perdi.

Falei para mim mesma, fazendo com que aquilo servisse de consolo para meu cérebro. Então partir,partir para não quebrar. Mas para onde eu ia? Já que estava correndo novamente, minha perna começava a doer, a ferida inflamou e parei novamente, sentei e apertei com a mão.

-AAAAAAAAAAAAAAAAAAA!

Soltei um grito profundo, de dor, era como se colocasse todos os meus pedaços e abrissem em seguida.

Deitei na calçada fria, que aquela hora descansava aliviada por não receber pessoas nela, não podia continuar, minha perna reclamava com meu cérebro o que fazia minha cabeça doer. Então fechei meus olhos e sem perceber meu rosto estava molhado,eram meus restos saindo pelos olhos.

                                                 POV  Spencer Jill Hastings

Depois de um bom tempo estacionada naquelas rua deserta, resolvi dirigir um pouco, me direcionei para a saída da cidade. Pus uma música antiga no rádio do carro, me parecia ser uma cantora depressiva francesa, apesar da música ser bem clichê, eu chorei, bati no meu volante até ver uma garota loira, deitada na calçada e parecia estar sangrando.

-Ei, moça!

Chamei e quando me aproximei,olhei para sua face cansada e triste.

-Alison!

Fiquei surpresa e desesperada ao vê-la, já que tinha um mês desaparecida.

Pus meus dedos em seu pescoço para ver se estava viva.

-Ufah!

Suspirei fundo, olhei ao redor, ela tinha apagado. Então amarrei meu casaco em sua perna bem forte e a levantei,colocando-a deitada no banco traseiro.

 

(...)

 

No hospital,já tinham costurado o estrago em sua perna e ela já havia acordado.

-Por que você sumiu? –Cruzei meus braços e a encarei.

-É uma longa história e a primeira pessoa pela qual, quero explicar primeiro, é a Emily. Única coisa que vou contar a vocês, é que fui seqüestrada e hoje, consegui fugi.

-Quem te ajudou?

-Lorenzo Calderon e Sean Ackard!

-Sean Ackard? –Ergui as sobrancelhas.

-É, ele era o mocinho da história, o tempo inteiro, só queria ajudar e eu o julguei mal.

-Não tenho tanta certeza disso! –Falei desconfiada,com um nó na garganta, me recordando de tudo que ele fez com a Emily.


Notas Finais


Rai ai... Alison, abre os olhos, tem gente te passando a perna. Oh Spencer, ajuda aí nosso bolinho.

Espero que vocês não queiram me esganar por isso, mas a minha vontade é de voar no pescoço do cínico do Sean, é isto.


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