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História O amor não tem leis - Capítulo 11


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Notas do Autor


Genteeeeee perdoem o atraso! Eu sei que demorei, mas estou aqui. Serio, eu não sei se ficou bom este capitulo. Eu rescrevi três vezes e não gostei de nenhum deles, mas como eu tinha que postar, então vai ser esse mesmo. Peço desculpas desde já.

Capítulo 11 - Capitulo 11


Fanfic / Fanfiction O amor não tem leis - Capítulo 11 - Capitulo 11

 

 

Julieta se levantou do sofá colocando a taça na pequena mesa de centro junto com o livro. Assim que  abriu a porta e, de todas as pessoas que podia imaginar, ele seria a última da sua lista. Ainda mais aquela hora da noite, sem ser anunciado.  

- Aurélio? – indagou e ele a encarou da cabeça aos pés. – O corpo da delegada rapidamente correspondeu ao seu olhar. – O que faz aqui? pergunta, e que faz o despertar da sua análise nada sutil.  

- Não aguento mais… – Após dizer isso, ele entrou e beijou a delegada.  

Não era um beijo comum, mas sim de urgência, necessidade. 

Ela o empurra, ainda ofegante ela o analisa e ver que ele se encontra do mesmo jeito dela, ou pior. 

- Nem eu. – diz e voa em cima dele, e o beija.

Aurélio desceu beijando o pescoço e suas mãos desceram ate a coxa e foi subindo até os quadris, sem pudor algum. Depois voltou a beijar a boca e, com a outra mão, ele abriu o seu robe e o deixou cair sobre os pés dela. 

Quando Aurélio tirou o robe de Julieta, ele desceu a visão para o corpo desnudo da delegada. Os olhos de Aurélio saiam faíscas de tanto desejo que sentia ao admirar a perfeição do corpo da mulher. Ela estava ofegante, a sua boca estava entreaberta e o seu peito descia e subia com agilidade. Aurélio novamente deu mais uma olhada no corpo dela. Os seios eram da medida certa, nem pequenos e nem grandes. Julieta não usava sutiã, então Aurélio pode ver os bicos dos seios durinhos. A delegada usava uma pequena calcinha rendada da cor preta que ficava linda em seus quadris, as coxas era grossas e perfeitas. Podia se dizer que a delegada era um mulherão. Ela tinha um corpo dos deuses. Pensou ele. 

O corpo de Julieta incendiava por dentro e ficou ainda mais quente ao ver o olhar demorado e faminto de Aurélio. Olhar esse que queimava dez mil vezes e que ela tinha a certeza que ele a devoraria ali mesmo. So de ter esse apresamentos, ela poderia ter um orgasmo e ao ver o desejo estampando na face do homem e nos olhos azuis que deixava tudo explícito que Aurélio pensava a mesma coisa e alem de esta bem animado lá embaixo. Pois a sua excitação estava bem evidentes e só de olhar o volume que crescia cada vez mais, Julieta ficou ainda mais molhada e passou a língua sobre a boca molhando-a, pois ja estava seca.

- Aurélio... – sussurrou baixo.

Aurélio despertou do transe e a encarou. Em um gesto muito rápido ele a puxou pelo o braço e a girou pressionado ela contra a porta. Logo invadiu a boca da delegada sem pedir passagem, mas logo as duas línguas duelavam para quem ai ficar no comando. A dele ganhou. Ele pressionou Julieta ainda mais contra a porta grudando os corpos e sentiu os bicos dos seios pontudos dela pressionar contra o seu peitoral. Julieta passou as mãos na nuca dele subindo mais um pouco, ela puxou os fios do cabelo do homem provocando um gemido alto da parte dele. Ao ouvir o gemido, Julieta despertou da onda de desejo e afastou a boca da dele interrompendo o beijo. O empurrou devagar e se desencostou da porta desviando dele andando alguns passos para frente ficando de costas para o advogado que estava com a testa encostado na porta e soltou um grande suspiro. Ele colocou uma das mãos com o punho cerrado na porta.

- Aurélio, como você entrou aqui sem a minha autorização? – perguntou ainda de costas, mas logo se virou e Aurélio ainda estava de costas e ficou alguns segundos naquela posição, mas também se virou e ficou encostado na porta. Passou umas das mãos entre os cabelos e depois pois a mão no queixo. Ele ficou encarando a mulher em sua frente e sorriu sexy. Não desista! Não agora que sentiu sua pele macia e cheirosa. Não agora que ele tem a visão dos deuses bem na sua frente. Pensou ele.

- É serio que você vai querer conversar sobre isso agora? – pergunta sorrindo e anda três passos para frente. Não tão perto. Ele ergue o braço direito que nessa distância, o seu braço da para tocar nela. E com um dedo, Aurélio vai deslisando vagarosamente do pescoço ate os seios, parando precisamente entre os dois seios que se movimentava-se em um sobe e desce muito rápido. A atitude de Aurélio casou um arrepio grandioso e gostoso no corpo da delegada, ela estava ofegante e os lábios entreabertos e inchados devido aos beijos que trocaram. 

Julieta acompanhou cada movimento que Aurélio fez. Ela também abaixou a cabeça seguindo o movimento do dedo dele que parou entre os seus seios. E quando ela levantou a cabeça para olha-lo se perdeu naquela imensidão de olhos azuis que agora estavam escuros de puro desejo. A mulher nem percebeu que tinha prendido a respiração, só percebeu quando o ar lhe faltou. 

- Julieta? – ele a chama por seu nome sorrindo de lado com todo o charme que tem. 

- Huummm...? 

- Você quer parar agora? – pergunta e com a mão alisando agora os lábios dela sem desviar os olhos dos dela.

Com esse toque dos seus dedos em sua boca, Julieta fecha os olhos e quando abri percebe que aquela batalha ja estava perdida há muito tempo e de uma coisa Julieta sabia é que não ia aguenta se segurar por muito tempo e nem queria. Ele sabia como seduzir uma mulher. 

Porque não? Perguntou pra si mesma.

- Não... – murmurou devagar. 

- Foi o que pensei. – diz e puxa novamente pelo o braço dela trazendo pra si chocando-se os corpos. Ele a gira encostando outra vez na porta e depois ataca de forma faminta a boca da delegada.

A língua sedenta de Aurélio, as vezes leve e as vezes bruta, arrancava suspiros de Julieta. Uma das mãos dele foi em direção a um dos seios da delegada e a outra mão estava no quadril dela que logo passou a ficar bunda dela dando um aperto lá o que ocasionou um gemido da boca de Julieta. O advogado com a mão que estava no seios dela beliscou a ponta do seio causando mais um gemido. Aurélio desceu os beijos para o pescoço dela e ficou desfrutando por um bom tempo lá. As vezes beijava e outras chupava e Julieta sabia que no dia seguinte ia aparecer algumas marcas, mas por agora isso não era importante. Os olhos da mulher permanecia fechados, os lábios entreabertos e a cabeça encostada na porta sentido toda aquela sensação maravilhosa que Aurélio lhe proporcionava e ficou cada vez melhor quando o advogado foi descendo os beijos cada vez mais até chegar nos seios dela e deu a devida atenção naquela região. Enquanto Aurélio trabalhava com fervor, Julieta passou a segurar com força os cabelos dele, seu corpo tremia com os pequenos espasmos que surgiam e suas pernas já estavam bambas ao pré orgasmo que estava preste a vir e Aurélio sabia que ela estava perto, por isso intensificou ainda mais. O homem saboreava, uma hora chupava os seios, outra hora e passava a língua vagarosamente nos bicos rosados e durinhos de Julieta. E quando Aurélio apertou um seio com a mão direita que não estava mais na bunda dela e sim no seio, ele apertou e com o outro seio em sua boca, ele deu uma mordida de leve no bico do seio e depois o puxou pressionado os dentes no bico deixando a delegada alucinada com o orgasmo que vinha, e foi tão rápido que ele ouviu um gemido rouco e profundo sair da garganta de Julieta que o deixou ainda mais excitado. Ela tinha chegado lá. Aurélio ainda com a boca nos seios dela, ele a pressionou o corpo dela na porta e segurou firme a cintura da mulher para não cair já que as pernas dela estavam bambas devido o orgasmo. Aurélio deixa os seios ja sentido falta e olhou para a face da bela mulher que ainda tinha a cabeça pra cima com os cabelos assanhados encostada na porta com o nariz arrebitado e olhos fechados. Uma visão linda, pensou ele. A respiração dela passou de agitada para lenta, calma, e quando ela abriu os olhos castanhos, Aurélio não desviou em nenhum minuto sequer daqueles belos olhos brilhantes. Julieta sorrir para ele. Um sorriso lindo que faz o homem devolver outro sorriso mais ainda mais lindo. E ela o beija.

- Onde fica o seu quarto? – Aurélio pergunta com a voz rouca e ainda encostada na boca dela. Ele lambe os lábios de Julieta de um jeito tão sensual que a mulher demora a responder por fitar os olhos dele demoradamente. Aurélio aperta ainda mais a cintura da mulher e com esse gesto ela volta a si. 

- No fim do corredor... – murmurou. Julieta ainda sente as pernas bambas devido o orgasmo que teve em alguns minutos atrás. 

Aurélio a puxa pelo o braço e anda apressado pelo corredor que é imenso. Tem três porta e o homem rapidamente olha para a mulher. – Qual é o seu? 

- A última porta. – diz e Aurélio a pega e a coloca sobre o ombro parecendo um homem das cavernas. Julieta que não esperava por essa atitude, logo soltou um gritinho. – Tenha calma homem, eu não vou fugir. – diz sorrindo.

- Eu não posso esperar delegada, vai que você mude de ideia. Esperei tanto por este momento que não saio daqui nem que me pague ou prenda. – diz.

- Olha que posso te prender.

- Nem ouse. Se for me algemar que seja de outra forma. – fala e da um tapa na bunda dela. 

Ela solta um gemido. 

Ele abre a porta e assim que entra passa o olhar no quarto procurando a cama, assim que encontra a coloca sobre ela. 

Ele está tão apressado que Julieta solta uma gargalhada, não que ela também não esteja. Aurélio fica admirando o corpo dela e logo se jogou nos braços dela ficando por cima. O beijo deles é quente como o inferno. Enquanto Aurélio a beija, suas mãos vão descendo pelo o corpo da delegada, explorando ainda mais. Ela vai descendo a mão e procura os botões da camisa branca de Aurélio. Os primeiros botões Julieta conseguiu abrir com facilidade, mas os últimos ela não conseguiu e Aurélio não ajudava. Julieta bufou entre o beijo que trocava com Aurélio. O homem só fez rir e voltou a beija-lá. Julieta sem paciência logo abriu com força os últimos botões e acabou arrebentando alguns, ele interrompe o beijo e a ajuda a tirar a camisa.

- Mulher bruta. – diz sorrindo.

- Ah, agora você resolveu ajudar. – diz e ele sorrir e joga a camisa em algum canto do quarto. – Aurélio... – sussurrou perdendo o fôlego ao ver ele sem a camisa. 

- Gosta do que vê? – pergunta sexy e rouco de tesão.

- Mais doque eu deveria. – fala rouca. 

Antes que ele ataque a boca da mulher, Julieta fica de joelhos e com as mãos, ela passa no peitoral de Aurélio, que ao sentir o toque prende a respiração e fecha os olhos. Ela deslisa os dedos sobre o peitoral dele e Aurélio segue todo o movimento. Julieta desce as mãos e para no coes da calça e desafivela o cinto preto. Assim que abri o cinto, a mulher olhar para Aurélio e sorrir sensualmente. Antes de abrir o botão da calça, ela ousa um pouco mais e aperta o o sexo volumoso do homem que solta um rosnado. Ela sorrir olhando para ele e mantendo ainda o olhar, Julieta abriu o botão da calça e desceu o zíper vagarosamente, ainda teve a cara te pau de morde os lábios enquanto encarava Aurélio. 

- Você que me deixar louco, né? – rosnou. 

- Essa é a minha intenção. – pisca para ele.

Aurélio não queria esperar mais. Ele tirou o sapato junto com as meias e depois a calça azul, ficando só com a cueca preta. Olhou para a delegada que sorria e logo pulou em cima dela e a beijou. Não demorou muito, foi descendo os beijos por todo o corpo da mulher. Quando chegou na parte que queria e que tanto desejava. Aurélio olhou para Julieta e com o olhar e teve a permissão para tirar a única peça de roupa que cobria o seu maravilhoso corpo. Ele tirou a pequena peça delicadamente e jogou no chão do quarto. E ao ver a intimidade dela, Aurélio deu um pequeno beijo casto lá e voltou a beijar a boca da mulher. Julieta agora estava muito mais muito molhada. Ele novamente foi descendo os beijos e quando chegou no sexo dela, ela tentou fechar as pernas, mas Aurélio à impediu. A visão da intimidade de Julieta, os lábios lisos e rosado, com aparência macia e já molhados de excitação fez Aurélio salivar. Lentamente e ainda sustentando o olhar no dela, Aurélio desceu a boca  e a primeira coisa que o Aurélio fez, foi deslizar devagar a língua pela virilha interior da coxa dela para depois subir e abrir a fenda úmida. Julieta se contorceu todinha com aquele breve ato de Aurélio. E para tortura-la, Aurélio soprou a intimidade de Julieta, soprando umas três vezes. 

- Aurélio... por favor não me torture. – sussurrou ao sentir o ar quente da boca do homem.

- Bem que eu deveria, por tudo que você me fez passar naquela boate. 

- Anda logo, e faz o que tem que fazer! – ordena.

Ele sorriu e logo passou a língua sobre o seu sexo dela e chupa com fervor sentido o gosto suculento da delegada. No mesmo instante ele ouviu o gemido rouco e profundo de Julieta o deixando ainda mais excitado, duro como pedra. As mãos dela foram até os cabelos de Aurélio, colocando mais pressão ali naquela região. O advogado chupou e mordeu o clitóris, mas não forte, deixando a mulher doida de desejo. A barba rala do homem fazia cócegas nela que as vezes a fazia rir. 

Ele parou no que estava fazendo e procurou o olhar dela. – Rindo? 

- Sua barba faz cócegas. – murmurou e rebolou para aliviar a sensação. 

- Quero ver se agora você vai rir. – Aurélio a penetrou com a língua, e Julieta se desmanchava, choramingava e gemia. Aurélio não a ouviu rindo, só gemendo. Logo sentiu os espasmos começando a tomar conta do corpo dela e os seus gemidos ficarem mais altos. Não demorou muito para Aurélio sentir o líquido em sua boca dando a certeza que ela tinha gozado.

O corpo de Julieta tremia, melhor sensação do mundo é quando você goza, você vai ao céu e volta satisfeita. Pensamentos dela. Ela ver ele se levantar e pegar a calça jeans que estava jogada no chão. Julieta deduziu que ela ia pegar a camisinha.

- Merda! – profere Aurélio. – Esqueci a camisinha. 

- Eu tenho. – fala Julieta e aponta pra o banheiro. – Esta na segunda gaveta. – diz e Aurélio anda ate o banheiro. A todo momento ela não tirou os olhos das costas dele, na verdade não tirou os olhos da bunda dele. E que bunda! 

Ele voltou com três pacotes de caminhas que não passou despercebido por Julieta. Colocou os dois pacotes em cima da cômoda e o outro levou a boca rasgando a embalagem. A mulher se sentou na cama e ele focou de joelhos também na cama. 

- Deixe eu ajudar. - pede Julieta.

- Claro, mas não demore. Eu quero logo estar dentro de você, sentir você por completo – fala ficando de frente e da um beijo casto no pescoço da delegada.

Julieta levou as mãos ate a cueca dele e abaixou a peça e logo o membro grande e grosso pulou para fora. Os olhos da delegada brilharam, Aurélio era um homem grande, a boca de Julieta salivou de vontade e desejo. Ele entregou a camisinha e antes de coloca-la, Julieta deixou um beijo casto na glande do membro de Aurélio o deixando louco. Assim que ela terminou, Aurélio a emperrou e deitou sobre ela tomando a sua boca com força. Ele desceu os beijos para o pescoço e depois para os seios da mulher, mas logo voltou a beija-la na boca. 

- Espero que você esteja molhada, por que eu não consigo mais esperar. – diz e coloca seu membro na entrada dela e deslisa para dentro devagar. Ambos soltam um gemido. – Você é apertada. – Sussurra ele.

- E você é grande. – retruca sorrindo. 

Ele espera um pouco ate se acostumar e depois começa a se movimentar-se lento, mas logo se movimenta rápido e ataca a boca dela. Os gemidos ecoavam no quarto assim como os sexos se chocando. 

- Mas rápido. – pede ela é Aurélio aumenta a velocidade. 

Para ter mais acesso dele, Julieta cruza as pernas nas costas de Aurélio. As mãos dela arriavam as costas dele. Ele tinha os seios dela na sua boca e sempre alternavam. Julieta desce os braços e fixam na bunda dele e aperta com força e da um tapa na bunda apetitosa de Aurélio que solta um rosnado. Julieta resolve ousar e com rapidez, agora fica por cima dele e ele por baixo. Ela sorrir e Aurélio tirar algumas mechas do cabelo do rosto de Julieta e depois sorrir. Ela o beija e começa a cavalgar. Julieta subia do colo de Aurélio quase o tirando completamente de dentro de si, para depois descer lentamente deixando o homem ainda mais louco. Aurélio leva a mão ate o seio dela e aperta e com a outra mão leva para o meio das pernas de Julieta e brinca com o clitóris. Com a outra mão ele retira do seio e leva até a boca dela e ali, Julieta chupa dois dedos. Aurélio muda a posição, mas deixa Julieta por cima. Ele agora tá sentado e com as pernas estiradas e ela sentada no colo dele ainda cavalgando. Aurélio passa os braços sobre a cintura dela e aperta, os gemidos são altos, tanto os deles quanto os dela. Aurélio sentiu a mão dela em seu cabelo e o olhar que Julieta deu a ele, pedia por mais, mais forte e mais intenso. Os dedos se fecharam entre os fios e puxou o cabelo dele trazendo a face dele para si e o beijou. Ele ajudava ela intensificar mais o movimento com as mãos firme sobre a cintura dela.

- Estou quase lá... – diz assim que afastou a boca da dele. 

- Eu também. – murmurou rouco.

Ele a deita e começou estocar mais rápido. Ela estava perto e ele também. –  … Não aguen… – a antes de concluir a frase, Julieta gozou alucinadamente olhando nos olhos dele. Ela tremia com os espasmos que seu corpo faziam. Aurélio não parou de estocar, continuou fundo e rápido ate que a vez dele chegou e gemido intenso saiu da sua boca e o homem logo caiu por cima do corpo de Julieta. Aurélio estava muito ofegante, ela também. Nenhum dos dois falou, Aurélio que passou alguns minutos deitado por cima dela e com medo de machuca-la, ele saiu de dentro dela que gemeu ao sentir ele se mexer dentro de si. Ele deitou-se ao seu lado. Alguns minutos se passaram e o silêncio reinou dentro do quarto.

- Está pensando em uma maneira de me mandar embora? – quebra o silêncio. Ele chega mais perto dela e Julieta sente o seu corpo reagir.

- Não, mas sim digerindo tudo o que aconteceu - falou enquanto recebeu um beijo no pescoço. – Aurélio...  – sussurra.

- Eu posso te ajudar a lembrar. – diz e da mais outro beijo no pescoço dela. – Cada detalhe. 

- Precisamos conversar. – diz.

- Não agora. – fala e sua mão desce para o seio desnudo dela.

- Aurélio! É sério. – ele a encara.

- Certo! Eu sei que isso não vai se repetir, não é? – pergunta e ela concorda. – Então vamos aproveitar o tempo que nos restam, assim que sair do apartamento, do prédio, eu esqueço tudo. – Não, ele não queria esquecer. Mas pelo o pouco tempo que conhecia Julieta, ela ia surgir a mesma coisa, então preferiu falar primeiro. 

- Uma noite e nada mais. – fala. 

- Se é isso que você quer, então vai ser a melhor noite da sua vida. – indaga Aurélio. 

- Mas é um convencido! 

- Sim, o convencido que vai te dar a melhor transa da sua vida. – Julieta dar de ombros.

- E se eu não quiser mais? 

- Você pode ate negar, mas o seu corpo não pode. – ela fica incrédula e excitada ao mesmo tempo. 

Aurélio não esperou alguma resposta, ele a beija. Um beijo voraz e cheio de desejos, e novamente ele unem os corpos se tornando um só. A noite para ambos fora bastante animada e agitada. 

Quando os primeiros raio de sol começou a adentrar pela a janela do quarto da delegada que estava dormindo, mas que logo acordou com a claridade invadindo o seu quarto. Aos poucos ela foi se acostumando com a claridade e ao se virar sentiu Aurélio se mexer. E foi impossível não lembrar da noite anterior, impossível! Ela lembrava de tudo, cada detalhe. Estava deitada com o corpo encaixado no dele e ambos estávamos nus. Julieta não fazia a mínima ideia de como dormiu de conchinha com Aurélio. A delegada ficou observando o homem por alguns segundos, parecia dormir tranquilamente. Ela tocou no rosto dele, alisando devagar. Passou os dedos contornando aqueles lábios perfeito e carnudos que tanto lhe deu prazer. Julieta olhou a hora e ainda era cedo, então decidiu dormir mais um pouco, ja que a noite a última coisa que fez não foi dormir. 

Julieta foi despertada por uma sensação espetacular. Os lábios de Aurélio estava em seu pescoço e a delegada estava adorando.

- Aurélio... – sussurrou ofegante. – pare, por favor. – pede apertando os ombros de Aurélio. 

Ele sorrir contra a pele do pescoço de Julieta antes de se afastar. Ele sabia que ela estava excitada, seus seio pontudos e durinhos comprova isso. E lentamente Aurélio deslizou por cima de Julieta, prendendo-a com seu peso e excitando ainda mais ao pressionar o sexo volumoso no dela. A  boca carnuda de Aurélio encontrou a dela sem dar a ela uma oportunidade sequer de protestar. Em um beijo apetitoso e voraz e Julieta sentiu a mão dele tocar sua intimidade e contatar que estava molhada, logo Julieta sentiu a invasão deliciosa do membro grande de Aurélio com uma investida firme. A mulher soltou um gemido ao sentir a invasão e logo ficou mais ofegante com as estocadas rápidas e precisas de Aurélio. Julieta passou as pernas nas costas dele e Aurélio com as mão segurou a bunda apertando a perna de Julieta contra sua cintura empurrando cada vez mais uma vez contra o interior de Julieta. 

- Aurélio... – gemeu falando o seu nome. – Pare.

Ele parou. 

- Estou te machucando? – perguntou com receio e ela negou. 

- Não está usando camisinha. –  murmurou ela fazendo um movimento que o ambos gemeram. 

Ele franziu a testa constando que não usava, pois o desejo foi maior que acabou esquecendo de colocar e ele se afastou lentamente causando outro gemido da parte da delegada. 

Julieta se levantou ainda lenta pelo prazer e olhou para o homem. – Deite-se aqui – ordenou para Aurélio deitar no lugar que ela estava deitada, ele pareceu confuso, mas no entanto, se deitou. A delegada foi até o banheiro para pegar uma camisinha e voltou para o quarto e sorriu ao ver que ele a encarava ansioso. Aurélio tentou se levantar para pegar a embalagem, mostrando que realmente estava com pressa.

- Deite-se. – ordena.

- Incrível como você gosta de me dar ordens. – retruca. – Acho que você sabe que não sou um cachorro para ficar me mandando deitar, neh? 

- Hum, não sei. Eu tenho minhas dúvidas. – Brinca. 

- Julieta. – rosnar.

Ela da uma risada enquanto engatinhava  sobre a cama, o olhar de Aurélio não desviou dos dela e Aurélio mostrando ter entendido as intenções, abriu um pouco as pernas e permitiu que Julieta ficasse entre elas. A delegada jogou a camisinha de lado e segurou com adoração o membro endurecido de Aurélio. Ela sorriu para ele antes de deslizar a língua no membro dele, fazendo-o arquear um pouco mais. Julieta quis provoca-lo ainda mais, e deslisou ainda mais a língua lentamente sobre o membro de Aurélio o deixando doido de desejo. Ela explorou cada canto sem pressa antes de deixar fluir para dentro dos lábios. O gemido rouco que Aurélio soltou foi a mais deliciosa compensação que a delegada ja teve, e a deixou  ainda mais excitada.

- Eu quero gozar dentro de você. – murmurou.

Ao ouvir essas ditas palavras o centro intimo de Julieta ficou ainda mais molhado, com as mãos trêmulas, ela rasgou a embalagem da camisinha deslizando sobre o membro de Aurélio. O advogado segurou a cintura dela e Julieta sentou lentamente no membro de Aurélio e ambos gemeram. 

- Aurélio... – sussurrou o seu nome. 

- Estou bem aqui Julieta. – ela tem a cabeça jogada para trás e sobe e desce em movimento vagaroso. 

-  Você está me tornando insano. – murmurou e Julieta rebola no seu membro fazendo o homem soltar um rosando. E quando Aurélio começou a ajudar e meter fundo, Julieta gemia cada vez mais. 

- Julieta porque você ainda não saiu do quarto? – ouviu a voz de Julia entrar no quarto. – Ai meu Deus! – tampou os olhos com as mãos e se virou de costas. – Continuem. – pede e sai do quarto apressada. 

Julieta estava dura, com os olhos arregalados e sem saber o que fazer. Aurélio que encarou Julieta e ao ver a face da mulher de espanto não se aguentou e teve uma crise de riso. Julieta olhou para Aurélio com raiva e deu um tapa no peitoral dele. – Não tem graça! Isso é culpa sua, Aurélio! –  gritou com raiva. 

- Aí. – passou a mão no lugar que ela bateu. – Minha? 

- Sim! Foi você que me seduziu e olha como estamos. – diz apontando com o dedo para os corpos. 

- Estamos muito bem. – diz rindo e se mexe por baixo e Julieta geme. 

- Não vai rolar, perdeu a graça. Ai que vergonha!  – passa a mão no rosto. – como eu vou olhar na cara da minha irmã agora? – murmurou mais pra si. 

- Todo mundo transa, é normal Julieta. – diz e a puxou para se e a beijou, mas logo ela se afastou.  

- Precisamos conversar… – falou.

- Espera, antes de você falar, me deixa te dizer uma coisa? – Ela assentiu. – Vamos curtir o momento aqui e agora, sem pressão. E outra sua irmã mandou continuar. – sorriu e Julieta da tapa leve no ombro de Aurélio e depois de um tempo, ela suspirou e o beijou os lábios dele.

 

Continua...  

 

 

 


Notas Finais


Empatada foda essa, hein. Kkkkk
Quantas vezes Julieta pediu para Julia bater na porta? Muitas! Será que dessa vez ela aprendeu?

Preferi acabar o capitulo aqui, até porque eu ainda nem comecei a escrever o próximo. Nossa foi muito difícil escrever esse capitulo, eu nunca escrevi um hot. Como eu disse, tenha paciência comigo, as vezes vou demorar a postar sim, vai ter bloqueio de criatividade? Claro que sim! Mas eu não vou abandonar a fic, podem ficar tranquilas. 🥰


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