História O amor nasce do ódio. - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 714
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 4 - Capítulo 4


      Seu cheiro era bom; seu toque era bom. Ele era o que todas as meninas sonhavam. Alto, mas não tão alto. Cabelo loiro, um pouco escuro. Seus olhos eram claro. Mudavam de cor. Ora eram azul, verdes, ou até cor-de-mel, castanho claro. Magro, mas seus músculos apareciam e seu biceps estava começando a marcar as musculosidade; resultados da academia.
     Fechei meus olhos e percebi ele mechendo em meu cabelo. Era relaxante; era bom. Cheguei a fechar meus olhos, maus aí, ouvi os portões abrirem. O pessoal havia chegado. Dou-o um beijo no canto da boca, levanto. Pego minha toalha, me enrolando nela e meu celular que estava no chão. Quando passava pela porta de vidro, pisquei pra ele, e recebi de volta um sorriso com uma mistura de malicioso e safado.
   Subi para meu quarto, tomei banho, me vesti apenas com peças íntimas e ouvi a porta se abrir. Achei que fosse a Lily ou o Ollie. Nós já nos trocamos na frente um do outro ou ficamos de roupa íntima. Era normal. Mas não, não era nenhum de meus amigos. Quando eu sai do banheiro dei de cara com o Matt. No meu quarto com meu óculos na mão. Tinha vindo me devolver. Eu devia ter deixado lá no chão. Quando reconheci quem era, tive um medo. Não imaginava que seria ele, mas também não corri pra vestir uma roupa, afinal,  já havia me visto de biquíni, a única diferença é que as peças eram menores e com detalhes em renda. Uma langerie preta. E também não tem problema alguém olhar para meu corpo. Não vou morrer por isso.

     Senti seus olhos percorrerem todo meu corpo, e caminhei até ele.

- Oi

- Ah, E-eu vim trazer o seu óculos.

- Ah, obrigada! E o dei um abraço.
Sim, foi de propósito e eu tava o provocando.
Lhe dei mais um beijo, dessa vez, não no canto da boca, um pouco mais para o meio. E, ao nossas intimidades se encontrarem, senti algo duro. Já imaginava o que era. Mas parei por ali e voltei para o banheiro enquanto ele me observava andando até lá. Ouvi a porta sendo fechada. Ele havia ido embora.

    Então vesti minha roupa, em vestido curto com um decote pequeno e com aberturas na cintura. Desci até a sala, onde todos estavam lá comendo e assistindo um filme qualquer da Netflix em uma TV gigante. Uns no sofá e outros jogados no chão, sentei ao lado de Lily e roubei um pouco de seu salgadinho.

      Terminamos o salgadinho já estava anoitecendo. Matthew puxou da bolsa uma garrafa de vodka e pegou uma de whisky que tinha na prateleira canto da sala junto com os  copos.

- Então, vamos comemorar o primeiro dia do nosso mês aqui! Quem quer vodka?

     Todos pegaram seus copos e começaram a virar. Liguei o som alto, não haviam vizinhos próximos, então não devia incomodar. Mary tinha feito alguns petiscos. Acho que ela havia combinado isso com o primo dela.

    Liguei também um aparelhinho que dava o afeito de um jogo de luz, e todos começaram a dançar e beber até a bebida acabar. Todos foram para os quartos, e só restou eu e Matt na sala. Os mais bêbados.

- De onde veio essa vodka em? Tava abençoada! - falei com a voz um pouco enrolada por conta da embriaguez.

- Se ela vem do céu, você também veio de lá. Começamos a rir e ao me levantar, ele me beijou com a melhor pegada que se pode existir me deixando confesso um tanto quanto excitada. Fomos para a parte de fora da casa. Ele me encostou na parede, e no meio do beijo,  dei uma risada maléfica. Começou a beijar meu pescoço e acariciar meus seios até que eu tava muito excitada. Meu Deus. Então ele parou.

- O que foi?

- Isso não pode acontecer. Não assim. Nos estamos bêbados. Depois você vai me acusar de te estuprar! - e começou a gargalhar. Eu também gargalhei e concordei com ele. não precisava ser daquela forma. 

Lembro de ainda ter corrido até o sofá e me jogar lá, n ao tinha forças de subir as escadas sozinha.

Do nada eu apaguei. Mas acordei em minha cama. E todo mundo morrendo de ressaca. 


Notas Finais


Até maaaiss


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