1. Spirit Fanfics >
  2. O amor nem sempre basta >
  3. Beijos

História O amor nem sempre basta - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Esse é meu primeiro wincest que to reescrevendo pra finalmente terminar de postar.
Vão ser apenas 5 capítulos e não esperem um final feliz, no mais se divirtam!

Capítulo 1 - Beijos


Dean Campbell e Sam Winchester eram vizinhos e seus pais sempre foram amigos, o que fez com que os dois crescessem praticamente juntos e com isso criassem uma enorme amizade que com o tempo foi se tornando algo muito além do que os dois podiam controlar.

Nesse momento Sam corria atrás de Dean em mais uma de suas brincadeiras sem mais nenhuma preocupação além de conseguir alcança-lo. Dean tinha 11 anos e Sam 7 e os momentos que passavam juntos no quintal de suas casas eram os preferidos dos dois.  

Quando Sam finalmente alcançou o mais velho e conseguiu o agarrar causou a queda de ambos que rolaram pelo chão até que Dean ficou por cima e começou a gargalhar.

— Ganhei de novo! — se vangloriou enquanto segurava o menor.

— Isso não é justo! Você é mais forte! — reclamou Sam com um biquinho.

— Vamos, não seja um mau perdedor! Agora me de meu prêmio!

— Não tenho escolha, não é? — indagou admitindo derrota.

— Exato. — o jovem Campbell esperava ansioso.

Sam então aproximou seu rosto de Dean e o beijou, apenas um leve gesto de carinho que os dois haviam começado dois anos antes, quando ouviram no ano novo que deveriam beijar alguém importante à meia noite e ambos gostaram muito do gesto, mas seus pais não acharam o mesmo e deram um longo sermão sobre aquilo, que como crianças, eles não compreenderam e chegaram à conclusão de que não deveriam deixar os adultos pega-los fazendo isso de novo, o que não queria dizer que iriam parar.

Desde então sempre que estavam sozinhos praticavam esse gesto de forma espontânea, entretanto cada vez que repetiam o ato Dean pedia por mais e mais beijos e a cada vez mais demorados, mesmo ele não tendo ideia do porquê de gostar tanto disso.

— Pronto, agora me larga seu chato. — disse Sam ao se separar.

— Tudo bem. — Dean o soltou e rolou para seu lado.

— Dean... — chamou o pequeno Winchester.

— O que foi? — questionou se virando para ele.

— Você me ama?

— É claro que amo!

— Então promete que vai ficar sempre do meu lado, que vai sempre me proteger? — perguntou segurando sua mão.

— Prometo. Mas por que está falando isso? — questionou Dean cheio de preocupação.

— É que eu tive um pesadelo ontem. Nele você ia embora e depois todo mundo ia, e aí eu fiquei sozinho. Tenho medo disso. —  suas palavras foram quase como um choramingo.

— Isso nunca vai acontecer, eu prometo. — disse antes de puxar o menor para um abraço.

Depois disso se levantaram e voltaram a brincar como antes, até que suas mães os chamaram para almoçar e tiveram de se despedir, mas logo que podiam voltavam a brincar e assim se passaram todos os dias, pelo menos até um certo tempo.

 

 

...

 

 

 

Cinco anos se passaram, nesse tempo ambos começaram a aprender mais sobre como funcionava a vida, no entanto, continuaram com seu gesto de carinho e ficaram cada vez mais próximos, inseparáveis. E embora apreciasse muito esses momentos, o mais velho começou a se questionar se aquilo era certo, se não estaria corrompendo o pobre Sammy. Mesmo com isso em mente ele só tinha certeza de que não queria parar.

— Cara, essa banda é de mais! — disse Sam devolvendo o CD ao maior.

— Eu disse que você iria gostar.

Sam se aproximou mais e beijou Dean como sempre faziam, mas ultimamente o dono dos olhos verdes fugia um pouco desse contato e o mais novo não tinha ideia do porquê disso.

— O que foi?

— Que foi o que? — disse Dean rolando na cama para se afastar.

— A um mês que você faz isso, toda vez que venho te cumprimentar você foge e eu sei que não é porque estou com mal hálito, sempre escovo os dentes. — explicou Sam emburrado.

— Eu sei, sua boca tem um gosto ótimo. — Dean respondeu distraído com a lembrança.

— Então por que foge de mim? Fiz algo errado?

— Não! Muito pelo contrário. — disse o mais velho rindo.

— Qual a graça?

— É que quando nos beijamos, bem... — ele corou sem conseguir terminar de dizer. — Alguém já te explicou sobre sexo? — perguntou com vergonha.

— Um pouco, mas o que isso tem a ver com nossos beijos? — questionou cada vez mais curioso.

— Bem, já tem algum tempo que venho sentindo isso. Quando nos beijamos eu acabo ficando excitado, mesmo sem querer. Eu prefiro me afastar, porque da última vez que não me afastei, sujei minha cueca. Você se lembra que saí correndo e disse que tinha que ir ao banheiro?

— Então você fica... Posso ver como é? Eu sinto algo também, mas não sei se é como você, porque nunca sujei minha cueca. — pediu Sam meio envergonhado.

— Ver? Como assim? — era uma pergunta idiota, ele tinha entendido muito bem, mas não acreditava em seus próprios ouvidos.

— É, nós nos beijamos e depois você me deixa ver como está. — ele explicou como se fosse algo simples como lavar as mãos.

— Você está falando sério? — indagou ainda incrédulo.

— É claro, você sabe como sou quando fico curioso e eu quero mesmo ver. — o menor se aproximou devagar.

— Mas, mas... — Dean foi interrompido pelo menor tomando seus lábios.

— Não é assim tão difícil, já ficamos pelados na frente do outro várias vezes. — esse comentário veio após alguns beijos demorados.

— Mas isso é diferente...

O garoto Winchester foi o beijando levemente e depois de algum tempo aprofundou o beijo que estava ficando cada vez mais quente, tanto que Dean começava a emitir leves gemidos, o menor então foi passando sua mão pelo corpo dele até chegar ao zíper de sua bermuda, então o desceu e passou a mão sobre o tecido da cueca, ficou impressionado com o que sentiu, tanto que se separou logo em seguida e puxou a bermuda para baixo de uma única vez e ficou ainda mais impressionado com o que viu.

— Está tão grande e tão duro! — disse Sam olhando para o pênis de Dean que estava muito envergonhado.

— Acha mesmo? — falou antes de Sam levar sua mão até lá e ficar alisando, causando sensações maravilhosas em Dean.

— É, desde a última vez que te vi sem roupa mudou muito e tem pelos crescendo em volta. — falou ainda o acariciando.

— Ah, é verdade... — Dean não conseguia formular frases inteiras. — Acho... Melhor... Você... Parar agora! —  tentou dizer entre gemidos.

— Mas eu quero ver o que vem depois, o meu não faz isso e não conseguiria tirar isso de minha cabeça. — comentou Sam gostando do que fazia.

— Certo, então... Pegue os lenços... Na gaveta da cômoda... Senão vai se sujar todo!

— Então você faz isso muitas vezes?

— Sempre que ele fica assim...

Passaram mais alguns minutos com Sam fazendo aquilo até que Dean começou a gemer mais rápido e ejaculou sujando os lenços que Sam usava em sua mão, mas ainda assim um pouco caiu em seus dedos e ele ficou observando o liquido até que decidiu experimenta-lo, levou até sua boca e de início não gostou do sabor, mas depois de alguns segundos de degustação decidiu que era maravilhoso e único.

— Isso foi... — Dean não terminou sua frase.

— Pela sua cara foi ótimo.

— Pode ter certeza disso. Foi a melhor sensação da minha vida. — comentou o loiro se vestindo.

— Isso significa que podemos fazer isso mais vezes, também gostei. — afirmou Sam contente.

— Não sei, acho que não é certo. — Dean decidiu esperar a reação do menor.

— Por que não seria certo? Somos melhores amigos e nos amamos. E é isso que todo mundo diz, quando duas pessoas se amam elas fazem essas coisas.

— Quando um homem e uma mulher se amam, não dois homens. — corrigiu Dean. — E por isso eu não sei se devemos fazer isso de novo.

— Se você está dizendo. Mas vamos continuar nos beijando, certo?

— É claro, disso eu não abro mão! Você tem a melhor boca do mundo Sammy!

— Obrigado pelo elogio, mas não me chame de Sammy. Odeio esse apelido. — resmungou.

— Vamos Sammy, não seja um pirralhinho mimado. — disse o maior ao puxa-lo para perto de si e o beijando

— Eu queria ficar assim para sempre. — falou o menor se separando e deitando ao lado de Dean.

— É, eu também.

— Dean! — chamou sua mãe de fora do quarto ao bater na porta.

— Entre, a porta está aberta. — ele disse de volta.

Mary entra e fica um bocado surpresa com o que vê: seu filho deitado e abraçado ao seu melhor amigo de forma muito mais próxima do que seria apropriado.

— Ah... Olá Sammy, não sabia que estava aqui.

— Ele está sempre aqui, não consegue me largar. Não é Sammy? — disse Dean com um sorriso sarcástico e Sam corou.

— O que foi, Sammy? Algum problema? — comentou Mary.

— É que eu não gosto que me chamem assim.

— Desculpe querido. Bem, Dean, uma garota chamada Jo ligou e pediu para você retornar assim que pudesse. — ela fala indo em direção a porta.

— Jo? — pergunta Sam intrigado.

— É uma garota da minha turma, ela é muito legal. — disse o maior corando agora.

— Ah é? E ela é bonita?

— Sim, bastante. Mas não se preocupe, não vou te trocar.

— Haha! Mas sabe, duvido que alguma menina tenha a minha capacidade de te suportar. — retrucou.

— Está me dizendo que sou chato? — Dean perguntou fingindo estar zangado.

— Mais, que isso, insuportável! — brincou Sam.

— Assim você me magoa. — disse fazendo beicinho.

— Desculpa. De toda forma, tenho que ir. Já está ficando tarde e tenho muitos deveres para fazer. — falou se levantando.

— Te vejo amanhã então.

— Acho difícil, começo no time de basquete amanhã, terão treinos todas as tardes e eu preciso de tempo para os deveres, só vou poder vir nos fins de semana. — comentou Sam desanimado.

— Porque não me disse que iria entrar no time?

— Do que está falando? Eu te disse a duas semanas e fiquei falando disso por horas, mas acho que você estava distraído.

— Provavelmente, foi mal. — ele respondeu constrangido.

— Te desculpo se prometer me ver nos meus jogos.

— Ok, mas é bom me deixar orgulhoso. — concordou o maior.

— Vou deixar! Agora eu tenho mesmo que ir. — disse o menor ao sair da cama.

— E meu beijo de despedida?

— Depois eu que sou o carente. — brincou Sam antes de ir até ele e o beijar e logo que se separam ele vai embora.

Dean então passa sua mão por seus lábios e fica parado pensando em como ama o menor, mas tem medo de que isso cause problemas a ele. De fato, ele não queria isso. Então decidiu ligar para Jo. Afinal, se tivesse uma namorada talvez parasse de pensar em Sammy daquela forma.


Notas Finais


Começo foi bem fofo, mas infelizmente isso não vai durar!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...