História O amor proibido - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amorproíbido, Demônio, Erafeudal, Humana, Princesa, Principe, Reencarnação, Viagemnotempo
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Palavras 528
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - A volta


Depois de 600 anos na Terra ...

Mais de 2 Bilhões de anos no inferno depois...

O que acontece quando o Diabo quer tirar férias? Bom... provavelmente coisa boa não é!

- Aqui está muito diferente... - Ele caminha  pela rua.

Sentindo olhar de todos em si.

Com as mãos no bolso, ele para em frente à grande, linda e iluminosa Boate.

- Isso parece ser interessante... - Ele entra.

Em menos de 5 minutos ele já era o mais novo dono deste local iluminado, cheio de bebidas e mulheres.

- woooow isso é forte, muito bom! - Ele dá mais um gole na forte e chique bebida.

[♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡]

- Vá me comprar bebida aborto! - A mulher manda á mulher mais jovem.

- Sim, mãe...  - Ela abaixa a cabeça e sai de casa em direção ao mercado.

O dinheiro que elas tinham não dava nem para se sustentarem. Mas se ela não fosse comprar a bebida com o pequeno salário da joven, ela apanhava.

A doce garota sempre usava roupas largas e que escondiam seus roxos e algumas cicatrizes.

Ela vai e volta na loja com as bebidas.

- Aqui está  - Entrego á ela.

- Não fez maia que a sua obrigação. - Ela abre a garrafa com dificuldade e bebe ela quase inteira.

- Mãe! A senhora vai adoecer desse geito! 

- E isso te importa? - Ela faz uma cara desleixada por estar bêbada.

- É claro! Você é a minha mãe!

- Eu não sou sua mãe coisa nenhuma! Você sabe muito bem que eu nunca te amei! Nem faço questão de fingir! Só te mantenho viva até sues 18. Quando eu pegar a grande herança de seu pai eu vou é meter o pé daqui! - Ela gargalhava alto, como uma bruxa.

Lia p.v.

Aperto a beirada de minha blusa com força me segurando pra não chorar.

Corro para o meu pequeno quarto.

Ela não me deixava passar para outros cômodos e eu nem tia roupa direito. 

Eu era uma escrava, tinha que fazer tudo o que ela queria.

Vou ao banheiro e tiro minhas roupas entrando na água gelada.

Um dor aguniante passava nos meus ferimentos.

Mas de alguma forma, quando eu estou em uma água fria como essa, eu me acalmo totalmente.

Visto uma roupa confortável para dormir e me deito na cama, que tinha um colchão inflável, era isso ou nada.

[...]

Dia seguinte...

Pégo a minha mochila da escola e deixo na porta de meu quarto.

Vou até o banheiro e escovo meus dentes, lavo meu rosto, escovo e prendo meu cabelo, tomo uma ducha rápida.

Visto o uniforme da escola, que era uma saia xadrez vermelha e preto, com um casaquinho e a blusa da escola, junto a meia e o sapato.

Saio sem comer, afinal, eu já estava acustumada.

Passo pela sala e vejo minha mãe roncando desajeitada. 

Sorrio de lado e a cubro com o cobertor, tirando a garrafa de bebida das mãos dela.

Dou um beijo em sua testa e deixo um nó na ponta de seu cobertor, demonstrando que eu havia passado por ali.

Ergo a cabeça e saio de casa, trancando a porta.

Continua...




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