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História O amor é um veneno-Severo Snape - Capítulo 6


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Notas do Autor


Demorei mais voltei, está pensando em um bordão...Me ajudem a escolher por favor.

Capítulo 6 - Capítulo VI


-Oi ranhoso.

Mary estava ali parada junto de Tiago Potter, Sirius Black, Remo Lupin e Pedro. Snape sabia que o plano tinha que continuar e Mary não podia ser legal com  ele naquele momento, mas mesmo assim ainda se sentiu um pouco magoado.

-O que vocês querem hein? Já não basta aquilo que fizeram.

A professora já havia liberado eles e no momento só estavam Snape Avery e o grupo grifinoria.

- Foi você mesmo que fez, vou tentar refrescar sua memória. "EU NÃO PRECISO DA SUA AJUDA SANGUE RUIM".

Mary que estava rindo com a situação parou imediatamente, seu rosto começou a ficar pálido é uma enorme raiva a tomou completamente fazendo a menina entrar na frente de Snape e olhar friamente nos olhos de Sirius que se calou; O menino sabia que havia falado algo errado, mas ele também conhecia Mary o suficiente para saber que ela nunca o enfrentaria daquela forma. Snape se irritou um pouco pela menina ter saído do personagem tão facilmente, aquilo era realmente estranho já que ela era muito boa em manipulações.

- Mary precisamos ir falar com Dumbledore.

Tiago foi caminhando lentamente até a menina e colocou a mão no ombro da garota fazendo a menina acordar do transe. A verdade era que Mary estava agindo por impulso por causa da licantropia, ela era a que mais sofria com isso e era bastante nítido para quem sabia sobre sua rara condição o quanto ela se sentia mal pelas mudanças de humor repentinas. Mary sempre foi uma menina generosa, que amava cuidar dos seres vivos independentemente se eles eram plantas ou pessoas, ela gostava de ser sempre sincera e agora teria de mentir toda lua cheia para poder salvar vidas de pessoas altamente curiosas.

-Certo, termine logo isso Sirius -A menina saiu da frente de Snape e foi até Lupin pegando em sua mão e o levando para saída- Tchau meninos, Tchau ranhoso.

Lupin Que já estava nervosa pela mudança de humor da menina a pegou pelo braço e levou-a até as escadas para ir a sala. Mary sentia a brisa fria que rodava Hogwarts bater em seu rosto enquanto ela se esforçava para não começar a rir do nada naquelas escadas cheias -O que era difícil- sua capa voava com o vento e Lupin continuava andando com passos pesados. A raiva só crescia em seu peito, o medo dele era que algo de ruim acontecesse com ele naquele estado e tudo isso era por motivo nenhum, ele apenas estava nervoso pela irmã enganar todos como ela sempre fez de certo modo por causa da doença deles.

- Lupin! -A menina segurou o braço dele o fazendo parar se virar para ela- Se acalma, sei que está sendo difícil mas precisamos nos acalmar se não nada vai dar certo e só vamos levar trabalho a Dumbledore.

- Sabe o que Dumbledore vai falar não sabe? Vai ter que se afastar do seu amiguinho sabia?

Mary que estava olhando para o menino desviou seu olhar para as pessoas ali se certificando de que ninguém havia ouvido. Ela já sabia exatamente de quem Lupin falava, Mas se ela ainda quisesse a amizade de Snape teria de fingir que seu irmão estava louco ou era isso ou ela não poderia mostrar a Snape que ele pode muito bem aproveitar a vida sendo uma pessoa legal é generosa assim como a família de Mary.

- Lupin, eu não sei do que está falando.

- Ah não? Régulus sabe o que estão fazendo?

- Você nem gosta do Régulus Lupin -A menina colocou a mão no rosto de Lupin e deu leves tapinhas para ver se o irmão acorda- Lupin você está tendo noção do que está dizendo?

Lupin Que estava nervoso segurou as mãos da menina é olhou nos olhos dela. Mary já não reconhecia o irmão e por isso o medo a tomou fazendo-a recuar com medo, Lupin não havia nem levantado a mão para menina, mas mesmo assim ela tinha medo do irmão a machucar. Lupin por sua vez vendo a menina com medo daquele jeito acordou e sua raiva, ver a irmã com medo dele doía de mais a ponto dele deixar seu nervosismo de mais para abraça-la

-Realmente estou me precipitando. me desculpa Mary, mas com a lua cheia eu realmente não consigo controlar meus nervos.

- Tudo bem -A menina se soltou do irmão é deu um leve puxão para eles prosseguirem o caminho a sala de Dumbledore- Eu também fico meio alterada com a lua cheia, mas precisamos de alguma forma esconder mais isso.

Lupin Que seguia o caminho até a sala olhou para menina é sorriu alegremente dizendo:

-Os meninos já conseguem virar animagos, dessa vez não vamos ficar sozinhos.

Mary que estava cabisbaixa olhou para o irmão e sorriu feliz, ela realmente não acreditava que aqueles dias tristes é sombrios na casa dos gritos ficariam melhores agora com a presença de Sirius. Isso era um fato realmente maravilhoso e fazia Mary pular de alegria, seus amigos estariam ali com ela a apoiando -Mesmo que fossem em forma de animais- Tudo o que ela mais queria em toda sua vida era que ela pudesse de alguma forma passar aqueles momentos terríveis na companhia de alguém.

-Lembre-se Mary, ninguém pode saber disso.

A menina concordou sorridente e só aí se deu conta de que estavam de frente com a sala do diretor. Como o vento que batia rapidamente no rosto dos jovens ali Mary segurou a mão de Lupin e disse as gárgulas que guardavam a sala do diretor Dumbledore:

-Cogumelos.

A poeta que estava fechada rapidamente foi aberta liberando a passagem para eles adentrarem o local. Enquanto é os irmãos de preparavam para entrar Dumbledore observava atentamente cada canto de sua estante de livros, ele havia certeza de que faltava um deles, mas resolveu deixar de lado assim que ouviu passos em direção a sala.

Severo está junto de seus dois amigos implicando com um menino do segundo amo quanto uma garota de cabelos loiros e a pele pálida chegou e tentou salvar o menino daqueles três. A menina se chama Elisa Villar e ao ver o irmão sofrendo nas mãos dos sonserinos foi ajudá-lo, Ela era uma conhecida de Snape.

-Deixe ele em paz Snape, ele não fez nada a você.

O menino que ria junto de seus amigos parou e a olhou atentamente, ele não gostava muito dela apesar de a ver em cima da Mary e Lily o tempo todo. Ele sabia muito bem que o sonho da garota era tomar o lugar das meninas, Mary era amada por todos, sempre foi tratada muito bem pelos diretores e professores, todos admiravam a gentileza e delicadeza dela; Lilian era forte, sempre foi bajulada pelos garotos e sempre agradava a todos com seu carisma e inteligência. A loira era arrogante e tímida de mais para conseguir chegar ao nível das meninas.

- Não vou parar, quem você pensa que e?

-Uma pessoa muito importante que sabe de bastante coisa da sua vida incluindo seu segredo -A menina vendo que Snape paralisou ajeitou sua postura e sorriu- Aposto que não vai querer todos da escola sabendo quem é sua nova namoradinha.

Snape já nervoso segurou o braço da garota a assustando e sorriu em seguida vendo que conseguiu o que queria. A menina abaixou a guarda para ele, pois,  sabia que ele tinha muitas cartas na manga.

- Ela não é nada minha, está escutando? NADA. Agora suma da minha frente com seu irmão nojento.

A menina recolheu suas coisas e saiu dali as pressas. Os amigos de Snape vendo que o moreno conseguiu humilhar dois de uma vez começaram a rir e correr em direção a árvore que eles sempre ficavam para conversar.

Enquanto isso na sala de Dumbledore o homem explicava para os dois irmãos o que eles deveriam fazer. Eles iriam ser levados no seguinte para eles ficarem seguros é enquanto isso deveriam inventar desculpas para os amigos.

- Eu realmente não aguento mais esconder isso de meus amigos.

-Se acalmem, um dia vamos achar formas de deixar vocês mais confortáveis com isso -Dumbledore abraçou Mary e Lupin na intenção de ajudá-los- Podem ir agora, não quero que percam o intervalo.

Os dois irmãos se despediram e saíram da sala dando de cara com Tiago, Pedro e Sirius que andava de um lado para o outro agoniado. Lupin se juntou aos amigos é puxou eles para irem a algum lugar calmo enquanto Mary observava uma borboleta azul que passa por ali ela era realmente linda e lembrava muito uma colega de Mary que estava no 7 ano, essa menina de chama Clara e ela é a pessoa mais misteriosa que a menina conhece assim como uma borboleta azul.

-Vamos Mary.

Um grito tirou a menina de seu transe, Então ela percebeu que os amigos já estavam no final da escada.


Notas Finais


Desculpe os erros ortográficos.


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